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Houthis reivindicam última série de ataques na Arábia Saudita

22 October 2026 at 16:42

Os Houthis do Iêmen, alinhados ao Irã, afirmaram nesta quinta-feira (22) que lançaram ataques contra o Ministério da Defesa da Arábia Saudita em Riade, instalações da Saudi Aramco em Yanbu e o Aeroporto Internacional Rei Fahd em Dammam — local onde, segundo as autoridades sauditas, duas pessoas morreram.

“As Forças Armadas (Houthis) realizaram, com o apoio de Deus, quatro operações militares de grande relevância nas últimas 48 horas, utilizando diversos mísseis balísticos e drones. A primeira (operação) teve como alvo o edifício do Ministério da Defesa na capital do inimigo saudita, Riade, e atingiu o objetivo diretamente, graças a Deus”, disse o porta-voz militar Houthi, Yahya Saree.

Ataque a aeroporto na Arábia Saudita deixa dois mortos e oito feridos

O número de mortos em um ataque ao Aeroporto Internacional King Fahd, em Dammam, na noite de quarta-feira (21), subiu para dois, segundo a Autoridade de Aviação Civil da Arábia Saudita.

Entre as vítimas está um cidadão indiano. A embaixada da Índia em Riade informou, em comunicado, que foi notificada da morte pelas autoridades sauditas e que estava “apurando mais detalhes e entrando em contato com as famílias afetadas”.

Oito pessoas também ficaram feridas no ataque, segundo a autoridade de aviação. Os ferimentos variam de “leves a graves”.

O aeroporto, localizado no leste do país, também sofreu danos, cuja extensão ainda está sendo avaliada.

O ataque ocorreu após o Departamento de Estado dos Estados Unidos emitir um alerta de segurança na quarta-feira, recomendando que cidadãos americanos ficassem atentos a possíveis ataques contra aeroportos e a interrupções nas viagens pelo país.

Uma série de ataques fatais dos houthis nas últimas semanas teve como alvos o Aeroporto Internacional King Khalid, em Riade, instalações militares sauditas, infraestrutura petrolífera e o tráfego marítimo.

Quem são os Houthis, grupo do Iêmen apoiado pelo Irã?

Sánchez acepta un cara a cara con Feijóo el 16 de noviembre, mientras que el debate a cuatro será diez días después en RTVE

By: EFE
22 October 2026 at 16:41

El PSOE ha aceptado participar en un debate "cara a cara" en una cadena de televisión privada entre el candidato de este partido, Pedro Sánchez, y el líder del PP, Alberto Núñez Feijóo, para el lunes 16 de noviembre, fecha que los populares habían aceptado previamente.

En un comunicado difundido este jueves, precisa además que acepta la invitación de RTVE a participar en un debate a cuatro el jueves 26 de noviembre, pero el PP había avisado de que ellos acudirían a ese debate de los candidatos de las principales fuerzas en un canal privado.

El PSOE señala que no va a "vetar" a ninguna cadena privada pero que tampoco va a "consentir, bajo ningún concepto", el "veto" a la televisión pública.

Al respecto, el PP ya manifestó que está dispuesto a participar también en el debate con los portavoces de los grupos políticos con representación parlamentaria que había propuesto RTVE para el 23 de noviembre.

Vítimas em Gaza passam de 1.500 durante período de cessar-fogo

22 October 2026 at 16:37

Disparos israelenses mataram uma pessoa que estava em um carro em Gaza e pelo menos outras duas em diferentes partes do enclave nesta quinta-feira (22), informaram autoridades de saúde locais.

Fotos do local mostram uma multidão reunida ao redor dos destroços em chamas, no bairro de Tel Al-Hawa, em Gaza, enquanto equipes de emergência — vestindo coletes cor de laranja — lançavam água sobre o veículo.

Outro ataque matou um palestino que estava em uma bicicleta na cidade de Khan Younis, no sul, e disparos resultaram na morte de uma mulher perto do campo de refugiados de Jabalia, no norte, acrescentaram os profissionais de saúde.

As forças militares de Israel informaram ter atingido um militante do Hamas em Khan Younis, sem fornecer mais detalhes.

O Exército acrescentou que ainda está verificando relatos sobre ataques em Jabalia e no bairro de Tel Al-Hawa, em Gaza.

Israel, que afirma que o grupo militante Hamas tem se rearmado e realizado ataques — violando um cessar-fogo que já dura um ano —, intensificou as ofensivas contra o grupo nas últimas semanas.

O grupo nega que esteja tentando realizar ataques ou reconstruir seu arsenal, e acusa Israel de minar o acordo de paz em Gaza.

O cessar-fogo do ano passado, mediado pelos Estados Unidos, prevê a futura reconstrução do território.

No entanto, houve pouco progresso, uma vez que os negociadores não conseguiram chegar a um acordo sobre os termos para o desarmamento do Hamas e a retirada das tropas israelenses.

Os ataques aéreos israelenses continuam.

Segundo autoridades de saúde de Gaza, pelo menos 1.500 palestinos foram mortos no território desde o início do cessar-fogo; Israel, por sua vez, relata a morte de quatro de seus soldados.

Autoridades palestinas afirmam que mais de 74 mil pessoas foram mortas na ofensiva de Israel contra Gaza — iniciada após combatentes liderados pelo Hamas matarem cerca de 1.200 pessoas no sul de Israel, em 7 de outubro de 2023.

Comissão da ONU aponta genocídio em Gaza com ataques de Israel a crianças

 

OMS afirma que não foi informada que paciente com Ebola foi ao Congo

22 October 2026 at 16:34

A OMS (Organização Mundial da Saúde) não foi informada de que a paciente com Ebola na Nigéria havia viajado para o Congo, afirmou o representante da organização na Nigéria nesta quinta-feira (22), após a Uganda declarar que ela havia visitado aquele país.

As autoridades de saúde nigerianas informaram que o primeiro caso de Ebola no país em mais de uma década envolveu uma mulher ugandense que havia chegado recentemente de uma viagem à Uganda.

O Ministério da Saúde da Uganda declarou que a mulher havia viajado para o Congo, onde o surto foi registrado pela primeira vez em meados de maio e, desde então, tornou-se o de propagação mais rápida já documentado.

Pavel Ursu, representante da OMS, disse em uma coletiva de imprensa online: “As informações fornecidas à OMS não incluíam viagens para outro país (além da Uganda)”.

“Segundo os dados que recebemos, a paciente retornou a Abuja no dia 3 de outubro, após ter permanecido na Uganda desde 16 de setembro”, acrescentou.

Ursu afirmou que, na Nigéria, o foco está agora na contenção da infecção viral e que a paciente permanece hospitalizada, apresentando melhora em seus marcadores bioquímicos.

Jean Kaseya, diretor da principal agência de saúde pública da África, disse à agência de notícias Reuters na quarta-feira (21) que a paciente — uma mulher nascida na Uganda e casada com um diplomata suíço — chegou a Abuja após passar duas semanas de férias na Uganda.

Patrick Otim, gerente de resposta a emergências da OMS, informou nesta quinta-feira que a origem da infecção ainda é desconhecida, enquanto as autoridades de saúde trabalham para reconstruir o histórico de viagens da paciente.

Um dos pontos sob investigação, segundo Otim, é quais unidades de saúde a mulher visitou em Abuja após o início dos sintomas e antes de sua hospitalização, ocorrida em 9 de outubro.

Nigéria registra primeiro caso de Ebola em mais de uma década

A Nigéria registrou na terça-feira (21) seu primeiro caso de Ebola em mais de uma década, tornando-se o quarto país africano, e o mais populoso até o momento, a ser atingido por um surto que possui a propagação mais rápida já documentada, segundo autoridades de saúde.

A cepa do vírus Ebola responsável por este surto mata cerca de metade dos infectados e não possui tratamento ou vacina aprovados.

Desde a confirmação dos primeiros casos na República Democrática do Congo, em maio, a doença já vitimou 4.646 pessoas.

Autoridades de saúde temem que a desinformação e a falta de recursos financeiros possam impulsionar uma propagação ainda maior, tanto dentro da região quanto além de suas fronteiras.

“O Ebola agora afeta três regiões da África. A situação exige uma ação urgente e liderança política no mais alto nível”, afirmou Jean Kaseya, diretor-geral dos Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças, na rede social X, nesta quarta-feira (21).

Ebola is now affecting three regions of Africa. The situation demands urgent action and political leadership at the highest level. I have invited African Ministers of Health to an extraordinary virtual meeting on 28 October to strengthen our collective response. Five months of intense efforts have shown the determination of our countries and health workers. We must now accelerate our actions, reinforce coordination and mobilise the full strength of our continent. Africa has the expertise, the institutions and the capacity to defeat this outbreak. We must act together, and we must act now. Our priority is to stop transmission and save lives. Read more: https://t.co/aO9dtJ9uBI —————- Ebola touche désormais trois régions d’Afrique. La situation exige une action urgente et un engagement politique au plus haut niveau. J’ai convié les ministres africains de la Santé à une réunion virtuelle extraordinaire le 28 octobre pour renforcer notre riposte collective. Cinq mois d’efforts intenses témoignent de la détermination de nos pays et de nos professionnels de santé. Nous devons aujourd’hui accélérer notre action, renforcer la coordination et mobiliser toutes les forces de notre continent. L’Afrique dispose de l’expertise, des institutions et des capacités nécessaires pour vaincre cette épidémie. Nous devons agir ensemble, et agir maintenant. Notre priorité est de stopper la transmission et de sauver des vies. Lire le communiqué : https://t.co/Yf1EhyOpMA

— Dr Jean Kaseya (@Dr_JeanKaseya) October 21, 2026

O caso na Nigéria envolve uma mulher ugandense que chegou a Abuja, a capital do país, vinda de Adis Abeba, no dia 5 de outubro, informou Odianosen Ehiakhamen, do Centro de Controle de Doenças da Nigéria, à emissora Arise TV, na terça-feira (20).

Dois dias após sua chegada, ela começou a se sentir mal e, em 11 de outubro, buscou atendimento em um hospital particular em Abuja apresentando sintomas semelhantes aos da malária.

Contudo, seu quadro clínico não apresentou melhora, relatou Ehiakhamen.

Ao tomarem conhecimento de que ela havia viajado recentemente para Uganda — um dos países afetados pelo surto atual —, as autoridades de saúde realizaram um teste para Ebola no dia 19 de outubro.

O resultado positivo foi confirmado na terça-feira. As autoridades identificaram 44 pessoas que tiveram contato com ela, a maioria profissionais de saúde.

Entre elas está o marido da paciente, um cidadão suíço que reside com ela em Abuja.

As autoridades também estão rastreando os passageiros que viajaram com ela, embora não acreditem que ela apresentasse sintomas durante o voo.

O ministro da Saúde, Muhammad Ali Pate, declarou à emissora pública NTA que a mulher encontra-se isolada e recebendo tratamento.

Ebola na República Democrática do Congo é o mais mortal da história

França registra primeiro caso humano do vírus Shamonda

22 October 2026 at 16:29

A França relatou, nesta quinta-feira (22), o primeiro caso humano do vírus Shamonda — habitualmente encontrado em animais de criação — em um paciente que veio a falecer.

As autoridades acrescentaram que, neste momento, não há risco para a população em geral.

Suspeita-se que a vítima tenha sido picada por um mosquito portador do vírus no leste da França, região onde o patógeno circulou entre animais durante a primavera e o verão, informou o governo em um comunicado.

O ECDC (Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças), sediado em Estocolmo, afirmou que está acompanhando a situação.

 

“O ECDC está em contato com as autoridades francesas e parceiros europeus para investigar as possíveis implicações para a saúde pública”, declarou o órgão em um comunicado.

O paciente faleceu no início de outubro e estava em tratamento para uma doença grave, o que o tornava mais suscetível a infecções do que a população em geral, informou o centro.

“Estão em andamento investigações para determinar se o vírus causou ou contribuiu para a morte do paciente, bem como a forma como a infecção foi contraída”, acrescentou o centro.

Vírus se espalhando entre animais na Europa

A vítima era um homem na faixa dos 60 anos que vivia na região de Lyon, no leste da França, informou o jornal local “Le Progrès”.

“Com base no conhecimento disponível sobre este vírus, nenhum risco à saúde da população em geral foi identificado até o momento”, declarou o governo.

O vírus Shamonda é transmitido por mosquitos do gênero “Culicoides” e é encontrado principalmente em bovinos, embora também tenha sido detectado em cavalos, alpacas, ovelhas e cabras, segundo a OMSA (Organização Mundial da Saúde Animal).

Ele não é classificado como uma doença sob a legislação de saúde animal da União Europeia e não está sujeito a medidas oficiais de vigilância ou controle.

Identificado na Nigéria em meados da década de 1960, o vírus Shamonda foi confirmado pela primeira vez na Europa no final de julho, após testes genômicos realizados em bovinos doentes no sul da Alemanha, na Suíça e no leste da França.

O boletim semanal de vigilância em saúde animal da França informou que o vírus também foi detectado na Áustria, Bélgica, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal, Eslovênia, Espanha e na ilha de Jersey (Reino Unido).

O vírus provoca diversos efeitos nos animais.

Um estudo realizado em nove fazendas leiteiras francesas constatou uma queda de até 75% na produção de leite; os bovinos afetados apresentaram diarreia, fraqueza, perda de apetite e, com menos frequência, febre, informaram as autoridades francesas de saúde animal.

Medicamentos para a perda de peso vão começar a ser comparticipados em 2027: apoio do Estado terá duração limitada

22 October 2026 at 16:20

Os portugueses que necessitam de medicamentos para tratar a obesidade vão poder beneficiar de uma comparticipação do Estado a partir de fevereiro de 2027. Contudo, o apoio não será atribuído a todos os doentes, uma vez que existem requisitos relacionados com o acompanhamento hospitalar, a especialidade do médico responsável pela prescrição e a duração do tratamento.

A nova medida prevê que o Estado suporte 15% do custo dos medicamentos abrangidos, ficando os restantes 85% a cargo dos utentes, de acordo com as regras gerais deste escalão. De acordo com a Portaria n.º 464/2026/1, publicada em Diário da República esta quinta-feira, 22 de outubro, a comparticipação terá uma duração máxima de 12 meses, contados desde a primeira dispensa do medicamento.

Quem pode beneficiar da comparticipação?

O acesso ao apoio está reservado aos doentes acompanhados pelo Núcleo de Cuidados Hospitalares não Cirúrgicos da Equipa Multidisciplinar de Obesidade da respetiva Unidade Local de Saúde (ULS). Para serem abrangidos, os utentes devem ter um processo clínico ativo no âmbito do Percurso de Cuidados Integrados para a Pessoa com Obesidade (PCIPO).

O acompanhamento não pode limitar-se à prescrição de medicamentos. O programa exige uma intervenção que combine aconselhamento nutricional, planeamento de atividade física e apoio psicológico. Assim sendo, a comparticipação fica associada a um plano terapêutico mais abrangente, destinado a acompanhar a evolução clínica de cada pessoa.

Nem todos os médicos podem passar receitas comparticipadas

Outra das condições estabelecidas na portaria diz respeito aos profissionais autorizados a prescrever estes medicamentos ao abrigo do novo regime. Apenas os especialistas em endocrinologia, medicina interna ou pediatria que integrem o núcleo hospitalar da equipa multidisciplinar da respetiva ULS poderão emitir as prescrições necessárias para aceder à comparticipação.

Isto significa que uma receita emitida por um médico de família, por exemplo, não será suficiente para garantir o apoio previsto neste regime especial. Mesmo quando existe indicação clínica para o tratamento, o doente terá de cumprir os requisitos de acompanhamento hospitalar e de prescrição definidos na legislação.

Comparticipação termina ao fim de 12 meses

O prazo de atribuição do apoio constitui outra das particularidades desta medida. A comparticipação será concedida durante 12 meses a partir da primeira dispensa do medicamento, período que corresponde ao tempo mínimo de intervenção estabelecido no PCIPO para avaliar a eficácia do acompanhamento terapêutico.

No entanto, o benefício não significa que todas as prescrições sejam automaticamente renovadas ao longo desse período. O médico responsável terá de realizar avaliações periódicas para verificar o cumprimento dos objetivos definidos para cada doente. Os resultados dessas avaliações devem ficar registados no respetivo processo clínico eletrónico.

Onde podem ser adquiridos os medicamentos?

A portaria determina que os medicamentos abrangidos pelo novo regime sejam dispensados exclusivamente em farmácias comunitárias. Apesar de a prescrição comparticipada depender de especialistas integrados nas equipas hospitalares, os utentes poderão levantar a medicação nos estabelecimentos farmacêuticos habituais, mediante apresentação de uma receita válida.

A fiscalização e a monitorização da aplicação destas regras ficarão a cargo do Infarmed, autoridade nacional responsável pelos medicamentos. A entidade deverá acompanhar a utilização dos fármacos abrangidos pelo regime, num contexto em que o tratamento da obesidade passou a integrar um programa nacional de acompanhamento clínico estruturado.

Obesidade afeta milhões de pessoas em todo o mundo

A introdução desta comparticipação surge num contexto de preocupação com a prevalência da obesidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de mil milhões de pessoas viviam com a doença em 2022, um problema associado a diferentes complicações de saúde e à necessidade de acompanhamento clínico prolongado.

A organização internacional considera a obesidade uma doença crónica que exige uma resposta abrangente, incluindo diferentes formas de tratamento e acompanhamento ao longo da vida. Em Portugal, o novo regime de comparticipação procura integrar os medicamentos nesse modelo de cuidados, embora o financiamento público previsto para cada doente esteja limitado ao período de 12 meses estabelecido na portaria.

Leia também: Alterações no paladar podem estar ligadas à doença renal: os sinais que merecem atenção

El Gobierno dice que España está en "alerta" por el shamonda tras una muerte en Francia pero pide "calma"

By: EFE
22 October 2026 at 16:17

El Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación (MAPA) ha asegurado que "España está en alerta" ante la incidencia del virus shamonda en algunas explotaciones de ganado vacuno en el país, pero ha lanzado un llamamiento a la "calma" porque se está haciendo un seguimiento de la enfermedad. En una comunicación facilitada a Efe por el Departamento que dirige Luis Planas, el Ministerio ha recordado que está en contacto "permanente" con Francia, con las Comunidades Autónomas y con las autoridades sanitarias.

En el mismo documento, el MAPA recuerda que Francia ha confirmado este jueves la muerte de una persona, "con inmunodepresión grave", que estaba infectada con este virus, a pesar de que no se consideraba una enfermedad transmisible a humanos. El MAPA ha detallado que se trataría del primer caso mundial de infección en humano por este patógeno, según el último informe de actualización sobre la situación de este virus cuya primera detección en ganado en España data del pasado septiembre.

Ya hay focos confirmados en animales en las provincias de Córdoba, Toledo, Cantabria, Madrid, Ávila y Girona. Desde el Ministerio de Agricultura han incidido en que las autoridades francesas están llevando a cabo investigaciones clínicas, biológicas y epidemiológicas bajo el enfoque de 'Una sola salud' (One health), que integra conocimientos en los ámbitos de la salud humana, animal y ambiental. Francia también ha detallado que, hasta la fecha, "no se ha identificado ningún riesgo sanitario para la población general", según ha recogido el MAPA en su comunicado.

En la ganadería, el virus shamonda se considera una enfermedad emergente (nueva) que no es de declaración obligatoria y que afecta principalmente al ganado vacuno tras la picadura de mosquitos vectores. Aunque el patógeno no provoca la muerta del animal, sí impacta en la producción de leche mientras sufre los síntomas, según ha recordado el Departamento.

En el informe de actualización del Ministerio, emitido también este jueves, recoge que el Laboratorio Central de Veterinaria (LCV) de Algete ha confirmado la detección del virus shamonda tipo 1 en explotaciones de ganado bovino de las provincias de Córdoba, Toledo, Ávila y Madrid. De manera reciente, se ha detectado en Girona, donde se han identificado tres explotaciones de vacuno de leche el pasado 20 de octubre. Asimismo, se ha confirmado la presencia de shamonda tipo 2 en la provincia de Cantabria.

Las explotaciones afectadas han presentado sintomatología compatible con la descrita en otros países europeos, principalmente fiebre, diarrea y disminución de la producción láctea. Las detecciones se han producido en el marco de la vigilancia pasiva desarrollada en España para esta enfermedad.

Por lo tanto, la situación en España continúa bajo seguimiento, "con especial atención a la evolución de los casos, la caracterización de los virus identificados y su posible relación con los genotipos descritos en otros países europeos", según recoge el informe. En Europa, más allá de en España, se han detectado casos en ganado de Austria, Alemania, Bélgica, Eslovenia, Francia, Irlanda, Italia, Liechtenstein, Países Bajos, Portugal, Reino Unido (Jersey) y Suiza, según el informe

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