❌

Normal view

Harry Kane admite tensão pela Bola de Ouro e revela que espera por resultado afeta a família 'É muito estressante para todos'

22 October 2026 at 11:55

Harry Kane não esconde a ansiedade às vésperas da cerimônia da Bola de Ouro de 2026. Apontado como favorito ao prêmio individual mais cobiçado do futebol, o atacante do Bayern de Munique afirmou que a indefinição sobre o resultado tem provocado tensão em sua família. O vencedor será anunciado na segunda-feira, dia 26, durante uma cerimônia no London Palladium, na capital inglesa. Leia também: Barcelona denuncia PSG à Uefa por bandeirão da torcida com motosserra e mensagem de ‘massacre’ Saiba mais: Argentina encaminha renovação de contrato com técnico Lionel Scaloni, diz jornal — Acho que minha mulher preferiria saber, e minha família também. É muito estressante para todos — disse Kane, em entrevista ao jornal britânico The Guardian. O jogador afirmou que gostaria de conhecer o resultado antecipadamente para não precisar esperar durante toda a cerimônia, mas reconheceu que o suspense faz parte da estratégia dos organizadores para atrair a atenção do público. — É claro que eu adoraria saber logo, para simplesmente acompanhar e não precisar esperar a noite inteira. Mas essa é uma decisão deles, e não posso controlá-la. Temos que aproveitar e tentar não ficar tão estressados — afirmou o inglês, que também admitiu ter dificuldade para ignorar os rumores sobre a premiação. A candidatura de Kane ganhou força depois de uma temporada de números expressivos pelo Bayern e pela seleção inglesa. Na temporada 2025/26, o atacante marcou 61 gols pelo clube alemão e outros 12 pela Inglaterra, totalizando 73 gols. O desempenho ajudou o Bayern a conquistar o Campeonato Alemão e a Copa da Alemanha, além de garantir ao jogador a Chuteira de Ouro europeia. A fase goleadora continua na atual temporada. Kane já marcou dez gols pelo Bayern e seis pela seleção inglesa, segundo os números apresentados pelo Guardian. Na quarta-feira, ele balançou a rede em cobrança de pênalti no empate por 2 a 2 com o Arsenal, pela Liga dos Campeões, e também participou da construção do gol de Alphonso Davies, com um passe em profundidade. O inglês, de 33 anos, tenta se tornar o primeiro jogador de seu país a conquistar a Bola de Ouro desde Michael Owen, em 2001. Entre os principais concorrentes estão Lamine Yamal, do Barcelona, e Kylian Mbappé, do Real Madrid. A disputa reúne jogadores que tiveram destaque na temporada europeia e na Copa do Mundo de 2026. Apesar das expectativas, Kane tenta evitar que a corrida pelo prêmio interfira em seu desempenho. O atacante afirmou que procura não acompanhar as especulações, embora reconheça que é difícil se manter distante das notícias quando a cerimônia se aproxima. A edição deste ano será a 70ª da Bola de Ouro e ocorrerá pela primeira vez em Londres, fora de Paris, onde a premiação tradicionalmente era realizada. A mudança homenageia Stanley Matthews, primeiro vencedor do prêmio, em 1956. A escolha do ganhador é feita por jornalistas especializados, que avaliam o desempenho individual, as conquistas coletivas e a conduta dos atletas dentro e fora de campo.

Perdas na indústria podem esconder fraudes e ciberataques

22 October 2026 at 11:54

Muitos criminosos já não precisam invadir sistemas: podem comprar o acesso pronto. Segundo o Global Threat Landscape 2025, da Fortinet, a oferta de logins e senhas roubados em fóruns clandestinos cresceu 42% em um ano. Os registros de programas que roubam senhas subiram 500%, com 1,7 bilhão de credenciais compartilhadas. Também cresceu a venda direta de acessos a redes corporativas, como VPN e acesso remoto. Com um login válido, o invasor age como funcionário ou fornecedor legítimo e pode alterar dados bancários de fornecedores, informações de pedidos de compra ou registros de produção. Assim, o ataque cibernético pode facilmente passar por erro operacional ou servir de base para fraude. Segundo a Fortinet, a indústria liderou em vítimas de ransomware (sequestro de dados) no mundo em 2024 (17% do total). Ferramentas de IA já imitam voz e imagem de executivos para pedir pagamentos ou acessos. A fraude corporativa também pesa. Segundo a Association of Certified Fraud Examiners (ACFE), referência mundial no tema, as organizações perdem 5% da receita anual com fraudes e desvios internos: R$ 1 para cada R$ 20 faturados. Esses casos costumam levar cerca de 12 meses para serem descobertos. Nem toda fraude envolve ataque cibernético, nem todo ataque gera fraude, mas ambos podem passar despercebidos e ser registrados como simples perdas operacionais. Nesse cenário, a IndraMind Cybersecurity, divisão do Indra Group, criou um e-book com estudos e dados que explicam cibersegurança e prevenção a fraudes sob a perspectiva de seus impactos no negócio: operação, caixa e reputação. Quando fraudes e ataques são registrados como problemas operacionais Toda indústria acompanha suas perdas mais conhecidas: refugo, retrabalho, queda de rendimento, paradas não programadas, diferenças de estoque de matéria-prima, roubo de cargas, multas contratuais e inadimplência de clientes. Poucas sabem quanto dessas perdas decorre de fraudes, manipulação de processos, uso indevido de credenciais ou incidentes de segurança. "A questão não é apenas quanto a empresa perde, mas quanto das perdas na produção, na logística e no financeiro tem por trás uma fraude ou um ataque que ainda não foi identificado como tal", afirma Afonso Coelho, Head da IndraMind Cybersecurity no Brasil. Para ele, registrar o prejuízo só como refugo, desvio de processo ou falha de equipamento leva a liderança a investir na eficiência da linha quando o problema real está no controle e na segurança. Cibersegurança: ataques à indústria crescem e chegam ao chão de fábrica Segundo o Manufacturing Threat Landscape, da Check Point, as indústrias sofrem, em média, 1.585 ataques por semana, um aumento de 30% em um ano. Em 2025, no Brasil, a manufatura liderou as vítimas confirmadas de ransomware, segundo a ESET, e a Fortinet registrou 753,8 bilhões de tentativas de ataque no país. Para os criminosos, parar uma linha de produção gera prejuízo imediato e pressiona a empresa a pagar rápido. Estima-se que mais de 85% dos ataques de ransomware envolvam dupla extorsão: além de bloquear sistemas, os criminosos copiam previamente dados sensíveis, como projetos de engenharia, fórmulas, custos e contratos, e ameaçam divulgá-los. A digitalização ampliou os pontos de entrada. Muitas máquinas e sistemas de controle da produção, projetados para durar 15 ou 20 anos, hoje estão ligados à rede corporativa e à internet sem proteção equivalente, criando pontos cegos entre fábrica e gestão. A Fortinet observou alta de 16,7% nas varreduras automatizadas de criminosos em busca de sistemas vulneráveis (36 mil por segundo), que também atingem protocolos industriais. Fornecedores, identidades digitais e cadeia de suprimentos ampliam a exposição O risco passa por centros de distribuição, portais de compras, integrações com fornecedores e clientes, redes de distribuidores, manutenção terceirizada e até perfis falsos em nome da empresa junto a parceiros. Na logística, a NTC&Logística registrou 8.750 roubos de carga em 2025, queda de 16,7%, com prejuízo direto estimado em R$ 900 milhões, podendo superar R$ 1 bilhão somando seguros, reposição de insumos e paradas na produção. Cada vez mais, esses roubos começam com dados vazados ou clonados, como rotas, horários de coleta e logins de transportadoras. "O criminoso não separa a fábrica do sistema de gestão, nem a cadeia de fornecedores da marca. Ele enxerga a operação inteira", ressalta Coelho. Para ele, a empresa que avalia cada área isoladamente não vê o risco como quem a ataca. Fraude: sinais que o monitoramento técnico sozinho não identifica Por isso, especialistas defendem que o tema deixe de ser só assunto de TI. Um centro de monitoramento de segurança tradicional acompanha alertas técnicos, mas dificilmente identifica, por si só, casos como: Dados bancários de um fornecedor alterados na véspera do pagamento; Um pedido de compra dividido em partes menores para escapar das aprovações exigidas; Um registro de produção ajustado para esconder desvio de insumos; Um acesso remoto de manutenção usado fora do horário autorizado. Identificá-los exige cruzar dados de segurança com os de compras, finanças, produção e logística. Impacto na operação, no caixa e na reputação O e-book ajuda a diferenciar perdas operacionais de fraudes e incidentes de segurança, mostra o custo de confundi-los e aponta onde as perdas ocorrem na cadeia industrial: no cadastro e aprovação de fornecedores, no chão de fábrica e na logística de insumos e produtos acabados. Também explica por que o roubo de cargas costuma começar com um dado vazado, e não na estrada. Mostra ainda como um único incidente pode gerar, ao mesmo tempo, crises financeira, operacional, regulatória, além de uma crise de reputação, com risco de quebra de contratos e multas de clientes. Por fim, apresenta um diagnóstico executivo de 4 a 6 semanas para medir essa exposição sem parar a produção e um roteiro prático de decisão. Os dados completos e o modelo de maturidade que orienta essa jornada estão no material disponível neste link.

Macron condena 'atos sediciosos' e diz que apenas protestos convocados por sindicatos serão autorizados na França

22 October 2026 at 11:52

O presidente da França, Emmanuel Macron, condenou nesta quinta-feira o que classificou como "atos sediciosos" da "extrema esquerda" e afirmou que o governo pretende autorizar apenas manifestações convocadas por organizações sindicais — em resposta aos incidentes do fim de semana, quando marchas de manifestantes pacíficos dividiram espaço nas ruas das principais cidades francesas com uma onda de saques e atos de violência. — Estamos presenciando atos políticos, e até mesmo sediciosos, perpetrados por grupos organizados de extrema esquerda que visam derrubar a República — disse Macron após uma reunião do conselho de segurança francês. — Atos que esses próprios grupos reivindicam abertamente, caracterizados por uma violência extrema e intensa. *Matéria em atualização

Colômbia integra gestão funerária em regra pioneira

22 October 2026 at 11:50

A Colômbia passou a tratar a gestão pós-morte como uma cadeia única de responsabilidades. Publicada em abril de 2026 pelo Ministério da Saúde e Proteção Social, a Resolução 717 estabelece regras sanitárias e epidemiológicas para o manejo de corpos humanos em ambientes hospitalares, extra-hospitalares e funerários, abrangendo preservação, traslado, sepultamento, cremação e destino final. O texto também reconhece a hidrólise alcalina como tecnologia autorizada e determina que, em emergências, as autoridades territoriais coordenem a resposta de todo o sistema. A norma ganhou repercussão além das fronteiras colombianas. Em artigo publicado na revista argentina Mundo Funerario, Vinícius Chaves de Mello, CEO do Grupo Riopae, responsável pela Funerária Premium São João Batista, avalia que a resolução inaugura uma forma diferente de enxergar o setor. Para o executivo, interpretá-la somente como mais uma regulamentação sanitária deixaria de lado o ponto central: a construção de uma arquitetura de governança que acompanha toda a jornada da pessoa falecida, do hospital ao destino final. O debate ganha peso diante do envelhecimento da população. No Brasil, as Estatísticas do Registro Civil, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), contabilizaram 1,5 milhão de óbitos em 2024, alta de 4,6% sobre o ano anterior e a maior variação em duas décadas fora do período da pandemia. Segundo o instituto, o movimento acompanha o avanço da idade média dos brasileiros, fator que tende a ampliar a demanda por serviços funerários nos próximos anos. Da instituição isolada à rota completa Historicamente, boa parte da América Latina regulou o tema em partes: um padrão sanitário para o corpo, outro para cemitérios, licenças específicas para crematórios, regras municipais de traslado e protocolos hospitalares de liberação. Conforme Mello, a dificuldade nunca foi a ausência de normas, e sim a falta de uma visão integrada do percurso. "O corpo passa por diferentes instituições, mas ainda é a mesma pessoa falecida", afirma. Cada transferência, do hospital para a funerária ou da funerária para o cemitério e o crematório, representa um ponto de risco. Por isso, o CEO aponta a rastreabilidade como resposta, com registro de quem recebeu, quem conferiu a identidade, quem autorizou o procedimento, quando ele ocorreu e a quem os restos foram entregues. "No setor funerário do futuro, o que não pode ser rastreado dificilmente será defendido", observa. A resolução colombiana exige, por exemplo, que estabelecimentos destinados ao depósito de cinzas e restos ósseos mantenham registros com identificação, datas, origem, responsável pelo serviço e licença correspondente. Hidrólise alcalina sob controle A técnica utiliza água e uma solução alcalina, sob calor e pressão controlados, para dissolver os tecidos moles e preservar os fragmentos ósseos, processados em etapa posterior. De acordo com o jornal El Universal, o procedimento emprega mistura de 95% de água e 5% de agentes alcalinos, a temperaturas superiores a 170 °C, por cerca de 180 minutos. A norma condiciona o uso à manifestação documentada da vontade da pessoa falecida ou à autorização de quem tem legitimidade, a equipamentos certificados, a protocolos de operação e calibração e ao tratamento dos efluentes conforme as regras ambientais. Para Mello, o aspecto inovador está menos na tecnologia em si e mais na estrutura de responsabilidade construída em torno dela. "Quanto mais irreversível for uma tecnologia funerária, maior será a rastreabilidade da decisão que a autorizou", enfatiza. Na leitura do executivo, as leis do setor não deveriam ser reescritas a cada nova técnica, mas apoiadas em princípios permanentes, como dignidade, identificação, vontade, segurança sanitária, proteção ambiental e supervisão. "A tecnologia muda. Os princípios permanecem", resume. Capacidade planejada para emergências Outro capítulo destacado pelo especialista trata de situações em que o número de óbitos supera a capacidade habitual dos serviços. Nesses casos, as entidades territoriais colombianas devem liderar a gestão integral, articulando hospitais, funerárias, medicina legal e demais agentes, além de avaliar periodicamente as condições de resposta. Se faltar espaço em cemitérios públicos ou mistos, a autoridade competente pode recorrer a cemitérios privados. Na percepção do executivo, a pandemia de Covid-19 mostrou que a infraestrutura funerária também pode chegar ao limite, com estruturas temporárias, cemitérios sob pressão e rituais suspensos. Diante disso, ele defende que os municípios conheçam sua capacidade de contingência, com indicadores sobre câmaras de conservação, veículos, profissionais disponíveis, cremações diárias e vagas em cemitérios. "Aquilo que não medimos permanece invisível. E aquilo que permanece invisível raramente recebe planejamento, investimento ou prioridade política", avalia. Embora não deva ser copiada mecanicamente, já que cada país possui competências, tradições e estruturas de saúde próprias, a resolução colombiana oferece, na avaliação do CEO, um ponto de partida para a região. No Brasil, onde a organização dos serviços funerários cabe em grande parte aos municípios, a discussão sugere uma gestão que combine acolhimento às famílias, rigor técnico e comprovação de cada etapa. "A excelência funerária do século XXI será formada por uma combinação que, por muito tempo, tratamos separadamente: humanidade + técnica + evidência", conclui Mello. Para mais informações, basta acessar: https://crematoriosaojoao.com.br/

Clínica é investigada suspeita de realizar procedimentos invasivos por profissionais não habilitados; 'Desmaiei três vezes', diz paciente

22 October 2026 at 11:47

A Polícia Civil do Rio investiga uma clínica de estética localizada no Centro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, por suspeita de realizar procedimento invasivos — incluindo intervenções com características de lipoaspiração — por profissionais sem a habilitação necessária. Buscas foram realizadas, nesta quinta-feira, no local e na casa da dona do espaço. Episódios são apurados: Prefeita de Belford Roxo visitou Canella duas vezes em Bangu 8 Esquerda soma 19 cadeiras: Oposição a Ruas começa a se organizar na Alerj, mas tamanho d A investigação da 52ª DP (Nova Iguaçu) começou em 5 de outubro de 2026, após policiais civis irem à clínica para apurar uma denúncia de irregularidades. Na ocasião, foram apreendidas 16 ampolas de Midazolam, medicamento controlado utilizado para sedação que tem a origem ainda sendo investigada. Mensagens no grupo de WhatsApp da clínica investigada Reprodução Durante a apuração policial, uma paciente relatou ter sido submetida a um procedimento anunciado como “hidrolifting”, mas que, segundo sua descrição, envolveu a introdução de uma cânula, aspiração de gordura abdominal e posterior aplicação dessa gordura nos glúteos. A paciente afirmou que recebeu medicamentos sedativos e disse ter desmaiou três vezes durante o procedimento, que teria sido realizado por uma profissional sem formação concluída. Carro passou por seis bairros em 1h22: Suspeito morto em perseguição em Botafogo tinha 27 passagens pela polícia A mesma paciente também relatou complicações após outro procedimento estético, apresentando dores e nódulos na região glútea. Segundo a Polícia Civil, o exame de corpo de delito confirmou a existência de lesões corporais. Os policiais identificaram ainda publicações em redes sociais e mensagens em um grupo de WhatsApp da clínica, usado para divulgar procedimentos e promoções, nas quais clientes relatam dores intensas durante os atendimentos. Lá vem a marreca: Em Copacabana, ave de estimação vai à praia e segue o tutor pelas ruas; vídeo Outro ponto investigado é a possível utilização indevida dos dados de um profissional apresentado como responsável técnico da clínica. Em depoimento, ele negou ter assumido a função, recebido pagamentos ou autorizado a utilização de um carimbo com seu nome encontrado no estabelecimento. A Polícia Civil investiga possíveis crimes de exercício ilegal da medicina, lesão corporal, exposição da vida ou saúde de terceiros a perigo, falsidade documental e crimes contra as relações de consumo. As investigações continuam para esclarecer a natureza dos procedimentos realizados, identificar possíveis outras vítimas e apurar a responsabilidade dos envolvidos. Foi liberado: Filho da cantora gospel Gisele Nascimento suspeito de matar o tio se apresenta à Polícia Civil e presta depoimento 'Apaguei mais de uma vez' No grupo de WhatsApp da clínica, o responsável pela clínica, ao ler reclamações de dor, diz: "Gente, vamos ter senso (...) penetrou na pele, é passível de dor. Mas ninguém morreu ou vai morrer por causa disso". Em outro trecho, a pessoa debocha: "Gente, quem não quer dor passa creme ou vai fazer uma lipoaspiração com anestesia geral". Uma paciente relata: "Eu apaguei mais de uma vez. E afirma que ter saído "grogue" do consultório. A mesma paciente afirma: "Se eu soubesse que isso seria com anestesia local, não teria feito". Initial plugin text

Grupo Riopae prepara programação especial para Finados

22 October 2026 at 11:46

O Grupo Riopae, administradora de benefícios assistenciais e de amparo ao luto no estado do Rio de Janeiro, realiza no Dia de Finados, 2 de novembro de 2026, uma programação de memória e acolhimento em quatro unidades de São João de Meriti (RJ): o Crematório Metropolitano São João Batista e os cemitérios de São Lázaro, Vila Rosali e Éden. Das 8h às 17h, o público encontrará apresentações musicais, missas, cultos, atendimento com psicóloga e cerimônias simbólicas voltadas às famílias que desejam lembrar seus entes queridos. De acordo com Vinícius Chaves de Mello, CEO do Grupo Riopae, a iniciativa nasce do propósito de transformar uma data naturalmente marcada pela saudade em um momento de memória, acolhimento e homenagem. Para o executivo, Finados não deve ser percebido apenas como o dia em que milhares de pessoas visitam cemitérios, mas como uma oportunidade de reconhecer que os vínculos construídos ao longo da vida permanecem. "As pessoas partem, mas as suas histórias, seus ensinamentos, seus gestos e o amor que deixaram continuam fazendo parte de quem ficou", afirma. A motivação, segundo Mello, vem da rotina da própria companhia. "Trabalhamos diariamente próximos de famílias que atravessam o pior momento da existência humana. E essa experiência nos ensinou que cuidar do luto não significa tentar apagar a tristeza. Significa criar espaços onde a saudade possa ser vivida com respeito, dignidade e acolhimento", relata. A tradição tem raízes antigas. Segundo a National Geographic Brasil, a lembrança dos fiéis que partiram em 2 de novembro foi instituída no ano de 998 pelo abade francês Odilo de Cluny, e a data se tornou feriado nacional no Brasil em 2002. Para o CEO, o sentido da data vai além da tristeza e inclui gratidão pela existência de quem fez parte da trajetória de cada família. "Existe uma frase que traduz muito bem a forma como enxergamos essa data: o luto é o preço que pagamos pelo amor que tivemos a oportunidade de viver", comenta. Estrutura e atendimento Segundo o CEO, o planejamento começa muito antes da data e envolve uma mobilização integrada das equipes, com organização dos espaços, limpeza, manutenção, sinalização, segurança, orientação ao público, acessibilidade, controle do fluxo de pessoas e preparação do atendimento. "Finados exige uma preparação muito diferente de qualquer outro evento. Estamos falando de receber um grande número de pessoas, que chegam emocionalmente sensibilizadas, cada uma trazendo consigo uma história, uma ausência e uma forma particular de viver a saudade", explica. Mello aponta como principal desafio conciliar uma operação de grande porte com um atendimento profundamente humano. "Quem visita um ente querido no Dia de Finados não pode ser tratado simplesmente como mais uma pessoa entrando em um local", diz. Por isso, os profissionais são orientados a atuar com disponibilidade, respeito, discrição e empatia. "Podemos ter processos, planejamento, tecnologia e estrutura. Mas, naquele momento, muitas vezes, um olhar atento, uma palavra gentil ou, simplesmente, alguém disponível para ajudar fazem enorme diferença", observa. Programação nas quatro unidades O Crematório Metropolitano São João Batista, na Rua da Matriz, 754, concentra a agenda mais extensa. A abertura, às 8h, fica a cargo de um violinista, seguida de culto às 9h e missa às 10h. Às 11h, um quarteto de cordas se apresenta com solista. À tarde, a cerimônia "Memórias que Florescem" ocorre às 14h no Jardim In Memoriam, seguida pelo Coral Vozes Riopae, às 14h30, e por nova missa, às 15h. O encerramento está marcado para as 17h. No Cemitério de São Lázaro, na Avenida João de Deus Menezes, s/n, bairro Venda Velha, a programação inclui violinista às 8h, missa às 10h e culto às 10h30. Às 15h, acontecem a Homenagem aos Céus, com soltura de balões, e a apresentação de quarteto de cordas com solista. O Cemitério de Vila Rosali, na Rua da Matriz, s/n, recebe um violinista às 8h, enquanto o Cemitério de Éden, na Avenida Dr. Roberto Silveira, 700, em Agostinho Porto, abre o dia com missa no mesmo horário. As duas unidades funcionam até às 17h. Conforme o executivo, a agenda foi desenhada para respeitar tanto quem deseja participar das atividades quanto quem prefere permanecer em silêncio e viver o momento de forma reservada. "Não existe uma maneira correta de sentir saudade. Algumas pessoas choram. Algumas rezam. Algumas permanecem em silêncio. Outras contam histórias e sorriem, lembrando de momentos felizes", pondera. Mello acrescenta que o objetivo é proporcionar a cada visitante um momento verdadeiro de conexão com a memória de alguém que ama. Memória e cultura de cuidado Na avaliação de Mello, o trabalho no período evidencia uma transformação na maneira como a sociedade conversa sobre despedida e luto, temas que durante muito tempo permaneceram cercados por silêncio e desconforto. Para ele, falar sobre memória também é falar sobre saúde emocional e relações humanas. "O setor funerário está presente em um momento em que nenhuma família gostaria de precisar de nós, mas em que todas esperam encontrar profissionalismo, respeito e humanidade quando precisarem. Precisamos ajudar a construir uma cultura de cuidado", defende. "Nosso trabalho envolve despedidas, mas a nossa missão também envolve preservar aquilo que nenhuma despedida consegue apagar: a memória", conclui. Com a iniciativa, o Grupo Riopae estende às famílias um cuidado que, na visão da companhia, não termina quando se encerra uma cerimônia ou um sepultamento. Em meio a uma rotina cada vez mais acelerada, o CEO entende que a data convida as pessoas a parar para lembrar e agradecer. "A morte encerra uma vida, mas não encerra uma história", resume. Para mais informações, basta acessar: https://crematoriosaojoao.com.br/

Top Brasil forma mais de 1.200 consultores na Jornada Top

22 October 2026 at 11:42

A Top Brasil Proteção Veicular atingiu a marca de mais de 1.200 consultores formados pela Jornada Top, projeto de desenvolvimento profissional conduzido pela empresa em diversas regiões brasileiras. Segundo a companhia, a iniciativa foi estruturada para ir além da capacitação comercial e abrange competências como vendas, atendimento, comunicação, postura profissional, disciplina, liderança e construção de carreira. Com mais de 13 anos de atuação, a empresa informa contar com mais de 120 unidades e uma base superior a 100 mil associados no país. De acordo com a organização, a profissionalização da operação, o desenvolvimento de pessoas e a formação de lideranças integram sua estratégia de crescimento, e a Jornada Top ocupa posição central nesse direcionamento voltado ao capital humano. O movimento ocorre em um período de reorganização do segmento. Sancionada em janeiro de 2025, a Lei Complementar 213 incluiu as operações de proteção patrimonial mutualista no Sistema Nacional de Seguros Privados e as submeteu à autorização e à supervisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep). A preparação das equipes que atendem o público se insere nesse cenário de maior formalização do mercado. Origem e objetivos da formação Conforme a empresa, a Jornada Top nasceu da compreensão de que uma operação forte e sustentável depende, antes de tudo, de investimento em pessoas. A companhia identificou que muitos profissionais chegam ao mercado de proteção veicular em busca de uma oportunidade de crescimento, mas nem sempre têm o preparo necessário para desenvolver uma carreira sólida. Daí surgiu a proposta de um programa que extrapolasse as técnicas de venda. Na visão da Top Brasil, vender é consequência de um trabalho bem-feito, que começa com conhecimento, disciplina, postura e capacidade de construir relacionamentos. O objetivo declarado é desenvolver profissionais mais preparados, confiantes e conscientes do próprio potencial, aptos a construir uma trajetória e transformar a própria realidade, e não somente formar consultores voltados à venda. Conteúdo técnico, comercial e comportamental A formação conecta conhecimento técnico, habilidades comerciais e competências comportamentais, informa a companhia. O conteúdo percorre desde os fundamentos do mercado de proteção veicular até aspectos da rotina profissional, como prospecção, atendimento, negociação, comunicação e relacionamento com o associado. A empresa considera a preparação comportamental um ponto fundamental do processo, com atenção à disciplina, à organização, à inteligência emocional, à postura profissional e a uma mentalidade orientada ao crescimento. A proposta é que o participante entenda que uma carreira de sucesso não depende exclusivamente da habilidade de vender, mas da maneira como ele se posiciona, se relaciona com as pessoas e assume responsabilidades. Mais do que transmitir conteúdo, o programa procura preparar os profissionais para aplicar o aprendizado no cotidiano e evoluir continuamente. Segundo a organização, o trabalho de um consultor envolve muito mais do que apresentar um produto ou serviço, pois exige conquistar confiança, compreender necessidades e transmitir segurança em cada atendimento. Nessa lógica, a comunicação permite ao profissional se conectar com as pessoas e apresentar soluções com clareza, a disciplina sustenta a constância necessária para alcançar resultados e a postura influencia a credibilidade construída no mercado. A liderança, de acordo com a companhia, começa muito antes de alguém assumir uma equipe e se manifesta na capacidade de tomar decisões, organizar prioridades, cumprir compromissos e conduzir o próprio percurso. Para a Top Brasil, o conhecimento técnico habilita alguém a exercer uma função, enquanto o desenvolvimento pessoal e comportamental amplia sua capacidade de construir uma carreira. Trajetórias e novas lideranças A empresa avalia que a marca de mais de 1.200 formados ganha sentido pelas pessoas e pelas diferentes histórias que a compõem. Muitos chegam com a intenção de aprender uma nova atividade ou melhorar seus resultados comerciais, mas o processo também estimula mudanças na forma de se comunicar, organizar a rotina, lidar com desafios e assumir responsabilidades. Um dos aspectos destacados é a construção de uma visão de carreira, em que o participante percebe que pode desenvolver novas competências, conquistar mais autonomia e se preparar para funções maiores, inclusive posições de liderança. Por esse motivo, segundo a companhia, o impacto da Jornada Top não deve ser medido apenas pelos números de vendas, já que, por trás de cada consultor formado, existe uma pessoa com mais ferramentas para construir o próprio futuro. De acordo com a Top Brasil, processos, tecnologia e estrutura só se convertem em resultados por meio de quem os executa. Quando um consultor evolui, aprimora o atendimento, estreita o vínculo com os associados e contribui para a qualidade da operação. Ao desenvolver competências de liderança, passa a reunir condições para assumir novas responsabilidades e apoiar o crescimento de outros profissionais. A companhia observa que essa perspectiva pesa mais em uma rede com a escala atual, pois a expansão exige preparar pessoas capazes de sustentá-la com qualidade e consistência. Próximos passos Para os próximos ciclos, a empresa pretende manter a Jornada Top como iniciativa estratégica de desenvolvimento profissional e aprofundar a conexão entre formação, aplicação prática e evolução de carreira, acompanhando as demandas de uma operação que segue em expansão em diferentes regiões. Outro direcionamento é a preparação de novas lideranças, com profissionais capazes de orientar equipes e compartilhar conhecimento. Segundo a Top Brasil, a formação não deve ser tratada como uma etapa isolada, mas como parte de uma cultura de aprendizado contínuo. A intenção da companhia é consolidar a Jornada Top como um caminho de desenvolvimento que prepare profissionais, revele lideranças e gere oportunidades reais de crescimento. Para mais informações, basta acessar: https://topbrasilpv.com.br/

Argentina encaminha renovação de contrato com técnico Lionel Scaloni, diz jornal

22 October 2026 at 11:40

Lionel Scaloni está próximo de renovar o seu contrato com a seleção argentina. Segundo o jornal TyC Sports, o novo vínculo do treinador com a Associação do Futebol Argentino (AFA) terá duração inicial de dois anos, até a Copa América de 2028, com uma cláusula de renovação que poderá estender o vínculo até a Copa do Mundo de 2030. As negociações avançaram após um período de reflexão do treinador, que havia colocado em dúvida sua continuidade depois da derrota da Argentina para a Espanha na final da Copa do Mundo de 2026. O presidente da AFA, Claudio Tapia, e Scaloni retomaram as conversas nas últimas semanas e chegaram a um entendimento sobre os principais pontos do contrato. A expectativa é que a formalização aconteça durante a próxima Data Fifa, em novembro, quando a seleção argentina enfrentará o Uruguai, na Bombonera, e a Costa Rica, em Córdoba. A continuidade até 2030 permitiria ao treinador comandar a equipe em sua terceira Copa do Mundo consecutiva, após assumir o cargo em 2018. Desde que assumiu a seleção, inicialmente de forma interina, Scaloni conduziu a Argentina a títulos importantes. Sob seu comando, a equipe conquistou a Copa América de 2021, a Finalíssima de 2022, a Copa do Mundo do Catar, também em 2022, e a Copa América de 2024. Em 2026, foi vice-campeã mundial após perder a decisão para a Espanha.

Só 18% dos brasileiros têm seguro de vida, revela pesquisa

22 October 2026 at 11:38

Apenas 18% dos brasileiros adultos têm seguro de vida, de acordo com a quarta edição da pesquisa FenaPrevi/Datafolha, apresentada em 16 de setembro de 2026 pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), em São Paulo. O estudo ouviu 1.908 pessoas em julho e aponta um descompasso entre percepção de risco e atitude: 70% temem a morte de um familiar, mas somente 22% adotaram alguma medida de proteção. Além disso, apenas 12% dos entrevistados sabem o significado de "prêmio" no mercado de seguros. Para André de Brito Iziquiel, Head of Sales & Business Development, os números retratam um mercado em transição. "Ao longo de mais de duas décadas no setor, acompanhei o seguro de vida deixar de ser apresentado apenas como uma indenização em caso de morte para ganhar espaço no planejamento financeiro e patrimonial das famílias", afirma. Segundo ele, o setor se comunicou por muito tempo em "segurês", com termos como prêmio, sinistro e subscrição, linguagem que mais afastava do que aproximava o cliente. Na MetLife Brasil, onde chegou a Superintendente Comercial, o executivo estruturou a distribuição de seguros em parceiros como XP, BTG Pactual e Banco Safra. Em um dos períodos de sua gestão, o negócio sob sua responsabilidade passou de aproximadamente R$ 12 milhões para R$ 130 milhões em vendas, e a participação de mercado subiu de cerca de 11% para 37%. Também criou a campanha GET IT, que já premiou mais de 500 pessoas com viagens. Palestrante no Expert XP e no Summit BTG, hoje atua com soluções internacionais de seguros e planejamento patrimonial. Da indenização ao planejamento O executivo localiza a virada na última década, quando bancos, plataformas de investimentos, escritórios de assessoria e corretores especializados passaram a incluir a proteção nas conversas de planejamento. Estimativas reunidas pela consultoria WTW indicam que, em determinados segmentos de vida, o canal bancário responde por mais de 60% da distribuição no Brasil. "A pergunta deixou de ser 'quanto custa' e passou a ser 'qual papel essa proteção cumpre no meu planejamento': proteção de renda, manutenção do padrão de vida, educação dos filhos e liquidez para a sucessão", diz. O comportamento de compra também muda. "Na minha experiência, o brasileiro contrata seguro de automóvel movido pelo receio de roubo, mas esse mesmo apelo emocional não funciona para o seguro de vida. A decisão acontece quando o cliente entende o seguro de forma racional, dentro de um planejamento", explica. Esse consumidor, acrescenta, costuma chegar à primeira reunião depois de pesquisar o tema em ferramentas de inteligência artificial. A distribuição, prossegue ele, ampliou o alcance de uma prática antes restrita a private banks e multi family offices. "A mensagem é simples: não existe crescimento e perpetuidade de patrimônio sem proteção". Liquidez para o inventário Na sucessão, o seguro passa a cobrir os custos de transmissão do patrimônio. Iziquiel cita um caso recorrente em sua trajetória: o empresário com bens concentrados em imóveis e participação societária que falece sem liquidez para o inventário. Em São Paulo, o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) tem alíquota de 4%, e a tabela de honorários da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção São Paulo (OAB-SP), indica de 6% a 10% do patrimônio, sem contar custas e emolumentos. "Sem planejamento, a família pode ser obrigada a vender bens às pressas e com desconto", alerta. A participação do sócio falecido também tende a gerar conflito quando o contrato social não traz regras claras. "Por isso, o seguro de vida também é usado para garantir os recursos com que os sócios remanescentes compram as cotas do sócio falecido, pagando à família o valor da participação. Essa estrutura precisa estar amarrada no acordo de sócios", detalha. Pela Lei 15.040/2024, o capital segurado pago por morte não é considerado herança e não passa pelo inventário; o titular indica livremente os beneficiários, e a legislação do Imposto de Renda isenta o valor recebido. "É aí que o seguro de vida se torna um dos recursos de liquidez mais rápidos para a família", avalia. O tema ganha peso com a Emenda Constitucional 132/2023, que tornou o ITCMD obrigatoriamente progressivo, e com a Lei Complementar 227/2026, que regulamentou a regra sob o teto de 8% fixado pelo Senado. Estados de alíquota única, como São Paulo, precisarão adaptar suas leis. Referência americana e cuidados na contratação Nos Estados Unidos, gestão de riscos e planejamento de seguros é um dos oito domínios da certificação CFP, sigla de Certified Financial Planner. "O principal aprendizado do modelo americano é tratar a proteção como parte estruturada do planejamento financeiro, e não como um produto à parte", assinala Iziquiel. No Brasil, avalia, "o que ainda trava esse avanço é, em grande parte, informação". O executivo ressalta que a cobertura deve ser construída sob medida, a partir de avaliação financeira e patrimonial completa, com atenção à solidez da seguradora e ao histórico de pagamento de indenizações. Para patrimônio no exterior, uma apólice internacional em moeda forte pode fazer sentido, desde que conforme a legislação brasileira e as normas da Superintendência de Seguros Privados (Susep). "Não é possível fazer comparações simplistas com os produtos brasileiros: as diferenças regulatórias, tributárias, contratuais e de jurisdição precisam ser consideradas", pondera. A expectativa do especialista é de um mercado transformado pela tecnologia, com subscrição apoiada em dados e inteligência artificial, sempre condicionada ao consentimento do titular e, no Brasil, à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Nos produtos, ele projeta contratação mais simples e serviços usados durante a vigência. "Afinal, ninguém cancela aquilo que usa". Autor de artigos sobre o tema na Revista Apólice e no portal Sonho Seguro, Iziquiel resume a transição ao afirmar que "o seguro de vida deixou de ser uma conversa sobre morte para se tornar uma conversa sobre planejamento, proteção e continuidade".

Usa óculos de grau? 4 brincos que combinam com qualquer armação

22 October 2026 at 11:30

Quem usa óculos de grau diariamente pode enfrentar um impasse quando a questão é combinação de look para diferentes ocasiões: como escolher brincos que valorizem o rosto sem competir com a armação ou causar atrito nas hastes? A solução pode estar no equilíbrio dos pontos focais. Como os óculos já concentram a atenção no terço médio do rosto, as joias devem atuar como pontos de iluminação e respiro visual. Para indicar modelos que atendem a esses critérios de design e ergonomia facial, reunimos quatro opções de brincos da Monte Carlo que se adaptam a qualquer tipo de armação. A seleção traz peças em prata 925, banho de ouro 18k e ouro 18k maciço, com valores entre R$ 520 e R$ 1.990. Os preços foram consultados durante a apuração desta matéria, em outubro de 2026. Confira: Paris Fashion Week: Silhuetas fluidas, pele à mostra e misturas radicais marcam as coleções de verão 2027 Opções em pérola ou com metais variados podem ser aliados para diferentes tipos de armação Reprodução/ Pexels 🛒 Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora Por que escolhemos estes produtos? Nossa curadoria selecionou joias que unem a sofisticação do design às exigências ergonômicas de quem usa óculos, seja no dia a dia de trabalho ou em ocasiões especiais. Para compor esta análise, aplicamos quatro critérios: Ergonomia e espaço anatômico: priorizamos modelos com dimensões e diâmetros calculados para assentar rente ao lóbulo ou com caimento estritamente vertical, eliminando o atrito físico e o ruído metálico contra as hastes dos óculos. Difusão de luz e iluminação do olhar: selecionamos gemas de alta refração, como topázios incolores, zircônias e pérolas naturais, que funcionam como pontos de iluminação estratégica, suavizando as sombras projetadas pelas armações no terço médio do rosto. Neutralidade cromática e flexibilidade de metais: consideramos peças em prata 925, ouro Amarelo 18k e gemas transparentes que transitam com facilidade entre diferentes cores e materiais de armação (acetato preto, tartaruga, metais dourados ou prateados) sem exigir trocas constantes. Conforto para longas jornadas: avaliamos o peso, o tipo de tarraxa e a liga metálica hipoalergênica de cada joia, garantindo uso diário sem incômodo ou sensibilidade no lóbulo durante a rotina de trabalho. 1. Brinco solitário Lumina em prata 925 - a partir de R$ 520 Optar por um brinco com pedra incolor e cravação em garras elevadas permite que a luz entre por todos os lados da gema, maximizando o seu brilho. Para quem usa óculos de grau, esse detalhe transforma a peça em um ponto de iluminação estratégica no lóbulo, trazendo mais claridade para o olhar e suavizando a presença de armações mais marcantes. Confeccionado em prata 925 com zircônia incolor e diâmetro compacto de 4 mm, o modelo da linha Lumina garante leveza e conforto anatômico para encarar longas rotinas de trabalho sem pesar ou incomodar. Ele pode ser encontrado no site da Monte Carlo por R$ 520 à vista ou parcelado em até 6x sem juros. Por que pode funcionar com vários tipo de armação: gemas transparentes incolores podem agir como "espelhos neutros". Elas captam e refletem o tom do ambiente sem introduzir uma nova informação de cor ao rosto, permitindo usar armações coloridas, prateadas ou douradas indistintamente. Prós: por adotar uma estrutura ultraleve em prata 925 com zircônia e diâmetro menor, pode-se esperar um caimento confortável que não pesa na orelha e não gera atrito com os óculos. Do mesmo modo, por contar com cravação clássica em garras elevadas, garante-se a entrada de luz por todas as facetas da pedra, oferecendo um ponto de brilho estratégico para iluminar o olhar sob as lentes. Contras: por ter como base a prata de lei, dá para prever que a peça exija limpezas periódicas para neutralizar a oxidação natural do metal causada pelo contato com o ar e o suor. Outro ponto é que, por possuir dimensões delicadas, entende-se que a joia entregue um destaque visual mais sutil, podendo não agradar quem prefere peças volumosas ou de maior presença. 2. Brinco solitário Glam com banho de ouro 18k e topázio - a partir de R$ 940 Para quem não abre mão do acabamento dourado aquecido próximo ao rosto, este modelo da coleção Glam resolve o impasse do mix de metais pelo topázio incolor. A gema natural possui alto índice de refração e clareza óptica superior, criando um ponto de destaque visual que contrapõe o peso de armações escuras sem conflitar com o tom da pele. Com 7,1 mm de dimensão, a peça possui a proporção exata para aparecer com elegância logo abaixo da linha dos óculos, sem colar na curvatura da haste. O modelo está disponível na Monte Carlo por R$ 940 à vista ou em até 10x sem juros. Por que pode funcionar com vários tipo de armação: o brilho transparente do topázio atrai o foco para a gema, enquanto o banho de ouro 18k adiciona sofisticação. A transparência da pedra permite que a peça dialogue pacificamente mesmo com óculos de hastes prateadas ou em acetato translúcido. Prós: por combinar o brilho cristalino do topázio natural incolor ao acabamento aquecido do banho de ouro 18k sobre prata 925, nota-se uma joia de forte apelo visual que valoriza o rosto sem competir com a cor da armação. Adicionalmente, por apresentar dimensão proporcional de 7,1 mm, é de se esperar um destaque elegante no lóbulo, perfeito para trazer presença visual. Contras: por depender de uma camada de banho de ouro sobre a base de prata, fica evidente que o atrito contínuo ou o contato com perfumes e umidade possam acelerar o desgaste da folheação superficial. Além disso, por integrar uma gema natural nobre, nota-se um valor de investimento intermediário que se aproxima do custo de peças menores em ouro maciço. 3. Brinco argola Infinito Explosão em prata com banho de ouro 18k e topázio - a partir de R$ 1.950 O item em questão põe à prova o mito de que quem usa óculos de grau não pode vestir argolas. Na verdade, o problema não é a argola em si, mas o seu eixo de projeção. Argolas circulares tradicionais de grande diâmetro projetam volume para as laterais, colidindo exatamente com o trajeto da haste dos óculos. Já a argola da coleção Explosão soluciona essa questão através de um design tridimensional em formato de infinito (30 mm de altura por 12,30 mm de largura). Seu caimento é estritamente vertical e descendente, contornando o lóbulo sem abrir volume para as laterais do rosto. No site da Monte Carlo, o produto sai por R$ 1.950 e pode ser parcelado em até 10x sem juros. Por que pode funcionar com vários tipo de armação: o movimento fluido da curva direciona o olhar para baixo, criando uma linha vertical que alonga o pescoço. A cravação frontal em Topázio Branco garante que a peça ilumine o rosto sem encostar na estrutura dos óculos. Prós: por apresentar um design tridimensional em formato de infinito com extensão estritamente vertical (30 mm por 12,30 mm), conclui-se que a peça ofereça o charme de uma argola moderna sem projetar volume para as laterais do rosto, evitando colisões com as hastes da armação. Somado a isso, por trazer cravação frontal contínua em topázios brancos sobre banho de ouro 18k, garante-se um visual impactante e sofisticado para elevar produções noturnas. Contras: por possuir um comprimento vertical mais longo, entende-se que a joia exija uma atenção extra ao colocar ou retirar os óculos do rosto para prevenir enganchamentos acidentais na estrutura do brinco. Do mesmo modo, por ser uma estrutura mais elaborada com banho de ouro, exige os cuidados rotineiros contra umidade e atritos para preservar a integridade da camada dourada. 4. Brinco de pérola Moonlight em ouro amarelo 18k - a partir de R$ 1.990 Diferente dos metais, que refletem a luz de forma rígida e direta, a pérola natural tem o poder de espalhar o brilho ao redor do lóbulo de maneira suave. Na prática, para quem usa óculos de grau, esse efeito ajuda a suavizar as sombras que as lentes e as armações costumam projetar na maçã do rosto. Confeccionado em Ouro Amarelo 18k maciço e pérola natural cultivada com 6,00 mm de diâmetro, o modelo da coleção Moonlight tem o tamanho exato para preencher a orelha com elegância, sem encostar na haste dos óculos. A joia em ouro maciço está disponível no site da marca por R$ 1.990 à vista ou parcelada em até 10x sem juros. Por que pode funcionar com vários tipo de armação: a pérola é uma gema de temperatura neutra. Ela quebra a rigidez de armações escuras (como o acetato preto) e cria harmonia instantânea tanto com metais dourados quanto prateados. Prós: por apresentar diâmetro compacto de 6 mm com formato esférico em pérola natural cultivada, nota-se que a joia assenta de forma anatômica no lóbulo, eliminando qualquer risco de contato físico com as hastes dos óculos. Adicionalmente, por ser confeccionada em Ouro Amarelo 18k maciço com gema orgânica neutra, é de se esperar durabilidade vitalícia e total versatilidade para transitar de armações formais de acetato a armações metálicas finas sem conflito de cores. Contras: por ser uma gema orgânica sensível a agentes químicos, fica claro que a peça exige cuidados específicos de conservação, sendo necessário evitar o contato direto com perfumes, cremes e cosméticos para não opacar o nácar natural. Além disso, por priorizar a nobreza do ouro 18k e da pérola natural, entende-se que o modelo demande um investimento inicial mais elevado em comparação a peças prateadas. Com informações de Monte Carlo LEIA MAIS Nota de transparência: O GLOBO e Ela mantêm uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, O GLOBO e Ela podem ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a outubro de 2026.

Angra dos Reis passa a ter voos saindo de Jacarepaguá, Campo de Marte e Belo Horizonte

22 October 2026 at 11:30

Angra dos Reis vai ganhar novas ligações aéreas neste verão. Durante o réveillon e o carnaval, a Azul Conecta terá voos sazonais para a cidade da Costa Verde fluminense a partir de Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio, do Campo de Marte, em São Paulo, e de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Flávio, Michelle Bolsonaro e o debate da Globo

22 October 2026 at 11:22

Há uma articulação entre aliados próximos de Flávio Bolsonaro para tentar convencer Michelle Bolsonaro a acompanhar o enteado no debate da Globo, entrando com ele na emissora e assistindo ao programa da plateia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Quem é 'Angeliquinha', líder do Comando Vermelho presa na Bolívia e condenada a mais de 260 anos de prisão no MT

22 October 2026 at 11:21

Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angeliquinha”, apontada como uma das lideranças do Comando Vermelho (CV) em Mato Grosso, foi transferida nesta terça-feira (20) para a Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. Com condenações que ultrapassam 260 anos de prisão por diferentes crimes, entre eles homicídios, tráfico de drogas e organização criminosa, ela estava custodiada em Corumbá (MS) desde que foi recapturada na Bolívia. Leia também: Brasileira presa com cocaína em potes de xampu na Indonésia corre risco de execução; país já matou outros dois brasileiros Saiba mais: São Paulo discute protocolos e armas de choque após mortes de pessoas em surto durante abordagens Angeliquinha fugiu da penitenciária feminina de Cuiabá em 17 de agosto de 2025. Ela foi localizada em 22 de setembro deste ano, em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, e entregue à Polícia Federal brasileira dois dias depois. Após a captura, permaneceu no Estabelecimento Penal Feminino Carlos Alberto Jonas Giordano, em Corumbá, até a transferência autorizada pela Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) de Mato Grosso. Suspeita de manter comando mesmo foragida Segundo as investigações da Polícia Civil, Angeliquinha é apontada como uma das lideranças do CV no extremo norte de Mato Grosso, especialmente em Alta Floresta e região. Ela é investigada por suspeita de envolvimento com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e coordenação de ações criminosas. A 5ª Vara Criminal de Sinop determinou sua inclusão no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) por 180 dias, inicialmente, com possibilidade de prorrogação por decisão judicial fundamentada. De acordo com a investigação, há suspeitas de que ela tenha mantido funções de liderança mesmo durante o período em que esteve foragida no exterior. Operação investigou movimentações de R$ 20 milhões Em março de 2026, a Polícia Civil deflagrou a Operação Showdown para investigar suspeitas de que familiares da faccionada davam suporte às atividades criminosas e auxiliavam na lavagem de dinheiro. Foram cumpridas 31 ordens judiciais, incluindo mandados de prisão e de busca e apreensão, sequestros de veículos e imóveis, bloqueios de contas bancárias e suspensões de empresas. As investigações identificaram movimentações financeiras superiores a R$ 20 milhões em aproximadamente um ano e sete meses. Segundo a polícia, os valores eram incompatíveis com a renda declarada pelos investigados, e empresas e outros negócios teriam sido usados para dar aparência legal a recursos de origem criminosa.

'Verônika com K' expande universo de 'Arcanjo renegado': 'O que me inspirou foi a Marvel', diz criador

22 October 2026 at 11:08

Há 10 anos, o Grupo Cultural AfroReggae, formado após a Chacina de Vigário Geral com o objetivo de afastar jovens do tráfico e da violência em favelas e periferias através da arte, da inclusão social e da educação, deu seus primeiros passos no audiovisual ao iniciar o desenvolvimento de “A divisão” (2019), série que faria sua estreia três anos depois, no Globoplay. Ao lado da plataforma de streaming, a ONG carioca deu pontapé inicial em uma parceria que renderia obras como “Arcanjo renegado” (2020), “O jogo que mudou a história” (2023) e “Betinho: No fio da navalha” (2023), além das séries documentais “Belo – Perto demais da luz” (2024) e “Neguinho da Beija-Flor — Soberano da avenida” (2025). Hoje, chega ao streaming a mais nova produção do grupo: “Verônica com K”, série do mesmo universo de “A divisão”, “Arcanjo renegado” e “O jogo que mudou a história”, e que traz Roberta Rodrigues como uma advogada criminalista que presta serviços para o tráfico. Criador e showrunner da produção, José Junior conta que “Verônika com K” foi pensada para ser a segunda série do AfroReggae Audiovisual, começando a ser desenvolvida em 2017. Por uma série de fatores, a obra acabou engavetada. Passados alguns anos, a personagem Verônika acabou fazendo sua estreia na terceira temporada de “Arcanjo renegado”, até que conseguiu, agora, sua própria série. — Sempre tive interesse em abordar a história dessas advogadas criminalistas que têm um papel muito importante nesse universo do narcotráfico e das milícias — explica Junior, de 58 anos, que se inspirou em uma experiência internacional para criar um universo compartilhado entre suas séries. — Eu poderia inventar mil histórias, mas sendo muito sincero, o que me inspirou foi a Marvel. Eu vi aqueles filmes e pensei, “dá pra fazer isso no Brasil também”. E isso só foi possível porque fizemos tudo com o mesmo criador, a mesma produtora e a mesma plataforma de streaming. Roberta Rodrigues em cena de "Verônika com K" Divulgação/Cesar Diógenes Das obras de ficção da produtora, apenas “Betinho” não está inserida no chamado AfroVerso, que reúne histórias passadas no fictício Morro do São Jerônimo. Atualmente, o criador explica que sempre que vai escrever uma nova série, já pensa na possibilidade de encaixar a trama ou seus personagens nas outras produções. Além da personagem principal, “Verônika com K” apresentará outros nomes que já estiveram nas outras séries da companhia, como Mikhael (Marcello Melo Jr.), Paulista (Belo), Poke (Thiago Hypólito), Rod (Dhério Chagas), Rafael (Alex Nader), dentre outros. Junior revela que “Verônika com K” nasce da vontade de realizar uma série de tribunal. — Vemos muitas nos Estados Unidos, mas sentia que faltava uma série de tribunal no Brasil. Mantemos o elemento da ação, que está presente nas nossas séries, mas nossos grandes momentos não são de tiroteiro, mas sim no tribunal — diz. — A Roberta fez uma preparação de muitos meses com as advogadas que inspiraram a série. Verossimilhança Com oito episódios lançados de uma vez só, “Verônika com K” conta com direção-geral de Silvio Guindane, protagonista de “A divisão” que também atua em “Arcanjo renegado”. A trama se passa seis anos antes da quinta temporada de “Arcanjo”, que estreia em novembro, também no Globoplay. Como nas obras anteriores, Junior busca inspiração na realidade para contar histórias passadas em um cenário que conhece bem. — Me sinto um centurião da verossimilhança. Nestes 10 anos, pude pegar toda essa vivência que o AfroReggae tem e colocar em produtos audiovisuais, tanto nos de dramaturgia quanto nos docs. Quando fizemos a série do Belo, não foi porque eu gostava de pagode ou pelo sucesso musical dele e sim por ele ter sido egresso do sistema penal — lembra o showrunner. — Somos uma produtora preocupada com temas sociais, você não vai me ver fazendo uma história sobre surf ou uma série sobre o Roberto Carlos. Belo em cena de "Verônika com K" César Diógenes/Divulgação Com exceção de “Betinho: No fio da navalha”, estrelada por Júlio Andrade, todas as produções do AfroReggae Audiovisual contam com protagonista de artistas pretos. — Se fosse diferente, o nome da produtora seria BrancoReggae, né? — brinca o realizador. — Como a produtora é um braço da ONG, é natural não só que nossos atores sejam pretos, mas também oriundos da favela ou da Baixada Fluminense. A maior parte da população brasileira é feita por pessoas pretas e pardas e elas gostam de se ver na tela. Acho que fazemos uma reparação histórica de dar protagonismo quantativa e qualitativamente. Neste sentido, Junior se permite uma maior liberdade poética para colocar pessoas pretas em posições de poder que, muitas vezes, são impedidos de ocupar. — Tenho muito orgulho de termos colocado Zezé Motta, em “Arcanjo renegado”, como secretária de Educação e reitora de uma universidade. Você não tem reitores de universidades pretos no Brasil. Também colocamos Cris Vianna como presidente da Alerj (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro). Acho que podemos esperar mais 20 anos e não teremos uma pessoa preta como presidente da Alerj — destaca Junior. — Está no DNA da produtora empoderar histórias e artistas pretos. No momento, além de “Verônika com K”, o AfroReggae Audiovisual trabalha nas gravações da sexta temporada de “Arcanjo renegado” e na produção do filme “Na linha de fogo”, passado no AfroVerso e realizado em parceria por Globoplay e Disney. Além disso, preparam o lançamento de um livro sobre os 10 anos da parceria entre AfroReggae e Globoplay.

Mostra 'Amazônicas' reúne obras de 21 artistas da região, em linguagens que vão da pintura à performance

22 October 2026 at 11:07

Em cartaz até 16 de novembro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio, a exposição “Amazônicas: Poéticas femininas” reúne 80 obras de 21 artistas, de diferentes gerações, dos estados do Pará, Acre e Amazonas. Com curadoria da historiadora de arte Sissa Aneleh — também responsável pela mostra “Vetores-vertentes”, sobre a produção de 11 fotógrafas paraenses, montada no mesmo local entre fevereiro e março deste ano —, a coletiva traz trabalhos de nomes como Keila-Sankofa, Maria Auxiliadora Zuazo, Rita Huni Kuin, Auá Mendes, Rafa Bqueer, Nina Matos, Rafaela Moreira e Renata Aguiar, em técnicas como pintura, escultura, gravura, fotografia e videoarte. Art Basel Miami Beach: custos locais e oscilações do mercado quase levam maior feira dos EUA da Flórida para Las Vegas Na Gávea: Centro Brasileiro de Relações Internacionais inaugura braço cultural em sua nova sede carioca — A “Vetores-vertentes” era quase um capítulo da minha pesquisa de 16 anos sobre a produção de mulheres da arte amazônica, e aqui eu pude aprofundar. A fotografia também está presente, mas temos obras que vão da pintura e escultura à performance, ao vídeo — destaca Sissa, fundadora e diretora do Museu das Mulheres, projeto sediado em Brasília. — São trabalhos do nosso acervo e de outras coleções, como a da Pinacoteca do Estado de Manaus, que nunca havia sido exibidas fora de lá. A curadora Sissa Aneleh no CCBB do Rio Marina Calderon A mostra, que encerra no Rio sua itinerância no Rio após ter sido apresentada em Belém, Fortaleza e Brasília, é dividida em quatro núcleos temáticos: “Materialidades ancestrais”, “Gravura feminina”, “Amazônia pictórica” e “Performáticas”. A proposta, além de reforçar a diversidade da cena artística local, é destacar a permanência dessa produção ao longo de décadas. — A seleção traz obras desde a década de 1970, mas essa produção data de muito antes. Belém, por exemplo, foi uma das principais capitais do Brasil, desde o século XVII. Você tem não só uma presença de artistas ao longo desses anos, como também dos espaços de exibição, de um mercado — contextualiza a curadora. — E, claro, temos uma arte indígena que atravessa gerações, que influencia a pintura, a escultura, a performance. Na mostra temos várias nomes indígenas, aldeadas ou não, trabalhando essas tradições no universo da arte contemporânea. Obra de Nina Matos Divulgação/Nailana Thiely Entre as artistas que trabalham performance, vídeo e fotoperformance está a paraense radicada no Rio Rafa Bqueer, com duas obras da série “Imagens de revolta” (2023). Em “Oyá”, ela interage com o Memorial da Cabanagem, em Belém, projetado por Oscar Niemeyer em 1985; e em “Maria Ruth” homenageia a avó de mesmo nome, tacacazeira na cidade de Tomé-Açu (PA), vestida com um figurino inspirado em “Vendedora de cheiro” (1947), da pintora paraense Antonieta Santos Feio (1897–1980). — Tive o desejo de ressignificar a obra da Antonieta Feio, uma pintora modernista do início do século XX, dentro do universo queer e do lugar das pessoas pretas no universo das artes. Fiz essa fotoperformance no interior do Pará, onde meu pai cresceu e a minha avó era tacacazeira, tem relação com a memória e a questão do território também — detalha Rafa. — E em “Oyá” eu estou num andaime empunhando um terçado, símbolo da orixá, confrontando a arquitetura modernista do Memorial, o único monumento do Niemeyer na Amazônia. Me coloco como um monumento vivo, em memória à revolta da Cabanagem. A programação da mostra terá, no dia 31, às 15h, a palestra “Arqueologia do feminino: escultura arqueológica contemporânea”, com Sissa Aneleh e a artista Cristiane Martins, que realizará, às 16h30, a performance “Cirandas matriarcais”, na rotunda do CCBB.

Começa a mobilização para a Semana Internacional do Jerez 2026, que será de 2 a 8 de novembro

22 October 2026 at 11:01

A Semana Internacional do Jerez terá sua 13ª edição de 2 a 8 de novembro, reunindo profissionais e consumidores em torno dos vinhos de jerez e manzanilla. A mobilização no Brasil já começou com chamado para que bares, restaurantes, lojas, escolas, importadoras, sommeliers, bartenders, chefs, influenciadores e educadores planejem suas atividades e façam o registro no site oficial da campanha. Cartaz da Semana Internacional do Jerez Divulgação / Semana Internacional do Jerez A data foi criada em 2014 e contabiliza mais de 30 mil atividades realizadas ao redor do mundo. A maior edição ocorreu ano passado, com 4.209 eventos em 27 países, crescimento de 38% em relação ao ano anterior. O Brasil foi um dos países que lideraram o ranking. — Queremos multiplicar a Sherry Week no Brasil: mais pessoas criando experiências com Jerez e mais pessoas participando delas — destaca a sommelière Gabi Frizon, conhecida como A Louca do Jerez. Gabi atua como co-embaixadora da Sherry Week Brasil, ao lado de Bernardo Pinto, DipWSET, e Renata Cabrini, fundadora da Miranda Creative Stuff Makers. A proposta do evento é colaborativa: cada participante pode criar sua própria maneira de celebrar e apresentar Jerez ao público. Podem ser degustações, menus e harmonizações, aulas, masterclasses, coquetéis, promoções ou outras experiências. Entre as ações programadas pelos embaixadores estão: uma aula magna de jrez para sommeliers e bartenders, na escola Ciclo das Vinhas; um aulão de jerez para educadores, na Eno Cultura; ações de seeding com influenciadores; produção de vídeos em parceria com profissionais do vinho, da gastronomia e da educação; intervenção urbana com mais de 50 pontos de lambe-lambes em São Paulo; participações em podcasts e programas de televisão; além da divulgação das iniciativas realizadas em todo o país pelas redes sociais @sherryweekbrasil. A Sherry Week Brasil pede que cada evento seja registrado no site oficial da campanha. As iniciativas cadastradas entram no mapa mundial da Sherry Week e podem ser encontradas pelo público. Mais informações sobre a campanha promocional da Sherry Week na página https://www.sherry.wine/sherryweek.

Conhecido por registrar ângulos incomuns de Niterói, Marcelo Tchebes faz exposição no Plaza Shopping

22 October 2026 at 11:00

Paisagens conhecidas de Niterói ganham novas perspectivas na exposição “Encontros”, do fotógrafo Marcelo Tchebes, em cartaz até o dia 30 no Plaza Shopping. A mostra reúne 18 imagens produzidas entre 2021 e 2026, com registros que revelam momentos incomuns da relação entre a cidade, a natureza e a luz. Primeira exposição do fotógrafo, a iniciativa integra a programação dos 40 anos do shopping. Histórico: Fechado há 35 anos, Teatro Leopoldo Fróes, em Niterói, será desapropriado e reaberto Patrimônio: Centenário, Monumento de Nossa Senhora Auxiliadora, em Niterói, será restaurado Pão de Açúcar e Cristo refletidos na Lagoa de Piratininga Divulgação/Marcelo Tchebes Nascido em Niterói, Tchebes escolheu a própria cidade como tema da exposição, mesmo sendo um fotógrafo que percorre diferentes lugares do mundo em busca de paisagens e registros da vida selvagem. Entre as imagens estão o sol atrás do Cristo Redentor, fotografado a partir de São Francisco; e um flamingo na Lagoa de Piratininga, uma aparição rara na região que chegou ao conhecimento do fotógrafo por meio de um pescador local. — A gente vive numa correria, numa rotina muito acelerada, e às vezes passa por encontros mágicos que acabam despercebidos. A fotografia tem o poder de eternizar frações de segundo, transformando esses momentos e levando-os para a eternidade — diz Tchebes. A proposta também está presente em imagens que exploram a relação entre elementos da paisagem, como a Lua e o Museu de Arte Contemporânea (MAC), além do reflexo do Cristo Redentor e do Pão de Açúcar nas águas da Lagoa de Piratininga — alguns registros de Tchebes que já tiveram destaque no GLOBO-Niterói. São cenas em que luz, natureza e arquitetura se combinam para revelar outros ângulos de lugares familiares aos moradores. — A ideia é retratar Niterói de uma maneira sensível, com um olhar mais atento. É uma proposta de desaceleração, para que os visitantes tenham tempo de observar cada obra, com paciência, e percebam os detalhes — explica o fotógrafo. As 12 fotografias principais da mostra têm 1,20 metro por 80 centímetros e ocupam uma sala ampla, preparada para receber o público no 3º piso do shopping. Há ainda um espaço dedicado à produção fine art, com seis obras impressas em papéis e telas de algodão, utilizando pigmentos minerais e técnicas que valorizam a definição e a durabilidade das imagens. Os mesmos 40 anos A exposição também tem um significado pessoal para Tchebes, que acompanha a história do Plaza desde a infância, quando frequentava o shopping com a mãe nos passeios de fim de semana. A mostra, que vinha sendo planejada havia algum tempo, acabou integrada às comemorações pelos 40 anos do empreendimento, a mesma idade do fotógrafo. Com mais de cem mil seguidores nas redes sociais, Tchebes recebeu, em 2025, a honraria de Cidadão Benemérito de Niterói, em reconhecimento à sua contribuição à cidade. Na exposição, o público tem a oportunidade de conhecer de perto parte de seu acervo e observar imagens que, mesmo retratando cenários próximos, revelam encontros pouco comuns entre a cidade, a natureza e o instante. A visitação é gratuita, no Piso L3, ao lado da Calvin Klein, de segunda a sábado, das 10h às 20h; e aos domingos e feriados, das 13h às 21h. Initial plugin text

Justiça encerra disputa sobre repasses de Niterói a Viradouro e Acadêmicos após o carnaval de 2026

22 October 2026 at 11:00

A disputa judicial sobre os repasses da Prefeitura de Niterói às escolas de samba Viradouro e Acadêmicos de Niterói começou antes mesmo do Carnaval de 2026. Em outubro de 2025, o município aprovou uma lei prevendo R$ 5 milhões para a Viradouro e R$ 4 milhões para a Acadêmicos, que levou à Avenida um enredo em homenagem ao presidente Lula. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Mãe de Virginia Fonseca mostra mansão em Goiânia e diz: 'Hoje sou um pouquinho rica, porque rica mesmo é ela'. Veja fotos

22 October 2026 at 11:00

Margareth Serrão, mãe de Virginia Fonseca, abriu as portas de sua mansão em Goiânia durante a série "Poderosas do Cerrado", que estreou nesta quinta-feira (22) no Globoplay. A casa tem sala de cinema, brinquedoteca, piscina, closet e academia (confira as imagens abaixo). Ela comentou sobre o estilo de vida luxuoso. Veja imagens: Guilherme Piva mora em cobertura na Zona Sul do Rio. Conheça o imóvel E mais: Chay Suede tem mansão de 500 m² em São Paulo. Veja fotos — Eu nunca fui pobre, sempre vivi no conforto. Hoje sou rica... Um pouquinho, né? Porque a rica mesmo é a Virgínia — afirmou ela, que ainda relembra o período em que morou fora do país: — Eu fui para os Estados Unidos sozinha. Morei fora do Brasil durante 13 anos. Doze anos nos EUA e um em Portugal. Nunca mudei a minha essência. O dinheiro significa realização. Dinheiro compra todos os bens materiais, mas o espiritual e a saúde ele não compra. Com mais de 5,6 milhões de seguidores no Instagram, Margareth conta que, depois do sucesso da filha, viu os números de suas próprias redes aumentarem. Com isso, acabou passando a atuar também como influenciadora: — De repente, eu vi que estava com 50 mil seguidores. Daqui a pouco cem mil. Foi crescendo, crescendo, as pessoas me procurando para fazer trabalhos. Falei: "Então, vou fazer". Mas nunca imaginei que chegaria a esse patamar. TV e famosos: se inscreva no canal da coluna Play no WhatsApp A influenciadora também afirma que não gosta de gastar com roupas de grife: — Eu uso a roupa que me cai bem, quando eu me sinto confortável dentro dela. Gosto de andar bem arrumada, mas não invisto em grife porque não dou valor a etiqueta. Etiqueta fica dentro da roupa e ninguém vê. Eu só compraria uma roupa muito cara se eu pudesse andar com a etiqueta dela pendurada com o valor mostrando o preço. Confira fotos da casa de Margareth Serrão: Initial plugin text

Brasileira presa com cocaína em potes de xampu na Indonésia corre risco de execução; país já matou outros dois brasileiros

22 October 2026 at 10:59

A prisão de uma brasileira de 36 anos em Bali, na Indonésia, reacende o alerta sobre as rígidas leis antidrogas do país asiático, que já executou dois brasileiros condenados por tráfico de entorpecentes. Identificada pelas iniciais TCDS, a mulher foi detida no início de outubro, após desembarcar na ilha com mais de 3,6 quilos de cocaína líquida escondidos em frascos de xampu e outros produtos de higiene pessoal. Entenda: Escondida em frascos de xampu, maior apreensão de cocaína líquida em Bali acaba em prisão de brasileira Segundo a polícia local, a brasileira afirmou que recebeu ordens de outro brasileiro, identificado como “G”, para entregar a droga a uma pessoa em Bali, em troca de US$ 50 mil (cerca de R$ 249 mil). Se condenada, ela poderá receber prisão perpétua ou até pena de morte, prevista na legislação indonésia para crimes de tráfico. Brasileiros foram executados em 2015 Os brasileiros Marco Archer e Rodrigo Gularte foram executados por fuzilamento em 2015, após condenações por tráfico de drogas. Archer foi morto em 18 de janeiro, depois de ser preso em 2004 no aeroporto de Jacarta, capital do país, com cerca de 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa-delta desmontada. Gularte foi executado em 29 de abril daquele ano. Ele havia sido detido também em 2004, ao tentar transportar seis quilos de cocaína escondidos em pranchas de surfe. Diagnosticado com esquizofrenia paranoide, teve o caso levado a autoridades em apelos humanitários, mas a pena de morte foi mantida. A última execução na Indonésia ocorreu em julho de 2016, quando um cidadão indonésio e três nigerianos condenados por crimes relacionados a drogas foram mortos por fuzilamento. Desde então, o país não voltou a realizar execuções, embora mantenha a pena capital prevista em sua legislação. Outros brasileiros condenados no país Além dos dois executados, outros brasileiros enfrentaram penas severas por tráfico na Indonésia. Em fevereiro deste ano, Yuri Bezerra da Costa, de 25 anos, foi condenado a 18 anos de prisão e multado em US$ 57 mil (cerca de R$ 284 mil). Preso em julho de 2025, ele foi acusado de transportar três quilos de cocaína do Rio de Janeiro para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e depois para Denpasar, em Bali, segundo a agência indonésia Antara. Já Manuela Farias foi condenada a 11 anos de prisão após ser detida em 31 de dezembro de 2022, no aeroporto de Bali, com quatro quilos de cocaína na bagagem. A brasileira escapou da pena de morte, mas permaneceu sujeita à legislação rigorosa do país.
❌