❌

Normal view

Queda de vídeos, alcance e bloqueios: entenda ações eleitorais sobre a Meta

23 October 2026 at 08:00

A Meta, administradora do Instagram, Facebook e WhatsApp, vem ocupando papel central na discussão política das eleições deste ano. Desde o início do período eleitoral, a empresa vem sendo repetidamente acusada de tentar interferir no pleito, supostamente influenciando métricas dos candidatos de um lado e bloqueando conteúdos de outros. A big btech voltou ao centro do debate na última semana, quando surgiram novas denúncias de interferência, cobranças da Justiça eleitoral e a admissão da própria empresa de que há “falhas recorrentes” no controle do conteúdo.

Os episódios dos últimos dias envolveram o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o cantor MC Cabelinho, o MPF (Ministério Público Federal), o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e até mesmo congressistas democratas dos Estados Unidos, além dos candidatos à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Nikolas Ferreira

Na última terça (20), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) relatou ter tido dificuldade para compartilhar um vídeo no Instagram. Segundo ele, seus seguidores tiveram problemas para compartilhar a publicação nos stories e, depois, o post ficou sem som.

O vídeo, em apoio à eleição do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), traz depoimentos de moradores da região Nordeste e tinha uma música do cantor Rubel com Xande de Pilares ao fundo.

Após a Meta informar que o áudio foi retirado por solicitação de direitos autorais, Nikolas acusou Rubel de tentar impedir a divulgação do vídeo, dizendo que o artista teria acionado a Sony Music Brasil, sua produtora, para derrubar o som. O cantor publicou foto nas redes sociais declarando apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A CNN procurou o cantor e a produtora, mas não obteve retorno.

Nas diretrizes de direitos autorais disponíveis no site da Meta, a empresa informa que não se deve usar o trabalho de outra pessoa “se você não tem permissão para isso”. Segundo a companhia, o usuário pode infringir o uso dos direitos autorais mesmo dando crédito, comprando o conteúdo, e sem a intenção de violar o direito autoral.

Ainda de acordo com a empresa, caso algum conteúdo infrinja qualquer regra relacionada a direitos autorais, o usuário receberá uma notificação e a publicação será removida.

MPF endurece cobranças à Meta

Na quarta (21), o MPF (Ministério Público Federal) recomendou à Meta a adoção de medidas urgentes para garantir transparência e proteção à liberdade de expressão nas redes sociais durante o período eleitoral.

O órgão deu um prazo de 48 horas para que a empresa respondesse se vai seguir as recomendações e detalhar quais medidas serão tomadas. Também deu 30 dias para a companhia apresentar um relatório conclusivo.

O MPF pediu que a plataforma deixe de remover publicações, suspender contas sem fundamento jurídico ou contratual específico, e realizar bloqueios e restrições arbitrárias nas redes sociais.

Entidades que defendem maior transparência pública e organizações de tecnologia relataram que, desde setembro, a Meta vem removendo publicações e suspendendo perfis de forma expressiva. Os bloqueios teriam atingido diversos grupos, como estudantes, movimentos sociais, veículos de imprensa, comentaristas políticos e cidadãos.

Após a denúncia, o MPF questionou a Meta sobre a conduta, em 14 de outubro.

A companhia alegou ter bloqueado mais de 200 mil perfis de forma automática com base em critérios do período de silêncio eleitoral e identificação de uso de inteligência artificial em conteúdos políticos com presença de rostos.

Agora, o órgão voltou a cobrar a empresa após avaliar que as informações prestadas foram genéricas e insuficientes. De acordo com o MPF, grande parte dos bloqueios foi feito sem justificativa individualizada ou com base em enquadramentos indevidos em categorias graves, como terrorismo e exploração sexual infantil.

MC Cabelinho

Na quinta (22), a Meta removeu um vídeo publicado pelo cantor MC Cabelinho em parceria com o portal Revelando. A gravação abordava a acusação de Flávio Bolsonaro ter sido funcionário fantasma no gabinete do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), aos 19 anos.

O vídeo publicado por Cabelinho convidava os seguidores a assistirem ao conteúdo — que continua no ar — completo no YouTube.

Após a derrubada, o cantor questionou a empresa, que justificou que a remoção ocorreu após sinalização de que o conteúdo teria sido feito por inteligência artificial. O uso da tecnologia a 72 horas das eleições, no dia do pleito e no dia seguinte da votação fere as diretrizes de uso da plataforma, conforme comunicado.

A empresa ainda afirmou que a identificação do uso de IA pode ter ocorrido devido ao aplicativo usado para editar o vídeo, que pode usar a tecnologia no processo.

“Vale reforçar que muitos aplicativos de edição de imagem, vídeo e áudio usam recursos de IA e incorporam ao arquivo um sinal padrão da indústria indicando esse uso. A Meta lê esses sinais automaticamente e, para cumprir a determinação, indisponibiliza esses conteúdos no Brasil. Essas publicações voltam a ficar visíveis no país após o período definido pelo TSE”, escreveu.

Após o ocorrido, o artista, o portal Revelando e outros veículos voltaram a publicar o vídeo, que não apareceu mais com o selo de IA.

À CNN, o Calma Urgente, responsável pelo Revelando, reforçou que o vídeo não contém elementos de inteligência artificial.

Congressistas dos EUA

Como mostrou a CNN nesta quinta-feira (22), congressistas dos Estados Unidos enviaram uma carta ao CEO da Meta, Mark Zuckerberg, com questionamentos sobre o tratamento dado a Flávio e Lula durante as eleições brasileiras. O documento foi assinado por 12 deputados democratas e pelo senador independente Bernie Sanders.

No texto, parlamentares dizem que estão preocupados com relatos de que as plataformas da empresa estariam restringindo ou suprindo conteúdos associados à campanha do petista, enquanto estariam amplificando ou recomendando os associados à campanha de Flávio.

Os políticos dos EUA pontuaram que as redes americanas não devem influenciar nos resultados de eleições em outros países e pedem esclarecimentos sobre as acusações e adoção de medidas para garantir “condições de disputa equilibradas”.

A carta ocorre após a campanha de Lula alegar ter sido alvo de restrições na entrega de anúncios e de desabilitação da conta de anúncios. Além disso, especialistas independentes da ONU (Organização das Nações Unidas) também questionam a atuação da Meta nas eleições, e o MPF destaca que a empresa não cumpriu todas as medidas de isonomia eleitoral definidas pelo TSE.

A Meta, no entanto, continua a negar qualquer interferência no processo eleitoral.

Alcance “privilegiado”

Ainda na quinta, a Justiça Eleitoral deu 12 horas para a Meta explicar os motivos do alcance “privilegiado” dos perfis de Nikolas Ferreira (PL), Pablo Marçal (PRTB), Flávio Bolsonaro (PL) e o candidato a vice na sua chapa, Alfredo Gaspar (PL).

Em decisão, o ministro Ricardo Villas Bôas Cuevas, do TSE, exige que a empresa detalhe a origem das visualizações, a proporção de seguidores e não seguidores que viram as publicações e a quantidade de contas alcançadas.

A ordem atende a um pedido feito pela campanha de Lula, e o descumprimento do prazo pode levar a uma multa de R$ 100 mil por hora de atraso, o equivalente a R$ 2,4 milhões por dia.

No parecer, o ministro citou números do perfil de Nikolas no Twitter e disse que o alcance do deputado no Instagram exige “esclarecimentos técnicos acerca das métricas de distribuição”.

No mesmo dia, a Meta divulgou comunicado afirmando que “é o engajamento, e não o número de seguidores, que impulsiona o alcance e o desempenho de um conteúdo”.

Segundo a empresa, vídeos que acumulam visualizações, curtidas, comentários e compartilhamentos em pouco tempo são mais propensos a alcanças mais pessoas.

“Uma conta com um número relativamente pequeno de seguidores pode alcançar mais pessoas se uma parcela maior de seu público estiver ativa e visualizar, interagir, republicar ou compartilhar seu conteúdo”, diz a empresa.

Conforme a Meta, isso não representaria “qualquer tratamento preferencial”.

A nota foi divulgada após reportagem da Folha de S. Paulo mostrar que o vídeo de Nikolas Ferreira, mesmo depois de ficar sem áudio, alcançou 160 milhões de visualizações no Instagram. O número seria superior às visualizações em publicações de nomes conhecimentos mundialmente, como Neymar, Messi e Cristiano Ronaldo.

Meta nega favorecer candidatos

Na terça-feira (20), a Meta negou ao TSE que esteja descumprindo ordens do Tribunal durante o período eleitoral ou favorecendo candidaturas nas redes sociais.

Segundo a empresa, as plataformas aplicam as mesmas regras de distribuição de conteúdo para todos os candidatos e têm adotado uma série de medidas para evitar abusos, como a criação de uma lista de permissões para anúncios, que restringe a veiculação de propaganda eleitoral paga.

No mesmo dia, o Comitê de Supervisão da Meta afirmou que há “falhas recorrentes” no controle de conteúdo eleitoral nas redes administradas pela empresa. Também criticou o tratamento dado às contas de anúncios do presidente Lula e, em nota, os copresidentes do Comitê afirmaram que o episódio representa uma falha e deveria ter sido tratado por uma equipe interna de especialistas.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

É obrigatório votar no 2º turno? Veja as regras eleitorais

23 October 2026 at 01:34

Mais de 125 milhões eleitores compareceram às urnas no primeiro turno das eleições deste ano, ou seja, 78,92% do eleitorado apto. Como o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos, é esperado que boa parte desses eleitores retornem às cabines de votação no segundo turno, marcado para o próximo domingo (25).

Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), cada turno é considerado uma eleição diferente para efeito de comparecimento às urnas, dessa forma, quem está no grupo cujo voto é obrigatório deve comparecer às urnas no segundo turno, independente de ter votado ou não no início do mês.

A regra também vale para quem não votou no primeiro turno. A ausência na primeira etapa não impede a participação na segunda, desde que a situação eleitoral esteja regular e o título não esteja cancelado ou suspenso.

Voto facultativo e cadastro biométrico

O voto não é obrigatório somente para os analfabetos, para quem tem 16 e 17 anos e para os maiores de 70 anos.

A Justiça Eleitoral também reforça que o cadastro biométrico não é necessário para votar desde que o eleitor compareça à seção portando um documento oficial com foto e que o título esteja regular.

Não vai conseguir votar? Veja como justificar

Neste ano, o prazo para justificar a ausência no primeiro turno termina em 3 de dezembro. Quem não votar no segundo tem até 8 de janeiro de 2027 para apresentar uma justificativa.

O processo pode ser feito pelo aplicativo e-Título, entre 8h e 17h do dia da votação. Também é possível preencher o Requerimento de Justificativa Eleitoral e entregá-lo em uma mesa receptora de votos ou de justificativas, apresentando um documento oficial com foto.

Quando a justificativa é apresentada no dia da eleição, não é necessário comprovar o motivo de não ter comparecido às urnas.

Os eleitores podem justificar ausência quantas vezes forem necessárias.

A ausência em três eleições consecutivas — considerando que, para a Justiça Eleitoral, cada turno representa uma votação — sem o pagamento de multas ou apresentação de justificativas pode levar ao cancelamento da inscrição.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

Datafolha: 49% dos eleitores aprovam Lula; 48% desaprovam

22 October 2026 at 23:41

Segundo a pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15), o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 48% dos eleitores. Aqueles que aprovam somam 49%, enquanto quem não soube responder corresponde a 2% dos entrevistados.

chart visualization

A pesquisa também levantou a avaliação do governo atual.

Os que consideram a gestão de Lula como ruim ou péssima são 39%, enquanto aqueles que classificam como ótima ou boa, 36%.

Os eleitores que avaliam como regular o atual mandato são 24%, enquanto 1% está indeciso.

chart visualization

Metodologia

O Datafolha ouviu 2.050 pessoas, entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos. O nível de confiança é de 95%.

Contratada pela Folha de S.Paulo e pela Globo, a pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-09709/2026.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

Quaest: maioria acha que Flávio vai baixar imposto; Lula, manter benefícios

22 October 2026 at 22:47

Novos recorte da pesquisa Quaest divulgado nesta quinta-feira (22) mostra que, entre os candidatos à Presidência, 51% dos entrevistados acreditam que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem maior chance de conseguir reduzir os impostos, caso vença o segundo turno das eleições. Ao mesmo tempo, para 57% dos eleitores o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), é o nome mais provável para dar continuidade aos programas sociais, como o Bolsa Família.

No âmbito econômico, a parcela que acredita que Lula tem mais chance de reduzir impostos representa 38% dos entrevistados. Os que disseram não acreditar em nenhum deles são 4%. Os que falaram “os dois” representam apenas 1%, e os que não souberam ou não responderam, 6%.

Por outro lado, Lula alcança 57% de confiança no quesito de manutenção dos benefícios sociais. O candidato do PL (Partido Liberal) foi citado por 35% como o principal mantenedor desta agenda governamental. A fatia que disse não acreditar em nenhum deles é de 4%. Os que falaram “os dois” representam 2%, mesma quantidade dos que não souberam ou não responderam.

Há empate técnico em outros dois cenários avaliados pela pesquisa, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

No potencial para reduzir o preço dos alimentos, Flávio Bolsonaro atinge 45% e Lula marca 44%.

Quanto à capacidade de resolver o endividamento das famílias, o petista soma 46% da preferência, contra 43% do adversário.

O instituto também mediu qual dos candidatos representa o maior risco à democracia na visão dos entrevistados. Os dados mostram que 48% citam Flávio Bolsonaro como a principal ameaça. Lula é apontado por 40% dos eleitores como um risco à democracia. O tema tem sido explorado de forma recorrente por ambas as campanhas na reta final do segundo turno.

Confira os dados completos no gráfico abaixo:

chart visualization

Metodologia

A pesquisa Quaest entrevistou 2.154 eleitores, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa contratada pelo GLOBO e pela TV Globo está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais

Globo limita espaço de Flávio e Lula no estúdio em último debate; entenda

22 October 2026 at 21:48

A TV Globo decidiu limitar a circulação dos candidatos à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante o debate desta sexta-feira (23) nos estúdios da emissora, no Rio de Janeiro. O encontro será o último televisionado entre os postulantes ao Palácio do Planalto antes do segundo turno das eleições.

Ao contrário do debate da Band realizado no último domingo (18), na Globo, o candidato que tiver a palavra poderá se movimentar pelo cenário livremente nos três primeiros blocos, mas o adversário deverá se manter em seu púlpito até chegar a sua vez de falar.

Além disso, no quarto bloco, que será de tema livre, cada candidato poderá se movimentar livremente, mas apenas pelo seu lado do cenário.

Como mostrou a CNN, no debate do último domingo, a campanha do presidente Lula chegou a criticar a postura de Flávio e acusou o candidato do PL (Partido Liberal) de “ironizar” e fazer gestos ao fundo da imagem durante respostas do petista no debate.

Fontes afirmaram à CNN que quando os assessores entraram no palco durante o intervalo para orientar os candidatos, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira, teria feito uma reclamação aos diretores da Band. Assim que o debate voltou ao vivo, um dos moderadores pediu que “os candidatos não atrapalhem as respostas um do outro, sem expressar reações e movimentos físicos bruscos que atrapalhem a compreensão do telespectador”.

Outro ponto que se difere do debate da Band é que a Globo fará uma checagem das declarações dos candidatos.

Segundo a emissora, essa verificação vai ser feita pelo site g1 e deve começar ainda durante o encontro, com publicações das verificações na página do “Fato ou Fake”. O processo vai contar com uma equipe de mais de 30 jornalistas do grupo para dar agilidade ao processo.

“O trabalho seguirá pela madrugada, em conjunto com os sites dos jornais O Globo, Extra e Valor Econômico e da Rádio CBN”, informou.

Como também mostrou a CNN, a campanha de Lula defendeu internamente que o último debate presidencial contasse com checagem de fatos em tempo real e cogitou sugerir a proposta à TV Globo.

Último debate antes do 2° turno

O debate de sexta vai começar a partir das 21h20, ao vivo, após o Jornal Nacional. O encontro será mediado pelo jornalista César Tralli.

O embate será baseado em perguntas entre os candidatos para buscar um aprofundamento de suas propostas para o governo federal. Segundo a emissora, a dinâmica do encontro, assim como a configuração do cenário e a disposição dos candidatos, foi concebida para reforçar esse propósito.

O debate vai ser composto por quatro blocos de perguntas e respostas, além das considerações finais. Três serão de temas determinados e um, de tema livre. A ordem das perguntas será definida por sorteio feito ao vivo pelo apresentador.

O primeiro bloco vai contar com seis rodadas de perguntas com assuntos relacionados às regiões do país e um tema de âmbito nacional. Cada candidato terá três minutos por rodada — dividido entre pergunta e réplica ou resposta e tréplica.

No segundo e terceiro blocos, Flávio e Lula deverão escolher entre os temas apresentados no telão para elaborar suas perguntas, com a mesma dinâmica de tempo.

No quarto, o tema será livre e cada um deles terá oito minutos de fala, sem limite de intervenções.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

❌