No dia 31 de outubro, a vila de Pêra recebe a primeira edição do Rally Tascas Especial Halloween, uma iniciativa da Pêra Viva – Associação Cultural e Recreativa de Pêra que junta gastronomia, música e animação para todas as idades.
O evento começa às 18h, no Centro Social e Cultural de Pêra, num percurso que inclui cinco tascas temáticas. Em cada tasca, as equipas terão à sua espera uma bebida e um petisco. Os participantes terão também à sua disposição surpresas, desafios e prémios.
A organização preparou igualmente atividades infantis, incluindo um insuflável e a tradicional brincadeira de “Doces ou Travessuras”.
As inscrições podem ser feitas até ao dia 20 de outubro através do endereço associacaoperaviva@gmail.com ou do contacto 965015799.
A partir das 21h, o Centro Social e Cultural de Pêra recebe ainda um baile de Halloween, a cargo de Miguel Martins, aberto a toda a população e com espaço de comida e bebida.
A iniciativa conta com o apoio da Junta de Freguesia de Pêra e da Câmara Municipal de Silves.
E lá fomos mais uma vez, à sede da Caixa de Crédito Agrícola de Paderne, para assistirmos a mais uma das muitas obras, desta vez, mais uma obra escrita, do teimoso Arménio Aleluia Martins, o grande decano da imprensa Regional, um homem bom, que escreve livros como quem toca ferrinhos e neste quase, quase cair da tarde, a sala estava à cunha, sem cunhas, porque se este livro tivesse sido apresentado em Lisboa e noutras das muitas capitais do velho Império português, a televisão, não tinha receio de mostrar só a mesa, porque aqui havia muita gente, gente que também estava dentro de uma qualquer das 150 páginas do último livro de Aleluia Martins (último por agora) CIDADÃOS QUE CONHECI EM PADERNE, com a importante chancela editorial da prestigiada Arandis Editora.
CIDADÃOS QUE CONHECI EM PADERNE, é um livro com gente dentro, com gente, muita gente, com retratos únicos, que se não fosse o saber de Arménio Aleluia Martins e o seu mais que perfeito «casamento», com a Arandis Editora, nada seria fácil. Casamento, entre aspas, para que não possam acontecer ciúmes por parte da grande Senhora que é a esposa do Arménio.
Não se pense que estamos perante um livro fácil, como quem romanceia, às vezes, nos SOS, da IA, antes um livro onde a ficção foi lavada com água das malvas e pendurada na corda da roupa.
É um livro fascinante, onde ao contrário do que acontece diariamente em todos os sítios, com excepção por exemplo, quando estamos a fazer um ressonância magnética onde nos proíbem de entrarmos com o telemóvel, desta vez, enquanto os oradores falavam, da Rita Coelho, uma autarca bonita, Presidente da Junta de Paderne, até ao Nuno Campos, passando pelo Arménio Aleluia Martins, ninguém estava a olhar para o telemóvel, antes virando um olho para o palco e outro para o livro. Um livro, que em muitos momentos foi o arrastar de uma sala para a emoção. E este mar de lágrimas, começou quando da intervenção de Rita Coelho, que quando falou do avô Manuel da Ponte Coelho, que aparece na página 118 e 119, lá deixou tombar uma lágrima.
Na mesa de honra, Rita Coelho, presidente da Junta de Freguesia de Paderne, Aleluia Martins, apresentando mais um livro e Campos Inácio, da Editora Arandis
Só falta Paderne, homenagear o Arménio Aleluia, dando seu nome ao pavilhão
E é a partir daqui que damos início ao palco das lágrimas, antes, porém e num cochichar ao ouvida da Rita Coelho, vou segredar. Amiga, está na hora de dar o nome de Arménio Aleluia Martins, ao Pavilhão de Paderne. Rita, não sei se falei muito baixinho, mas creio, que numa espécie de linguagem gestual, certo de que interiorizou as palavras deste velho escriba…
E como se não existisse mais ninguém na sala (está-lhe no sangue), o Arménio fez tudo. Escreveu o livro, pediu autorização à Caixa de Crédito Agrícola para fazer a apresentação naquele espaço, outra vez, uma espécie de centro cultural, fez os convites e ainda por cima, foi o apresentador da cerimónia. Isto só visto…
Por isso, começou por saudar a sala e num repente ficar um chato para comigo, comigo, porque falou de mim, e quando ia falando de mim, ia falando do Jornal do Algarve, onde também foi colaborador, talvez por me sentir um eterno seguidor dele, ainda na Rádio Alfarroba (a grande histórica RDP SUL), agora a finar-se e a manutenção de continuarmos e ainda bem, enleados numa forte teia de amizade, tão velha, como carinhosa. E ele, que sempre me trata por Netinho, desta vez, fugiu-lhe a boca para a mentira e lá foi falando de mim, do Neto Gomes, quiçá em homenagem ao constante dia dos velhos, não gosto da palavra idoso, porque é o arranque de IDIOTA…
Pouco depois e por ordens do Arménio, lá foi para o palco e enorme Francisco Saboia e o seu acordéon. Num espectáculo incrível, porque Paderne, além de guardar a memória do acordéon, sempre encontrou no Chico Saboia, uma figura incrível, pois além do acordéon, também trouxe para a sala uma obra de arte de pastelaria, onde ele, a par da cozinha ainda é uma mestre, ou para melhor, ainda é um faz tudo e está sempre disponível para dar um abraço, a quem precisar.
Depois foi a vez da anfitriã, Rita Coelho, Presidente da Junta de Paderne, que pelas memórias que também guarda do Arménio, não fez um discurso, antes pegou num papelinho bem alinhavado e, prestou uma homenagem ao Arménio, às gentes de Paderne e aqui o caldo entornou, quando falou do seu avô. Contudo, não deixou de acentuar a importância da Arandis, neste feitiço, que foi a edição do livro CIDADÃOS QUE CONHECI EM PADERNE.
Mais um livro de Arménio Aleluia Martins. Uma notável obra
Depois foi a vez do Arménio, que inspirado pelo Rita Coelho, chorou mais do que ela. Chorou mais do que falou. E como o choro também se pega, estava a ver, que tínhamos ir pegar na esfregona…
Arménio, lá foi dizendo o que sentia. Nem sei se ele falou do livro. Falou, falou, porque nisso também se sente como peixe na água. E falou com tanto entusiasmo, que se não fosse eu, a fazer um gesto do meio da sala, até se tinha esquecido de agradecer à sua amada esposa…
Aqui ninguém chorou, antes um ensaio para a gargalhada e um forte aplauso…
Arménio, também agradeceu à Arandis. Da minha parte fez bem, porque a Arandis, tem tido um papel incrível, no vastíssimo de obras, também de grande prestígio, como CIDADÃOS QUE CONHECI EM PADERNE, que têm sido lançadas no Algarve.
Depois foi a vez de Nuno Campos usar da palavra, que antes de chamar pelo Sérgio Brito, também sublinhou a nossa presença e do grande Aurélio Cabrita, para nós um grande escritor e um extraordinário historiador.
Nuno Campos, começou por ler uma linda e sentida mensagem de Sérgio Brito, outro homem da Arandis, que fez emergir alguns traços, da longa amizade que o une a Arménio Aleluia Martins.
Nuno Campos, pegou mentalmente, nalgumas linhas do seu prefácio no livro, para dizer: “Por vezes, conservam-se, em algumas terras, espaços e suportes memoriais, os túmulos perpétuos e os jazigos dos cemitérios, um ou outro registo toponímico, uma lápide num espaço público, um retrato numa parede ou um álbum de fotográfico. Uns eternizam nomes sem substância biográfica; outros preservam rostos cuja identificação se vai perdendo com o tempo.
Arménio Aleluia Martins, dando continuidade ao seu trabalho de recuperação da memória e do passado de Paderne, oferece-nos mais um contributo exemplar para que algumas das figuras desta terra nunca sejam esquecidas. Não pretende eternizar apenas nomes, datas ou imagens de rostos que um dia se cruzaram nas ruas de Paderne. Regista histórias e memórias. Conta-nos quem foram essas pessoas, o que fizeram, qual era o seu enquadramento social e familiar e que percursos de vida trilharam.
Felicito Arménio Aleluia Martins pelo extraordinário legado que soube receber, preservar e transmitir – três ações essenciais à salvaguarda do património cultural.
Arménio Aleluia Martins é, acima de tudo, um portador vivo do património cultural imaterial de Paderne: de sua memória, dos seus saberes e das suas tradições. Ao fixá-los e transmiti-los pela escrita, assegura que esse património sobreviva ao tempo e continue a viver nas mãos e na memória de cada leitor.
Obrigado pelo privilégio de me ter adotado por amigo!”
E o sol, ainda não tinha caído e antes de se iniciar a hora dos autógrafos, Arménio Aleluia Martins, que foi também o Mestre de Cerimónias, quis que a última palavra fosse a sua, cavando o seguinte:
“Escrever este livro foi, acima de tudo, um exercício de gratidão. Um reencontro com pessoas, histórias e afectos que fazem parte da alma de Paderne. Ao recordar a vida e a obras destes cidadãos, procurei preservar a memória de quem dedicou o seu talento, o seu trabalho e a sua generosidade à comunidade.
Porque uma terra vive das suas paisagens, mas perdura sobretudo pela memória das suas gentes. E enquanto houver quem conte as suas histórias, aqueles que partiram continuarão presentes entre nós, inspirando as gerações que hão-de vir.”
Arménio, um dos nossos mais notáveis decanos – e quando falo em notáveis decanos, lá encalha com estrondo no meu pensamento o Mestre João Leal, – voltou a comprovar, que até na apresentação de um livro: OS HOMENS E AS MULHERES TAMBÉM CHORAM…
A Festa do Cinema Francês estará em Faro, no auditório do IPDJ, nos dias 22, 23, 29 e 30 de outubro, para celebrar a “riqueza, diversidade e vitalidade” do cinema francófono.
A sessão de abertura decorre no dia 22 de outubro, às 21h30, com o filme A Comédia Francesa (De la Comédie-Française), de Bertrand Usclat e Martin Darondeau, uma das comédias francesas mais populares do ano. O filme leva o público aos bastidores da mais prestigiada instituição teatral francesa, La Comédie-Française.
No dia 29 de outubro, às 21h30, é apresentado Adeus, Mundo Cruel (Adieu monde cruel) de Félix de Givry, um filme que parte do bullying sofrido por Otto, um adolescente de 14 anos.
A Festa do Cinema Francês em Faro termina com O Canto das Florestas (Le chant des forêts), de Vincent Munier, um documentário sobre a relação entre ação humana e natureza, onde três gerações percorrem o mesmo território, numa experiência de observação da natureza.
…Verdade que um pouco em sentido figurado, mas sempre adiantaremos que o combate ao discurso de ódio e o futebol-negócio, digamos que poderão resultar em moedas de um mesmo mealheiro, pois que uma poderá dar para lavar a imagem, enquanto a outra para encher o bolso.
Situemo-nos, então: apelando ao reforço do combate ao discurso de ódio no desporto, procurando uma estratégia coordenada que envolva autoridades públicas, organizações desportivas, plataformas digitais e sociedade civil, a Comissão Europeia, na sequência de um relatório elaborado por um grupo de peritos dos Estados-Membros, no âmbito do Plano de Trabalho da União Europeia para o Desporto 2024-2027, pretende-se alertar para a crescente dimensão do fenómeno que já ultrapassa os recintos desportivos e encontra nas redes sociais um quase desmesurado espaço de propagação, afetando atletas, dirigentes, árbitros e adeptos.
Convenhamos que, nesta anunciada luta, talvez que ela funcione mais em jeito de ‘verniz ético’… que a indústria precisa para se vender à UEFA/FIFA, a patrocinadores e, em algumas circunstâncias, até a tribunais. A procurar identificar-se como ‘selo de garantia’, como que a fidelizar os direitos televisivos, a aquisição de fundos europeus, inclusivé ‘credibilizando’… o fair-play financeiro.
Tomemos como exemplo, e já no futebol-negócio, um determinado jogador avaliado em 20 milhões, ele não valerá pela quantidade de assistências ou pelo saltos que dá, antes pela cláusula contratual, pois que ontem constituía-se como projeto, hoje tem empresário.
Vezes quantas a hipocrisia nos bate à porta, observando-se nas camisolas “No to Racism”, ao mesmo tempo que se compram e vendem – palavras duras, é certo – pretos imigrantes como ativos.
Não corresponderá a que quem define o ódio, define quem pode jogar, e falar e cobrar?! Posto isto, em linguagem crua, mas a ‘do terreno’, será luta contra o ódio ou antes gestão do negócio do ódio, em jeito do ódio útil vende bilhetes, enquanto o inútil leva processo…?!
O futebol português sairá esta semana dos estádios. Não para outro relvado, de relva natural ou sintética, mas para a realização da Arena Liga Portugal, onde a primeira feira da indústria do (mal) denominado deporto-rei nos irá mostrar que, para além dos remates e dos golos, existem centenas de milhões de euros em jogo, afirmando-se, em jeito de slogan: “Onde o futebol potencia o seu negócio”. Também é anunciado ser “um ecossistema que vai muito além dos jogadores”.
Como bom seria que não valesse exclusivamente como preço, protegendo a imagem do negócio, antes, e primeiro que tudo, o atleta como pessoa!
Uma vez mais, as tais ‘coisas’ da ‘coisa desportiva’ e… não só“!
*Embaixador para a Ética no Desporto, uma vez, Embaixador para sempre
O Portimonense foi ontem a casa do Florgrade sofrer até ao fim do jogo, até que uma grande penalidade ao minuto 94 garantiu a passagem da equipa algarvia à quarta eliminatória da Taça de Portugal.
A equipa da casa entrou bem na partida, conseguindo a vantagem ao minuto 14, por Léo Cá, no entanto, Welinton Júnior, aos 34, igualou o marcador e deu alguma tranquilidade ao Portimonense na ida para intervalo.
Já na segunda parte, nenhuma das equipas conseguiu finalizar com sucesso e, quando se previa o prolongamento, uma falta dentro da área deu origem a uma grande penalidade, convertida com sucesso por Tiago Mamede, aos 90+4, carregando o Portimonense até à quarta eliminatória da Taça de Portugal.
Já na Segunda Liga, o Portimonense, 11.º classificado, com 10 pontos, terá o Sporting B como próximo adversário, no dia 24 de outubro, às 11h.
É um lugar-comum dizer que ver televisão faz mal à saúde. Reformulo a questão; faz mal à saúde ver noticiários e territórios adjacentes que podem incluir publicidade, documentários – e sabe-se como fazemos bons documentários, mas a vida é assim. Por um lado há uma seca sem fim, logo a seguir, chove e quando chove é sempre muito. As calotes estão como estão – e os caloteiros também. Os mares quentes fervem e, sem tirar uma vírgula (por acaso tirava, aqui e ali, mas não é conversa para agora), parece que o diabo veio para ficar, e ficou mesmo. Também estamos muito gordos, porque comemos muito ou mal, e agora a cereja sobre o bolo, sabemos que um em cada quatro maiores de sessenta anos está mal nutrido. Não estou a dizer que nada disto deixe de fazer sentido, mas que nos complica a vida, complica.
Há estudos (há estudos para tudo; para nutridos, desnutridos e um dia destes, nutridos desnutridos, que o meu amigo fica a saber que a vida é feitas destes pequenos nadas) para tudo e informação contraditória para, quase tudo. E agora o perigo; nas estatísticas, onde é que nos situamos? Eu, que tenho mais que sessenta anos estou na parte dos maravilhosamente mal nutridos ou dos restantes? Durmo bem, mal ou assim-assim? Leio livros em quantidade ou não? Vou ao médico com regularidade ou não? A conclusão é simples: façamos o que façamos, há uma catástrofe a cada virar de esquina. O que fazer? Acalmemo-nos, que um gajo quando morrer vai deitado. Ou não.
Terei resistido, mantendo uma réstia de vida no interior do meu cérebro, ao mais recente folhetim da vida portuguesa entre aqueles dois que os meus amigos sabem de quem se trata e por isso não os vou nomear? Penso que sim, estou – quase – incólume. Pelo menos sempre escusámos de ouvir o discurso de António José Seguro, que para lugares comuns já basta o que basta. E de que lado estamos, agora que a poeira se começou a instalar? Do lado que as questões do futebol costumam ser vistas. Quem gosta mais de Ronaldo, que sim tudo foi feito com lisura. Quem gosta de Jorge Jesus, que tudo foi feito como deve ser. Tal e qual como quando vemos um daqueles jogos do campeonato da Polónia, transmitido pelo canal 11. Não conhecemos ninguém nem nenhuma das equipas, mas depois de vermos cinco minutos de jogo, começamos a tirar por um dos dois. Ou seja, estamos, quase sempre, no lado das emoções e não da razão, e isso só pode estar certo. O ponto é que são problemas destes que mostram que o futebol moderno tem muito pouco a ver com desporto. Estamos no reino dos interesses económicos, da venda de camisolas, dos contratos publicitários e descobrimos que tudo isso manda mais que o jogo. Tenho a absoluta convicção que se Ronaldo quisesse jogar até aos cinquenta (sempre uma possibilidade), qualquer seleccionador tinha que o convocar, apesar de ser suplente na quarta liga saudita. E fazia uma perninha de três em três jogos, sem aquecimento para os ossos da perna não torcerem. Eramos a piada infinita (obrigado, literatura), mas lá vendíamos mais vinte camisolas, que o Cris manda nos gajos da federação.
O Farense recebeu o Marco 09 no Estádio de São Luís, em Faro, confirmando o favoritismo com uma vitória por 3-0 frente a uma equipa do terceiro escalão, naquela que foi a terceira eliminatória da Taça de Portugal.
Os “leões de Faro” não demoraram muito tempo a marcar, por Gabriel Barbosa, logo no segundo minuto de jogo. Pouco tempo depois, João Resende fez o 2-0 (16′), um resultado confortável ao intervalo, que foi dilatado ao minuto 71, com golo de Toni Herrero, garantindo a passagem do Farense à quarta eliminatória da Taça de Portugal.
Quanto à Liga, a equipa de Faro segue no 3.º lugar, com 14 pontos, três de diferença do líder Lusitânia.
O próximo jogo será no dia 24, às 18h, na receção ao Penafiel, que é quarto, com 13 pontos.
O Município de Portimão desafia os jovens do concelho a participar na escolha da nova identidade visual da juventude portimonense, através da votação – até ao dia 1 de novembro – numa das quatro propostas de logótipo.
Depois de uma primeira fase de auscultação pública, realizada em junho e julho, e de terem sido desenvolvidas quatro propostas com base nas opiniões recolhidas, o processo entra numa etapa em que cidadãos entre os 12 e os 30 anos de idade podem votar na sua favorita.
De acordo com o Município, a votação está igualmente aberta a técnicos municipais, entidades parceiras e representantes do movimento associativo com intervenção na área da juventude, bem como membros do conselho municipal da Juventude de Portimão.
As votações pode ser feitas aqui, sendo que a proposta vencedora será anunciada em março de 2027.
No dia 6 de dezembro, pelas 17h, a Igreja Matriz de Porches recebe o XXVI Concerto de Natal de Lagoa, com a atuação do grupo Dell’Acqua e a participação especial de Francisco Brazão.
O projecto Dell’Acqua é composto por Carla Pontes (soprano), Grace Borgan (flauta transversal) e Cristiana Silva (piano), sendo que, juntamente com o convidado especial Francisco Brazão (baixo-barítono), vão interpretar várias obras alusivas à quadra natalícia.
O evento é organizado pela Ideias do Levante – Associação Cultural de Lagoa, em parceria com o Município de Lagoa e a Junta de Freguesia de Porches, com o apoio da Paróquia de Nossa Senhora da Encarnação.
O concerto é de entrada livre e recomendado a maiores de seis anos.