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Artista algarvia Cristina Calvino leva vídeo-poema ‘Poeira do Medo’ a festival internacional em Oeiras

22 October 2026 at 15:37

A artista e poetisa residente no Algarve Cristina Calvino vai estar representada no MOON — Festival Internacional de Videopoesia com Poeira do Medo, uma criação que combina poesia, performance e música, realizada por Rui António e com banda sonora de Carlos Zíngaro. A obra será exibida a 8 de novembro, às 15:00, no Templo da Poesia, em Oeiras, numa iniciativa de entrada livre.

O festival decorre nos dias 7 e 8 de novembro, reunindo propostas artísticas que exploram as possibilidades expressivas da poesia através da imagem em movimento.

A seleção de Poeira do Medo permite dar visibilidade ao trabalho desenvolvido por Cristina Calvino, cujo percurso artístico se tem distinguido pela experimentação de diferentes formas de expressão, conjugando a palavra, a música, a voz e o movimento corporal.

Cristina Calvino cruza poesia, jazz e performance no seu percurso artístico

Residente no Algarve, Cristina Calvino tem desenvolvido um trabalho artístico centrado na relação entre a poesia e outras linguagens, particularmente o jazz e a performance improvisada.

A sua atividade explora as possibilidades de interação entre a voz, o corpo e a palavra, procurando estabelecer novas formas de comunicação artística através da interpretação poética.

Neste contexto, a artista tem colaborado com o músico e contrabaixista Zé Eduardo, numa abordagem que valoriza o diálogo entre a improvisação musical e a expressão poética.

O seu percurso inclui igualmente a coordenação do coro LerALto e a responsabilidade pela programação cultural e artística da Cooperativa DevagarQueTenhoPressa, sediada em Alcantarilha, no concelho de Silves.

Em Poeira do Medo, Cristina Calvino é responsável pelo poema, pela performance e pela voz, elementos que constituem a base da criação audiovisual.

A obra procura explorar a relação entre o texto poético, a presença performativa e a composição sonora, utilizando o vídeo como espaço de experimentação e de encontro entre diferentes expressões artísticas.

Rui António assina realização e Carlos Zíngaro compõe banda sonora

A realização do vídeo-poema é da responsabilidade de Rui António, professor, artista de média-arte digital e investigador, cuja atividade se desenvolve na interseção entre a arte digital, o cinema interativo e a narrativa algorítmica.

O seu percurso artístico abrange diferentes formatos e linguagens, incluindo instalações interativas, videoarte e realização cinematográfica e promocional.

A componente musical de Poeira do Medo é assinada por Carlos Zíngaro, responsável pela banda sonora que acompanha a interpretação poética de Cristina Calvino.

A conjugação destas três componentes – poesia e performance, realização audiovisual e composição musical – dá origem a uma criação que explora as possibilidades expressivas do vídeo enquanto suporte artístico.

A apresentação de Poeira do Medo está marcada para domingo, 8 de novembro, às 15:00, no Templo da Poesia, em Oeiras, integrada na programação do MOON – Festival Internacional de Videopoesia, que decorre durante dois dias, com entrada gratuita.

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Alfândega da Fé celebra a semana do Mestre José Rodrigues

22 October 2026 at 15:37

VTM

A Semana do Mestre José Rodrigues, que decorre em Alfândega da Fé, destaca a arte, a memória e a criatividade, celebrando os 90 anos do nascimento do artista plástico. Esta iniciativa visa homenagear uma figura marcante da cultura portuguesa, cujas raízes estão no concelho.

O evento não se limita a recordar o percurso de José Rodrigues; procura também manter viva a sua herança artística e despertar o interesse pela arte na comunidade. A programação valoriza o papel da cultura na identidade local e promove o contacto com diversas formas de expressão artística.

Particularmente focada nos jovens, a iniciativa inclui visitas guiadas à Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes – Linha da Terra e Oficinas Criativas. Estas experiências visam estimular a imaginação e a capacidade interpretativa dos participantes através da arte.

No dia 28 de outubro, data que marca o aniversário de José Rodrigues, as homenagens ganham um significado especial ao evocar o legado de um artista cuja obra continua a enriquecer o património cultural português.

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Iniciativa “Vamos aos Santos” promove partilha de tradições em Chaves

22 October 2026 at 15:34

VTM

A iniciativa “Vamos aos Santos” teve lugar na Biblioteca Municipal de Chaves, reunindo seniores e crianças num ambiente propício à troca de saberes e valorização das tradições. O evento foi dinamizado pela Casa do Conhecimento de Chaves, em colaboração com a equipa municipal do CLDS 5G.

Estiveram presentes a Vereadora do Município, Paula Chaves, e o Presidente da ACISAT, Vítor Pimentel. Participaram também seniores do Lar da Abobeleira e cerca de 50 alunos do 3.º e 4.º anos da Escola Básica de Santo Amaro.

Integrada no projeto «Conversas com Memória», a sessão proporcionou um diálogo intergeracional que permitiu a partilha de histórias e recordações associadas à celebração dos Santos. Este encontro recriou os serões familiares de outrora, preservando as vivências através da palavra e da memória coletiva como património imaterial.

Os participantes puderam desfrutar de castanhas assadas, um sabor característico desta época do ano, que acrescentou um toque especial ao evento.

O projeto “Conversas com Memória” visa promover a animação da leitura, oficinas de escrita criativa e momentos dedicados à partilha de histórias, lendas, lengalengas, contos e cantigas antigas.

Esta iniciativa é apoiada pelo programa Pessoas 2030, através do Fundo Social Europeu+, no âmbito do Programa Portugal 2030, financiado pela União Europeia.

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El PP apoya el veto ideológico de Vox en las ayudas al cine de Castilla y León y defiende que busca proteger la “libertad”

22 October 2026 at 15:09

El portavoz de la Junta de Castilla y León, Carlos Fernández Carriedo (PP), ha respaldado al proyecto de su socio, Vox, de supeditar las ayudas a la creación audiovisual a que no haya contenido “ideológico”. Carriedo ha aludido a la “libertad y la calidad” para que los fondos autonómicos lleguen a los proyectos que lo soliciten y no ha explicado exactamente en qué criterios se apoyará el “comité” de funcionarios que según el consejero de Cultura, Alberto Díaz Pico, de Vox, evaluará si procede o no asignarles subvenciones. Este alto cargo también criticó al festival de cine Seminci de Valladolid, que este viernes inicia su 72 edición, porque “tiene mucho que mejorar en neutralidad ideológica”. El alcalde vallisoletano, Jesús Julio Carnero (PP), ha respondido con que el certamen “es un espacio de libertad” y ha negado que haya “cine ideologizado”, como proclama su socio en la Junta y en el Consistorio.

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© NACHO GALLEGO (EFE)

El portavoz de la Junta de Castilla y León, Carlos Fernández Carriedo, en una rueda de prensa este jueves.

Algarve Show Team conquista sexto lugar no Mundial de patinagem artística no Paraguai

22 October 2026 at 15:00

A conquista do sexto lugar no Campeonato do Mundo de Show e Precisão de patinagem artística, realizado no Paraguai, colocou o Algarve Show Team entre as equipas em destaque na competição internacional. O grupo, que reúne atletas de clubes de Olhão e Albufeira, representou Portugal num evento que constituiu também uma oportunidade de aprendizagem e evolução desportiva.

Fundado em 2018, o Algarve Show Team resulta atualmente de uma parceria entre o Clube Desportivo “Os Olhanenses” e a Associação Recreativa de Patinagem Artística Paderne-Albufeira, desenvolvendo um projeto competitivo assente na preparação técnica, na expressão artística e no trabalho coletivo.

O sexto lugar alcançado no Paraguai representa mais uma etapa no percurso internacional da equipa algarvia, que tem procurado consolidar a sua presença nas competições de Show e Precisão.

Treinadores destacam evolução das atletas e importância do trabalho em equipa

A fundadora do projeto e treinadora-coordenadora, Célia Busatori, considera que a participação no Campeonato do Mundo constitui um motivo de orgulho, não apenas pela classificação obtida, mas também pelo percurso de desenvolvimento das atletas.

A responsável destaca o empenho demonstrado pelo grupo e a importância de valores como a formação humana, o espírito de equipa e a capacidade de superar desafios ao longo da preparação e da competição.

Também Bruno Teodósio, treinador e coreógrafo do Algarve Show Team, faz um balanço positivo da participação, salientando o crescimento da equipa e o compromisso demonstrado pelas atletas durante a época desportiva.

Para os dois responsáveis, o resultado alcançado reflete o trabalho desenvolvido pelo grupo, mas a experiência internacional assumiu igualmente uma dimensão formativa, permitindo aprofundar conhecimentos e reforçar competências técnicas e artísticas.

A participação no Mundial proporcionou ainda o contacto direto com algumas das melhores equipas internacionais, permitindo observar diferentes abordagens à modalidade e conhecer novos níveis de exigência competitiva.

Segundo os treinadores, esta experiência trouxe referências importantes para a preparação futura, contribuindo para o aperfeiçoamento das atletas e para a evolução do projeto.

Sexto lugar mundial reforça ambições do projeto algarvio

A presença no Campeonato do Mundo de Show e Precisão permitiu ao Algarve Show Team avaliar o seu desempenho num contexto de elevada exigência e recolher experiências que poderão ser aplicadas no trabalho desenvolvido nos clubes de origem.

A equipa considera que a competição constituiu uma oportunidade para consolidar competências, reforçar a motivação das atletas e aprofundar o conhecimento sobre a evolução internacional da disciplina.

Célia Busatori e Bruno Teodósio manifestaram satisfação com o percurso realizado e agradeceram o apoio das atletas, das famílias, dos clubes e das entidades que contribuíram para viabilizar a participação no Mundial.

A classificação alcançada no Paraguai representa um novo resultado internacional para o projeto criado em 2018, que mantém como objetivos a formação de atletas, o aperfeiçoamento técnico e artístico e a participação em competições de elevado nível.

Com o sexto lugar mundial, o Algarve Show Team reforça o percurso competitivo construído através da colaboração entre os clubes de Olhão e Albufeira, procurando continuar a desenvolver a patinagem artística e a representar o Algarve e Portugal nas principais competições da modalidade.

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Tavira celebra sucesso da primeira edição da INCULTA com poesia, música e participação das escolas

22 October 2026 at 14:34

A primeira edição da INCULTA – Iniciativa Cultural Álvaro de Campos, realizada entre 15 e 17 de outubro, na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira, terminou com um balanço positivo por parte da organização, depois de três dias de atividades que aproximaram a literatura, as artes e a comunidade educativa, através de exposições, oficinas criativas, debates e espetáculos.

Organizada pela Casa Álvaro de Campos, em parceria com o Município de Tavira e os Agrupamentos de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia e D. Manuel I, a iniciativa procurou valorizar a palavra enquanto instrumento de criação artística, conhecimento e participação cultural.

O envolvimento de alunos e professores foi um dos aspetos destacados pela organização, que sublinhou a importância da colaboração das escolas na concretização das atividades e na aproximação dos jovens à literatura e a diferentes formas de expressão artística.

Alunos deram nova vida à poesia de Álvaro de Campos através do hip-hop e das artes visuais

A programação começou a 15 de outubro com a inauguração da exposição “Os Campos de Álvaro de Campos”, que reuniu trabalhos plásticos desenvolvidos por alunos a partir de interpretações pessoais da obra do poeta e de outros criadores.

As propostas apresentadas exploraram diferentes linguagens visuais, permitindo aos jovens estabelecer uma relação entre a criação artística contemporânea e o património literário.

Outro dos momentos da iniciativa foi a oficina “Ritmo e Poesia – Do Beat ao Videoclipe”, na qual os participantes trabalharam versos da “Ode Triunfal”, de Álvaro de Campos, através do hip-hop e da produção videográfica.

Desta experiência resultou a criação “Rap Triunfal”, que procurou aproximar a poesia de novas sonoridades e formas de comunicação artística.

A programação incluiu ainda a performance “O menino de sua mãe”, integrada no projeto CriarLab, dirigido à comunidade educativa e destinado a incentivar o contacto com os processos de criação e interpretação artística.

Segundo a Casa Álvaro de Campos, os trabalhos desenvolvidos revelaram qualidade artística, tendo o empenho dos professores desempenhado um papel determinante na integração das artes no percurso educativo dos alunos.

Lídia Jorge participou em debates sobre literatura, identidade e cultura

A primeira edição da INCULTA contou também com os “Diálogos INCULTA”, que reuniram escritores e investigadores para refletir sobre a obra de Álvaro de Campos e a sua relação com diferentes dimensões culturais e sociais.

Entre os convidados estiveram Manuel Moya, Ana Cristina Matias, Adriana Nogueira, Pedro Prista e a escritora algarvia Lídia Jorge.

As intervenções abordaram temas como a palavra, a cultura, a identidade, o território, a alteridade e a lusofonia, promovendo diferentes perspetivas sobre a criação literária e a sua ligação à sociedade.

A organização destacou a profundidade e a originalidade das reflexões apresentadas, considerando que os encontros abriram caminho a novos debates sobre estas matérias.

A participação de autores e investigadores permitiu, assim, alargar a programação para além das atividades artísticas, criando oportunidades de partilha de conhecimento e discussão em torno do património literário.

Espetáculo final recuperou vozes de escritoras algarvias pouco conhecidas

O encerramento da iniciativa ficou marcado pelo espetáculo “Mulheres que escreveram e não li”, uma proposta artística dedicada à valorização de autoras algarvias pouco conhecidas.

A apresentação cruzou poesia, performance e música, procurando recuperar e divulgar obras e percursos literários que permanecem pouco presentes no conhecimento público.

Através desta abordagem, o espetáculo chamou a atenção para a importância de preservar e divulgar o património literário feminino da região, proporcionando ao público o contacto com diferentes vozes e expressões artísticas.

No balanço da primeira edição, a Casa Álvaro de Campos considera que a INCULTA conseguiu estabelecer uma ligação entre a comunidade educativa, os criadores e o público, através de uma programação diversificada e participativa.

A organização pretende dar continuidade à iniciativa, aprofundando o trabalho desenvolvido e criando novas oportunidades de encontro entre a literatura, as artes e a comunidade.

Com esta primeira edição, a INCULTA procurou reforçar a presença da criação literária e artística na vida cultural de Tavira, valorizando simultaneamente o património associado a Álvaro de Campos e as possibilidades de diálogo com as expressões culturais contemporâneas.

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Mexilhoeira Grande celebra 27 anos como vila com concertos, futebol e inauguração de relvado

22 October 2026 at 14:15

A inauguração do novo relvado sintético do Campo Municipal, um concerto dos Al Mouraria e o lançamento de um jornal mensal estão entre os destaques das comemorações do 27.º aniversário da elevação da Mexilhoeira Grande à categoria de vila, no concelho de Portimão. O programa realiza-se a 1 de novembro e inclui ainda uma sessão solene, homenagens a personalidades locais, futebol, um magusto e um baile.

As celebrações pretendem assinalar a história e a identidade da localidade, reunindo iniciativas nas áreas do desporto, da cultura, da promoção turística e da valorização dos produtos locais.

Organizado pela Junta de Freguesia da Mexilhoeira Grande, o programa começa às 10:00, com o tradicional hastear da bandeira, e prolonga-se até à noite, envolvendo diferentes espaços da vila.

Novo relvado sintético inaugurado com jogo entre Mexilhoeira Grande e Lagoa

As comemorações arrancam na sede da Junta de Freguesia, às 10:00, com a cerimónia de hastear da bandeira, acompanhada pelo Hino Nacional, interpretado pela Banda da Sociedade Filarmónica Portimonense.

Às 10:20, será inaugurado o novo relvado sintético do Campo Municipal da Mexilhoeira Grande, numa cerimónia que contará também com a participação da banda filarmónica, prevista para as 10:40.

O novo equipamento será palco, às 11:00, de um encontro de futebol entre o Mexilhoeira Grande FC e o Grupo Desportivo de Lagoa, a contar para o Campeonato Distrital de Iniciados da Associação de Futebol do Algarve.

O presidente da Junta de Freguesia da Mexilhoeira Grande, Ricardo Sobral, considera que a inauguração representa um investimento importante nas condições para a prática desportiva, particularmente entre os mais jovens.

“Contamos também com a inauguração do novo relvado sintético, que demonstra a forte aposta da Junta de Freguesia e do Município de Portimão no desporto e, sobretudo, na formação das camadas mais novas, mas também do lançamento de um novo vídeo promocional para promover a freguesia da Mexilhoeira Grande enquanto destino rico em património natural, cultural e desportivo”, afirma o autarca.

Sessão solene inclui homenagens e lançamento de jornal mensal

A programação prossegue às 15:00, na Igreja Matriz da Mexilhoeira Grande, com a sessão solene comemorativa do 27.º aniversário da elevação à categoria de vila.

A cerimónia terá início com intervenções institucionais, seguindo-se uma homenagem a personalidades da comunidade que se distinguiram pelo seu contributo para o desenvolvimento da freguesia.

Outro dos momentos previstos é a apresentação do vídeo promocional “Mexilhoeira Grande – Um Algarve por Descobrir”, concebido para divulgar o património e os atrativos da freguesia enquanto destino turístico.

A sessão ficará ainda marcada pelo lançamento do jornal mensal “Ecos da Nossa Terra”, uma nova publicação dedicada à atividade da Junta de Freguesia e aos projetos desenvolvidos em diferentes áreas.

Segundo a autarquia, o jornal pretende reforçar a proximidade com a população e divulgar as iniciativas e parcerias realizadas em articulação com a Câmara Municipal de Portimão, dando particular atenção à identidade local, ao património, à cultura e às tradições.

Ricardo Sobral destaca a diversidade da programação e o significado das celebrações para a comunidade.

“Será um dia em que pretendemos destacar a dinâmica da nossa vila, mostrar a riqueza do nosso território e enaltecer o percurso de personalidades da nossa terra que, em muito têm contribuído para dar outra dimensão à freguesia”, sublinha o presidente da Junta.

Al Mouraria, produtos locais e magusto encerram comemorações

A partir das 16:30, o programa desloca-se para o adro da Igreja Matriz, onde estará instalado um recinto com expositores de produtos locais e espaços de comes e bebes.

Às 18:00, realiza-se um concerto dos Al Mouraria, grupo musical cujas origens remontam a um projeto iniciado em 2002 e que combina sonoridades tradicionais do fado com uma abordagem contemporânea ao género.

A atuação integra a componente cultural das comemorações, proporcionando um momento musical à população e aos visitantes.

O encerramento está marcado para as 19:30, com a realização de um magusto tradicional, acompanhado por um baile animado pelo artista Humberto Silva.

A Junta de Freguesia pretende que o conjunto de atividades contribua para valorizar o património, promover a economia local e proporcionar momentos de encontro entre diferentes gerações.

As comemorações do 27.º aniversário da elevação da Mexilhoeira Grande à categoria de vila procuram, assim, assinalar o percurso da localidade e dar visibilidade às iniciativas que têm contribuído para o seu desenvolvimento cultural, social e desportivo.

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Una pantera rosa para gobernarlos a todos

21 October 2026 at 22:10
«Lo verdadero es un momento de lo falso», advirtió Guy Debord hace más de medio siglo, cuando lo viral todavía se vendía impreso en el quiosco. ¿Qué pensaría si levantara la cabeza y se diera de bruces con el beso que se marcaron Pedro y Begoña el sábado en Fuenlabrada? ¡La fuerza del amor! Leer

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Alana S. Portero: "Muchos jóvenes creen que no son clase obrera, sino millonarios fallidos a un grado de separación de un Lamborghini"

21 October 2026 at 22:09
Tras un éxito internacional que la llevó a codearse hasta con Dua Lipa, la escritora madrileña regresa con 'Cosamala', un cuento de brujas de la Guerra Civil: "El mal lo llevamos dentro y forma parte de quienes somos" Leer

Tras un éxito internacional que la llevó a codearse hasta con Dua Lipa, la escritora madrileña regresa con 'Cosamala', un cuento de brujas de la Guerra Civil: "El mal lo llevamos dentro y forma parte de quienes somos"

Os desafios da habitação em Portugal

22 October 2026 at 15:59
Neste episódio, debatemos as maiores barreiras à oferta de casas em Portugal: o que construir, onde, a que preço e com que financiamento para responder às dificuldades da classe média.

Filmes de Brics y Latinoamérica en Festival Cruce de Civilizaciones

22 October 2026 at 15:53

Moscú, 22 oct (Prensa Latina) En la segunda edición del Festival Internacional de Cine Cruce de Civilizaciones se presentarán filmes de los países Brics y de América Latina, informó hoy el canal multinacional TVBrics.

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Messi y las personalidades en Premios Princesa de Asturias

22 October 2026 at 15:42

Oviedo, España, 22 oct (Prensa Latina) Faltaba un galardonado de nombre Lionel Messi y fue recibido hoy de forma multitudinarias por decenas de admiradores en esta ciudad, donde recibirá el Premio Princesa de Asturias de los Deportes.

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Produtores apontam para quebra de produção de castanha

22 October 2026 at 15:27
Produção de castanha regista quebra em Valpaços devido ao calor e à seca, mas produtores garantem uma melhor qualidade do fruto em comparação ao ano passado, numa atividade cada vez menos rentável.

© ESTELA SILVA/LUSA

A Câmara de Valpaços alertou para a presença da vespa asiática e recomendou a cuidados redobrados durante a apanha da castanha e da azeitona

Fallece a los 79 años el poeta y crítico literario leridano Jaume Pont

22 October 2026 at 14:55
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El poeta y crítico literario leridano Jaume Pont, considerado uno de los más singulares de su generación, ganador en 2023 del premio Mallarmé extranjero de traducción por su poemario Mirall de negra nit, ha fallecido a los 79 años de edad, según ha informado LaBreu Edicions. Nacido en Lleida en 1947, Pont fue profesor en las universidades de Barcelona, Poitiers, Nápoles, Illinois, Mar del Plata y Littoral-Côte d'Opale, y, también fue catedrático de Literatura Española Moderna y Contemporánea en la Universitat de Lleida.

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Muahahaha! 13 novos livros infantis para o Halloween

22 October 2026 at 14:41
São histórias de bruxas, de abóboras, de ogres, criaturas mágicas, caça-fantasmas, crimes, coisas misteriosas, receitas nojentas e até um livro-candeeiro com pequenos monstros. É Halloween.

Ilustração de Antoni Galmés Martí, retirada da capa do livro "O Feitiço das Boas Maneiras".

La mayor colección de inscripciones rupestres latinas de todo el Imperio Romano, en Valencia

22 October 2026 at 13:38
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A más de 200 metros de profundidad en la Cova Dones (Millares, Valencia) hay un santuario de época romana. Allí se veneraba a una deidad femenina con rituales donde las mujeres tenían un papel muy destacado, algo muy poco habitual en la sociedad de la Antigua Roma.

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El reconocido viñetista 'El Roto' cede 301 obras a la Junta de Castilla-La Mancha

22 October 2026 at 13:22
El viñetista 'El Roto' cede 301 obras a Castilla-La Mancha

El consejero de Educación, Cultura y Deportes, Amador Pastor, ha trasladado su más sincero agradecimiento al artista Andrés Rábago, conocido como 'El Roto', "por su generosidad y compromiso" con la cultura al donar a la Comunidad Autónoma un total de 301 obras, entre dibujos y óleos. 

Pastor ha destacado que este gesto supone una aportación extraordinaria al patrimonio artístico regional y permitirá que el conjunto de la ciudadanía pueda disfrutar de la obra de uno de los grandes referentes del humor gráfico, la crítica social y la creación artística contemporánea en España.

El presidente de Castilla-La Mancha, Emiliano García-Page, ha firmado un convenio de cesión de obras con el artista, mediante el cual un total de 301 piezas, entre dibujos y óleos, valoradas en más de dos millones de euros, pasan a formar parte del patrimonio artístico de la Comunidad Autónoma. 

Amador Pastor ha comentado que este acuerdo "supone un importante impulso al enriquecimiento de los fondos culturales de la región y permitirá acercar a la ciudadanía el legado de uno de los creadores más destacados del panorama artístico español contemporáneo".

Las obras cedidas abarcan las tres vertientes creativas de Andrés Rábago: OPS, El Roto y su producción pictórica firmada con su propio nombre. A través del dibujo y el humor gráfico, el artista ha construido una mirada crítica, irónica y comprometida sobre la sociedad española y sus transformaciones a lo largo de las últimas décadas, mientras que sus óleos muestran una faceta más introspectiva y contemplativa, caracterizada por la búsqueda de la luz, el silencio y la reflexión sobre la condición humana. 

Andrés Rábago García, conocido artísticamente como 'El Roto', nació en Madrid en 1947 y es uno de los grandes referentes del humor gráfico y la ilustración en España. Comenzó su trayectoria profesional durante los últimos años del franquismo bajo el seudónimo de OPS, con dibujos de carácter surrealista y una marcada crítica social. 

Posteriormente adoptó el nombre de 'El Roto', con el que ha desarrollado una extensa carrera en medios de comunicación como Diario 16 y El País, convirtiéndose en una de las voces más reconocibles del periodismo gráfico español. Paralelamente, ha cultivado la pintura bajo su propio nombre, desarrollando una obra de carácter simbólico y contemplativo. A lo largo de su trayectoria ha recibido numerosos reconocimientos, entre ellos el Premio Nacional de Ilustración en 2012, que avalan su contribución a la cultura y al pensamiento crítico.

Ni colonia ni "urbe olvidada": las claves históricas que desmontan el relato nacionalista marroquí sobre Melilla

21 October 2026 at 23:09
Melilla desde el mar. Foto de Miguel González Novo

Los hechos históricos son los que legitiman las reclamaciones territoriales de los países. Por ello, la pugna entre Madrid y Rabat por la soberanía de Ceuta y Melilla ya no se libra en la diplomacia, el pulso entra en el terreno de la historia. Un extenso ensayo publicado en el diario marroquí le360 bajo la firma del urbanista e historiador Mohamed Métalsi, ha abierto el debate al calificar a Melilla de "ciudad olvidada" y resume su estatus político a un enclave puramente rifeño, islámico y amazigh (bereber) que fue amputado de su territorio natural.

La "urbe olvidada" del Rif

La tesis de Métalsi sostiene que la historiografía española ha recurrido al término "ocupación" de forma interesada para obviar ocho siglos de presencia islámica y justificar la toma de una ciudad presuntamente vacía. En su artículo, reconstruye la cronología de Melilla desde las primeras comunidades neolíticas y el puerto fenicio de Rusadir, pasando por el reino mauro y la posterior etapa islámica (Malila), vinculada a las tribus de los Guelaya (Iqer'iyen). A su juicio, el "relato colonial" español transformó un puerto mercantil en un presidio militar en guerra permanente con su entorno.

Sin embargo, historiadores como Alberto Bolaños mantienen una postura distinta. Para Bolaños, este lamento responde a una clara intencionalidad política: "Es una forma torticera de utilizar la historia que no tiene base documental". Frente a la pretensión de englobar el pasado medieval de la plaza bajo la soberanía de un Marruecos histórico, el historiador puntualiza la realidad política del Magreb a finales del siglo XV. En aquel momento gobernaban los sultanes watasíes desde Fez, no los alahuitas que ocupan el trono actual de Rabat. El historiador recuerda que Marruecos, como Estado-nación con fronteras delimitadas y control efectivo sobre todo su territorio y sus cabilas, no surge hasta su independencia en 1956.

Intentar atribuirle al Marruecos contemporáneo la herencia de los reinos bereberes es como pretender que el Egipto actual reclame derechos territoriales invocando a los faraones

Seguridad, piratería y la doctrina de frontera

La expedición de 1497 tampoco respondió a un afán de conquista colonial ultramarina, sino a una estricta necesidad defensiva. Con la toma del Reino Nazarí de Granada en 1492, la Corona de Castilla culminaba la Reconquista peninsular, pero la memoria de las sucesivas invasiones norteafricanas que habían alterado el curso peninsular (almorávides, almohades y benimerines) seguía muy viva.

"Castilla y los reinos peninsulares entendían que en el norte de África había un problema crónico de seguridad", explica Bolaños. Y es que la amenaza de nuevas incursiones se sumaba una piratería endémica en el Estrecho de Gibraltar y el mar de Alborán, que asfixiaba el comercio marítimo. Tras conquistar Granada, Isabel la Católica y más tarde el cardenal Cisneros impulsan la política norteafricana con un fin muy concreto: neutralizar las bases de piratería corsaria y asegurar el flanco sur peninsular.

Parte de la Corona, no colonia

Uno de los aspectos medulares donde choca la narrativa marroquí con la posición española es la naturaleza jurídica de Melilla. Desde Rabat se insiste en asimilar las ciudades autónomas a colonias o vestigios imperialistas pendientes de descolonización, equiparándolas en ocasiones al contencioso de Gibraltar, pero existe una diferencia abismal. Gibraltar es una posesión británica cedida por el Tratado de Utrecht (1713), pero nunca ha formado parte del territorio metropolitano del Reino Unido. Ceuta y Melilla, en cambio, se integran desde el primer instante en la Corona de Castilla. "Son tan españolas como pueda serlo Asturias" explica Bolaños.

En el caso de Melilla, el salto de plaza fuerte a ciudad moderna quedó sellado tras la Guerra de África (1859-1860) mediante los tratados bilaterales hispano-marroquíes de 1859, 1860 y el posterior deslinde de 1862, rubricado mediante el célebre disparo de cañón desde el fuerte de Victoria Grande que fijó el territorio de la ciudad.

La frontera del Protectorado

El estatus no colonial de ambas ciudades quedó manifiesto en el siglo XX, durante la vigencia del Protectorado español en Marruecos (1912-1956). Ni Ceuta ni Melilla formaron jamás parte del protectorado.

Eran comandancias generales y territorio español de pleno derecho con siglos de anterioridad. Por eso la capital del protectorado se estableció en Tetuán y no en Ceuta ni en Melilla. "Ambas plazas estaban formalmente fuera del territorio protegido porque eran suelo español soberano", recuerda Bolaños. De hecho, el historiador apunta una anécdota poco conocida sobre la delimitación decimonónica: "El propio Francisco Franco se lamentaba décadas después de que en los tratados de 1860 no se hubiera aprovechado la victoria militar para extender el perímetro de Melilla hasta el monte Gurugú, lo que habría otorgado una mayor profundidad estratégica y defensiva a la plaza".

Frente a los intentos recurrentes de la diplomacia y los medios marroquíes por transformar la historia de Melilla, los archivos y el derecho internacional continúan arrojando el mismo testimonio: Melilla no fue segregada de ningún Estado marroquí preexistente, sino configurada a lo largo de más de cinco siglos como un componente indisociable de la soberanía hispana en el Mediterráneo.

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