Com novo álbum acabado de sair, os Fontaines D.C. inauguraram a digressão europeia em Lisboa esta quarta-feira, 21 de outubro. E os fãs dos irlandeses mostraram ter feito o trabalho de casa: as canções do recente "Dopamine Chamber" estavam na...
A pergunta que importa é esta: queremos uma revolução ou uma evolução? A revolução promete tudo de uma vez e costuma acabar a destruir o que funcionava. A evolução é menos vistosa. É melhorar um pouco todos os dias, corrigir o que falha e manter...
A quebra do consumo tradicional, a procura por moderação e a emergência dos vinhos sem álcool estão a obrigar o setor a rever estratégias, produtos e mercados. Em entrevista, Frederico Falcão, presidente executivo da ViniPortugal, analisa o peso...
Com novo álbum acabado de sair, os Fontaines D.C. inauguraram a digressão europeia em Lisboa esta quarta-feira, 21 de outubro. E os fãs dos irlandeses mostraram ter feito o trabalho de casa.
Iniciativa do GRACE de que o SAPO é parceiro, o podcast Casa Portuguesa da Sustentabilidade dá voz aos protagonistas das boas práticas que crescem em Portugal. Joana Garoupa traz a palco as mulheres e os homens que estão a transformar o panorama...
A interpelação de Chris Olah ao Vaticano não nos deve deixar assustados. Deve, pelo contrário, encher-nos de alento. Mostra que no auge do avanço algorítmico, em vez de apagar o sagrado, a máquina acabou por empurrar o Homem de volta para a sua própria vocação.
A universitária Raquel Varela, historiadora, de raízes radicais desde menina, observa a dialética como um processo de emancipação dos povos e das gentes. Enquanto acredita que serão os povos que escolherão a paz e viverão em fraternidade, espontaneamente, julga ser mandatório impedir que, entretanto, a maioria desses povos decida por si como quer viver.
A dimensão de um país não determina a medida da sua ambição. O que conta é a capacidade de fazer, escolher bem, reformar quando necessário e acreditar no que sabemos e podemos construir.
Estamos habituados a encontrar a expressão blanc de noirs nos espumantes mas nos vinhos tranquilos, sem bolhas, a ideia de fazer um branco com uvas tintas ainda hoje surpreende quem está menos familiarizado com o mundo do vinho.