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U2 no Brasil: veja quando comprar ingressos de data extra de show

22 October 2026 at 19:48

O U2 anunciou uma data extra para se apresentar em São Paulo, com a turnê “The Greatest Show On Earth World Tour”. A terceira data foi anunciada no estádio Morumbis, após a alta demanda na venda geral de ingressos nesta quinta (22).

Todas as modalidades de venda estarão disponíveis na sexta-feira (23). Os ingressos para a nova data em São Paulo estarão disponíveis inicialmente na pré-venda para assinantes do U2.com, no dia 23 de outubro, das 8h às 10h, para os grupos Feedback e The Hype.

Na mesma data, também haverá pré-venda online pelo site da Ticketmaster, das 10h às 15h. Nesse período, clientes Santander Select e Private Banking terão uma fila exclusiva, enquanto os demais clientes Santander poderão adquirir ingressos das 10h às 14h. Já a venda para o público geral começa às 15h.

Essa é a primeira vez que o grupo formado por Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. se apresenta no Brasil após o fim da “The Joshua Tree Tour”, realizada em 2017. Na época, a banda se apresentou em outubro.

Os preços dos sete setores variam entre R$ 3.000 (pacote Red inteira) e R$ 345 (meia-entrada arquibancada). 

A nova turnê mundial da banda começará na Cidade do México no dia 23 de fevereiro, com apresentação de abertura de Beck.

Confira os preços dos ingressos do U2 em São Paulo

  • Arquibancada: R$ 690 (inteira) e R$ 345 (meia-entrada);
  • Pista: R$ 790 (inteira) e R$ 395 (meia-entrada);
  • Cadeira Superior: R$ 1.320 (inteira) e R$ 665 (meia-entrada);
  • Cadeira Inferior: R$ 1.390 (inteira) e R$ 695 (meia-entrada);
  • Pista Premium A/B: R$ 1.550 (inteira) e R$ 775 (meia entrada);
  • Gold Circle: R$ 1.750 (inteira) e R$ 875 (meia-entrada);
  • RED Zone: R$ 3.000 (inteira) e R$ 2.255 (meia entrada).

Veja o que muda nos ingressos e meia-entrada para shows após novo decreto

*Com informações de Nicoly Bastos, da CNN Brasil

El emocionante vídeo de Patti Smith en el que 3.000 personas cantan con ella 'People have the power'

22 October 2026 at 17:56

Unas tres mil personas, la mitad de ellas pertenecientes a coros de diferentes puntos del país, han sorprendido este jueves en Oviedo a la cantante estadounidense Patti Smith cantando su icónico himno People have the power, un día antes de que recoja el Premio Princesa de Asturias de las Artes.

Más de 1.500 representantes de 78 grupos corales y otras tantas voces anónimas se han congregado en la antigua Fábrica de Armas de la capital del Principado para darle una sorpresa a la considerada 'madrina del punk', que ha expresado su asombro al llegar al recinto junto a la presidenta de la Fundación Princesa de Asturias, Teresa Sanjurjo. Junto a ella estaba la escritora Inés Martín Rodrigo, que acompañaba a la cantante a su nuevo acto cultural.

La artista y activista, coautora junto a Bruce Springsteen del éxito mundial Because the night, se ha subido a un escenario habilitado en este espacio de más de 120.000 metros cuadrados de la capital asturiana, donde la esperaban miembros de su grupo. "¡Es una sorpresa! ¡Muchas gracias!", ha dicho visiblemente emocionada al ver a la multitud congregada. En ese momento, arrancaron los primeros acordes de su himno y Smith, acompañada con las voces de miles de personas a modo de coro, ha interpretado este legendario tema que ha llegado a convertirse en un himno de resistencia.

Tras unos minutos de unión de las voces de miles de personas y la de Smith, ésta ha agradecido este gesto "maravilloso" ofrecido a modo de regalo por todos los asistentes y ha confesado que escribió esta canción esperando que ocurriera un momento como éste.

La cantante recogerá este viernes 23, en Oviedo, el Premio Princesa de Asturias de las Artes concedido por ser ejemplo para muchas artistas, así como por su creatividad y compromiso por ofrecer un mensaje de esperanza ante las injusticias. La artista ha ofrecido durante los días previos a la entrega de estos galardones dos conciertos en Gijón, coincidiendo con el cincuenta aniversario de su primera actuación en España

U2 anuncia terceiro show em SP após alta demanda; saiba detalhes

22 October 2026 at 17:19

A banda U2 anunciou um terceiro show em São Paulo após a alta demanda pelos ingressos dos dois dias de apresentação anunciados anteriormente. Além dos dias 10 e 12 de março de 2027, o grupo também se apresenta no dia 14. Os shows serão realizados no estádio Morumbis, localizado na zona sul da cidade.

Os ingressos para a nova data estarão disponíveis todos na sexta-feira (23). Inicialmente, na pré-venda para assinantes do U2.com, das 8h às 10h, para os grupos Feedback e The Hype. No mesmo dia, também haverá pré-venda online pelo site oficial da Ticketmaster, das 10h às 15h. Nesse período, clientes Santander Select e Private Banking terão uma fila exclusiva, enquanto os demais clientes Santander poderão adquirir ingressos das 10h às 14h.

A venda para o público geral começa às 15h.

A banda irlandesa se apresentará com a “The Greatest Show On Earth World Tour”. Essa é a primeira vez que o grupo formado por Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. se apresenta no Brasil após o fim da “The Joshua Tree Tour”, realizada em 2017. Na época, a banda se apresentou em outubro.

Os preços dos sete setores variam entre R$ 3.000 (pacote Red inteira) e R$ 345 (meia-entrada arquibancada). 

A nova turnê mundial da banda começará na Cidade do México no dia 23 de fevereiro, com apresentação de abertura de Beck.

Confira os preços dos ingressos do U2 em São Paulo

  • Arquibancada: R$ 690 (inteira) e R$ 345 (meia-entrada);
  • Pista: R$ 790 (inteira) e R$ 395 (meia-entrada);
  • Cadeira Superior: R$ 1.320 (inteira) e R$ 665 (meia-entrada);
  • Cadeira Inferior: R$ 1.390 (inteira) e R$ 695 (meia-entrada);
  • Pista Premium A/B: R$ 1.550 (inteira) e R$ 775 (meia entrada);
  • Gold Circle: R$ 1.750 (inteira) e R$ 875 (meia-entrada);
  • RED Zone: R$ 3.000 (inteira) e R$ 2.255 (meia entrada).

Veja o que muda nos ingressos e meia-entrada para shows após novo decreto

 

Lucro da Spotify cai 42% no 3.º trimestre para 518 milhões

22 October 2026 at 17:13
Receitas da empresa atingiram os 4.969 milhões de euros. Do total da faturação, 4.487 milhões correspondem a subscrições "premium", enquanto 482 milhões a receitas de publicidade.

© HAYOUNG JEON/EPA

A Spotify estima atingir um total de 818 milhões de utilizadores mensais ativos até ao final do exercício e 316 milhões de assinantes premium

Hit do Jammil, música 'Celebrar' ganha versão natalina na voz de Adelmo Casé

22 October 2026 at 16:03
Uma das músicas mais conhecidas do repertório da banda Jammil e Uma Noites ganhou uma roupagem especial para as festas de fim de ano. A faixa “Celebrar” foi regravada na voz de Adelmo Casé em uma versão com clima natalino, com direção e produção musical assinadas por Manno Góes — compositor da canção original ao lado de Levi Lima.A releitura é o grande atrativo da campanha de Natal do Shopping Bela Vista e será apresentada oficialmente ao público no próximo domingo (1º de novembro), às 18h, durante o espetáculo de chegada do Papai Noel e a inauguração da decoração temática.Arranjos e participações especiaisA nova gravação aposta em uma sonoridade que une emoção e o espírito festivo da temporada sem perder a identidade popular da faixa. A produção conta com:Arranjos de cordas: Executados pelo Quinteto da Bahia.Coro de vozes e palmas: Formado por Renan Ribeiro, Paulinho Caldas, Rafael, Nilce, Ângela Lôpo, Kekedy Almeida e Riane. Segundo Juliana Brandão, gerente de marketing do centro de compras, a escolha da música reflete o propósito da temporada: "Celebrar traduz muito do que queremos transmitir neste Natal: a alegria de estar junto, compartilhar bons momentos e valorizar tudo de bom que a vida tem para nos dar".

Um saxofone, uma vida, uma saudade

22 October 2026 at 14:31

VTM

Em tempos, pertencera aos quadros da Banda de Mateus, sendo considerado um dos mais insignes saxofonistas que por ali passaram.

O seu regresso trazia consigo as saudades da terra, as memórias de outros tempos e, sobretudo, aquele talento musical que não conhece fronteiras nem se apaga com a distância. Para quem o conhecia, a sua presença representava o reencontro com um músico de reconhecidos méritos, alguém que deixara a sua marca no seio de uma coletividade que tanto contribuiu para a formação musical e cultural de tantos jovens da região.

Nesse dia, antes da procissão, eu, como Mestre da Banda, fui abordado pelo presidente da centenária coletividade, António Matos, que me perguntou se o António Claustro – como era conhecido – poderia tocar no concerto à noite. Confesso que fiquei surpreendido e hesitante na resposta. Afinal o músico não tinha participado em qualquer ensaio e como seria natural, a sua presença no concerto levantava-me algumas dúvidas.

Foi então que António Claustro olhou para mim. No seu olhar havia determinação, mas também uma emoção difícil de descrever. E, com uma firmeza que ainda hoje guardo na memória, disse-me:

– Não tenhas receio, porque a alma da música da nossa terra sempre me acompanhou.

E como duvidar de alguém que falava assim da música?

A noite chegaria, e com ela o momento de transformar aquelas palavras em arte.

Já no final, incapaz de esconder o que me ia na alma, dirigi-me ao grande músico para lhe agradecer a sua presença naquela noite inesquecível.

E então aconteceu o abraço.

Um abraço forte e apertado, um abraço carregado de sentimentos que dispensavam as palavras. Um abraço de emoção tão profundo que me fez lembrar uma mãe lavada em lágrimas de alegria ao receber um filho que julgava distante e perdido.

Abambres teria oportunidade de escutar um saxofonista cuja ligação à Banda de Mateus ultrapassava os limites de uma simples passagem pelos seus quadros. Era um daqueles músicos que transportava consigo o nome da sua terra, mesmo quando a vida os levava para longe.

Depois daquele concerto, não tive mais dúvidas: António Claudino – o nosso Claustro – era, sem dúvida, um dos mais prestigiados saxofonistas que passaram pela Banda de Mateus.

Aquele enorme artista deixou-nos naquela ocasião uma lição que vai muito para além da música: há paixões que permanecem connosco para toda a vida.

Há músicos que quando tocam, deixam um pouco da sua alma em cada um de nós.

António Claudino – Claustro – foi, para mim, um desses músicos inolvidáveis.

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El Barrio celebra 30 años de carrera y nueva etapa con la publicación de 'Relicario'

22 October 2026 at 13:48

Treinta años dedicados a la música han llevado a José Luis Figuereo (Cádiz, 1970), conocido como El Barrio, hasta su decimoquinto disco de estudio Relicario, que se publica este viernes y donde el cantautor recuerda todos los aspectos de su vida que le han llevado hasta el momento actual.

"El relicario es el disco duro que llevamos dentro. Está hecho desde que nazco, es ese trocito de mí que se abre y guarda mi infancia, mi pubertad, mis familiares, mi música y mi gente", ha contado el cantante en la presentación de este disco.

El álbum que sucede a Atemporal (2022) está compuesto por 13 canciones y una versión acústica de uno de los títulos, Filtro y matices, unas canciones que reflejan las experiencias y aprendizajes que Figuereo ha acumulado desde ese Yo sueno flamenco con el que comenzó su carrera en 1996.

El cantante ha explicado que, detrás de este nuevo álbum, "hay muchas historias, historias de andar por casa". "Este disco habla de un pueblo, de temas sociales, de amor, de desamor, de cosas maravillosas que se exploran a través de las canciones", ha relatado.

Como ha descrito, Relicario no busca solo conseguir grandes canciones, sino una obra completa y cohesionada donde se observa a un Barrio "mucho más maduro, porque vamos cumpliendo para adelante".

"Vamos a tener unas letras mucho más serias, pero siempre pensando y contando lo más importante, que es el idioma del flamenco, un espejo donde el mismo barriero se mira todas las mañanas", ha añadido.

Este último año ha traído muchos cambios para El Barrio, incluido el final de su etapa profesional en mayo de 2025 con la compañía Oripando Producciones, tras hacerse público el fallo del Tribunal Supremo que daba por concluidos 20 contratos editoriales que el cantante tenía con la empresa por haber incumplido esta sus obligaciones de distribución de la obra y de control de la tirada de ejemplares.

Este Relicario, su primer trabajo fuera de la que había sido durante tanto tiempo su discográfica, lo afronta "con unos nervios especiales", porque está hecho desde sus propias manos: "Todo ha pasado por mí, tanto fotos como letras, música, producción, arreglos, masterización, todo".

El artista también ha formado parte de la producción de la portada y el aspecto físico del disco, un elemento que el cantautor considera que la música debe reivindicar en los momentos actuales.

"Ahora mismo casi nadie tiene CD en casa, pero el verdadero coleccionista tiene que tener algo en las manos, si no, no hay colección. Cuando tú muestras lo físico a alguien es cuando de verdad se da cuenta de las letras, de la música, de forma mucho más intensa que en plataformas", ha reflexionado.

Además de esta, El Barrio ha subrayado su preocupación por lo que ha llamado "la prostitución de la música": "Tenemos que dejar de prostituir la música para que las tendencias sean nuestras y estar en más partes del mundo con nuestro sello personal".

En este sentido, ha definido como "un poco ridículo" la incursión de los ritmos más latinos en la música española. "Prefiero alzar la voz para apoyar la música española, igual que el cine español y toda la cultura española, en general, para estar en el resto del mundo como nos merecemos", ha defendido.

Por otro lado, el artista prepara una nueva gira titulada Lo que guardas te hace volver, que dará comienzo el 5 de febrero de 2027 en el Movistar Arena de Madrid y recalará en toda la geografía española con 23 fechas, incluidas Valencia, Bilbao y todas las provincias andaluzas, y que cuenta ya con alrededor de 180.000 entradas vendidas.

Para prepararse para su concierto, Figuereo ha querido que la gente "deje las penas en casa" para encontrarse en el escenario "al Barrio, a la alegría de saberse las canciones, de llegar a un sitio y encontrarse con personas de toda España, de volver del concierto a casa en metro cantando las canciones y de cantar conmigo", ha concluido.

Lenda do rock baiano anuncia show gratuito nas ruas de Salvador

22 October 2026 at 15:06
A banda soteropolitana The Honkers é um daqueles fenômenos que só o resiliente e renitente rock baiano é capaz de proporcionar: estilisticamente, é uma salada. Está na cena há quase 30 anos. O vocalista já ficou pelado no meio de um show, no maior festival mainstream da cidade (aquele mesmo, que se repete a cada verão). Se apertaram em um Santana Quantum até a Argentina para fazer dois ou três shows. Tem fãs devotados. Para contar essa história, o cineasta Rodrigo Araújo vem filmando um documentário há dois anos. E no dia 8 próximo, a banda vai fazer um show gratuito no meio da rua para filmar as últimas cenas do doc.Será em um fim de tarde de domingo, na Travessa Basílio de Magalhães, no Rio Vermelho, em frente ao bar Área 51 (já tem até gente chamando o local de ‘Novo Calypso’, mas abafa o caso).No palco – ops, na rua – o célebre Rodrigo Sputter Chagas, o cantor, poeta beat baiano e líder da banda, vai fazer o que sabe fazer melhor: tocar o caos e, aqui e ali, receber alguns convidados, entre os muitos ex-membros e amigos da banda. Ao seu lado, os fiéis Felipe Brust (guitarra e backing vocal), PJ (guitarra), Tripa 77 (baixo) e Thilindão (baixo).“Rodrigo (Araújo, o diretor do doc) fala que já temos quase 30 anos de banda, e na teoria, ele não tá mentindo. Em abril de 1997 eu montei a banda junto com um amigo, quando soube que ele procurava um vocalista pra uma banda de punk/ska. Nesse mesmo ano, chamei PJ, porque eu sempre quis montar uma banda com ele. PJ é uma lenda da Cidade Baixa, meu mestre/professor. Também nesse mesmo ano conheci Thiago (Thilindão) e chamei ele. Mas somente em junho de 1998 quando Brust entrou, que viramos banda de verdade, começamos a ensaiar e planejar o primeiro show”, relata Sputter.Esse primeiro show, como quase tudo que os Honkers costumam fazer, foi bombástico: ocorreu em outubro de 1998, em uma casa bem em frente ao Parque Costa Azul, que pertencia ao pai de Brust, havia sido vendida e logo depois, foi demolida – inclusive metade do trabalho da equipe de demolição foi feito nessa noite – pela banda e pelo ‘animado’ público que compareceu.“Creio que você foi nesse show (sim, este repórter estava lá). Foi na casa de Brust. Tava a galera dos Dead Billies, Cascadura, Rogério BigBross, Ricardo Spencer, uma rapa de gente e de bandas da cena. Mas depois de tanto tempo e tanto álcool, entre outras coisas, pode ter feito muita gente esquecer. Tanto que essa é nossa piada interna: ninguém viu esse primeiro show”, diverte-se o cantor.Naquele período inicial, entre o fim dos anos 1990 e início dos anos 2000, a banda estava bem ativa: fez muitos shows no lendário Calypso e outros cantos, viajou para o Sudeste (onde quase destruíram uma boate na Rua Augusta, em São Paulo), gravaram uns dois ou três CDs e fizeram a mítica viagem de carro até a Argentina (há relatos detalhados na Internet, vale a pena buscar).Dos anos 2010 para cá, a banda começou a ter hiatos maiores entre shows e gravações, e assim veio se mantendo, mas sempre que marca um show, a rapaziada fã comparece. “Esse filme, da produtora Malta, nasce do desejo de explicitar a pesquisa musical e a trajetória dessa banda, com essa sonoridade tão única e tão peculiar aqui em Salvador”, diz o outro Rodrigo – Araújo, diretor do documentário.“Ele tem sido filmado nos últimos dois anos, de maneira totalmente independente. A Malta e a banda já tem parcerias antigas na produção de videoclipes e de curtas-metragens. A previsão é lançar no início do ano que vem, em um momento em que a banda está próxima de completar 30 anos. Esse show existe em função da gravação do filme, quando será gravada a última cena, que será na rua”, acrescenta o cineasta. Amor e o mundo estranhoSputter conta que esse show foi uma sugestão dele, e que Araújo topou na hora: “O show vai ser pra isso. Tive essa ideia e falei com Rodrigo e ele adorou. Tocar na rua, essa coisa mais despojada, punk, do it yourself”.“Esperamos captar toda a insanidade de um show dos Honkers, na rua, final da tarde, mas com pessoas de todas as idades lá, participando. Tem gente que me contou que vai levar o filho, a sobrinha, a tia, o avô. Minha mãe está com Alzheimer, mas ainda se lembra da banda e quer ir. Enfim, é um show do Honkers família. Mas não espere nada de tradicional e conservador”, espezinha o vocalista.Segundo Sputter, mais do que sobre uma banda de rock underground, este será um filme sobre... amor.“Sim, ele fala principalmente do amor. Do amor pela música, pelas canções, de amizade (e suas dificuldades ao longo do tempo, pois é um casamento de várias pessoas num projeto de vida) e do amor à arte. Apesar de toda depressão, tristeza, dificuldade, esse amor às canções faz com que chutemos toda a energia ruim pra longe”.“Fazemos música para não enlouquecer num mundo cada vez mais estranho. Mas essas pessoas estranhas a esse mundo estranho encontram na arte, nas canções, o seu templo de salvação. Tentamos arrebanhar almas, mas sem dogmas, pra chutar a caretice e a chatice pra lá, pra bem longe. Um belo chute de coturno na caretice reacionária, pois o rock ‘n’ roll nasceu, e ainda é, a desconstrução de uma sociedade que não aceita pessoas diferentes. E as canções transformam essas diferenças em coisas especiais”, conclui Sputter.The Honkers / Dia 08/11 (domingo), 17h / Em frente ao bar Área 51 Travessa Basílio de Magalhães, 90 - Rio Vermelho) / Couvert solidário

Fontaines D.C. na MEO Arena: este romance com Portugal tem mais dopamina

22 October 2026 at 13:36
Com novo álbum acabado de sair, os Fontaines D.C. inauguraram a digressão europeia em Lisboa esta quarta-feira, 21 de outubro. E os fãs dos irlandeses mostraram ter feito o trabalho de casa: as canções do recente "Dopamine Chamber" estavam na ponta da língua, o interesse nelas pouco ou nada esmoreceu face às antigas.

Salvador Sobral: “Estivemos das 9 da noite às 4 da manhã a comer moelas frias. No dia seguinte, metem lá outra vez moelas congeladas e tens de as comer”

“Eles têm de congelar para o prato ficar igual de um dia para o outro. Mas que coisa tão horrível. Nunca mais comi moelas”. Salvador Sobral recorda, no Posto Emissor, uma cena difícil do filme “A Providência e a Guitarra”, no qual se estreou como ator

Martinho da Vila e Mart’nália celebram laços em show: "A gente se entende no olhar"

22 October 2026 at 13:03
Criatividade sempre foi uma das marcas do sambista fluminense Martinho da Vila, 88. Mas sua verve criativa não ficou restrita ao universo musical. Tanto é que o nome de sua filha Mart’nália, por exemplo, é o resultado da mistura de Martinho com Anália, mãe da cantora carioca.Sempre muito próximos, Martinho e Mart’nália – que carrega influências musicais do pai desde pequena, e metade do nome dele no seu – agora trazem a Salvador a turnê Pai e Filha.Neste sábado, 24, às 19h, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), os dois sobem ao palco para desfiar um repertório atulhado de sucessos, tanto de um quanto do outro.Anunciada como a última turnê do autor de Disritmia, esta é a primeira vez que os dois se apresentam juntos em um show de tamanha envergadura. Porém, segundo Martinho, mesmo não estando juntos no palco todo o tempo, a música sempre esteve com eles como uma extensão de casa, da convivência familiar.“Ver a Mart’nália crescer nesse ambiente e construir a própria trajetória tornou esse encontro algo muito natural. A turnê surgiu desse desejo de celebrar nossa história, o samba e a alegria de estarmos juntos”, comemora o pai.Ele garante que será um dia de puro contentamento. “Era uma vontade antiga fazer algo juntos. A Mart'nália fez parte da minha banda, às vezes fazia participações em alguns shows. Agora, a gente vai dividir o palco. Vamos cantar umas canções juntos. Outras eu vou ficar assistindo”.Mas além de pai e filha, quem também participa do show é o acordeonista, arranjador e compositor carioca Kiko Horta, fazendo uma homenagem instrumental ao Nordeste, com canções de Dominguinhos, Luiz Gonzaga e Sivuca, que completaria 90 anos em 2026. Junto e separadoNo sábado, tudo começa com Mart’nália cantando um repertório próprio através de canções como Pé do meu samba, Pra que chorar e Cabide. E aos poucos, Martinho vai entrando no palco devagar, devagarinho e trazendo os sucessos Batuque na Cozinha, Ex-amor, O Pequeno Burguês, Canta Canta, Minha Gente, além de muitos outros.“O público vai ver muita música, muito samba e, principalmente, muita alegria. Vai ser uma mistura dos sambas do meu pai com as minhas músicas, cada um mostrando um pouquinho da sua história, e nós dois juntos também, que é a parte mais gostosa”, conta a filha.“É uma honra gigante estar vivendo isso ao lado do meu pai. Eu cresci vendo ele cantar, aprendendo com ele. Então, dividir esse momento é celebrar tudo o que ele construiu e agradecer por poder fazer parte dessa história”, alinhava.Claro que o momento mais aguardado da noite é o encontro entre pai e filha. Nesta hora, eles cantarão juntos Quem é do Mar não Enjoa, O Teu Chamego, Saideira, Segure Tudo, Feitiço da Vila.Mas Martinho avisa que tudo pode escapar do repertório previsto. “A gente até faz um roteiro, mas aquilo é só para constar, porque a gente é muito de improviso. Às vezes surge uma coisa legal de fazer, a gente vai e faz, né”?Mestre e aprendiz Foto: Divulgação Quanto à relação musical e afetiva entre os dois, ambos são só elogios. “Mart’nália é a grande estrela. Gosto de ver o show dela. Fico, como diz o dito popular, lambendo a cria. Vi essa menina crescer no meio do samba, acompanhando a música desde pequena, até encontrar seu próprio caminho”, lembra o pai coruja.E Mart’nália não só reconhece o talento do pai como se orgulha de beber desta fonte desde muito jovem. “Ah, Martinho da Vila é meu pai, né? (risos). Aprendi com ele tudo em relação à música. Desde os acordes, compositores, a história do samba. Comecei a tocar com ele muito cedo”.“Eu sempre fui muito grudada ao meu pai, cresci acompanhando ele, vendo os shows, as rodas de samba, convivendo com os músicos. Então, estar com ele no palco é uma coisa que tem muito a ver com a minha história. A gente se entende no olhar, tem intimidade, tem brincadeira… e, claro, tem muito samba”, complementa.Samba e BahiaEm 2026, Martinho está completando 59 anos de carreira que, segundo ele, foram acontecendo naturalmente. “Eu fui trabalhando, compondo meus sambas, procurando aprender e aproveitando as oportunidades que apareciam”.“Hoje, olhando para trás, fico feliz com tudo o que construí, com a minha história na Vila Isabel, com os amigos que fiz e com a contribuição que pude dar ao samba e à música brasileira”, arremata.Animado de poder cantar por aqui mais uma vez, Martinho revela que sua relação com a Bahia é de carinho, respeito e identificação com a cultura. “A Bahia tem uma força muito grande na formação da identidade brasileira, principalmente pela herança africana, pela religiosidade, pela musicalidade e pela alegria do seu povo”.“Como sambista, reconheço na Bahia uma das grandes raízes da nossa música. O samba, o batuque e tantas outras manifestações culturais mostram que a nossa história está profundamente ligada à resistência e à criatividade do povo negro”, finaliza.Pai e filha, com Martinho da Vila e Mart’nália / 24 de outubro / 19h / Concha Acústica do TCA / 1º lote: R$ 260 (inteira); R$ 130 (meia); 2º lote: R$ 280 (inteira); R$ 140 (meia); 3º lote: R$ 300 (inteira); R$ 150 (meia) / Vendas: Sympla e bilheteria do TCA

Mario Vaquerizo: "Aún cuestionan mi matrimonio diciendo que soy maricón. Alaska debe estar muerta de inanición tras 27 años con un maricón"

22 October 2026 at 17:13
Pueden pensar lo que quieran de él, tampoco es que le importe, pero hay algo indiscutible: nunca te aburres con el nuevo maestro de ceremonias de 'Cabaret' Leer

Pueden pensar lo que quieran de él, tampoco es que le importe, pero hay algo indiscutible: nunca te aburres con el nuevo maestro de ceremonias de 'Cabaret'
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