“O Porto é de quem o vive, não de quem o compra”: 11 dias de luta na rua pela habitação na Invicta
“O povo vai continuar a exercer o seu direito até ser inevitável ele ouvir-nos.” O recado ao primeiro-ministro partiu de uma praça que voltou a reunir cerca de mil pessoas. Houve música, poesia e uma promessa para sábado: “Voltaremos maiores e mais fortes”. Por agora, a organização do movimento vai gozar os “dias de folga concedidos caridosamente pela ação das forças policiais”. E decidiu “estrategicamente” suspender a comunicação com a imprensa
