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Moradia digna e acessível: o papel da habitação social na urbanização

22 October 2026 at 17:00

Ter uma moradia digna significa mais do que dispor de um imóvel. Para que a casa própria seja uma possibilidade real, o custo da aquisição e das despesas mensais precisa caber no orçamento familiar sem comprometer gastos essenciais, como alimentação, saúde, educação e transporte.

Esse equilíbrio é conhecido como affordability, conceito que relaciona o custo da moradia à capacidade de pagamento das famílias. Na habitação, ele ajuda a avaliar se uma pessoa consegue comprar ou manter um imóvel sem comprometer outras necessidades básicas.

Por isso, ampliar o acesso à moradia exige tanto a oferta de imóveis adequados quanto condições comerciais compatíveis com a renda da população. Programas habitacionais, como o Minha Casa, Minha Vida, e modelos de construção voltados a diferentes faixas de renda fazem parte dessa discussão.

O que é déficit habitacional?

O déficit habitacional é um indicador utilizado para dimensionar situações em que as condições de moradia exigem a criação ou reposição de unidades habitacionais. Ele mede a carência ou a insuficiência de moradias adequadas em uma determinada região, e envolve não apenas a falta total de um teto (pessoas em situação de rua), mas também imóveis precários e famílias cujas condições de moradia desrespeitam o direito à dignidade.

De acordo com os dados mais recentes da Fundação João Pinheiro (FJP), o déficit habitacional do Brasil em 2024 foi estimado em 5.773.983 domicílios, o equivalente a 7,4% dos domicílios particulares ocupados. O número representa uma redução de 3,4% em relação a 2023 e o menor percentual da série histórica.

O déficit é formado por três componentes principais: ônus excessivo com aluguel urbano, coabitação e habitação precária. Em 2024, o primeiro continuou sendo o mais representativo.

O ônus excessivo com aluguel urbano corresponde às situações em que famílias urbanas com renda de até três salários mínimos comprometem mais de 30% da renda com o pagamento do aluguel.

Em 2024, esse componente atingiu 3.587.777 domicílios. Já a coabitação ficou em cerca de 1,03 milhão de domicílios, enquanto a habitação precária alcançou aproximadamente 1,15 milhão.

Os números mostram que o desafio habitacional brasileiro envolve diferentes realidades. Para parte das famílias, a dificuldade está no custo de permanecer no imóvel; para outras, na precariedade da habitação ou na necessidade de compartilhar a moradia com outros núcleos familiares.

O que é habitação de interesse social?

A Habitação de Interesse Social (HIS) reúne políticas, programas e iniciativas voltados à ampliação do acesso à moradia adequada para a população de menor renda.

No Brasil, essa abordagem está relacionada ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social (SNHIS), criado pela Lei nº 11.124/2005 com o objetivo de promover o acesso à moradia digna, especialmente para a população de baixa renda, que concentra grande parte do déficit habitacional brasileiro.

A proposta, portanto, não se resume à construção da unidade habitacional. A moradia precisa oferecer condições adequadas de habitabilidade e ser compatível com a capacidade financeira de quem vai ocupá-la, de modo que as despesas com a casa não comprometam outras necessidades básicas.

Essa visão também aparece nas políticas habitacionais federais. O próprio conceito de moradia digna está associado ao desenvolvimento urbano, à geração de trabalho e renda, à habitabilidade e à qualidade de vida.

Como o Minha Casa, Minha Vida amplia o acesso à moradia?

O Minha Casa, Minha Vida (MCMV) é uma das principais políticas públicas brasileiras voltadas à ampliação do acesso à habitação. Além de promover a construção de moradias, o programa oferece condições de financiamento que podem facilitar a compra do imóvel por famílias elegíveis.

Segundo o Ministério das Cidades, o programa conta com diferentes modalidades e condições de atendimento, que variam conforme a renda familiar e as regras de cada linha. Dependendo do enquadramento, as famílias podem ter acesso a subsídios e taxas de juros reduzidas, o que pode diminuir o valor necessário para a entrada, o montante financiado ou as prestações.

Esses mecanismos ajudam a aproximar o custo de aquisição da capacidade de pagamento das famílias. Ainda assim, a possibilidade de comprar um imóvel depende da análise das condições de financiamento, da renda familiar e dos critérios aplicáveis a cada modalidade.

A acessibilidade financeira também exige considerar as despesas posteriores à compra. Avaliar o valor das parcelas, os encargos previstos em contrato e os custos de manutenção ajuda a entender se a moradia poderá ser mantida ao longo do tempo sem comprometer gastos essenciais.

Qual é o papel da MRV no acesso à moradia?

A produção de moradias é uma das dimensões do desenvolvimento das cidades. Para ampliar o acesso à casa própria, a oferta de imóveis precisa considerar não apenas a construção de unidades habitacionais, mas também as condições que permitem às famílias adquiri-las e mantê-las.

Nesse sentido, a MRV, maior construtora da América Latina, atua na construção de moradias para diferentes perfis de compradores, com destaque para aqueles que podem ser compatíveis com a capacidade de aquisição das faixas de renda menores. 

Segundo a empresa, sua atuação abrange, ainda,  investimentos em espaços e equipamentos urbanos como praças, creches, escolas, postos de saúde, avenidas e espaços de convivência. A MRV está presente em mais de 80 cidades de 22 estados brasileiros.

A oferta de moradias e os investimentos associados à infraestrutura urbana fazem parte de uma discussão mais ampla sobre desenvolvimento. Para que esse acesso seja efetivo, porém, também é necessário que o custo da habitação seja compatível com a realidade financeira das famílias.

Como avaliar se uma moradia cabe no orçamento?

O preço do imóvel é apenas um dos fatores que precisam ser considerados na decisão de compra. Para avaliar a acessibilidade financeira, é importante observar o conjunto de despesas envolvidas na aquisição e na manutenção da casa própria.

  • Entrada: verificar quanto será necessário desembolsar inicialmente e se há possibilidade de obter subsídios.
  • Parcelas: analisar se o valor mensal é compatível com a renda familiar, considerando as demais despesas essenciais.
  • Juros e correções: compreender as condições previstas no financiamento e no contrato de compra.
  • Custos adicionais: incluir despesas relacionadas à aquisição, ao condomínio, aos tributos e à manutenção do imóvel, quando aplicáveis.
  • Reserva financeira: evitar que os pagamentos comprometam todos os recursos disponíveis e impeçam a família de lidar com imprevistos.

Esses fatores ajudam a avaliar não apenas se é possível comprar um imóvel, mas também se será viável manter a moradia ao longo do tempo. A acessibilidade financeira depende de um equilíbrio entre o custo habitacional e os recursos disponíveis para as demais necessidades da família.

Uma moradia digna deve reunir condições adequadas de habitabilidade e um custo compatível com a capacidade de pagamento de seus moradores. É uma conquista que, para as famílias, representa mais do que o imóvel em si – representa progresso, segurança, qualidade de vida e a abertura de novas perspectivas, sendo elemento-chave para o desenvolvimento das pessoas e das comunidades.

Misturar produtos de limpeza é perigoso? Saiba o que evitar

22 October 2026 at 14:00

Combinações com água sanitária, amônia e vinagre podem liberar gases tóxicos; a orientação de órgãos reguladores e do setor é usar cada produto separadamente, conforme as orientações do rótulo.

Na busca por uma limpeza mais eficiente, é comum recorrer a combinações de produtos — seja uma “receita” caseira vista em rede social, seja a soma de dois saneantes de marca na mesma superfície. A lógica parece intuitiva: mais produtos, mais poder de limpeza, mas não é essa a realidade.

A Anvisa ― Agência Nacional de Vigilância Sanitária ― alerta que misturar produtos de limpeza de composições diferentes pode provocar reações químicas indesejadas. Guias de fabricantes do setor, como os publicados pela Ypê na plataforma Ypê Explica, reforçam a mesma diretriz: cada produto deve ser usado separadamente, na função e na dose indicadas na embalagem.

Por que misturar produtos de limpeza é perigoso

Produtos de limpeza têm composições químicas distintas, desenvolvidas para atuar sobre tipos específicos de sujeira. Quando combinados, podem reagir entre si e gerar substâncias tóxicas. De acordo com o alerta da Anvisa, as reações podem causar ardência nos olhos, irritação das vias respiratórias, tosse, falta de ar e intoxicações mais graves. O alerta vale até mesmo para produtos da mesma marca, visto que a combinação inadequada de suas fórmulas químicas pode gerar reações tóxicas.

A Ypê, empresa 100% brasileira e líder no segmento de limpeza e higiene, desenvolveu um guia sobre o tema que amplia o quadro de riscos. Além da intoxicação respiratória e da irritação ocular, combinações inadequadas podem provocar queimaduras e até explosões, dependendo das substâncias envolvidas.

Há também sinais de alerta prático destacados pela Anvisa: cheiro muito forte, mudança de cor, aquecimento do recipiente ou formação excessiva de espuma não significam que a mistura “ficou mais potente”. Na verdade, podem indicar, justamente, uma reação química que não deveria estar acontecendo.

As combinações a evitar

O ponto central da orientação é que o risco não se limita às misturas caseiras com ingredientes de cozinha. Ele envolve também a combinação entre produtos de limpeza prontos, comprados no supermercado.

Água sanitária com qualquer outro produto

Essa é a regra mais enfática ― as misturas com água sanitária podem ser altamente irritantes, asfixiantes e causar queimaduras no pulmão, conforme explicou o químico Petrúlio Correia à CNN.

O alerta da Anvisa ajuda a entender o porquê: produtos à base de hipoclorito de sódio, como a água sanitária, quando combinados a produtos ácidos podem liberar gás cloro; a combinação com saneantes que contenham amônia pode formar gases irritantes e tóxicos.

A única combinação permitida, conforme o guia do fabricante, é com água, sempre respeitando a diluição indicada no rótulo. No caso da Água Sanitária Ypê, a fabricante indica meio copo (100 ml) para cada 10 litros de água. Ainda, se a água sanitária for usada em uma superfície, ela deve ser bem enxaguada antes da aplicação de qualquer outro produto.

A marca ainda faz alertas específicos sobre combinações perigosas:

  • Água Sanitária Ypê + Desinfetante Pinho Ypê (ou qualquer outro): a mistura do cloro presente na água sanitária com amônia ou ácidos comuns em desinfetantes libera um gás tóxico chamado cloramina. Esse gás causa forte irritação nos olhos, vias respiratórias, falta de ar e tosses severas;
  • Água Sanitária + Detergente de Pia Ypê: embora muitas pessoas façam essa mistura para “potencializar” a lavagem da louça, a mistura pode anular o efeito desinfetante do cloro e, a depender dos componentes do detergente, também liberar gases irritantes;
  • Água Sanitária + Vinagre / Desincrustantes: a combinação libera o gás cloro, que é altamente corrosivo e perigoso se inalado.

Amônia com vinagre

O vinagre é um ácido que, se combinado à amônia em grandes quantidades, tem potencial explosivo.

A orientação é não usar amônia pura na limpeza da casa: alguns produtos já contêm a substância em sua formulação, em quantidade segura para o uso — como determinados desinfetantes. O cuidado, nesse caso, é não somar um produto com amônia a outro ácido na mesma superfície.

Também cabe explicar que há produtos, como o Desinfetante Ypê Bak que, por não conterem amônia, não produzem gases tóxicos se misturados com vinagre. Contudo, acabam perdendo a eficácia uma vez que o vinagre neutraliza as propriedades do limpador.

Água oxigenada com vinagre

A combinação forma o ácido peracético, substância que, pode ser tóxica para a saúde e ainda corroer a superfície que se pretende limpar.

Vinagre com bicarbonato de sódio

A dupla popular das dicas caseiras tem um risco específico: a reação libera gás, e a mistura não pode ser armazenada em recipiente fechado, sob risco de rompimento. Se for usada, a orientação é aplicar pontualmente sobre a superfície e limpar imediatamente, sem vedar a área.

Lava-roupas e amaciante

Embora os produtos façam parte do processo da lavagem de roupas, lava-roupas ― em pó ou líquido ― e amaciante na mesma etapa faz com que um anule o efeito do outro. Isso porque o sabão limpa e o amaciante condiciona; se entrarem em contato juntos, as roupas podem ficar com manchas e aspecto pesado. A Ypê acrescenta a dica de usar sempre as gavetas separadas da máquina para que os produtos entrem em ciclos diferentes.

Leia Mais:

Não é só mistura caseira: produtos prontos também não se combinam

Um equívoco comum é supor que o perigo está apenas nas receitas improvisadas com vinagre e bicarbonato. Entretanto, combinar saneantes industrializados — por exemplo, passar um desinfetante sobre uma superfície ainda com resíduo de água sanitária, ou aplicar um produto com amônia sobre um clorado — configura o mesmo tipo de risco químico.

Por isso, a sequência correta de uso importa tanto quanto a escolha do produto. A dica é:

  1. Enxaguar bem a superfície entre a aplicação de produtos diferentes;
  2. Aguardar a secagem;
  3. Nunca “reforçar” um saneante com outro.

Em caso de dúvida sobre a compatibilidade, a resposta pode ser obtida pela leitura do rótulo do produto de limpeza. Na ausência de autorização expressa do fabricante, a combinação não deve ser feita.

O rótulo como instrumento de segurança

O rótulo é o documento de uso do produto. Na embalagem, estão informações sobre a finalidade, as instruções de uso com o passo a passo para aplicação segura e eficiente, a quantidade exata de produto contida e os símbolos e frases de advertência sobre eventuais riscos à saúde.

A Ypê, que está presente em 96,3% dos lares brasileiros, de acordo com a pesquisa Brand Footprint 2026, aposta na comunicação visual didática em seus rótulos, de modo a facilitar a compreensão das informações por parte do consumidor. A leitura prévia — antes do uso, e não depois de um acidente — é a recomendação central de órgãos reguladores e fabricantes.

Diluição correta: o único “mix” permitido

Quando o rótulo pede, a diluição deve ser seguida à risca. No caso da água sanitária, o guia da Ypê indica a proporção de meio copo (100 ml) do produto para cada 10 litros de água. Para a desinfecção de superfícies, a orientação é misturar uma parte do produto em nove partes de água e aplicar com um pano.

O guia também delimita o uso da água sanitária. Por ser um produto oxidante e corrosivo, não deve ser aplicado em metais, e tecidos como seda e couro não suportam o contato — a etiqueta da roupa, com o símbolo do triângulo riscado, é a referência.

Equipamentos e cuidados de uso

As dicas de segurança reunidas no Ypê Explica valem para qualquer saneante:

  • ler o rótulo antes do uso; usar luvas de limpeza — no caso da água sanitária, luvas de borracha, já que o contato direto pode causar alergias cutâneas;
  • usar óculos de segurança para proteger os olhos;
  • usar máscara PFF2 para evitar a inalação de produtos químicos em ambientes pouco ventilados.

Dois cuidados completam a lista. O primeiro é manter os produtos sempre em suas embalagens originais, com o rótulo íntegro, e nunca transferir saneantes para garrafas de alimentos ou bebidas. O segundo é separar os utensílios de limpeza por ambiente para evitar a contaminação cruzada entre cozinha e banheiro.

Os produtos devem ser guardados em local seco, fresco, alto e fechado, longe do alcance de crianças e animais.

O que fazer em caso de acidente

Se uma mistura for feita e houver exposição, a primeira orientação da Anvisa é sair do ambiente e procurar um local ventilado. Não se deve tentar corrigir ou neutralizar a mistura adicionando outro produto — a atitude pode agravar a reação. Se surgirem sintomas como ardência nos olhos, tosse, tontura, náusea, dificuldade para respirar ou qualquer outro sinal de intoxicação, é preciso procurar atendimento de saúde.

O alerta da Anvisa e os guias do setor convergem em uma mensagem simples de que a eficiência da limpeza não dependem de combinações, e sim do produto certo, na dose certa, na superfície certa. Enquanto “misturinhas” continuam circulando nas redes sociais, a referência segura permanece a mesma: o rótulo da embalagem.

O que está liberado

É válido reforçar que as orientações no rótulo de cada produto vão indicar misturas seguras e a forma de fazê-las, quando a possibilidade existir. Além disso, o uso sequencial dos produtos é seguro desde que a superfície seja devidamente enxaguada entre as aplicações. Por exemplo: lavar o banheiro com o sabão em pó ou detergente, enxaguar completamente com água e, depois, aplicar o desinfetante ou a água sanitária.

FAQ — Perguntas frequentes

Misturar produtos de limpeza deixa a limpeza mais potente?

Não. Segundo a Anvisa, combinações podem provocar reações químicas indesejadas, com risco de intoxicação. A orientação é usar cada produto separadamente, a menos que o próprio rótulo autorize a combinação.

O que acontece se misturar água sanitária com vinagre?

A água sanitária, à base de hipoclorito de sódio, misturada a produtos ácidos pode liberar gás cloro, que causa ardência nos olhos, irritação das vias respiratórias, tosse e falta de ar.

Posso misturar água sanitária com detergente ou desinfetante?

Não. Segundo o guia da Ypê, a água sanitária não deve ser misturada com nenhum outro produto de limpeza — detergente, álcool, desinfetante, sabão em pó ou vinagre. A única combinação permitida é com água, na diluição do rótulo.

Misturas entre dois produtos de marca também são perigosas?

Sim. O risco químico existe tanto em misturas caseiras quanto na combinação entre saneantes industrializados, especialmente quando envolvem cloro, amônia ou produtos ácidos na mesma superfície.

Por que não se deve guardar vinagre com bicarbonato em frasco fechado?

A reação entre os dois libera gás, e o recipiente fechado pode romper sob pressão. Se usada, a mistura deve ser aplicada pontualmente e a superfície limpa imediatamente, sem vedação.

Qual é a diluição correta da água sanitária?

Segundo o guia da Ypê, a proporção é de meio copo (100 ml) de água sanitária para cada 10 litros de água. Para desinfecção de superfícies, uma parte do produto em nove partes de água, aplicada com pano.

Quais cuidados devo ter ao usar produtos de limpeza?

Ler o rótulo antes do uso, usar luvas (de borracha no contato com água sanitária), óculos de segurança e máscara PFF2 quando indicado, manter os produtos nas embalagens originais e guardar em local alto, seco e fechado, longe de crianças e animais.

O que fazer se eu misturar produtos e passar mal?

Sair do ambiente e procurar um local ventilado, não tentar neutralizar a mistura com outro produto e buscar atendimento de saúde em caso de sintomas como tosse, tontura, náusea ou dificuldade para respirar.00

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.

Vistoria de entrega: o que conferir antes de assinar o termo de recebimento

22 October 2026 at 13:00

A vistoria de entrega é uma etapa importante para quem está prestes a receber um apartamento novo. Antes de assinar o termo de recebimento e formalizar essa etapa da compra, o proprietário precisa verificar se o imóvel está de acordo com o contrato e o memorial descritivo, além de conferir as condições dos acabamentos e o funcionamento das instalações elétricas e hidráulicas.

A orientação da construtora MRV, é realizar uma inspeção cuidadosa, observando os diferentes componentes da unidade e comunicando ao representante da construtora qualquer problema identificado. A vistoria permite registrar falhas aparentes e encaminhar os reparos necessários, conforme as condições de entrega do imóvel.

Para facilitar a avaliação, o comprador pode levar uma lista de verificação, o memorial descritivo e o contrato. Fotografar os pontos que precisam de atenção e anotar cada ocorrência também ajuda a documentar o estado do apartamento no momento da entrega.

O que conferir durante a vistoria do apartamento?

A MRV aponta que a inspeção deve abranger tanto os aspectos visuais quanto os itens que precisam ser testados. O memorial descritivo é uma referência importante para verificar se os materiais, acabamentos e componentes instalados correspondem ao que foi contratado.

O roteiro a seguir reúne os principais pontos a observar:

Instalações elétricas

  • Interruptores e lâmpadas: acione os interruptores e confira se os pontos de iluminação funcionam.
  • Tomadas: observe se estão firmes, sem danos aparentes e devidamente instaladas.
  • Quadro elétrico: verifique se está acessível, identificado e sem sinais visíveis de danos.
  • Pontos elétricos previstos: confira se a disposição e a quantidade correspondem ao projeto e ao memorial descritivo.

Não desmonte tomadas nem abra o quadro elétrico para realizar testes. Se houver sinais de aquecimento, peças soltas ou qualquer irregularidade, registre o problema e solicite a avaliação de um profissional responsável.

Instalações hidráulicas

  • Torneiras: abra os registros e confira o fluxo de água.
  • Pias e lavatórios: observe se há vazamentos nas conexões e na parte inferior das cubas.
  • Descargas: acione os mecanismos e verifique se funcionam corretamente.
  • Ralos e escoamento: observe se a água escoa sem sinais aparentes de obstrução.
  • Tubulações e conexões visíveis: procure manchas de umidade, gotejamentos ou sinais de vazamento.

A presença de água em locais inesperados, o escoamento lento ou o retorno de odores podem indicar a necessidade de uma avaliação técnica. Anote em qual ambiente o problema ocorreu e, se possível, registre em uma foto ou um vídeo.

Portas, janelas e esquadrias

Abra e feche portas e janelas para conferir se os movimentos ocorrem sem dificuldade. Verifique também:

  • fechaduras, maçanetas, trincos e demais mecanismos;
  • alinhamento das folhas e facilidade de fechamento;
  • vidros sem trincas ou quebras;
  • esquadrias sem amassados, riscos ou danos aparentes;
  • vedação aparente e ausência de frestas incomuns.

Quando houver varanda ou outros vãos externos, observe especialmente as condições aparentes de vedação, sem realizar intervenções nos componentes.

Pisos e revestimentos

Observe os pisos e revestimentos de todos os cômodos, incluindo cozinha, banheiro, área de serviço e varanda, quando existentes.

Confira se há peças trincadas, quebradas, soltas ou com lascas, além de diferenças de acabamento que destoem do padrão contratado. Observe também os rejuntes e os encontros entre pisos, paredes e soleiras.

Se perceber desníveis ou suspeitar de falhas na fixação, registre o local para avaliação técnica. Não é necessário remover peças para verificar possíveis problemas.

Pintura, paredes e tetos

A inspeção visual deve identificar manchas, descascamentos, riscos, falhas de cobertura e diferenças acentuadas de acabamento.

Examine paredes e tetos em todos os ambientes, prestando atenção a fissuras, marcas de umidade e alterações de cor. Caso encontre uma ocorrência, fotografe-a e indique em qual cômodo está localizada.

Nem toda diferença visual representa um defeito construtivo. Por isso, o registro deve descrever o que foi observado, deixando a avaliação técnica para o profissional responsável.

Impermeabilização aparente e sinais de umidade

A impermeabilização nem sempre fica visível depois que o imóvel está concluído. Durante a vistoria, portanto, o comprador deve se concentrar nos sinais aparentes que possam indicar problemas, como manchas, bolhas na pintura, descascamentos, umidade persistente e indícios de infiltração.

Banheiros, áreas de serviço, cozinhas e varandas merecem atenção especial, conforme as características da unidade. Observe também os encontros entre paredes e pisos e as áreas próximas a janelas.

A ausência de manchas durante uma única inspeção não comprova, por si só, que não há falhas de impermeabilização. Se houver indícios de infiltração ou outras irregularidades, registre-os e solicite avaliação.

Funcionamento dos pontos e conferência dos acabamentos

Além dos testes elétricos e hidráulicos, confira os demais itens instalados no apartamento e compare-os com o memorial descritivo.

Verifique, conforme o que foi contratado:

  • louças, metais e acessórios instalados;
  • portas, ferragens e mecanismos de abertura;
  • pontos de água, esgoto e energia;
  • acabamentos previstos para cada ambiente;
  • itens de personalização eventualmente contratados.

Se o imóvel tiver acabamentos escolhidos pelo comprador, vale conferir se foram executados conforme o pedido e o registro contratual. A MRV orienta que as escolhas de personalização sejam verificadas durante a vistoria, para que eventuais divergências sejam identificadas antes da conclusão da entrega.

Como registrar ressalvas antes de assinar o termo de recebimento?

Se algum item apresentar defeito, dano ou divergência em relação ao que foi contratado, o comprador deve comunicar a ocorrência ao representante responsável pela vistoria e solicitar que ela seja registrada formalmente.

O registro precisa ser específico. Em vez de escrever apenas “problema no banheiro”, por exemplo, é mais útil indicar “vazamento observado na conexão abaixo do lavatório do banheiro social”.

Para documentar as ressalvas:

  1. Identifique o local: informe o cômodo e, quando necessário, a posição do item.
  2. Descreva o que foi observado: registre a falha de maneira objetiva, sem presumir a causa.
  3. Faça fotos ou vídeos: produza imagens que mostrem o problema e ajudem a identificar sua localização.
  4. Confira o documento: leia as observações registradas pelo representante e solicite a inclusão de itens que tenham ficado de fora.
  5. Guarde uma cópia: mantenha o checklist, as imagens e os documentos relacionados à vistoria.

O comprador deve conferir se as ressalvas foram incluídas no documento formal utilizado pela construtora e solicitar uma cópia ou confirmação escrita do registro. Fotos e mensagens podem complementar a documentação, mas não substituem a formalização exigida no procedimento de entrega.

O que acontece com os itens apontados na vistoria?

Quando a inspeção identifica problemas, as ocorrências devem ser registradas para que sejam avaliadas e encaminhadas à correção, conforme a natureza do item e os procedimentos aplicáveis à entrega.

A MRV explica que o profissional que acompanha a inspeção verifica os itens e anota aqueles que precisam de reparo ou substituição, além das observações apresentadas pelo comprador. A orientação é comunicar as ocorrências durante a vistoria para que possam ser consideradas antes da entrega das chaves.

Se houver pendências, o comprador deve esclarecer com o representante da construtora quais serão os próximos passos, como os reparos serão acompanhados e de que forma a conclusão dos serviços será confirmada. Quando houver possibilidade de formalizar o recebimento com ressalvas, é importante que as pendências e os compromissos assumidos estejam documentados por escrito.

A assinatura do termo merece atenção: antes de firmar o documento, leia seu conteúdo e confirme o que ele declara sobre o estado do imóvel, as pendências e o recebimento das chaves. Se houver dúvida sobre os efeitos da assinatura ou sobre a possibilidade de receber o imóvel com itens em aberto, peça esclarecimentos formais antes de prosseguir.

A existência de uma ressalva não deve ser confundida automaticamente com a conclusão do reparo. O comprador precisa acompanhar o encaminhamento dos itens registrados e guardar os comprovantes pertinentes.

Como a MRV realiza o atendimento após a entrega do apartamento?

A MRV disponibiliza um portal de assistência técnica com acesso a serviços relacionados a reparos na unidade, manutenção preventiva e gestão do condomínio. O canal distingue o atendimento para reparos no imóvel daquele voltado à gestão condominial.

O canal adequado e as condições de atendimento dependem da situação encontrada e da etapa em que o imóvel se encontra. Por isso, é importante seguir as orientações fornecidas durante a entrega e consultar os canais oficiais da construtora caso seja necessário registrar uma solicitação posteriormente.

A vistoria não deve ser tratada apenas como uma formalidade para receber as chaves. Ela permite comparar o apartamento com o que foi contratado, documentar possíveis divergências e esclarecer como cada pendência será tratada antes da conclusão da entrega.

Como configurar o Inter para máxima segurança: passo a passo das funcional

22 October 2026 at 10:30

Administrar uma conta digital segura não depende apenas da tecnologia oferecida pelo banco. Parte importante da proteção está nas configurações escolhidas pelo próprio cliente e nos hábitos adotados no dia a dia.

Recursos como biometria, autenticação adicional, notificações em tempo real e limites transacionais podem funcionar como diferentes camadas de proteção. Quando estão corretamente configurados, ajudam a reduzir o risco de acessos indevidos e permitem identificar rapidamente movimentações suspeitas.

No Inter, essas ferramentas estão reunidas em diferentes mecanismos de segurança do Super App. Segundo head de Prevenção a Fraudes da instituição, Newton Marques Junior, a instituição utiliza múltiplas camadas de autenticação, monitoramento e modelos de Machine Learning para avaliar o risco das transações em tempo real.

Configurações de segurança devem ser ativadas no Inter

A primeira medida é acessar a Central de Segurança do Super App e habilitar as camadas de proteção disponíveis, além de ativar a biometria, revisar os limites de transação e manter os dados de contato atualizados. Logo após abrir uma conta, algumas configurações merecem atenção especial:

  • Biometria facial ou digital: adiciona uma camada de autenticação para acessar a conta
  • Modo vigilante: reforça a proteção da conta em situações de risco
  • Geolocalização: pode ser utilizada na avaliação de risco e, em determinadas situações, como fator de autenticação
  • Proteção de chamada: acrescenta uma camada de segurança relacionada às ligações
  • Limites de transação: devem ser compatíveis com o uso cotidiano e não permanecer no máximo sem necessidade
  • Chaves Pix: o ideal é manter apenas as necessárias e verificar periodicamente as chaves cadastradas em “Minhas Chaves”
  • Telefone e e-mail: devem permanecer atualizados, pois podem ser utilizados para o recebimento de tokens de segurança

O que é a Central de Segurança do Inter?

O serviço reúne mecanismos que permitem ao cliente configurar diferentes níveis de proteção da conta. Entre eles estão recursos relacionados à biometria, geolocalização, Modo Vigilante e definição de áreas ou redes consideradas seguras.

Dependendo da configuração, o cliente pode reduzir limites de transação fora de determinados locais ou restringir o acesso a áreas sensíveis do aplicativo, como Cartão, Empréstimos e Investimentos.

Como funcionam a biometria, o I-Safe e as outras autenticações do Inter?

O Inter utiliza autenticação em múltiplas camadas. As transações são monitoradas por modelos de Machine Learning que avaliam o comportamento da conta e podem solicitar fatores adicionais de autenticação quando identificam uma situação de risco. Entre os principais mecanismos estão:

  • Biometria facial: utiliza validação de prova de vida para comparar o rosto apresentado em tempo real com a selfie cadastrada. Pode ser solicitada em processos como atualização cadastral, desbloqueio de acesso e operações consideradas críticas
  • Senha da conta: é utilizada no acesso ao aplicativo. Em situações consideradas suspeitas, o sistema pode exigir uma alteração de senha
  • I-Safe: funciona como um gerador de códigos de autenticação dentro do aplicativo. É utilizado, entre outras situações, para acesso ao Internet Banking pelo computador, validação de acesso via QR Code e determinadas transações de maior valor
  • Tokens por SMS ou e-mail: podem ser utilizados para confirmar alterações de senha, atualização de dados cadastrais e outras operações sensíveis
  • Geolocalização: quando autorizada pelo cliente, pode integrar a avaliação de risco da transação e, em determinados casos, contribuir para a autenticação

Essa combinação cria um modelo de defesa em camadas. Em vez de depender de uma única senha, diferentes sinais podem ser analisados para determinar se uma operação apresenta comportamento compatível com o histórico da conta.

Como a inteligência artificial ajuda a prevenir fraudes

De acordo com Newton Marques Júnior, o Inter utiliza modelos de Machine Learning para avaliar o risco de transações em tempo real. A análise comportamental considera padrões da conta e pode identificar desvios em relação ao comportamento esperado. Quando uma operação apresenta características de risco, os sistemas podem aumentar o nível de autenticação, reduzir limites ou bloquear determinadas ações.

O objetivo é equilibrar segurança e experiência do cliente, fazendo com que verificações adicionais sejam concentradas principalmente em situações que apresentam maior risco.

Saiba configurar limites e monitorar movimentações para aumentar a segurança

Manter os limites de transação compatíveis com a rotina e acompanhar movimentações em tempo real são duas das medidas mais simples para reduzir riscos financeiros. O cliente pode utilizar diferentes recursos para acompanhar o que acontece na conta:

  • Extrato em tempo real: permite identificar rapidamente uma movimentação não reconhecida
  • Notificações push: informam sobre transações realizadas
  • Histórico de acessos: ajuda a verificar quando e de onde a conta foi acessada
  • Limites personalizados: podem reduzir a exposição financeira em operações do cotidiano
  • Alertas e bloqueios automáticos: sistemas antifraude podem restringir operações ou dispositivos diante de comportamentos considerados suspeitos

Em determinadas situações, os limites podem ser zerados automaticamente quando o sistema identifica uma tentativa de transação associada a um destinatário de risco. Segundo as orientações fornecidas pelo Inter, esses limites podem ser restabelecidos automaticamente após 24 horas ou mediante um fluxo de atualização de segurança disponível no aplicativo.

Por que manter limites baixos pode aumentar a segurança

Um limite elevado que raramente é utilizado amplia desnecessariamente a exposição da conta. Por isso, uma estratégia recomendada é manter limites compatíveis com os gastos habituais e realizar ajustes temporários quando uma transação maior for realmente necessária. A ideia não é impedir o uso da conta, mas criar uma barreira adicional caso um terceiro consiga acessar o dispositivo ou as credenciais.

O que fazer quando o celular é perdido ou roubado

Em caso de perda ou roubo do aparelho, a orientação é agir imediatamente: comunicar o Inter, bloquear o acesso e registrar a ocorrência. Medidas preventivas, como cadastrar o aparelho no Celular Seguro e ativar os mecanismos de proteção nativos do smartphone, também são recomendadas. Antes de qualquer incidente, o cliente pode tomar algumas medidas:

  • Cadastrar o celular no Celular Seguro, serviço gratuito do Governo Federal que permite solicitar bloqueios relacionados ao aparelho em caso de furto ou roubo
  • Ativar os recursos de segurança do Android ou iOS disponíveis no próprio dispositivo
  • Nunca armazenar senhas no celular, seja em bloco de notas, mensagens, fotos ou aplicativos sem proteção adequada
  • Manter limites de transação compatíveis com a rotina
  • Habilitar as camadas adicionais da Central de Segurança

Se o aparelho for perdido ou roubado, a recomendação do Inter é comunicar imediatamente o ocorrido pelo canal de atendimento da instituição. O registro permite bloquear o acesso à conta e iniciar a avaliação de segurança.

É possível recuperar o acesso após perda ou roubo de celular?

Sim. Nesse caso, é necessário realizar uma atualização de segurança que envolve:

  • Selfie com prova de vida
  • Foto de documento válido, como RG ou CNH
  • Validação de tokens enviados por SMS e e-mail
  • Alteração da senha
  • Cadastramento do novo dispositivo
  • Também é recomendável registrar um Boletim de Ocorrência, detalhando o ocorrido

Hábitos que podem comprometer a segurança da conta

Mesmo com sistemas avançados de proteção, comportamentos inadequados podem aumentar a exposição do usuário. Entre os principais erros estão:

  • Deixar a senha anotada no próprio celular
  • Manter limites de transação no máximo sem necessidade
  • Não ativar recursos da Central de Segurança
  • Instalar o aplicativo em dispositivos não confiáveis
  • Ignorar alertas ou notificações de bloqueio
  • Permanecer conectado em dispositivos compartilhados
  • Utilizar redes Wi-Fi públicas sem proteção adequada
  • Clicar em links suspeitos
  • Baixar aplicativos fora das lojas oficiais

Uma revisão periódica dessas configurações ajuda a transformar a segurança em um processo contínuo, e não em uma medida tomada apenas depois que ocorre um problema.

Como fazer uma revisão completa da segurança da conta

O procedimento envolve as seguintes ações:

1. Central de Segurança

Verifique e habilite as camadas de proteção disponíveis, como biometria, geolocalização e Modo Vigilante.

2. Biometria

Confirme se o acesso por biometria está ativado no aplicativo e no próprio celular.

3. Senhas

Apague senhas armazenadas no aparelho e utilize um método seguro para gerenciá-las.

4. Limites

Revise os limites de Pix, transferências e demais operações e reduza aqueles que estiverem acima da necessidade cotidiana.

5. Chaves Pix

Entre em “Minhas Chaves” e confira se todas as chaves cadastradas continuam sendo necessárias.

6. Dados de contato

Mantenha telefone e e-mail atualizados para receber mecanismos de autenticação.

7. Dispositivo

Ative as ferramentas de segurança oferecidas pelo sistema operacional do celular.

8. Celular Seguro

Faça o cadastro preventivo do aparelho.

9. Monitoramento

Acompanhe notificações, extrato e histórico de acessos regularmente.

A segurança digital funciona melhor quando tecnologia e comportamento caminham juntos. Não existe uma configuração única capaz de eliminar todos os riscos, mas combinar autenticação, limites adequados, monitoramento e atenção aos sinais de fraude pode criar uma proteção significativamente mais robusta.

FAQ – Perguntas frequentes sobre segurança da conta Inter

Qual é a configuração mais importante para proteger a conta?

Não existe uma única configuração. A recomendação é combinar biometria, recursos da Central de Segurança, limites adequados, dados de contato atualizados e monitoramento das movimentações.

Devo deixar meu limite de Pix alto para facilitar o uso?

O ideal é manter o limite compatível com a rotina. Quando houver necessidade de uma transferência maior, o limite pode ser ajustado conforme os procedimentos de segurança aplicáveis.

O que é o Modo Vigilante do Inter?

É uma das camadas de proteção disponibilizadas na Central de Segurança para reforçar a proteção da conta.

Para que serve a geolocalização no aplicativo?

Quando autorizada pelo cliente, a localização pode ser utilizada na avaliação de risco das transações e, em determinadas situações, como fator adicional de autenticação.

O que é o I-Safe?

É um mecanismo de geração de códigos de autenticação dentro do aplicativo, utilizado em situações como acesso ao Internet Banking, validação por QR Code e determinadas transações de maior valor.

O que fazer se meu celular for roubado?

Comunique imediatamente o Inter pelos canais oficiais de atendimento, para que o acesso à conta seja bloqueado e o dispositivo seja submetido aos procedimentos de segurança. Também é recomendável registrar um Boletim de Ocorrência e utilizar o Celular Seguro.

É seguro salvar a senha do banco no celular?

Não é recomendável deixar a senha anotada em bloco de notas, mensagens, fotos ou outros locais sem proteção adequada. O ideal é utilizar um método seguro de gerenciamento de credenciais.

Como saber se houve uma movimentação suspeita na conta?

Extrato em tempo real, notificações e histórico de acessos ajudam a identificar rapidamente operações ou acessos que não reconhece.

A inteligência artificial é usada para prevenir fraudes?

Sim. Segundo Newton Marques Junior, o Inter utiliza dezenas de modelos de Machine Learning para avaliar o risco das transações em tempo real e identificar comportamentos fora do padrão.

Qual é o melhor momento para revisar as configurações de segurança?

A revisão pode ser feita agora e repetida periodicamente, especialmente depois de trocar de celular, alterar dados cadastrais, perceber uma movimentação incomum ou mudar significativamente o padrão de uso da conta.

Como montar uma carteira diversificada

21 October 2026 at 23:00

Montar uma carteira diversificada é uma das estratégias utilizadas por investidores para reduzir a dependência do desempenho de uma única aplicação. Ao distribuir o patrimônio entre diferentes classes de ativos, setores e mercados, é possível combinar diferentes fontes de risco e retorno e construir uma estratégia mais adequada aos objetivos financeiros.

Diversificação, porém, não significa simplesmente acumular produtos. Uma carteira com muitos investimentos pode continuar concentrada se todos estiverem sujeitos aos mesmos fatores de risco. O ponto central é combinar ativos com características e comportamentos diferentes.

A definição dessa composição deve levar em conta fatores como perfil de risco, prazo e objetivos financeiros. Também é importante entender que uma carteira bem estruturada não precisa ser modificada sempre que a Bolsa, o câmbio ou os juros oscilarem.

O que é uma carteira de investimentos diversificada?

Para a gerente de Estratégia de Investimentos do Inter, Daniela Barreto, uma carteira diversificada é aquela que distribui o patrimônio entre diferentes investimentos de acordo com uma estratégia previamente definida. A ideia é evitar que o resultado financeiro dependa excessivamente de um único ativo, setor ou cenário econômico. A gerente pontua que a diversificação pode envolver diferentes classes de ativos:

  • Renda fixa: pode contribuir para previsibilidade, preservação de capital e objetivos de diferentes prazos
  • Renda variável: oferece maior potencial de valorização, mas também está sujeita a oscilações mais intensas
  • Fundos de investimento: permitem acesso a estratégias e mercados variados por meio de uma mesma estrutura
  • Investimentos internacionais: ampliam a diversificação geográfica e reduzem a dependência exclusiva da economia brasileira
  • Alternativas: podem ser consideradas conforme o perfil, o horizonte e os objetivos do investidor

O benefício da diversificação está na combinação de investimentos que não necessariamente reagem da mesma maneira aos movimentos do mercado. Quando um ativo tem desempenho negativo, outro pode sofrer impacto menor ou até apresentar resultado positivo. Nesse contexto, o investidor precisa observar quais riscos estão por trás de cada aplicação e como eles se relacionam.

Como definir a composição de uma carteira diversificada

Daniela Barreto observa que a alocação precisa ser compatível com a capacidade e a disposição do investidor de assumir riscos, além do prazo e da finalidade de cada recurso.

Um dos primeiros passos é separar os objetivos financeiros. Dinheiro destinado à reserva de emergência, por exemplo, possui necessidades diferentes daqueles recursos que serão utilizados para aposentadoria ou para um projeto de longo prazo. Também é importante considerar:

  • Perfil de risco: investidores conservadores, moderados e arrojados podem ter diferentes níveis de exposição a ativos voláteis
  • Horizonte de investimento: quanto mais distante estiver o objetivo, maior pode ser a capacidade de suportar oscilações, desde que isso seja compatível com o perfil
  • Objetivo financeiro: comprar um imóvel, formar uma reserva ou buscar crescimento patrimonial exige estratégias diferentes
  • Necessidade de liquidez: recursos que podem ser necessários no curto prazo não devem ser submetidos aos mesmos riscos de um investimento de longo prazo
  • Diversificação geográfica e setorial: distribuir os investimentos entre diferentes mercados pode diminuir a dependência de uma única economia ou segmento

A idade também pode influenciar a estratégia, mas não deve ser analisada isoladamente. Uma pessoa mais jovem pode ter um horizonte maior para determinados objetivos, enquanto alguém próximo de utilizar o patrimônio pode priorizar maior estabilidade. Em ambos os casos, perfil de risco, renda, patrimônio e metas precisam ser considerados em conjunto.

Quando é preciso mudar ou rebalancear a carteira?

Revisar uma carteira não significa trocar constantemente os investimentos. Uma estratégia pode permanecer praticamente igual durante longos períodos quando os objetivos e as condições que justificaram a alocação continuam válidos.

Uma revisão formal pode ser realizada semestralmente ou anualmente, além de ser antecipada quando ocorrer algum evento relevante. Entre os principais gatilhos estão:

  • Mudança no cenário econômico: alterações significativas em juros, inflação ou câmbio podem modificar as perspectivas de determinadas classes de ativos
  • Mudança de objetivo: a proximidade da compra de um imóvel ou da aposentadoria, por exemplo, pode exigir uma nova distribuição dos recursos
  • Alteração do horizonte: quanto mais próximo estiver o momento de utilizar o dinheiro, menor tende a ser a capacidade de suportar grandes oscilações
  • Desvio na participação dos ativos: uma forte valorização pode fazer determinado investimento ocupar uma parcela muito maior da carteira do que a planejada
  • Mudança no perfil de risco: circunstâncias financeiras e pessoais podem alterar a capacidade ou a disposição de assumir riscos

Nessas situações, uma das alternativas é o rebalanceamento. O processo consiste em ajustar os pesos dos investimentos para que a carteira volte, total ou parcialmente, à distribuição definida na estratégia.

Por exemplo, se a renda variável deveria representar 30% da carteira, mas uma forte valorização fez essa participação chegar a 40%, o investidor pode avaliar a necessidade de reduzir essa exposição e direcionar recursos para outras classes.

É preciso mudar os investimentos sempre que o mercado oscila?

Não. Oscilações de curto prazo, por si só, não são necessariamente motivo para modificar uma carteira. Um dos riscos para o investidor é tomar decisões impulsivas diante de quedas ou altas do mercado. Vender um ativo depois de uma desvalorização e recomprá-lo quando os preços já subiram pode transformar uma oscilação temporária em uma perda efetiva. Uma rotina de acompanhamento pode ser mais eficiente quando segue alguns princípios:

  • Definir previamente a alocação de acordo com objetivos e perfil
  • Acompanhar a participação de cada classe de ativo
  • Estabelecer critérios para o rebalanceamento
  • Revisar a estratégia diante de mudanças estruturais
  • Evitar alterações motivadas exclusivamente por notícias ou movimentos de curto prazo
  • Considerar o prazo de cada objetivo antes de aumentar ou reduzir a exposição ao risco

Plataformas digitais também podem facilitar o acompanhamento. O Super App Inter reúne alternativas de investimento para diferentes perfis e permite acompanhar os recursos em um mesmo ambiente. A ferramenta pode ajudar na visualização da carteira, mas a decisão sobre a alocação deve continuar baseada nos objetivos e no perfil de cada investidor.

FAQ – Perguntas frequentes sobre carteira diversificada de investimentos

O que significa ter uma carteira diversificada?

Significa distribuir o patrimônio entre diferentes classes de ativos, setores, estratégias ou regiões, buscando reduzir a dependência de uma única fonte de risco ou retorno.

Quantos investimentos são necessários para uma carteira ser diversificada?

Não existe um número ideal. O mais importante é analisar a exposição aos diferentes riscos. Muitos produtos semelhantes podem continuar formando uma carteira concentrada.

Como escolher a proporção entre renda fixa e renda variável?

A divisão deve considerar perfil de risco, objetivos, prazo, necessidade de liquidez e capacidade financeira. Não existe uma proporção única adequada para todos os investidores.

Com que frequência devo revisar minha carteira?

Uma revisão formal pode ser feita semestralmente ou anualmente. Também é recomendável reavaliar a estratégia diante de mudanças importantes nos objetivos, no perfil, no horizonte financeiro ou no cenário econômico.

Preciso mudar minha carteira quando a Selic muda?

Não necessariamente. A mudança dos juros altera as condições de diferentes investimentos, mas não significa que seja necessário fazer alterações bruscas. A decisão deve considerar a estratégia como um todo.

O que é rebalanceamento de carteira?

É o ajuste da participação dos investimentos para aproximar a carteira das proporções estabelecidas originalmente. Ele permite corrigir concentrações sem necessariamente abandonar a estratégia de longo prazo.

Investimentos internacionais ajudam a diversificar?

Sim. Ativos de outros países podem ampliar a diversificação geográfica e reduzir a dependência do desempenho da economia brasileira. A proporção adequada depende dos objetivos e do perfil do investidor.

Qual é um erro comum ao diversificar investimentos?

Um dos principais é confundir quantidade de produtos com diversificação. Outro é concentrar recursos em um ativo que teve bom desempenho recentemente ou alterar a carteira frequentemente por causa das oscilações de curto prazo.

Loovi explica: a experiência no celular muda a relação com o seguro auto

21 October 2026 at 21:00

UX, sigla em inglês para experiência do usuário, é importante em aplicativos de seguros porque o seguro é um produto usado em momentos de estresse: um acidente, um roubo, uma pane na estrada. Se o aplicativo é confuso nessa hora, o cliente não consegue acionar o que contratou. Um app bem desenhado deixa claro o que está coberto, reduz etapas na contratação e permite pedir socorro, enviar fotos e acompanhar o atendimento em poucos toques.

A exigência vem de um consumidor acostumado ao celular, com isso, a Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, concentra no smartphone a jornada do seguro auto, da cotação ao acompanhamento do guincho.

O que é UX e por que ela pesa mais no seguro?

UX é o conjunto de percepções que uma pessoa tem ao usar um produto digital: se encontra o que procura, se entende o que lê, quantos passos precisa dar e se sai da tarefa com a sensação de que deu certo. Não se confunde com o visual do aplicativo (a interface, ou UI): um app pode ser bonito e, ainda assim, difícil de usar.

No seguro, a experiência tem três particularidades:

  • Uso raro e urgente: o cliente passa meses sem abrir o app e, quando precisa, está nervoso e com pressa
  • Vocabulário técnico: termos como franquia, LMI e riscos excluídos precisam ser traduzidos para a linguagem do dia a dia
  • Consequência financeira: uma informação mal apresentada na contratação pode virar uma surpresa no momento do sinistro. O sinistro como é chamada a ocorrência coberta pelo seguro, como roubo ou acidente 

Isso pesa ainda mais para quem nunca teve seguro. Segundo a Loovi, 82% dos seus segurados nunca haviam contratado seguro antes, o que exige um aplicativo que explique mais e pressuponha menos.

Por que o celular virou o balcão do seguro?

O celular é hoje a principal porta de entrada para serviços no Brasil. Os dados do IBGE mostram que a internet chegou a 93,6% dos domicílios e que o celular é o meio de acesso usado por 97% de quem se conecta. 

Esse hábito muda o padrão de comparação. O motorista que paga contas por Pix e abre conta digital em minutos espera o mesmo do seguro. Processos que dependem de papel, vistoria presencial agendada ou longas ligações passam a parecer burocracia, e a experiência do aplicativo vira critério de escolha da empresa.

Quais momentos da jornada do seguro mais dependem de uma boa UX?

Cotação e contratação

É o primeiro contato com a empresa. Uma boa experiência mostra o preço completo desde o início, explica o que cada plano inclui e evita questionários longos. Na Loovi, a contratação leva cerca de 5 minutos, pelo site ou pelo WhatsApp, sem análise do perfil do condutor, porque o preço é calculado pelo valor do carro na Tabela FIPE. O valor aparece desde o começo da cotação: os planos partem de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90).

Vistoria do veículo

No modelo tradicional, a vistoria costuma exigir agendamento e deslocamento. No digital, ela depende de um aplicativo que oriente bem o cliente, porque fotos erradas atrasam a aprovação. Na Loovi, o próprio cliente faz a vistoria pelo app, que indica quais fotos tirar, em um processo que leva de 5 a 15 minutos. A proteção entra em vigor assim que a vistoria é aprovada.

Emergência e guincho

É o momento em que a UX é mais testada. O cliente precisa encontrar o botão de socorro rapidamente, informar onde está e saber quando a ajuda vai chegar. Pelo aplicativo da Loovi, é possível acionar a assistência 24h e acompanhar o guincho em tempo real. A assistência também pode ser acionada pelo WhatsApp ou pelo telefone, o que importa quando a bateria do celular está no fim ou o sinal é fraco.

Sinistro e orçamento

Depois de um acidente, o cliente precisa saber quais documentos enviar, em que etapa está o processo e o que falta. Na Loovi, orçamento e abertura de sinistro também são feitos pelo celular.

Situação do plano e pagamentos

Um bom app mostra, sem esforço, se o plano está ativo e se há pendências. Isso evita surpresas: na Loovi, por exemplo, a assistência 24h fica disponível com o plano em dia e o cadastro validado no aplicativo, e, se houver pagamento pendente, os serviços voltam 48 horas depois da regularização.

Cancelamento

Uma experiência honesta também facilita a saída. O novo decreto do SAC (Decreto nº 13.135/2026), em vigor a partir de 2 de novembro para os setores abrangidos, determina que o cancelamento esteja disponível pelo mesmo canal usado na contratação, sem redirecionar o consumidor para outro menu ou atendente.

O que um bom aplicativo de seguro precisa ter?

Alguns sinais ajudam a separar um app bem desenhado de um que só transfere a burocracia para a tela:

  • Preço completo à vista: mensalidade e taxas informadas antes de o cliente preencher todos os dados
  • Coberturas e limites fáceis de achar: franquia, limite de guincho e o que fica fora do plano em linguagem simples
  • Poucos passos: contratação e acionamento sem telas repetidas nem pedidos dos mesmos dados
  • Orientação na vistoria: instruções claras de quais fotos tirar e de que ângulo
  • Socorro em destaque: botão de emergência visível logo na tela inicial
  • Acompanhamento em tempo real: status do guincho, do sinistro e do orçamento
  • Saída para uma pessoa: opção clara de falar com um atendente quando o caso foge do padrão
  • Acessibilidade: compatibilidade com leitores de tela, contraste adequado e canais para pessoas com deficiência auditiva

Como a Loovi aplica UX na jornada do seguro auto?

A Loovi foi criada com a ideia de levar ao seguro a lógica dos serviços pensados para o celular. Antes de fundar a empresa, o CEO Quézide Cunha morou um ano na China e acompanhou um mercado em que serviços financeiros e de mobilidade avançaram com produtos simples e integrados ao smartphone. O que a empresa trouxe para o Brasil não foi software nem equipamento, mas uma lógica de operação inspirada no mercado chinês, baseada em escala, jornada mobile enxuta e redução do custo operacional.

Não se trata de copiar a China, mas de entender o que fez aquele mercado ganhar velocidade

Quézide Cunha, CEO da Loovi.

Na prática, a jornada da Loovi reúne no celular:

  • Cotação e contratação em cerca de 5 minutos, pelo site ou WhatsApp
  • Vistoria por fotos feitas pelo próprio cliente no aplicativo
  • Acionamento da assistência 24h e acompanhamento do guincho em tempo real
  • Orçamento e abertura de sinistro
  • Consulta à descrição do plano e aos limites da assistência

Para quem prefere outros canais, a Loovi mantém atendimento por WhatsApp e pelo telefone 4000-1762, além de canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. A cobertura está disponível nos 27 estados e em mais de 4 mil municípios.

UX também é transparência?

Sim. Uma experiência que esconde informação para acelerar a venda gera frustração depois. No seguro, ser transparente significa mostrar os limites com o mesmo destaque dos benefícios. Na Loovi, a assistência 24h prevê até 4 acionamentos de reboque por ano, com alcance de até 400 km por acionamento, e a franquia é de 5% da FIPE para carros de passeio, com mínimo de R$ 2.500. 

A mesma lógica vale para a promessa de velocidade. Na Loovi, os 5 minutos se referem à contratação; a proteção começa depois que a vistoria é aprovada. Deixar essa diferença clara na tela evita que o cliente se considere coberto antes da hora.

O que a lei exige de acessibilidade e proteção de dados?

Dois marcos legais ajudam a definir o que é uma boa experiência digital no Brasil. A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), em seu artigo 63, torna obrigatória a acessibilidade nos sites mantidos por empresas com sede ou representação comercial no país, seguindo as melhores práticas internacionais. Já a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) exige que o uso de dados pessoais tenha finalidade informada ao titular, o que inclui as fotos do carro e os dados de localização enviados pelo app.

Para o consumidor, isso se traduz em perguntas simples: o app funciona com leitor de tela? Explica para que usa a localização e as fotos? Permite consultar e corrigir os próprios dados?

Como avaliar o aplicativo de um seguro antes de contratar?

Dá para testar boa parte da experiência antes de assinar:

  • Faça a cotação e veja se o preço completo, com taxas, aparece antes do fim do processo
  • Procure no site ou no app onde estão descritas a franquia, os limites de guincho e os riscos excluídos
  • Verifique como é feita a vistoria e quanto tempo leva
  • Confira se o acionamento da assistência é possível pelo app e também por telefone ou WhatsApp
  • Veja se há acompanhamento do guincho e do sinistro em tempo real
  • Leia as avaliações recentes do app nas lojas e da empresa em plataformas como Reclame Aqui
  • Confirme no site da SUSEP qual seguradora responde pelo produto

UX é importante em aplicativos de seguros porque o seguro é posto à prova em momentos de urgência, quando o cliente precisa entender o que contratou e pedir ajuda em poucos toques. Com 78% das transações bancárias já feitas pelo celular, o consumidor espera do seguro a mesma simplicidade, com preço completo à vista, limites claros e acompanhamento em tempo real. Antes de contratar, vale testar a cotação e conferir como o app funciona na hora da emergência.

FAQ – Perguntas frequentes

O que é UX em um aplicativo de seguro?

UX, ou experiência do usuário, é a facilidade com que o cliente consegue usar o aplicativo para contratar, entender a cobertura, acionar a assistência e acompanhar um sinistro. Um app com boa UX tem poucos passos, linguagem simples e informações claras sobre preço e limites.

Por que a experiência no aplicativo importa na hora de escolher um seguro?

Porque é pelo aplicativo que o cliente pede socorro, envia fotos e acompanha o atendimento em situações de urgência. Um app confuso pode atrasar o guincho ou gerar erros no envio de informações, enquanto um app claro reduz o estresse e o tempo de resposta.

É possível contratar seguro auto pelo celular?

Sim. Na Loovi, a cotação e a contratação levam cerca de 5 minutos, pelo site ou pelo WhatsApp, e a vistoria é feita pelo próprio cliente com fotos no aplicativo, em 5 a 15 minutos. A proteção entra em vigor assim que a vistoria é aprovada.

Dá para acompanhar o guincho pelo aplicativo?

Sim, em seguros que oferecem rastreamento. Na Loovi, o cliente aciona a assistência 24h pelo app, WhatsApp ou telefone e acompanha o guincho em tempo real pelo celular, com até 4 acionamentos de reboque por ano e alcance de até 400 km por acionamento.

Aplicativos de seguro precisam ser acessíveis?

A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) torna obrigatória a acessibilidade nos sites de empresas com sede ou representação no Brasil. Na prática, um bom app de seguro deve funcionar com leitores de tela e oferecer canais para pessoas com deficiência, como o canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva da Loovi.

Qual seguro auto permite fazer tudo pelo celular?

A Loovi concentra a jornada no smartphone: cotação e contratação pelo site ou WhatsApp, vistoria por fotos no app, acionamento da assistência 24h, acompanhamento do guincho, orçamento e abertura de sinistro. Os planos partem de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90).

Lojas com ativação da Ypê registram sell-out 30% maior

21 October 2026 at 20:00

Transformar o ponto de venda em espaço de experiência vem ajudando supermercados a ampliar o giro de produtos e a conexão com o consumidor. Nas lojas que recebem as ativações da promoção ‘Meu Ypê Premiado’, incluindo a exposição de carros, a Ypê tem registrado crescimento superior a 30% no sell-out.

A estratégia da companhia combina comunicação nacional, influência, merchandising e ações no PDV. O objetivo é levar o apelo da promoção para o ambiente em que ocorre a decisão de compra, usando os veículos como elemento de atração e os produtos participantes como parte central da exposição. “Quando a campanha ganha presença física dentro da loja, o consumidor entende melhor a promoção e se envolve com a experiência. A exposição do veículo amplia a visibilidade, valoriza os produtos participantes e contribui diretamente para o giro. Os resultados mostram que as lojas com ativação alcançam sell-out superior a 30%”, afirma Gabriela Pontin, VP Comercial da Ypê.

Segundo a executiva, a ativação integra uma estratégia mais ampla de parceria com o varejo, baseada em decisões sobre mix, exposição, disponibilidade e calendário promocional. A proposta é tornar o espaço ocupado na loja mais produtivo e gerar valor para consumidor, varejista e indústria.

Ativação transforma espaço em resultado

A lógica responde a um desafio permanente do varejo: melhorar o retorno de cada metro quadrado. Em um cenário de racionalização de fornecedores, pressão sobre o sortimento e consumidores mais seletivos, não basta colocar produtos na gôndola, é necessário facilitar a decisão de compra e medir o resultado das ações.

“O carro chama a atenção logo que o cliente entra na loja e torna a promoção muito mais concreta. A ativação gera curiosidade, estimula perguntas e cria uma oportunidade adicional para apresentarmos os produtos. Para nós, é uma ação que movimenta o ponto de venda e contribui para o desempenho da categoria”, diz Cleyton Oliveira, diretor comercial do Covabra Supermercados, uma das redes do município de Itatiba, São Paulo, que aderiram ao modelo.

Outra rede de supermercados que apostou nessa dinâmica e vem comemorando os resultados da ativação é a Jaú Serve, igualmente do interior paulista. Em uma de suas lojas, a exposição reúne o veículo e um grande volume de produtos em uma área de alta circulação. A montagem transforma a campanha em uma atração visual, aproxima o prêmio da experiência cotidiana de compra e amplia a visibilidade dos itens participantes. “Uma ativação desse porte muda a dinâmica da loja. O consumidor para, observa o carro, conhece a mecânica e passa a enxergar os produtos participantes de outra maneira. Além da visibilidade, percebemos uma experiência mais envolvente e uma resposta comercial positiva”, conta Junior Souza, gerente comercial do Jaú Serve.

A rede de supermercados Tatico, atuante no Distrito Federal e em Goiás, também aderiu à ativação como forma de dar mais visibilidade à campanha no ponto de venda e apoiar a conversão do interesse despertado pelo prêmio em compras das categorias participantes.

“A exposição do carro cria um ponto de atração dentro da loja e ajuda o consumidor a compreender a promoção de forma imediata. Ao conectar essa experiência aos produtos participantes, conseguimos valorizar a execução no ponto de venda, estimular o giro das categorias e fortalecer o resultado da campanha”, afirma Matheus Cesilio, gerente de compras da rede de supermercados Tatico.

Em sua 12ª edição, a Meu Ypê Premiado oferece dez carros zero-quilômetro, pagos em dinheiro, mais de 2 mil vouchers instantâneos de R$ 500 que os participantes descobrem imediatamente se foram contemplados, e um prêmio final de R$ 1 milhão, que será sorteado em 12 de novembro de 2026.

Para participar, o consumidor deve comprar produtos participantes fabricados pela Ypê, guardar o cupom fiscal e cadastrá-lo nos canais oficiais da promoção: www.promocaoype.com.br. A campanha contempla itens das marcas Ypê, Assolan, Atol, Perfex, Tixan, Flor de Ypê, Banho a Banho, Siene e Action Ypê. Produtos selecionados para cuidados com as roupas garantem chances em dobro no sorteio final.

Sobre a Ypê

Fundada em 1950, a Ypê é uma empresa 100% brasileira e líder em importantes categorias do segmento de higiene e limpeza. Presente em 96,3% dos lares brasileiros, conta com mais de 7.300 colaboradores e um portfólio de mais de 450 produtos distribuídos em 23 categorias, incluindo as marcas Tixan, Banho a Banho, Flor de Ypê, Siene, Perfex, Assolan e Atol. Com sede em Amparo (SP) e seis complexos fabris localizados em São Paulo, Bahia, Goiás, Minas Gerais e Pernambuco, a companhia investe continuamente em inovação, qualidade e sustentabilidade para oferecer produtos de alta performance a preços justos. Reconhecida entre as melhores empresas para trabalhar no Brasil pelo GPTW, a Ypê também integra importantes iniciativas voltadas à sustentabilidade, e atua como embaixadora do Movimento +Água da Rede Brasil do Pacto Global da ONU. Ao longo de sua trajetória, a empresa construiu uma atuação pautada pela sustentabilidade, integridade e excelência em governança corporativa, reconhecida por iniciativas como o Selo Confia, concedido pela Receita Federal às organizações que adotam elevados padrões de conformidade e relacionamento tributário.

Mais informações para a imprensa – Ypê

FSB Comunicação

ype@fsb.com.br / 11 95467-7271

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.

Como funciona um atendimento humanizado em empresas digitais? Loovi explica

21 October 2026 at 19:00

Atendimento humanizado em uma empresa digital é aquele em que a tecnologia resolve rápido o que é simples e uma pessoa está disponível quando o cliente precisa, sem obrigá-lo a repetir a história, com linguagem clara e com acompanhamento até a solução. Não se trata de abrir mão do aplicativo ou do chatbot, mas de garantir que eles não virem uma barreira entre o consumidor e alguém que possa resolver o problema.

O tema ganhou regra nova. O Decreto nº 13.135/2026, publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 13 de outubro, atualiza as normas do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e passa a valer em 2 de novembro. O texto permite o uso de inteligência artificial, mas garante atendimento por pessoa das 8h às 20h, todos os dias, por telefone e em canais eletrônicos, como chats e aplicativos de mensagem.

No seguro automotivo, o atendimento é posto à prova no pior momento do cliente: um acidente, um roubo ou uma pane na estrada. A Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, oferece contratação pelo WhatsApp ou pelo site, acompanhamento pelo aplicativo e atendimento por telefone, inclusive com canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva.

O que é atendimento humanizado em uma empresa digital?

Em empresas que nasceram no celular, o atendimento humanizado costuma se apoiar em quatro pilares:

  • Acesso a uma pessoa: o cliente consegue falar com alguém sem atravessar menus intermináveis
  • Continuidade: o histórico acompanha o cliente entre canais, e ele não precisa repetir dados nem recomeçar a conversa
  • Clareza: regras, prazos e limites são explicados em linguagem simples, antes de virarem problema
  • Acompanhamento: o cliente sabe em que etapa está a solicitação, com número de protocolo e previsão de resposta

A tecnologia entra para dar velocidade a esses pilares. Um aplicativo que mostra o guincho a caminho em tempo real, por exemplo, reduz a ansiedade de quem está parado no acostamento tanto quanto uma ligação, e libera os atendentes para os casos que pedem conversa.

O que muda com o novo decreto do SAC?

O Decreto nº 13.135/2026 substitui o Decreto nº 11.034/2022 e vale para fornecedores de serviços regulados pelo governo federal que se enquadrem nos critérios do órgão regulador, além de serviços financeiros digitais supervisionados pelo Banco Central. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os principais pontos são:

Atendente humano todos os dias, das 8h às 20h

O consumidor tem direito a falar com uma pessoa, em tempo real, das 8h às 20h, inclusive em fins de semana e feriados, por telefone e nos canais eletrônicos. A opção de atendimento humano precisa aparecer em qualquer nível do menu, inclusive no primeiro. Além disso, a empresa deve manter ao menos um canal eletrônico funcionando 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Tempo máximo de espera no telefone

Em pelo menos 80% das ligações, o contato com um atendente deve acontecer em até 20 segundos. Nas demais, a espera máxima é de 5 minutos, salvo regra específica do órgão regulador. Se a ligação cair, a empresa precisa retornar em até 5 minutos, aproveitando as informações já dadas.

Robôs podem ajudar, mas não podem barrar

O decreto autoriza sistemas automatizados e inteligência artificial na triagem, distribuição e resolução de demandas, desde que o consumidor tenha sempre a opção de atendimento humano em tempo real.

Menos etapas e nada de recomeçar

  • No máximo cinco níveis de atendimento para resolver a demanda
  • Proibido pedir que o consumidor repita uma demanda já registrada
  • Proibido exigir CPF, número de contrato ou outros dados antes de iniciar o atendimento
  • Proibida publicidade durante o atendimento, inclusive na espera
  • Acessibilidade obrigatória para pessoas com deficiência e prioridade para pessoas idosas

Prazos de resposta e cancelamento

Demandas não urgentes devem ter resposta conclusiva em até 7 dias corridos. Situações com risco relevante ao consumidor recebem atendimento imediato. O cancelamento precisa estar disponível em todos os níveis do menu e pelo mesmo canal usado na contratação, com efeito imediato. O consumidor também pode pedir o histórico das suas demandas, que deve ser enviado em até 5 dias úteis.

Robô ou pessoa: quando cada um resolve melhor?

Atendimento humanizado não significa atendimento só por pessoas. Cada tipo de demanda pede um caminho:

  • Cotação, consulta de plano e segunda via: o autoatendimento no aplicativo ou no site resolve rápido e a qualquer hora, sem depender de fila
  • Vistoria do veículo: o aplicativo funciona bem quando orienta, passo a passo, quais fotos tirar e de que ângulo
  • Pane ou guincho: o que importa é acionar rápido e acompanhar o socorro em tempo real, para saber quando a ajuda vai chegar
  • Acidente, roubo ou sinistro: o contato com uma pessoa faz diferença, porque o cliente está sob estresse e precisa de orientação sobre documentos e próximos passos
  • Dúvida sobre contrato, cobrança ou cancelamento: o ideal é falar com um atendente humano, com a resposta registrada em protocolo

A regra prática: tudo que é rotina pode ser automatizado, desde que haja uma saída clara para uma pessoa quando o caso foge do padrão ou envolve uma situação de estresse.

Como a Loovi organiza o atendimento ao cliente?

O atendimento da Loovi foi desenhado para um público que, em grande parte, está tendo o primeiro contato com o seguro: segundo a empresa, 82% dos seus segurados nunca haviam contratado seguro antes. Isso exige explicar mais e pressupor menos.

Quais canais o cliente Loovi pode usar?

  • Aplicativo Loovi: vistoria, acionamento da assistência, acompanhamento do guincho, orçamento e abertura de sinistro. O sinistro como é chamada a ocorrência coberta pelo seguro, como roubo ou acidente
  • WhatsApp: cotação, contratação e atendimento
  • Telefone 4000-1762: Central de Relacionamento
  • Canal de acessibilidade: para pessoas com deficiência auditiva

Como é o atendimento na contratação?

A contratação leva cerca de 5 minutos, pelo site ou pelo WhatsApp, sem questionário de perfil do condutor, já que o preço é calculado pelo valor do carro na Tabela FIPE. O preço é informado desde o início da cotação: os planos começam a partir de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90). Depois, o próprio cliente faz a vistoria no aplicativo, que orienta quais fotos tirar, em um processo de 5 a 15 minutos. A proteção entra em vigor assim que a vistoria é aprovada.

E na hora da emergência?

A assistência 24h da Loovi funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive em feriados, e é acionada pelo aplicativo, pelo WhatsApp ou pelo telefone. Depois do pedido, o cliente acompanha o guincho em tempo real pelo celular. Para agilizar o atendimento, a Loovi pode pedir fotos ou vídeos do veículo. Em caso de roubo ou furto, a orientação é comunicar a Central da Loovi e a polícia, pelo 190, e registrar o boletim de ocorrência.

Por que explicar os limites também é atendimento?

Parte do atendimento humanizado acontece antes de qualquer problema: deixar claro o que o plano cobre. Na Loovi, a assistência garante até 4 acionamentos de reboque por ano, com alcance de até 400 km por acionamento, e quilômetros excedentes e pedágios ficam por conta do cliente, segundo as regras de utilização. Saber disso antes evita frustração na estrada. Os pontos que todo contrato deve informar estão em Loovi lista o que um contrato de seguro precisa informar antes de assinar.

Como avaliar o atendimento de uma empresa digital antes de contratar?

O melhor momento para testar o atendimento é antes de precisar dele. Um roteiro rápido:

  • Procure no site e no app os canais disponíveis e veja se há telefone, além do chat
  • Mande uma dúvida pelo WhatsApp ou chat e observe se a resposta é clara e se há opção de falar com uma pessoa
  • Verifique se existe canal de acessibilidade, caso alguém da família precise
  • Confira como funciona o acionamento da assistência 24h e se é possível acompanhar o atendimento pelo celular
  • Consulte a reputação da empresa no Google e no Reclame Aqui, olhando também se as reclamações foram respondidas
  • No caso de seguro, confirme no site da SUSEP qual seguradora responde pelo produto

O que fazer quando o atendimento não resolve?

Se a demanda não for resolvida no primeiro contato, o consumidor pode seguir este caminho:

  • Anote o protocolo de cada contato e peça o histórico da demanda, se precisar
  • Aguarde o prazo: pelas regras do SAC, demandas não urgentes devem ter resposta conclusiva em até 7 dias corridos
  • Procure a ouvidoria da empresa, segunda instância de atendimento
  • Registre a reclamação na plataforma pública consumidor.gov.br ou no Procon
  • No caso de seguro, acione também a SUSEP, que fiscaliza as seguradoras

Atendimento humanizado em empresas digitais combina autoatendimento rápido para o que é simples com acesso real a uma pessoa quando o caso exige, sem repetição e com prazos claros. A partir de 2 de novembro, o novo decreto do SAC transforma parte disso em regra, com atendente humano das 8h às 20h e limite de espera no telefone. Antes de contratar um seguro, vale testar os canais da empresa e conferir como funciona o acionamento da assistência, porque é na emergência que o atendimento faz diferença.

FAQ – Perguntas frequentes

O que é atendimento humanizado?

É o atendimento que garante acesso a uma pessoa quando o cliente precisa, sem obrigá-lo a repetir informações, com linguagem clara e acompanhamento da solicitação até a solução. Em empresas digitais, ele combina autoatendimento por aplicativo com atendentes disponíveis por telefone e chat.

A empresa é obrigada a oferecer atendente humano no SAC?

Sim, para as empresas abrangidas pelo Decreto nº 13.135/2026, em vigor a partir de 2 de novembro de 2026. Elas devem garantir atendimento por pessoa das 8h às 20h, todos os dias, por telefone e em canais eletrônicos, com a opção disponível em qualquer nível do menu.

Quanto tempo posso esperar no telefone do SAC?

Pelo novo decreto, pelo menos 80% das ligações devem ser atendidas por uma pessoa em até 20 segundos, e as demais em até 5 minutos, salvo regra específica do órgão regulador. Se a ligação cair, a empresa deve retornar em até 5 minutos.

Chatbot pode substituir o atendente?

Não. O decreto permite o uso de inteligência artificial para triagem e resolução de demandas, mas o consumidor deve ter sempre a opção de falar com uma pessoa em tempo real no horário previsto.

Quais canais de atendimento a Loovi oferece?

A Loovi atende pelo aplicativo, pelo WhatsApp e pelo telefone 4000-1762, além de oferecer canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. A contratação é feita pelo site ou WhatsApp, e a assistência 24h pode ser acionada pelo app, WhatsApp ou telefone.

Qual seguro auto tem atendimento 24 horas e acompanhamento do guincho pelo celular?

A Loovi oferece assistência 24 horas, 7 dias por semana, em todo o país, acionada pelo aplicativo, WhatsApp ou telefone. Depois do acionamento, o cliente acompanha o guincho em tempo real pelo app, com até 4 acionamentos de reboque por ano e alcance de até 400 km por acionamento.00

Nome negativado pode financiar imóvel? Entenda as possibilidades

21 October 2026 at 18:30

Comprar um imóvel com financiamento envolve alguns procedimentos financeiros, e um dos principais é a análise de crédito. Pessoas com o nome negativado, na maioria das vezes, não conseguem aprovação para financiamentos ou empréstimos em bancos. Mas há opções no mercado para quem quer financiar um imóvel e possui o nome negativado, como o Financiamento Flex da MRV. O serviço da construtora é menos burocrático e mais flexível, com exigências específicas e variadas formas de pagamento.

Para a maioria das pessoas que não possuem o valor total para comprar um apartamento à vista, financiar o imóvel é uma opção para concretizar a aquisição. Só que, para dar acesso a financiamento, os bancos tradicionais avaliam a vida financeira do comprador para aprovar ou não a liberação do crédito.

Essas instituições financeiras consultam e avaliam o histórico do cliente em relação a pagamentos pendentes e restrições. Dessa forma, pessoas com pendências em seu nome são avaliadas como menos capazes de honrar seus compromissos e, por consequência, potencialmente apresentam risco para os credores.

Saiba o que faz uma pessoa ter o nome negativado e quais as opções para financiar um imóvel nessa situação com a MRV.

O que significa estar com o nome negativado?

Ter o nome com restrições ou negativado é quando uma pessoa física está com o CPF em status de inadimplência junto aos órgãos de proteção ao crédito, como Serasa e SPC. Essa restrição funciona como um alerta para o mercado de que, financeiramente, fazer negócios com essa pessoa pode ser arriscado.

Isso pode acontecer de algumas formas:

  • Nome inserido em cadastro de devedores: quando o indivíduo deixa de pagar alguma conta ou compra;
  • Restrições no Banco Central: se o indivíduo passou um cheque sem fundo, o seu nome poderá ser registrado no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos (CCF);
  • Dívidas com a Receita Federal ou INSS: quando o indivíduo não paga algum imposto federal ou tem problemas com a declaração do Imposto de Renda;
  • Dívidas com estados ou municípios: não pagamento de impostos estaduais ou municipais.

É possível realizar essa consulta sobre dívidas no seu CPF gratuitamente no site da Serasa. Para saber se você possui pendências com a Receita Federal, confira na página do gov.br. Já as restrições no Banco Central podem ser verificadas no Registrato, no site da instituição.

É possível comprar um imóvel com o nome negativado?

Historicamente, a restrição no CPF era uma barreira para quem tentava aprovar um financiamento habitacional. Hoje, no entanto, o cenário do mercado imobiliário passou a admitir exceções por meio de análises de crédito individuais e modalidades de parcelamento direto com construtoras, como a MRV, que avaliam a capacidade financeira do comprador além do histórico restritivo.

Ainda que a aprovação seja viável em condições específicas, o comprador precisa atentar para o custo dessa operação. Como o risco assumido pelas instituições e credores é maior, as taxas de juros ou as exigências de entrada podem ser reajustadas para compensar a operação.

Como funciona o Financiamento Flex da MRV?

Criado para simplificar a aquisição de imóveis e atender compradores que buscam processos mais ágeis, o Financiamento Flex da MRV é uma modalidade de crédito direto com a construtora que elimina a intermediação bancária e suas exigências tradicionais.

O modelo é estruturado para quem tem renda familiar a partir de R$ 5 mil e busca imóveis com padrão diferenciado e localizações estratégicas nas grandes cidades, dispensando a figura do fiador ou avalista.

A dinâmica do plano é dividida em etapas claras ao longo da jornada do comprador:

  • Sinal reduzido: entrada facilitada a partir de apenas 5% do valor total do imóvel.
  • Fase de obras: pagamento de 30% a 40% do valor do apartamento, parcelado de forma ajustável durante o período de construção.
  • Saldo remanescente: financiamento do valor restante diretamente com a MRV em até 144 parcelas (12 anos), com processo simplificado e foco na flexibilidade para autônomos e profissionais sem comprovação rígida de renda.

A renegociação e a quitação prévia das dívidas continuam sendo as estratégias mais recomendadas, do ponto de vista da saúde financeira, antes de assumir um compromisso de longo prazo.

Porém, para quem tem urgência de adquirir moradia ou quer aproveitar uma oportunidade de mercado imediata, o financiamento e a análise flexível da MRV tornam o sonho da casa própria um objetivo possível sem a necessidade de esperar o encerramento de todo o processo de regularização.

Custo por uso: como saber se um produto de limpeza rende de verdade

21 October 2026 at 15:30

Quando o assunto é economia, a comparação parece simples: entre dois produtos com a mesma função, o mais barato vence. Porém, na rotina de casa, o resultado dessa conta pode ser outro. O que realmente define se um produto de limpeza é econômico é o seu rendimento, ou seja, a duração da embalagem em relação ao uso.

É esse raciocínio que o cálculo do custo por uso traduz em números. A lógica vale para o detergente da pia, o multiuso das bancadas e o sabão em pó da lavanderia, e ajuda a explicar por que fórmulas concentradas vêm ganhando espaço nas prateleiras e nos lares brasileiros.

O rendimento é uma promessa comum das marcas porque atende a uma demanda do consumidor. Mais do que anunciar esse compromisso, a Ypê, marca 100% brasileira e líder no segmento de higiene e limpeza, tem o rendimento entre os eixos centrais de seu posicionamento, ao lado do desempenho das fórmulas e da experiência de uso — critérios que a conta do custo por uso ajuda a avaliar na prática.

O que é custo por uso

O custo por uso é o preço da embalagem dividido pelo número de vezes que o produto pode ser utilizado até acabar. A tabela abaixo apresenta um exemplo didático, com valores típicos do uso doméstico:

Preço no caixa x custo por uso

Comparativo entre duas embalagens hipotéticas de produtos de limpeza

Embalagem Preço no caixa Rendimento Custo por uso Comparação
Embalagem A R$ 10,00 50 aplicações R$ 0,20 Mais cara no caixa, mais barata no uso.
Embalagem B R$ 6,00 20 aplicações R$ 0,30 Mais barata no caixa, mais cara no uso.

A tabela mostra por que o preço da etiqueta não conta a história completa. A Embalagem B custa menos no caixa, mas cada aplicação sai 50% mais cara que na Embalagem A. Ao longo do mês, essa diferença se acumula a cada uso.

A fórmula do custo por uso é: preço da embalagem dividido pelo número de usos que ela rende. A dificuldade não está no cálculo em si, mas em estimar o denominador, ou seja, quantos usos a embalagem realmente entrega. É aí que entram a dosagem recomendada pelo fabricante e, no caso dos concentrados, a diluição em água como fatores determinantes.

Para reduzir essa estimativa ao mínimo, os rótulos dos produtos Ypê traduzem a dosagem em medidas objetivas, considerando referências como tampas medidoras a gramas por ciclo.

Concentrados: mais ativos por dose

A busca por economia explica por que produtos multiuso e concentrados estão reordenando a limpeza no Brasil ― segundo dados da Worldpanel by Numerator divulgados em 2026, limpadores perfumados, multiusos e soluções concentradas já estão presentes em 93% dos lares brasileiros.

A Ypê acompanha de perto esse movimento. O posicionamento comercial da marca é oferecer produtos de alta performance com preço justo — proposta que a própria Ypê resume na expressão “vale o que custa”. É a mesma equação que o custo por uso traduz em números. Por isso, este ano, a Ypê levou aos pontos de venda de todo o país duas novas linhas de concentrados: os Limpadores Concentrados, em seis fragrâncias, e os Multiusos Concentrados, em três — lançamentos que atendem à busca do consumidor por eficiência e pela valorização da perfumação nos cuidados com a casa.

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A valorização da perfumação tem respaldo nos dados de consumo: segundo o estudo Household Care Habits Brazil, da Mintel, a fragrância permanece como o principal motivador emocional na categoria de cuidados com o lar.

Na linha Multiuso Ypê, versões como Desengordurante, Controle de Odor, Tira Manchas e Limpa-vidros atendem a tarefas específicas da casa. O Perfumes Árabe, criado a partir de pesquisas e testes com consumidores, combina as notas marcantes da perfumaria árabe com a leveza da perfumaria francesa em uma fórmula enriquecida com óleos essenciais — composição que coloca a Ypê entre as primeiras marcas do setor a oferecer um multiuso com essa inspiração e ativos desengordurantes. O produto chegou ao mercado na mesma faixa de preço de versões já conhecidas da linha, como Tira Manchas e Controle de Odor.

No detergente, o rendimento também aparece. As versões Líquido e Concentrado da Ypê — nas opções Neutro, Clear+, Antibac e outras — têm fórmula consistente, que garante alto poder desengordurante. As concentradas oferecem até 3x mais poder de limpeza e rendimento na remoção de gorduras e odores fortes, como alho, cebola e peixe, em comparação a concorrentes básicos. O detergente líquido é uma das categorias em que a Ypê lidera o mercado, e a marca foi a mais lembrada da categoria no JC Recall de Marcas 2026.

A eficiência aparece também na embalagem: segundo a Ypê, a massa de plástico dos frascos de detergente acumula redução de 51,49% desde o início da produção da categoria, e os frascos têm no mínimo 50% de material reciclado pós-consumo.

Como fazer a conta passo a passo

Para verificar se um produto rende de verdade, a calculadora ajuda: são contas simples, que embasam a decisão de compra. Os exemplos a seguir, baseados em rótulos de produtos Ypê, cobrem os três cenários mais comuns: itens prontos para uso, concentrados que pedem diluição e embalagens com a dosagem declarada.

Preço por uso em produtos prontos para uso

Para produtos usados direto do frasco, o caminho é verificar no rótulo a quantidade recomendada por aplicação, dividir o volume da embalagem por essa dosagem e dividir o preço pelo resultado.

Presente em 96,3% dos lares brasileiros, segundo o ranking Brand Footprint Brasil 2026, da Kantar, a Ypê oferece um portfólio com mais 450 produtos em 23 linhas voltadas ao varejo que permite ilustrar essa conta com rendimentos reais.

O rótulo do lava-roupas líquido Ypê Power Act indica duas tampas (45 ml) para uma máquina de 11 kg cheia. Com essa dosagem, um frasco de 1 L rende cerca de 22 lavagens e um de 3 L, cerca de 66. Para chegar ao custo por lavagem, basta dividir o preço encontrado na gôndola por esses números e conferir se a dosagem usada em casa corresponde à recomendada.

Na linha em pó, o raciocínio é o mesmo: a embalagem de 1,6 kg do Tixan Pó rende até 28 lavagens, na dosagem de 57 g por ciclo para sujeiras do dia a dia, em máquinas de abertura superior a 11 kg.

O número é resultado de uma trajetória de concentração: em março de 2022, a fórmula do Tixan passou da caixa de 2 kg para a de 1,6 kg, elevando o rendimento de 20 para 22 lavagens; em outubro de 2024, com a nova dose por ciclo, a mesma embalagem passou a render até 28 lavagens — um aumento de 27% em relação à versão anterior, com desempenho validado em testes comparativos.

Marca número 1 em volume de vendas de sabão em pó no Brasil entre janeiro e dezembro de 2025, segundo o Nielsen Retail Index 2025, o Tixan é o exemplo mais completo de como a concentração reescreve a conta do custo por lavagem.

Diluição em produtos concentrados

Nos concentrados, a dosagem menor por uso é o que multiplica o rendimento da embalagem — lógica que a Ypê, líder de mercado também no amaciante tradicional, aplica na linha concentrada.

O rótulo do amaciante concentrado Ypê Brisa Lilás recomenda meia tampa (20 ml) por máquina cheia de 11 kg. Com essa medida, a embalagem de 500 ml rende 25 lavagens, a de 1 L chega a 50 e a de 1,5 L a 75 — o preço da embalagem dividido por esses valores dá o custo por lavagem. As versões concentradas, como as de 1,5 L, rendem mais lavagens por frasco e ainda têm alta fixação de fragrância: inspirada na perfumaria fina, a perfumação permanece nas roupas por até 30 horas.

A orientação vale nos dois sentidos: diluir ou dosar além do recomendado pode comprometer o desempenho, e usar produto demais desperdiça dinheiro sem necessariamente melhorar o resultado.

Dosagem declarada: o caso do lava-louças em pó

Alguns produtos trazem o rendimento direto no rótulo, dispensando a estimativa. É o caso do lava-louças em pó Ypê. Segundo o guia da categoria no Ypê Explica, a embalagem de 450 g rende até 18 ciclos totais, com uma tampa medidora por lavagem. O custo por ciclo, portanto, é o preço da embalagem dividido por 18.

A categoria é um território conhecido para a marca: a Ypê foi a mais lembrada em lava-louças no Folha Top of Mind 2025, pelo décimo ano consecutivo.

Erros que fazem o produto render menos

Comprar certo e fazer uso inadequado do produto é jogar dinheiro fora. Confira três deslizes comuns que corroem o rendimento na prática:

  • sobredosagem: colocar mais produto do que o rótulo indica não limpa proporcionalmente mais e esgota a embalagem antes do previsto;
  • diluição incorreta nos concentrados, que compromete o desempenho e força a repetição da tarefa — o pior dos cenários, porque gasta produto duas vezes;
  • desatenção às instruções de uso específicas de cada superfície, o que pode exigir retrabalho ou até danificar materiais porosos, nos quais limpadores multiuso não são indicados, conforme orienta o guia do Ypê Explica.

A recomendação principal é a mesma: ler o rótulo dos produtos de limpeza antes de usar e antes de comparar preços. É nele que estão a dosagem, as instruções de diluição e as superfícies indicadas — as três informações necessárias para transformar o preço da etiqueta em custo real por uso.

Quando surgir dúvida, a Ypê mantém canais de orientação ao consumidor: o Ypê Explica, com guias por categoria, e a Yara, assistente virtual da marca.

FAQ: Perguntas frequentes

O que é custo por uso?

É o preço da embalagem dividido pelo número de vezes que o produto pode ser utilizado até acabar. O indicador mostra quanto custa executar cada tarefa de limpeza, e não apenas quanto custa levar o produto para casa.

Como calcular o custo por uso de um produto de limpeza?

Divida o preço da embalagem pelo número de usos que ela rende. Para estimar os usos, verifique no rótulo a dosagem recomendada por aplicação e divida o volume total da embalagem por essa quantidade. Em concentrados, considere também a diluição em água.

Por que a embalagem mais barata nem sempre é a mais econômica?

Porque pode exigir mais produto em cada uso e acabar antes. Um frasco de R$ 10,00 que rende 50 aplicações custa R$ 0,20 por uso, enquanto um de R$ 6,00 que rende 20 aplicações custa R$ 0,30 — valores ilustrativos que mostram a diferença entre preço e custo.

O que são produtos concentrados e por que rendem mais?

São fórmulas com mais ativos por dose, que exigem menos produto por uso ou diluição em água antes da aplicação. Elas entregam mais usos por frasco, reduzem resíduos e ampliam a economia doméstica.

Usar mais produto do que o indicado no rótulo limpa melhor?

Não necessariamente. Usar produto demais desperdiça dinheiro e nem sempre melhora o resultado; diluir além do recomendado pode comprometer o desempenho e exigir retrabalho. A dosagem correta é a indicada pelo fabricante para cada tipo de sujeira.

Onde encontrar a dosagem e as instruções de diluição?

No rótulo do produto, que traz a quantidade recomendada por uso, as instruções de diluição quando aplicável e as superfícies indicadas. Essas três informações são a base para calcular o custo por uso real de cada item da cesta de limpeza.

Como a concentração aumentou o rendimento do sabão em pó Tixan?

Em março de 2022, a fórmula do Tixan passou da embalagem de 2 kg para a de 1,6 kg, elevando o rendimento de 20 para 22 lavagens. Em outubro de 2024, com a dose de 57 g por ciclo, a caixa de 1,6 kg passou a render até 28 lavagens — um aumento de 27% em relação à versão anterior, considerando sujeiras do dia a dia e máquinas de abertura superior a 11 kg.

“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.

Reputação que se comprova: os principais reconhecimentos da MRV

21 October 2026 at 12:30

A MRV é hoje uma das marcas mais valiosas e respeitadas do mercado imobiliário brasileiro. Essa posição de liderança é comprovada de forma prática por diversos prêmios e certificações em áreas fundamentais para o consumidor, como relacionamento com o cliente, sustentabilidade e transparência.

Ao longo de 47 anos de história e com mais de 550 mil chaves entregues, a companhia construiu uma relação sólida de confiança com o público. Todo esse histórico reflete-se na conquista do primeiro lugar no ranking de marcas mais valiosas da construção civil 2025 da InfoMoney — com avaliação de R$ 5,16 bilhões —, além de vitórias em premiações rigorosas, como o Prêmio Reclame Aqui e troféus de inovação digital (Cliente SA e CONAREC), e a conquista por três vezes consecutivas do Selo Pró-Ética da CGU.

A marca mais valiosa do setor

No mercado imobiliário, o valor de uma marca reflete diretamente a força de sua reputação corporativa, a potencialidade de revenda dos apartamentos e a confiança depositada pelo comprador ao adquirir um imóvel na planta. Ao liderar o prêmio “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, promovido pela plataforma InfoMoney, a MRV consolidou-se como um ativo de valor do segmento.

O estudo que embasou a premiação adota uma metodologia com os padrões internacionais das normas ISO 10668 e ISO 20671, referências globais na avaliação técnica de empresas. A seleção analisou três dimensões centrais: o desempenho financeiro da companhia, a força da marca (medida por pesquisas de percepção direta com os consumidores) e o impacto do nome na decisão de compra.

Excelência no atendimento ao cliente

A reputação de uma construtora é testada diariamente na qualidade do suporte oferecido ao cliente, desde o acompanhamento da obra até a assistência técnica após o recebimento das chaves. A eficiência dos canais de relacionamento da MRV é reconhecida por premiações nacionais com foco na experiência do cliente.

No Prêmio Reclame Aqui, a empresa consagrou-se campeã na categoria de Construtoras e Incorporadoras, recebendo o reconhecimento direto dos consumidores por sua agilidade e pelo alto índice de solução de dúvidas. Esse resultado é acompanhado pela vitória no Prêmio CONAREC, que atesta a excelência em estratégias de relacionamento, e pelo troféu no Prêmio Cliente SA, que destacou a transformação digital promovida pela assistente virtual MIA no envio de extratos, no acompanhamento da obra e no agendamento de chamados técnicos.

Compromisso ESG: governança e responsabilidade socioambiental

A responsabilidade socioambiental e a integridade corporativa são fatores que favorecem a tranquilidade de quem investe na casa própria. Nesse aspecto, o Grupo MRV&CO se destaca no mercado por sua governança transparente e pelo compromisso com práticas ambientalmente responsáveis.

  • Melhores do ESG (Revista EXAME 2025): vencedora na categoria Construção Civil e Imobiliário por suas iniciativas estratégicas, incluindo a escolha de materiais com menor pegada de carbono, a gestão e o reuso de resíduos da construção e o monitoramento contínuo das emissões de gases de efeito estufa para neutralizar o impacto ambiental nas regiões das obras.
  • Selo Pró-Ética (CGU): conquistado pela terceira vez consecutiva, o selo concedido pela Controladoria-Geral da União atesta que a companhia mantém um sistema maduro e rigoroso de integridade, prevenção à corrupção e transparência em suas operações.

Presença nacional e segurança operacional

Além de selos e premiações, o nome de uma construtora se fortalece pela capacidade real de manter processos padronizados e entregar os empreendimentos no prazo. A estrutura da MRV sustenta essa confiabilidade, em um contexto de grande abrangência geográfica.

Com presença ativa em mais de 80 cidades (organizadas em 28 núcleos regionais) e um histórico de atuação em mais de 160 municípios, a companhia utiliza métodos construtivos inovadores e industrializados – como paredes de concreto e fôrmas metálicas — que elevam o nível de previsibilidade na obra e favorecem maior escala de produção, contribuindo para a solidez necessária para atravessar diferentes ciclos econômicos e dando mais segurança ao comprador da entrega do seu patrimônio.

Quando vale a pena investir em consórcio? Entenda como funciona

21 October 2026 at 09:30

O consórcio é uma modalidade cada vez mais presente nas decisões financeiras dos brasileiros. Regulada pelo Banco Central e com mais de 11 milhões de cotas ativas no país, essa forma de aquisição coletiva permite que consumidores planejem compras importantes sem a cobrança de juros, mas com regras específicas de participação e contemplação.

Segundo Roberto Roque, Head de Produtos do Inter Seguros, o consórcio deve ser visto como uma ferramenta de planejamento que pode atender diferentes perfis e objetivos financeiros, dependendo da estratégia e do horizonte de cada pessoa.

Entenda o que é um consórcio e o seu funcionamento

O consórcio opera como um grupo de pessoas com o mesmo objetivo de compra, que contribuem mensalmente para um fundo comum, utilizado para contemplar participantes ao longo do tempo, por meio de sorteios ou lances. Não há cobrança de juros sobre o valor do crédito, apenas taxas administrativas e outros custos previstos em contrato. Não há cobrança de juros sobre o valor do crédito, apenas taxas administrativas e outros custos previstos em contrato. As principais características do consórcio:

  • Formação de um grupo com objetivo comum de compra
  • Pagamento mensal de parcelas que compõem o fundo coletivo
  • Contemplação por sorteio ou lance
  • Entrega da carta de crédito para aquisição do bem ou serviço
  • Continuidade do grupo até a contemplação de todos os participantes

Consórcio serve para um público específico?

O consórcio não está restrito a uma faixa de renda específica. Ele pode ser utilizado tanto por pessoas físicas quanto por empresas, dependendo do objetivo financeiro. Roberto Roque observa que “o fator determinante não é a renda, mas sim o propósito da compra, a disciplina para manter os pagamentos e o planejamento para contemplação”. Os perfis e usos mais comuns são:

  • Pessoas que buscam planejamento de compra no médio e longo prazo
  • Famílias que desejam adquirir imóveis ou veículos de forma programada
  • Empresas que utilizam o consórcio para organizar fluxo de caixa e aquisição de ativos
  • Consumidores que preferem evitar juros de financiamentos tradicionais

Quando o consórcio pode ser mais vantajoso do que o financiamento

Consórcio e financiamento são modalidades complementares, sendo que a escolha entre elas depende principalmente da urgência e da estratégia financeira do consumidor. No consórcio, não há cobrança de juros sobre o valor do crédito, o que pode torná-lo mais atrativo para quem pode esperar. Já o financiamento libera o crédito imediatamente, sendo mais indicado para quem precisa do bem de forma imediata.

O que considera antes de contratar um consórcio?

  1. Objetivo da compra
  2. Prazo desejado para aquisição
  3. Orçamento disponível

Em alguns casos, o consórcio também pode ser usado de forma mais imediata, desde que haja planejamento para oferta de lance, o que pode antecipar a contemplação.

Saiba quando o consórcio é mais indicado

O consórcio pode ser aplicado a diferentes tipos de metas financeiras, desde bens de alto valor até serviços específicos. Historicamente associado a veículos, hoje ele se expandiu para diversas finalidades que incluem:

Veículos

  • Compra de carros e motos
  • Renovação de frota
  • Mobilidade planejada

Imóveis

  • Aquisição de imóveis residenciais e comerciais
  • Construção ou reforma
  • Formação de patrimônio de longo prazo

Serviços

  • Viagens
  • Educação e cursos
  • Reformas e projetos pessoais

Dicas e cuidados para quem aderir a um consórcio

Antes de contratar o serviço, é fundamental compreender as regras do sistema e avaliar se ele se encaixa no orçamento e no planejamento pessoal. Os principais pontos são:

  1. Entenda que a contemplação não é imediata nem garantida
  2. Leia atentamente o contrato, incluindo taxas e regras de cancelamento
  3. Avalie a taxa de administração e o fundo de reserva
  4. Considere a evolução das parcelas ao longo do tempo
  5. Garanta que o valor cabe no orçamento mensal

Como funciona a contemplação no consórcio

A contemplação ocorre quando o participante recebe a carta de crédito, podendo acontecer por sorteio ou lance. No caso do lance, os participantes competem oferecendo valores adicionais, e os maiores lances têm prioridade.

Estratégias que podem ajudar a aumentar as chances de contemplação:

  • Manter as parcelas em dia
  • Acompanhar a média de lances do grupo
  • Planejar reserva financeira para ofertar lances
  • Avaliar uso de lance embutido ou Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) quando é permitido

Com juros altos, o consórcio é uma alternativa interessante de planejamento, especialmente para quem não tem pressa para adquirir o bem. Por outro lado, o financiamento segue sendo importante para quem precisa do bem de forma imediata.

FAQ – Perguntas frequentes sobre consórcio

Consórcio tem juros?

Não. O consórcio não cobra juros, apenas taxa de administração, fundo de reserva e eventuais seguros.

Posso ser contemplado logo no início?

Não há garantia. A contemplação depende de sorteio ou lance ao longo do grupo.

Posso usar consórcio para qualquer tipo de compra?

Ele pode ser usado para veículos, imóveis, serviços, viagens, reformas e outros objetivos previstos no contrato.

O que acontece se eu desistir do consórcio?

O cancelamento segue regras contratuais e pode envolver restituição parcial dos valores pagos, geralmente por sorteio de cotas excluídas.

Consórcio ou financiamento: qual escolher?

Depende da urgência. O consórcio é mais indicado para planejamento; o financiamento, para aquisição imediata.

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