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Ex-top 1 do mundo é sincero sobre João Fonseca: “Precisa ficar mais forte”
Andy Roddick, ex-número 1 do mundo no tênis, avaliou a pausa na carreira anunciada por João Fonseca. Para o americano, o jovem talento brasileiro de 20 anos pode usar esse período de inatividade para um intenso preparo físico e se transformar em um “monstro físico” no circuito.
Roddick enfatiza a necessidade de Fonseca ganhar massa muscular para melhorar sua movimentação em quadra. Ele destacou que a potência natural já existe, mas o corpo precisa de preparo para suportar as exigências de uma temporada de 30 a 35 semanas de competições, classificando isso como uma evolução natural.
“Ele precisa ficar fisicamente mais forte para se movimentar melhor em direção aos cantos da quadra. A potência natural ele já tem, e isso não se ensina. Mas seu corpo precisa aprender a suportar de 30 a 35 semanas de competição por ano. É uma evolução natural para um jogador dessa idade”, afirmou Roddick, em entrevista traduzida pelo site Tênis News.
Retorno mais forte na Austrália
O ex-top 1 do mundo expressou otimismo quanto ao retorno de Fonseca no Australian Open, esperando que ele possa demonstrar não apenas recuperação, mas um ganho notável de massa muscular, o que permitiria ao brasileiro vencer partidas defendendo.
“Se ganhar força, também poderá vencer partidas defendendo. Espero que, quando voltar à Austrália, possamos dizer: Ele não apenas se recuperou, mas também ganhou massa muscular”, disse Roddick, que alcançou o posto de número 1 do mundo em 2003.
O americano também ressaltou a expectativa do Brasil em ter um novo tenista no topo, desde os tempos de Guga. Para Roddick, João Fonseca tem potencial para se tornar um jogador muito importante no circuito, com a possibilidade de voltar como um “verdadeiro monstro físico”.
Roland Garros: João Fonseca conquista a internet após vitórias
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.
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Veja o que separa o início chocante de Hamilton com a ascensão de Antonelli
Para entender exatamente qual a diferença entre a estreia de Lewis Hamilton em 2007 e a temporada vitoriosa de Antonelli, basta olhar para o tempo de maturação de cada piloto na Fórmula 1.
O britânico chocou o esporte ao lutar pelo título mundial imediatamente em seu primeiro ano na McLaren, somando vitórias e perdendo o troféu por apenas um ponto.
Já o jovem italiano estreou pela Mercedes em 2025 focado em se adaptar ao carro, terminando o campeonato na sétima posição, para então engatar uma sequência avassaladora e assumir a liderança absoluta do grid na temporada de 2026.
O impacto imediato de Hamilton na McLaren
Quando Lewis Hamilton alinhou seu carro no grid do Grande Prêmio da Austrália de 2007, poucos previam o que estava por vir. O jovem piloto não apenas acompanhou o ritmo de seu companheiro de equipe, o então bicampeão Fernando Alonso, como quebrou o recorde de pódios consecutivos para um estreante, subindo aos degraus dos vencedores nas nove primeiras corridas de sua carreira profissional.
A temporada inaugural do britânico foi construída com base em uma agressividade controlada que surpreendeu os veteranos da categoria.
Hamilton conquistou quatro vitórias impressionantes em pistas exigentes como Canadá, Estados Unidos, Hungria e Japão. Ele também garantiu seis pole positions ao longo do ano, mostrando uma velocidade de volta lançada que rivalizava com os maiores nomes do esporte na época.
O desfecho daquele campeonato entrou para a história como um dos mais apertados do automobilismo moderno. Hamilton somou 109 pontos sob o antigo sistema de pontuação da Federação Internacional de Automobilismo, empatando com Alonso e ficando a apenas um ponto da taça, que acabou nas mãos de Kimi Räikkönen da Ferrari.
A curva de aprendizado de Antonelli na Mercedes
O cenário encontrado por Andrea Kimi Antonelli foi fundamentalmente diferente. Promovido ao assento da Mercedes aos 18 anos, ele carregava o peso de substituir o próprio Lewis Hamilton na equipe alemã a partir de 2025.
Sua temporada de estreia foi marcada por corridas de recuperação e muito aprendizado tático. Ele conquistou um excelente quarto lugar na Austrália, mas fechou o ano de forma discreta na sétima colocação geral, acumulando 150 pontos sob o sistema moderno da categoria.
Foi no ano seguinte que o talento cru do italiano se transformou em resultados consistentes e dominantes. O ano de 2026 marcou a virada de chave definitiva para Antonelli, que conquistou sua primeira vitória no GP da China e não olhou mais para trás.
Com uma leitura de corrida aprimorada e um ritmo de classificação muito superior, ele passou a ditar o ritmo do campeonato mundial.
Antonelli já soma oito vitórias na carreira e lidera a tabela de classificação de pilotos com uma vantagem massiva sobre seu companheiro de equipe. Ele vem provando que a aposta da diretoria da equipe em acelerar sua promoção para a categoria principal foi totalmente justificada.
Raio X do desempenho das duas promessas
Para colocar a evolução de ambos os pilotos em perspectiva, é necessário observar os números exatos de suas campanhas de revelação. Abaixo, listamos os principais marcos estatísticos de cada atleta:
- Pontuação no ano de estreia: Hamilton somou 109 pontos em 2007, garantindo o vice-campeonato mundial. Antonelli fechou sua primeira temporada em 2025 com 150 pontos (em um sistema que premia mais posições), ficando em sétimo lugar.
- Vitórias como novato: O britânico venceu quatro grandes prêmios logo em seu primeiro ano. O italiano não venceu em 2025, guardando seu primeiro triunfo oficial na categoria para a etapa de Xangai em 2026.
- Desempenho no segundo ano: Hamilton sagrou-se campeão mundial na sua segunda temporada (2008). Antonelli caminha a passos largos para repetir o feito, liderando o campeonato de 2026 com ampla margem e acumulando oito vitórias até o momento.
O cenário atual dentro das garagens da equipe alemã
A ascensão de Antonelli representa um alívio estratégico para Toto Wolff e toda a cúpula da Mercedes. A saída de um heptacampeão mundial para a Ferrari deixou um vácuo de liderança que muitos acreditavam que demoraria anos para ser preenchido. No entanto, a maturidade demonstrada pelo jovem piloto italiano acelerou o processo de reestruturação da equipe.
Hoje, o carro número 12 é a principal força do grid. A capacidade de Antonelli de entregar tempos de volta consistentes, aliada ao trabalho de acerto de carro desenvolvido em conjunto com George Russell, colocou a Mercedes de volta ao topo da disputa pelo campeonato de construtores. O legado de excelência construído ao longo da última década encontrou um herdeiro à altura.
O impacto dessa transição bem-sucedida garante a estabilidade técnica da equipe para as próximas temporadas. Ter um piloto capaz de vencer corridas com tamanha autoridade em seu segundo ano tira a pressão dos engenheiros e permite um foco total no desenvolvimento aerodinâmico do carro para os próximos regulamentos.
Dúvidas frequentes sobre os pilotos
- Quem teve o melhor resultado final em seu ano de estreia na Fórmula 1?
Lewis Hamilton teve um resultado superior em seu primeiro ano. Ele terminou a temporada de 2007 como vice-campeão mundial, enquanto Kimi Antonelli encerrou seu ano de estreia em 2025 na sétima colocação do campeonato.
- Qual foi a idade de cada piloto ao estrear na categoria máxima?
Hamilton fez sua primeira corrida oficial aos 22 anos de idade pela equipe McLaren. Antonelli estreou muito mais cedo, assumindo o volante da Mercedes no Grande Prêmio da Austrália de 2025 com apenas 18 anos.
- Por que a temporada de 2026 de Antonelli é comparada ao início de carreira do britânico?
A comparação ocorre porque ambos demonstraram um nível de pilotagem de elite logo no início de suas trajetórias. Enquanto o britânico quase foi campeão no primeiro ano, o italiano assumiu o protagonismo absoluto do campeonato mundial logo em sua segunda temporada.
O paralelo entre essas duas trajetórias reforça como o talento excepcional sempre encontra seu caminho para o topo do pódio.
Seja lutando pelo título no primeiro dia de trabalho ou construindo uma liderança implacável no segundo ano, ambos os pilotos escreveram seus nomes na história recente do esporte a motor com performances inesquecíveis.
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Fluminense jogou melhor que o Palmeiras? Hulk avalia desempenho do time
Hulk concedeu declarações na zona mista após a eliminação do Fluminense no Nubank Parque e defendeu o desempenho da equipe durante a partida. Para ele, qualquer pessoa que entende de futebol reconheceria a superioridade do time em campo.
Em tom reflexivo, o jogador afirmou que o Fluminense jogou melhor e teve o controle do jogo, mas reconheceu a imprevisibilidade do esporte.
Hulk lamenta imponderável do futebol
Na zona mista, Hulk foi direto ao avaliar o desempenho do Fluminense.
“Se você perguntar pra qualquer pessoa que entende de futebol, todos vão te responder a mesma coisa”, declarou o atleta, sugerindo que o time foi superior ao adversário durante o confronto.
Apesar da convicção sobre o desempenho coletivo, Hulk reconheceu que o bom futebol nem sempre é suficiente para garantir a vitória. “Infelizmente não adianta jogar bem, não adianta ter o controle do jogo”, lamentou.
O jogador ainda refletiu sobre a natureza imprevisível do esporte.
“O futebol é difícil de entender, ninguém vai entender o futebol, porque nem sempre quem joga melhor, nem sempre quem controla a partida vai sair vitorioso”, concluiu Hulk, resumindo a frustração do Fluminense com a eliminação.
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Fluminense x Flamengo: horário e onde assistir à Copa do Brasil Feminina
Fluminense e Flamengo se enfrentam nesta quinta-feira (22), às 19h (de Brasília), pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil Feminina.
A partida será no Estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro e terá transmissão do SporTV (TV fechada).
Se quiserem avançar, as “Meninas da Gávea” precisam reverter o resultado da ida.. As “Guerreiras do Fluminense” venceram por 2 a 1 o primeiro jogo e têm a vantagem do empate.
Onde assistir a Fluminense x Flamengo na Copa do Brasil Feminina
- TV fechada: SporTV (YouTube)
Ficha técnica de Fluminense x Flamengo na Copa do Brasil Feminina
- Data: 22/10/2026
- Horário: 19h (de Brasília)
- Local: Estádio Luso-Brasileiro | Rio de Janeiro, RJ
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Brasil fica em 5º lugar na final por equipes do Mundial de Ginástica
O topo do pódio ficou com a China (165.764), que há 20 anos não vencia a competição e quebrou a hegemonia dos Estados Unidos. Após sete títulos mundiais, as norte-americanas (165.531) ficaram com a prata. O Japão (164.063) levou o bronze, 60 anos depois de subir ao pódio mundial pela primeira vez. Além das medalhas, os três países asseguraram vagas na Olimpíada de Los Angeles (LA 2028). A quarta colocação ficou com a França (161.130).
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“Nosso principal objetivo era a classificação para o Mundial de 2027 [as oito equipes finalistas garantiram presença]. Sabemos que a caminhada é dura. O primeiro passo a gente já demos. Agora é continuar treinando. Não há segredos, já sabemos como é”, disse Flavinha, referindo-se à próxima edição, que distribuirá vagas olímpicas às primeiras nove equipe colocadas.
A melhor perfomance do Brasil na final foi no salto, com somatório 41.433. Primeira no aparelho, Flavinha levou nota 13.000, após dar um passo pra trás na aterrissagem. Na sequência, a estreante Sophia Weisberg, de apenas 16 anos, brilhou ao executar com precisão uma dupla pirueta, que havia tentando sem êxito no qualificatório. Caçula da equipe, Sophia anotou 14.033. Por fim, Rebeca Andrade executou movimentos perfeitos ao saltar e aterrissou com precisão, cravando nota 14.400.
Bronze olímpico em Paris 2024, a seleção feminina totalizou hoje 40.532 na trave, 39.132 nas paralelas assimétricase 38.633 no solo.
O Brasil ainda temchances de subir ao pódio. Na próxima sexta (23), Flavinha e Lorrane Oliveira disputarão a final do individual geral. No dia seguinte, Rebeca vai brigar pelo pódio no salto. Por fim, no domingo (25), Flavinha competirá a final da trave.
Programação
QUINTA (22)
14h30 às 17h - Final do individual geral masculino
SEXTA (23)
14h30 às 17h - Final do individual geral feminino
SÁBADO (24)
9h às 13h - Finais por aparelhos (primeiro dia)
Masculino: solo, cavalo com alças e argolas
Feminino: salto e barras assimétricas
DOMINGO (25)
10h às 14h - Finais por aparelhos (segundo dia)
Masculino: salto, barras paralelas e barra fixa
Feminino: trave de equilíbrio e solo
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Ex-jogador do Chiefs morre aos 37 anos; Mahomes promete ajuda à família
Ex-defensive end do Kansas City Chiefs, da NFL, Allen Bailey morreu aos 37 anos.
“Nossos corações estão com a família dele”, disse o técnico do Chiefs, Andy Reid, ao iniciar sua entrevista coletiva na quarta-feira (21). “As orações estão com eles. Jovem demais, obviamente. Um dos meus jogadores favoritos. Ótimo garoto. Só lamento muito que isso tenha acontecido com ele.”
Bailey foi encontrado morto na terça-feira (20), em sua casa na Flórida, e a família disse ao “TMZ” acreditar que ele morreu de causas naturais. Nenhuma causa oficial da morte havia sido divulgada até a tarde de quarta-feira.
“Allen Bailey foi um excelente companheiro de equipe, um homem generoso e uma alma gentil”, publicou o Chiefs nas redes sociais na quarta-feira. “Estamos profundamente tristes ao saber de sua morte, e nossos pensamentos e orações estão com sua família e amigos.”
Bailey foi escolhido na terceira rodada do Draft de 2011
O Kansas City escolheu Bailey na terceira rodada do Draft da NFL de 2011, vindo da Universidade de Miami.
Em 133 jogos de temporada regular (70 como titular) pelo Chiefs (2011 a 2018) e pelo Atlanta Falcons (2019 e 2020), ele somou 248 tackles, 22 sacks, 40 tackles para perda, 40 hits no quarterback, quatro fumbles forçados e sete fumbles recuperados, um deles devolvido para touchdown.
Também disputou seis jogos de playoffs (cinco como titular), com dez tackles, dois sacks e dois fumbles forçados.
“Descanse em paz, Allen Bailey”, publicou o Falcons nas redes sociais, acompanhado do emoji de mãos em oração. “Enviamos nossas mais profundas condolências à família e aos amigos.”
Mahomes diz que companheiros vão ajudar a família
O quarterback do Chiefs, Patrick Mahomes, disse na quarta-feira que Bailey foi a primeira pessoa que viu ao entrar no vestiário, depois de ser escolhido no Draft de 2017.
Ao ver o robusto e atlético Bailey, com 1,91 m e 131 kg, Mahomes percebeu que já não estava mais na faculdade e classificou o momento como “surreal”.
“Obviamente, é terrível ouvir a notícia”, disse Mahomes, que foi companheiro de Bailey por duas temporadas. “Um ótimo companheiro de equipe, daqueles jogadores que mantêm o grupo unido. Ele faz jogadas. Não é necessariamente um superastro, mas é aquele cara que faz tudo funcionar.”
“Estamos rezando pela família dele. Como companheiros de equipe, conversamos e sabemos que vamos fazer o que pudermos para apoiar essas pessoas.”
Ex-jogador brilhou em Miami e foi duas vezes All-ACC
Natural de Sapelo Island, na Geórgia, Bailey disputou 50 jogos pelo Miami Hurricanes entre 2007 e 2010, com 107 tackles, 19 sacks, 31 tackles para perda e dois fumbles forçados. Foi duas vezes selecionado para o All-Atlantic Coast Conference.
“É terrível, especialmente com todo o bem que ele fez”, disse Reid sobre a morte de Bailey. “Ele tem uma família, e isso é muito triste. Sei que o pai dele também morreu jovem. Faz a gente passar mal quando isso acontece com alguém tão jovem.”
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Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas anuncia finalistas entre goleiras
Yanne se destacou na histórica campanha do Bahia no Campeonato Brasileiro deste ano. Além de grandes defesas durante a competição, ela foi decisiva na classificação das Mulheres de Aço às semifinais, salvando dois pênaltis - um deles no tempo normal - nos jogos diante do Palmeiras, pelas quartas de final. A goleira de 23 anos, que é natural de Salvador, foi recompensada com a primeira convocação da carreira à seleção brasileira principal.
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Sandy, por sua vez, é a grande responsável pela permanência do América-MG na primeira divisão do Brasileirão. A mineira nascida em Mariana, de 26 anos, assumiu a titularidade na terceira rodada, retornou ao banco na 10ª e voltou ao time três jogos depois. Entre todas as goleiras, é quem teve maior nota (7.57) no Sofascore, site especializado em estatísticas do futebol, além de ser a segunda com maior média de defesas por jogo (6.08).
As atletas foram escolhidas em votação realizada por representantes dos clubes da elite do futebol feminino nacional: a capitã, o(a) treinador(a) e o(a) dirigente responsável pela modalidade. Conforme o regulamento da premiação, os votos não poderiam ser direcionados a integrantes da própria agremiação.
Os finalistas das diferentes categorias vêm sendo revelados desde a última segunda (19) nos veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Além das que concorrem ao troféu de melhor goleira, também foram anunciadas os mais votadas ao prêmio de Jogadora Revelação e Melhor Treinador(a). Os vencedores serão conhecidos em cerimônia no Museu do Futebol, em São Paulo, no próximo dia 15 de novembro.
As demais categorias a serem reconhecidas no Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas são: Melhor Jogadora, Artilheira, Gol Mais Bonito, Melhor Departamento de Futebol Feminino e Seleção da Temporada. Há, também, a categoria Futebol Feminino Contra o Feminicídio, que destaca o clube que melhor promoveu ações de enfrentamento à violência contra a mulher.
Mundial de Ginástica: Brasil fica fora do pódio por equipes; China é campeã
O Brasil ficou em quinto lugar por equipes no Mundial de Ginástica Artística de 2026 em Roterdã. A China levou a melhor e ficou com o ouro na decisão desta quarta-feira (21).
Com 165.764 pontos, as chinesas carimbaram a vaga nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Os Estados Unidos ficaram com a prata, com 165.531 pontos, e o Japão fechou o pódio com 164.063, e também garantiram a classificação para a próxima Olimpíada.
A França ficou em quarto lugar e o Brasil veio na sequência, em quinto, com 159.730. As brasileiras tiveram desempenho melhor do que na classificação, na segunda-feira (19), quando avançou para a final por poucos décimos na oitava e última vaga.
O aumento da pontuação foi puxado pelo desempenho no salto. Enquanto na classificação o Brasil obteve 40.266, na final subiu a nota total do aparelho para 41.433. No solo, na trave e nas barras assimétricas manteve um desempenho similar, com poucos décimos a menos do que na classificação.
Como resultado, o time, formado por Rebeca Andrade, Flávia Saraiva, Lorrane Oliveira, Thais Fidelis e Sophia Weisberg, garantiu vaga no Mundial do próximo ano, que vai distribuir nove vagas na Olimpíada de Los Angeles.
Próximas finais
O Brasil volta ao tablado na próxima sexta-feira (23) com Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira na disputa do individual geral. Flavinha garantiu vaga em 12º lugar, enquanto Lorrane avançou em 22º. A decisão começa às 14h30 (de Brasília).
No sábado (24), Rebeca Andrade briga por medalha na final do salto, às 9h (de Brasília). A campeã olímpica se classificação com a maior nota da classificação.
E, por fim, Flávia Saraiva disputa a final da trave no domingo (25) também brigando por medalha. Flavinha avançou para a final do aparelho em terceiro lugar, atrás apenas das chinesas Zhang Qingying e Qiu Qiyuan.
Rebeca Andrade conquista medalha de ouro no Brasileiro de Ginástica