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CEO da Stellantis pede desculpas por problemas em motores PureTech

22 October 2026 at 21:55

O CEO do grupo Stellantis, Antonio Filosa, pediu desculpas publicamente aos clientes pelas falhas recorrentes de durabilidade registradas nos motores da família 1.2 PureTech.

A declaração foi dada ao jornal francês Le Parisien durante o Salão do Automóvel de Paris (Mondial de l’Auto), em meio ao anúncio de uma reestruturação profunda nos processos de qualidade e na estratégia mecânica da montadora na Europa.

Herança do antigo Grupo PSA (Peugeot e Citroën), o motor PureTech traz a tecnologia de correia de distribuição banhada a óleo. A degradação e o esfarelamento prematuro desse componente causam o entupimento da bomba de óleo, comprometendo a lubrificação e levando a falhas graves ou à perda total do motor. A lista de veículos afetados inclui modelos populares de grande volume no mercado europeu, como os Peugeot 208, 2008 e 3008, os Citroën C3 e C4, além dos Opel Corsa e Astra.

Abordagem diferente da GM e aposentadoria da tecnologia

O problema de degradação da correia banhada a óleo também é conhecido no mercado brasileiro. No entanto, a Stellantis optou por um caminho oposto ao adotado pela General Motors nos motores turbo da linha Chevrolet (Onix, Tracker e Montana). Enquanto a GM atualizou a formulação da correia e do lubrificante para conter a corrosão provocada por óleos de má qualidade, a Stellantis decidiu descontinuar gradualmente a família PureTech na Europa.

Para substituir a mecânica francesa, a montadora iniciou a transição para a família de motores Firefly, desenvolvida originalmente pela Fiat. Composta por corrente de comando em vez de correia banhada a óleo, a arquitetura italiana é reconhecida pela maior resistência e menor histórico de manutenção. O conjunto passará a equipar gradualmente os modelos da Peugeot, Citroën e Opel, além de receber atualizações com sistemas híbridos projetados para operar até a próxima década.

No Brasil, os motores Firefly já são consolidados e equipam veículos de entrada como Fiat Mobi, Argo, Cronos e Strada, nas opções 1.0 flex de três cilindros (75 cv) e 1.3 flex de quatro cilindros (107 cv).

Mais problemas e novas metas globais

Além da substituição mecânica, a Stellantis também enfrenta o desgaste de imagem provocado pelo recall dos airbags da fornecedora Takata. Para contornar as crises e recuperar a confiança do consumidor, a fabricante implementou 100 salas de controle de qualidade na Europa e na América do Norte, chamadas internamente de “quality war rooms”.

Essas unidades promovem reuniões diárias entre engenheiros, diretores de fábrica e fornecedores para identificar defeitos antes das entregas aos clientes. Segundo Filosa, as ações já resultaram em um avanço de cerca de 30% nos índices de qualidade dos veículos da marca desde o início de 2026.

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Picape da Fiat será “papamóvel” no Uruguai, veja qual

21 October 2026 at 18:50

A Fiat foi escolhida para fornecer o veículo oficial que transportará o Papa Leão XIV durante sua visita apostólica ao Uruguai, agendada para ocorrer entre os dias 6 e 8 de novembro.

A conversão da picape média Titano no tradicional “papamóvel” está sendo executada nas instalações da Nordex, parceira industrial do grupo Stellantis em Montevidéu, com mão de obra especializada local.

 

A Fiat Titano que transportará o Papa Leão XIV passa por adaptações pedidas pelo Vaticano. O modelo terá laterais abertas, assento giratório ajustável, bancos para a comitiva, escada elétrica retrátil e cobertura transparente contra chuva.
A Fiat Titano, que transportará o Papa Leão XIV, passa por adaptações pedidas pelo Vaticano. O modelo terá laterais abertas, assento giratório ajustável, bancos para a comitiva, escada elétrica retrátil e cobertura transparente contra chuva. • Divulgação

Esta é a segunda vez que um modelo da marca italiana é adaptado para o transporte de um papa na América do Sul. Em julho de 2013, durante a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, o Papa Francisco utilizou um Fiat Idea adaptado, unidade que posteriormente passou a integrar o acervo histórico mantido pela fabricante.

Durante a agenda no país vizinho, o pontífice passará pelas cidades de Montevidéu, Paysandú e Florida, antes de seguir viagem para compromissos na Argentina e no Peru.

Sobre a Titano

Sob a carroceria modificada para os compromissos papais, a Fiat Titano utilizada no projeto pertence à linha produzida no polo automotivo de Córdoba, na Argentina. O utilitário é equipado com o motor 2.2 turbodiesel Multijet, que entrega 200 cv de potência e 450 Nm de torque, gerenciado por uma transmissão automática de oito velocidades.

A plataforma do modelo conta com tração integral com seletor eletrônico, suspensão calibrada para absorção de impactos em terrenos irregulares e sistema de freios a disco nas quatro rodas.

Na versão de rua mais equipada, a picape reúne assistências de condução do pacote ADAS, como frenagem autônoma de emergência e alerta de mudança de faixa, além de central multimídia com câmeras de visão 360 graus para manobras.

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Fiat Koala, la nuova elettrica economica potrebbe arrivare nel 2028

20 October 2026 at 09:15

Fiat prepara una nuova city car elettrica accessibile: nome Koala tra le ipotesi, piattaforma condivisa e possibile produzione italiana.

La Fiat Koala potrebbe diventare uno dei prossimi modelli chiave nella strategia di elettrificazione del marchio torinese. Dietro questo nome, non ancora ufficializzato per un’auto di serie, si delinea il progetto di una city car elettrica economica, pensata per offrire dimensioni compatte, semplicità d’uso e un prezzo d’ingresso contenuto.

Le indicazioni emerse al Salone dell’Auto di Parigi 2026 confermano l’interesse del costruttore per un modello elettrico di piccole dimensioni. Il progetto, tuttavia, non è stato presentato nella sua veste definitiva: mancano immagini ufficiali della vettura, dati di omologazione e dettagli commerciali.

Il nome Koala e il legame con Panda e Pandina

La scelta della denominazione è uno degli aspetti che alimentano maggiormente la curiosità. Koala rientra fra i nomi considerati dal marchio, insieme ad altri richiami al mondo animale già presenti nella tradizione Fiat.

La futura piccola elettrica viene immaginata come una proposta complementare alla Fiat Pandina, ancora legata alla motorizzazione termica.

Piattaforma E-Car e parentela con Citroën 2CV

La novità tecnica più rilevante riguarda la possibile adozione della piattaforma Stellantis E-Car, sviluppata per vetture elettriche compatte e accessibili. La stessa architettura è associata al progetto della nuova Citroën 2CV, reinterpretazione moderna di un modello storico che punta a riportare al centro essenzialità, praticità e costi contenuti.

Una base tecnica comune non significa automobili identiche. Fiat dovrebbe proporre un’identità estetica autonoma, coerente con il proprio linguaggio stilistico e con l’utilizzo cittadino. La condivisione di componenti, software e processi produttivi potrebbe invece aiutare a contenere gli investimenti e, di conseguenza, il prezzo al cliente.

Design compatto, senza inseguire soltanto la nostalgia

Le anticipazioni descrivono una vettura dalle forme semplici e funzionali, con un’impostazione probabilmente più squadrata rispetto alla futura 2CV. Il vantaggio di una carrozzeria razionale sarebbe soprattutto pratico: massimizzare lo spazio a bordo in rapporto agli ingombri esterni e migliorare l’accessibilità nell’uso quotidiano.

Non è ancora possibile attribuire alla nuova Fiat misure, configurazioni dell’abitacolo o soluzioni stilistiche definitive. Le immagini circolate finora sono ricostruzioni non ufficiali e non possono essere considerate fotografie del modello di produzione. L’eventuale riferimento alla Panda storica andrà quindi letto come ispirazione progettuale, non come promessa di un remake rétro.

Prezzo di 15.000 euro: obiettivo, non listino

Il dato destinato ad attirare più attenzione è il prezzo indicativo di 15.000 euro, associato al programma delle piccole elettriche accessibili. Se raggiunto, collocherebbe la futura Fiat in una fascia particolarmente interessante per chi cerca un’auto nuova destinata soprattutto a spostamenti urbani e pendolarismo di breve raggio. Al momento, però, non esiste un listino ufficiale né è chiaro quali dotazioni sarebbero incluse in quella cifra.

Anche per batteria, autonomia e potenza del motore non sono disponibili specifiche definitive. È ragionevole attendersi una scelta tecnica orientata a contenere peso e costi, ma qualsiasi numero sui chilometri percorribili o sui tempi di ricarica sarebbe oggi una previsione.

Produzione a Pomigliano e tempi di arrivo

Per la nuova Fiat elettrica viene indicata come possibile sede produttiva Pomigliano d’Arco, stabilimento già legato alla storia recente della Panda. Un’eventuale localizzazione italiana rappresenterebbe un elemento industriale significativo, ma l’assegnazione definitiva, i volumi e il calendario produttivo devono ancora essere precisati.

Le ipotesi sulla tempistica oscillano fra una presentazione anticipata e un avvio commerciale attorno al 2028, in parallelo all’evoluzione del programma E-Car. In attesa di annunci formali, la data va dunque considerata come una prospettiva e non come una scadenza già fissata.

Perché la futura city car conta per Fiat

Con questo progetto Fiat potrebbe tornare a valorizzare una delle sue competenze storiche: progettare auto piccole, pratiche e accessibili. Una city car elettrica essenziale potrebbe quindi ampliare l’offerta senza rinunciare alla vocazione popolare del marchio. Prima di valutarne il potenziale sul mercato italiano ed europeo, saranno però necessari i dati ufficiali su autonomia, equipaggiamento, sicurezza e prezzo. La Fiat Koala resta per ora un nome possibile per un progetto concreto: il prossimo passo sarà trasformare le anticipazioni in un

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