Vendas de automóveis na UE aumentaram 5,7% até setembro


A Kia revelou uma nova versão mais completa e com preço mais alto para a Tasman, a picape média da marca. A nova Kia Tasman PGL tem preço de R$ 319.990 e chega para unir-se à configuração GL (de entrada), lançada em agosto.
Entre os diferenciais, a novidade se diferencia pela oferta de sistemas de assistência à condução (ADAS) e itens adicionais de conforto e praticidade. A nova variante também é uma tentativa de acelerar as vendas da picape, que não vai bem e, até setembro deste ano, emplacou 12 unidades.
O conjunto mecânico é o mesmo da versão de entrada: motor 2.2 turbodiesel de quatro cilindros, com 210 cv de potência e 45 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de oito marchas e à tração 4×4 com reduzida.
A picape também oferece sete modos de condução, incluindo configurações para terrenos como areia, lama e neve.
Entre os recursos de segurança da Tasman PGL estão piloto automático adaptativo, assistente de permanência e centralização em faixa, frenagem autônoma de emergência com detecção de veículos, pedestres e ciclistas e monitoramento de ponto cego.
O modelo também conta com alerta de saída segura, que ajuda a evitar acidentes durante a abertura das portas, e comutação automática do farol alto.

A lista de equipamentos inclui ainda bancos com revestimento em Altaica, ajustes elétricos para o banco do motorista, sensor de chuva, retrovisor interno eletrocrômico, estribos laterais e iluminação de LED na caçamba.
O painel reúne telas que somam 29,6 polegadas, incluindo quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas, central multimídia de 12,3 polegadas e uma tela de 5 polegadas dedicada ao sistema de climatização. Há também compatibilidade sem fio com Apple CarPlay e Android Auto.
Com entre-eixos de 3,27 metros, a Tasman tem uma capacidade volumétrica na caçamba de 1.173 litros, enquanto a capacidade de carga útil chega a 1.007 kg. Segundo a Kia, a capacidade máxima de tração é de 6.200 kg.
O modelo tem garantia de cinco anos sem limite de quilometragem.
A Kia Tasman PGL está disponível em sete opções de cores:
Kia EV9: SUV elétrico chega ao Brasil com preço de carro de luxo
Um Ferrari F50 de 1997 com apenas 170 km rodados pode estabelecer um novo recorde de preço para o modelo. O superesportivo será oferecido em um leilão marcado para 31 de outubro, com expectativa de superar US$ 20 milhões (cerca de R$ 108 milhões).
Se a estimativa se confirmar, o exemplar poderá se tornar o F50 mais caro já vendido em um leilão público. Produzido entre 1995 e 1997, o Ferrari F50 teve apenas 349 unidades fabricadas. A quilometragem excepcionalmente baixa é um dos principais fatores que explicam a expectativa de valorização.
O carro em questão é do último ano de produção e foi entregue novo no Reino Unido. Desde então, permaneceu praticamente parado por quase três décadas.
O F50 é equipado com motor V12 aspirado de 4,7 litros, derivado da experiência da Ferrari na Fórmula 1. O conjunto mecânico privilegia a condução direta e a conexão entre motorista e máquina, sem os sistemas híbridos que se tornaram comuns nos superesportivos atuais.
Por isso, o modelo é considerado uma peça importante na história da fabricante italiana e desperta o interesse de colecionadores.

A cifra projetada supera os valores recentes alcançados por outros exemplares. Em agosto, um F50 amarelo, na cor Giallo Modena, foi vendido por US$ 14,575 milhões, cerca de R$ 78,7 milhões, tornando-se o modelo mais caro da linha vendido publicamente até então.
Outro F50 vermelho, que pertenceu ao ex-boxeador Mike Tyson, foi negociado por US$ 12,1 milhões, aproximadamente R$ 65,3 milhões, também em agosto.
Até recentemente, exemplares do F50 costumavam ser negociados por valores entre US$ 4 milhões e US$ 5 milhões. A valorização ganhou força em 2025, quando um modelo amarelo que pertenceu ao estilista Ralph Lauren foi vendido por US$ 9,2 milhões, cerca de R$ 49,7 milhões.
Caso o exemplar de 1997 ultrapasse a marca de R$ 100 milhões, o F50 entrará em um grupo restrito de carros de coleção com valores comparáveis aos do lendário McLaren F1.

Ferrari F76 é obra de arte sem motor e que só existe no mundo virtual



Nesta quarta-feira (21), os fãs de cinema e cultura automotiva celebram o dia de “De Volta para o Futuro“, data em que os personagens Marty McFly e o cientista Doc Brown desembarcam no futuro no segundo filme da franquia.
No centro da narrativa, um modelo automotivo de trajetória singular na indústria global permanece como protagonista: o DMC DeLorean (originalmente designado DMC-12).
Idealizado por John DeLorean, ex-executivo da General Motors, o cupê foi lançado no início da década de 1980 com a promessa de revolucionar o mercado. Projeto do designer italiano Giorgetto Giugiaro (Lotus Esprit; BMW M1), o veículo trazia como marcas registradas a carroceria em aço inoxidável escovado, sem pintura tradicional, e as portas com abertura em estilo “asa de gaivota“.

Apesar do apelo visual futurista, a trajetória comercial do veículo foi curta e conturbada. Produzido entre 1981 e 1983 na Irlanda do Norte, o modelo enfrentou problemas de controle de qualidade, alto custo de produção e desempenho considerado modesto para um esportivo. Sob o capô, trazia um motor V6 de 2.8 L, desenvolvido por Peugeot, Renault e Volvo, que entregava cerca de 130 cv de potência.
Com vendas abaixo do esperado e a subsequente falência da marca, estima-se que apenas 9.000 unidades tenham deixado a linha de montagem antes do encerramento das operações.
A reviravolta na imagem pública do carro ocorreu em 1985, com o lançamento do primeiro filme da trilogia dirigida por Robert Zemeckis. A escolha do modelo para abrigar a máquina do tempo baseou-se justamente em seu design incomum, que serviu para criar cenas cômicas em que a estrutura metálica e as portas verticais eram confundidas com uma nave espacial por moradores da década de 1950.

A inclusão do recurso do “capacitor de fluxo” e a exigência de atingir as 88 milhas por hora (cerca de 141 km/h) para realizar as viagens temporais transformaram o visual do carro em um dos elementos mais marcantes do cinema de ficção científica. Para as crianças e jovens dos anos 1980, o veículo deixou de ser apenas um automóvel para se tornar um objeto de desejo lúdico, representado em miniaturas, brinquedos e pôsteres da época.
O apelo gerado pela franquia alterou a percepção de mercado do modelo. Unidades remanescentes do DMC DeLorean tornaram-se itens valiosos em coleções privadas globais, com diversos proprietários convertendo seus veículos em réplicas funcionais da versão vista nas telas, consolidando o legado do automóvel como um símbolo de intersecção entre a indústria automotiva e o entretenimento.
Até hoje o modelo permanece como um dos mais icônicos automóveis da história do cinema, junto do Aston Martin DB5 de James Bond (1964), Cadillac Miller-Meteor de “Os Caça-Fantasmas” (1984), Dodge Charger R/T de Dom Toretto (2001) e o Fusca “Herbie” (1968).
“De Volta Para o Futuro”: carro do filme, DeLorean DMC ganha versão elétrica; veja
A Audi deu início a um projeto de “prova de conceito” para testar o uso de robôs humanoides móveis na área de logística de sua fábrica em Ingolstadt, na Alemanha.
A iniciativa, desenvolvida em parceria com a empresa de robótica Agile Robots e as companhias de tecnologia Nvidia e Dassault Systèmes, busca automatizar o processo de sequenciamento de peças, etapa que exige cerca de um milhão de seleções diárias (picks) para abastecer a linha de montagem dos veículos premium da marca no ritmo atual.
O projeto utiliza robôs dotados de dois braços mecânicos e inteligência artificial, instalados em uma base móvel. A tecnologia foi projetada para atuar na mesma altura de operadores humanos e se integrar às instalações existentes da unidade sem requerer mudanças na infraestrutura fabril.

Antes de entrarem em operação prática no laboratório de produção da Audi (Production Lab), as tarefas dos robôs são validadas em um ambiente inteiramente virtual. Por meio das plataformas digitais da Dassault Systèmes e das bibliotecas da Nvidia, a equipe de engenharia criou um “gêmeo digital” da fábrica.
O modelo virtual permite simular ergonomia, tempo de execução, viabilidade operacional e protocolos de segurança. A utilização de inteligência artificial aplicada ao ecossistema digital reduz o tempo de homologação desses testes de semanas para poucos dias.

A automação do sequenciamento representa um dos maiores desafios logísticos da indústria automotiva, por envolver peças semirrígidas, itens flexíveis e componentes dispostos de forma desordenada em caixas mistas.
Os robôs móveis desenvolvidos para a operação utilizam sistemas de percepção por inteligência artificial que identificam, alinham e movimentam peças variadas com precisão.
O objetivo do programa é transferir tarefas repetitivas de triagem para os sistemas automatizados, permitindo que os operadores humanos foquem em etapas de maior complexidade do processo produtivo.
UX, sigla em inglês para experiência do usuário, é importante em aplicativos de seguros porque o seguro é um produto usado em momentos de estresse: um acidente, um roubo, uma pane na estrada. Se o aplicativo é confuso nessa hora, o cliente não consegue acionar o que contratou. Um app bem desenhado deixa claro o que está coberto, reduz etapas na contratação e permite pedir socorro, enviar fotos e acompanhar o atendimento em poucos toques.
A exigência vem de um consumidor acostumado ao celular, com isso, a Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, concentra no smartphone a jornada do seguro auto, da cotação ao acompanhamento do guincho.
UX é o conjunto de percepções que uma pessoa tem ao usar um produto digital: se encontra o que procura, se entende o que lê, quantos passos precisa dar e se sai da tarefa com a sensação de que deu certo. Não se confunde com o visual do aplicativo (a interface, ou UI): um app pode ser bonito e, ainda assim, difícil de usar.
No seguro, a experiência tem três particularidades:
Isso pesa ainda mais para quem nunca teve seguro. Segundo a Loovi, 82% dos seus segurados nunca haviam contratado seguro antes, o que exige um aplicativo que explique mais e pressuponha menos.
O celular é hoje a principal porta de entrada para serviços no Brasil. Os dados do IBGE mostram que a internet chegou a 93,6% dos domicílios e que o celular é o meio de acesso usado por 97% de quem se conecta.
Esse hábito muda o padrão de comparação. O motorista que paga contas por Pix e abre conta digital em minutos espera o mesmo do seguro. Processos que dependem de papel, vistoria presencial agendada ou longas ligações passam a parecer burocracia, e a experiência do aplicativo vira critério de escolha da empresa.
É o primeiro contato com a empresa. Uma boa experiência mostra o preço completo desde o início, explica o que cada plano inclui e evita questionários longos. Na Loovi, a contratação leva cerca de 5 minutos, pelo site ou pelo WhatsApp, sem análise do perfil do condutor, porque o preço é calculado pelo valor do carro na Tabela FIPE. O valor aparece desde o começo da cotação: os planos partem de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90).
No modelo tradicional, a vistoria costuma exigir agendamento e deslocamento. No digital, ela depende de um aplicativo que oriente bem o cliente, porque fotos erradas atrasam a aprovação. Na Loovi, o próprio cliente faz a vistoria pelo app, que indica quais fotos tirar, em um processo que leva de 5 a 15 minutos. A proteção entra em vigor assim que a vistoria é aprovada.
É o momento em que a UX é mais testada. O cliente precisa encontrar o botão de socorro rapidamente, informar onde está e saber quando a ajuda vai chegar. Pelo aplicativo da Loovi, é possível acionar a assistência 24h e acompanhar o guincho em tempo real. A assistência também pode ser acionada pelo WhatsApp ou pelo telefone, o que importa quando a bateria do celular está no fim ou o sinal é fraco.
Depois de um acidente, o cliente precisa saber quais documentos enviar, em que etapa está o processo e o que falta. Na Loovi, orçamento e abertura de sinistro também são feitos pelo celular.
Um bom app mostra, sem esforço, se o plano está ativo e se há pendências. Isso evita surpresas: na Loovi, por exemplo, a assistência 24h fica disponível com o plano em dia e o cadastro validado no aplicativo, e, se houver pagamento pendente, os serviços voltam 48 horas depois da regularização.
Uma experiência honesta também facilita a saída. O novo decreto do SAC (Decreto nº 13.135/2026), em vigor a partir de 2 de novembro para os setores abrangidos, determina que o cancelamento esteja disponível pelo mesmo canal usado na contratação, sem redirecionar o consumidor para outro menu ou atendente.
Alguns sinais ajudam a separar um app bem desenhado de um que só transfere a burocracia para a tela:
A Loovi foi criada com a ideia de levar ao seguro a lógica dos serviços pensados para o celular. Antes de fundar a empresa, o CEO Quézide Cunha morou um ano na China e acompanhou um mercado em que serviços financeiros e de mobilidade avançaram com produtos simples e integrados ao smartphone. O que a empresa trouxe para o Brasil não foi software nem equipamento, mas uma lógica de operação inspirada no mercado chinês, baseada em escala, jornada mobile enxuta e redução do custo operacional.
Não se trata de copiar a China, mas de entender o que fez aquele mercado ganhar velocidade
Quézide Cunha, CEO da Loovi.
Na prática, a jornada da Loovi reúne no celular:
Para quem prefere outros canais, a Loovi mantém atendimento por WhatsApp e pelo telefone 4000-1762, além de canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. A cobertura está disponível nos 27 estados e em mais de 4 mil municípios.
Sim. Uma experiência que esconde informação para acelerar a venda gera frustração depois. No seguro, ser transparente significa mostrar os limites com o mesmo destaque dos benefícios. Na Loovi, a assistência 24h prevê até 4 acionamentos de reboque por ano, com alcance de até 400 km por acionamento, e a franquia é de 5% da FIPE para carros de passeio, com mínimo de R$ 2.500.
A mesma lógica vale para a promessa de velocidade. Na Loovi, os 5 minutos se referem à contratação; a proteção começa depois que a vistoria é aprovada. Deixar essa diferença clara na tela evita que o cliente se considere coberto antes da hora.
Dois marcos legais ajudam a definir o que é uma boa experiência digital no Brasil. A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), em seu artigo 63, torna obrigatória a acessibilidade nos sites mantidos por empresas com sede ou representação comercial no país, seguindo as melhores práticas internacionais. Já a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) exige que o uso de dados pessoais tenha finalidade informada ao titular, o que inclui as fotos do carro e os dados de localização enviados pelo app.
Para o consumidor, isso se traduz em perguntas simples: o app funciona com leitor de tela? Explica para que usa a localização e as fotos? Permite consultar e corrigir os próprios dados?
Dá para testar boa parte da experiência antes de assinar:
UX é importante em aplicativos de seguros porque o seguro é posto à prova em momentos de urgência, quando o cliente precisa entender o que contratou e pedir ajuda em poucos toques. Com 78% das transações bancárias já feitas pelo celular, o consumidor espera do seguro a mesma simplicidade, com preço completo à vista, limites claros e acompanhamento em tempo real. Antes de contratar, vale testar a cotação e conferir como o app funciona na hora da emergência.
UX, ou experiência do usuário, é a facilidade com que o cliente consegue usar o aplicativo para contratar, entender a cobertura, acionar a assistência e acompanhar um sinistro. Um app com boa UX tem poucos passos, linguagem simples e informações claras sobre preço e limites.
Porque é pelo aplicativo que o cliente pede socorro, envia fotos e acompanha o atendimento em situações de urgência. Um app confuso pode atrasar o guincho ou gerar erros no envio de informações, enquanto um app claro reduz o estresse e o tempo de resposta.
Sim. Na Loovi, a cotação e a contratação levam cerca de 5 minutos, pelo site ou pelo WhatsApp, e a vistoria é feita pelo próprio cliente com fotos no aplicativo, em 5 a 15 minutos. A proteção entra em vigor assim que a vistoria é aprovada.
Sim, em seguros que oferecem rastreamento. Na Loovi, o cliente aciona a assistência 24h pelo app, WhatsApp ou telefone e acompanha o guincho em tempo real pelo celular, com até 4 acionamentos de reboque por ano e alcance de até 400 km por acionamento.
A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) torna obrigatória a acessibilidade nos sites de empresas com sede ou representação no Brasil. Na prática, um bom app de seguro deve funcionar com leitores de tela e oferecer canais para pessoas com deficiência, como o canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva da Loovi.
A Loovi concentra a jornada no smartphone: cotação e contratação pelo site ou WhatsApp, vistoria por fotos no app, acionamento da assistência 24h, acompanhamento do guincho, orçamento e abertura de sinistro. Os planos partem de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90).
Entrar no carro e encontrar o para-brisas embaciado é uma situação frequente nas manhãs frias. A humidade acumulada no habitáculo pode dificultar a visão da estrada, obrigando a desembaciar os vidros antes de iniciar a viagem.
Entre as sugestões já divulgadas pela Guarda Nacional Republicana (GNR) encontra-se uma alternativa pouco habitual: utilizar uma batata. A força de segurança apresentou este alimento como uma opção caseira, ressalvando que a eficácia pode variar e ser inferior à dos produtos próprios para desembaciamento.
O procedimento divulgado pela GNR consiste em cortar uma batata ao meio, passar a parte cortada pela superfície do vidro e terminar a limpeza com um pano limpo.
Segundo a explicação apresentada pela força de segurança, o amido deixa uma película que pode ajudar a dificultar a fixação da humidade. O método também é referido pelo Automóvel Club de Portugal (ACP), que o inclui entre as alternativas para lidar com o embaciamento.
A ressalva sobre a eficácia deve acompanhar a aplicação: o resultado pode variar e é necessário verificar se o vidro fica limpo e permite uma visão desimpedida antes de conduzir.
O fenómeno ocorre quando o vapor de água presente no ar do habitáculo entra em contacto com o vidro frio e condensa, formando pequenas gotículas. Estas dispersam a luz e dificultam a visibilidade.
A respiração dos ocupantes contribui para aumentar a humidade, tal como a roupa molhada, os guarda-chuvas ou os tapetes húmidos. Por isso, passar apenas a mão pelo vidro pode abrir momentaneamente uma zona de visão, sem resolver a acumulação de humidade no interior.
O ACP recomenda utilizar o ar condicionado, sobretudo quando existe uma função automática de desembaciamento. Este sistema ajuda a retirar humidade do ar e pode funcionar em conjunto com o aquecimento.
Também deve direcionar a ventilação para o para-brisas e desligar a recirculação, permitindo a entrada de ar exterior. Abrir ligeiramente as janelas pode ajudar a renovar o ar do habitáculo e a reduzir a humidade acumulada.
Manter os vidros limpos e retirar objetos molhados do automóvel são outros cuidados úteis para reduzir a frequência do problema.
“Conduzir com o vidro para-brisas embaciado reduz a visibilidade drasticamente e condiciona o exercício da condução em segurança”, alerta a GNR.
Antes de iniciar a viagem, espere até conseguir ver claramente através dos vidros. Se o embaciamento surgir durante a condução e comprometer a visão, pare num local seguro para recuperar a visibilidade. Quando o sistema demora demasiado tempo a desembaciar ou deixa de o conseguir fazer, convém verificar a ventilação e o ar condicionado numa oficina.
Leia também: Condutor apanhado a circular a 292 km/h na Ponte Vasco da Gama percorreu 8,4 km em menos de 2 minutos

A Audi anunciou nesta quarta-feira (21) a integração da versão nativa completa do aplicativo Spotify ao sistema de infotenimento de alguns de seus veículos ano-modelo 2026. Desenvolvida sobre o ecossistema Android Automotive OS, a tecnologia permite utilizar a plataforma de música diretamente pela multimídia do carro, sem necessidade de pareamento ou conexão com smartphones.
A novidade já está disponível por meio da Audi Application Store em 47 mercados globais, contemplando inicialmente a nova linha de modelos desenvolvidos sobre as arquiteturas PPE (elétrica) e PPC (combustão) a partir do ano-modelo 2026.
A lista inclui as famílias A5, Q5 e A6, além dos elétricos A6 e-tron e Q6 e-tron, com previsão de expansão para os utilitários Q7 e Q9 na sequência de seus lançamentos.
Diferente de versões anteriores baseadas em espelhamento ou layouts padronizados, o aplicativo nativo traz uma interface customizada para as telas do painel.
Entre os recursos incorporados estão a exibição de videoclipes, letras de músicas em tempo real, navegação por comandos de voz e ferramentas como o Spotify DJ e o Spotify Jam, que permitem aos passageiros entrarem em sessões compartilhadas de escuta por meio de código QR.
Em veículos equipados com tela dedicada ao passageiro dianteiro, os recursos visuais permanecem ativos durante a condução. Além disso, o aplicativo pode ser baixado gratuitamente na loja de softwares do próprio veículo, exigindo apenas uma conta ativa do serviço para upload e reprodução do conteúdo.
Para cumprir as normas de segurança viária e evitar a distração do motorista, o sistema ajusta automaticamente a oferta de recursos conforme o status do veículo:
O mercado brasileiro de veículos seminovos e usados registrou movimentações relevantes nas intenções de compra e vendas durante o mês de setembro de 2026.
Segundo os dados do Índice de Veículos Usados, elaborado pelo Data OLX Autos em parceria com a Fenauto (Federação dos Revendedores de Veículos Usados), Chevrolet Onix, Toyota Corolla e Volkswagen T-Cross mantiveram o protagonismo em suas respectivas carrocerias no segmento de modelos de até três anos de uso.
O estudo mapeia o comportamento do consumidor por meio do cruzamento de dados de procura e comercialização nas plataformas, dividindo os resultados por tipo de veículo e faixa etária de fabricação. Confira abaixo.
Polo GTS deixa de ser produzido no Brasil • Divulgação
BYD Dolphin ganhou cinco estrelas na avaliação do Green NCAP europeu • BYD/divulgação
Renault Kwid • Divulgação/Renault
Fiat Argo Drive AT: hatch é uma das opções automáticas mais baratas do Brasil • Thiago Ventura/Esp CNN Brasil
Hyundai HB20 Copa do Mundo II (2018) • Divulgação
Agora, apenas Fiat Mobi, Renault Kwid, Volkswagen Gol (foto) e Fiat Uno são enquadrados como carros de entrada • Divulgação
Fiat Palio (Segunda geração, 2011-2017) • Divulgação
Fiat Uno Rua (2014) • Divulgação
No segmento de hatches, o Chevrolet Onix manteve a liderança nas faixas de seminovos de 0 a 3 anos e de 4 a 8 anos. Entre os modelos mais recentes, o pódio é completado pelo Volkswagen Polo, em segundo lugar, e pelo elétrico BYD Dolphin, na terceira colocação. Na faixa de 4 a 8 anos de uso, o destaque foi o avanço do Renault Kwid, que assumiu a terceira posição e superou o Fiat Argo.
A principal mudança na categoria ocorreu na faixa de 9 a 12 anos de fabricação, em que o Chevrolet Onix assumiu a primeira posição do ranking, desbancando o Hyundai HB20 para o segundo lugar. Já entre os veículos com 13 anos ou mais de uso, o cenário permanece liderado pelo Volkswagen Gol, seguido pelos irmãos Fiat Palio e Fiat Uno.
Volkswagen Virtus Highline 2024 foto Thiago Ventura. 14 • Thiago Ventura/CNN
Modelo chega à Argentina em duas versões • Hyundai/Divulgação
Honda Civic de 9a geração • Divulgação Honda
Volkswagen Nivus Highline 2026: versão topo de linha com motor 200TSI • Thiago Ventura/CNN
Novo Fiat Pulse 2026 • Fiat/Divulgação
Jeep Compass Série S MHEV • Divulgação
Nissan Kicks • Foto: Divulgação
Renault Duster • Foto: Divulgação
Ford EcoSport • Divulgação
Entre os sedãs, o Toyota Corolla confirmou sua consolidação de mercado ao liderar todas as categorias de idade até os 12 anos de uso. No grupo de 0 a 3 anos, o Volkswagen Virtus avançou para a segunda colocação, acompanhado pelo Hyundai HB20S em terceiro. Já na faixa de modelos com 13 anos ou mais de rodagem, a liderança permaneceu com o Honda Civic.
Na categoria de utilitários esportivos (SUVs), o Volkswagen T-Cross lidera entre os seminovos mais recentes (0 a 3 anos), seguido pelo irmão menor Volkswagen Nivus na segunda posição e com o Fiat Pulse ingressando no grupo dos dez mais procurados. Entre os modelos de 4 a 8 anos, o Jeep Compass segue na ponta, enquanto o Nissan Kicks subiu para a terceira colocação.
As alterações mais expressivas nos SUVs concentraram-se na faixa de 9 a 12 anos de uso, na qual o Renault Duster assumiu a liderança, seguido pelo Jeep Renegade. Entre as opções com mais de 13 anos de mercado, o Ford EcoSport permanece na primeira posição.
Vale a pena comprar carro elétrico usado com bateria fora da garantia?
Atendimento humanizado em uma empresa digital é aquele em que a tecnologia resolve rápido o que é simples e uma pessoa está disponível quando o cliente precisa, sem obrigá-lo a repetir a história, com linguagem clara e com acompanhamento até a solução. Não se trata de abrir mão do aplicativo ou do chatbot, mas de garantir que eles não virem uma barreira entre o consumidor e alguém que possa resolver o problema.
O tema ganhou regra nova. O Decreto nº 13.135/2026, publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 13 de outubro, atualiza as normas do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e passa a valer em 2 de novembro. O texto permite o uso de inteligência artificial, mas garante atendimento por pessoa das 8h às 20h, todos os dias, por telefone e em canais eletrônicos, como chats e aplicativos de mensagem.
No seguro automotivo, o atendimento é posto à prova no pior momento do cliente: um acidente, um roubo ou uma pane na estrada. A Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, oferece contratação pelo WhatsApp ou pelo site, acompanhamento pelo aplicativo e atendimento por telefone, inclusive com canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva.
Em empresas que nasceram no celular, o atendimento humanizado costuma se apoiar em quatro pilares:
A tecnologia entra para dar velocidade a esses pilares. Um aplicativo que mostra o guincho a caminho em tempo real, por exemplo, reduz a ansiedade de quem está parado no acostamento tanto quanto uma ligação, e libera os atendentes para os casos que pedem conversa.
O Decreto nº 13.135/2026 substitui o Decreto nº 11.034/2022 e vale para fornecedores de serviços regulados pelo governo federal que se enquadrem nos critérios do órgão regulador, além de serviços financeiros digitais supervisionados pelo Banco Central. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os principais pontos são:
O consumidor tem direito a falar com uma pessoa, em tempo real, das 8h às 20h, inclusive em fins de semana e feriados, por telefone e nos canais eletrônicos. A opção de atendimento humano precisa aparecer em qualquer nível do menu, inclusive no primeiro. Além disso, a empresa deve manter ao menos um canal eletrônico funcionando 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Em pelo menos 80% das ligações, o contato com um atendente deve acontecer em até 20 segundos. Nas demais, a espera máxima é de 5 minutos, salvo regra específica do órgão regulador. Se a ligação cair, a empresa precisa retornar em até 5 minutos, aproveitando as informações já dadas.
O decreto autoriza sistemas automatizados e inteligência artificial na triagem, distribuição e resolução de demandas, desde que o consumidor tenha sempre a opção de atendimento humano em tempo real.
Demandas não urgentes devem ter resposta conclusiva em até 7 dias corridos. Situações com risco relevante ao consumidor recebem atendimento imediato. O cancelamento precisa estar disponível em todos os níveis do menu e pelo mesmo canal usado na contratação, com efeito imediato. O consumidor também pode pedir o histórico das suas demandas, que deve ser enviado em até 5 dias úteis.
Atendimento humanizado não significa atendimento só por pessoas. Cada tipo de demanda pede um caminho:
A regra prática: tudo que é rotina pode ser automatizado, desde que haja uma saída clara para uma pessoa quando o caso foge do padrão ou envolve uma situação de estresse.
O atendimento da Loovi foi desenhado para um público que, em grande parte, está tendo o primeiro contato com o seguro: segundo a empresa, 82% dos seus segurados nunca haviam contratado seguro antes. Isso exige explicar mais e pressupor menos.
A contratação leva cerca de 5 minutos, pelo site ou pelo WhatsApp, sem questionário de perfil do condutor, já que o preço é calculado pelo valor do carro na Tabela FIPE. O preço é informado desde o início da cotação: os planos começam a partir de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90). Depois, o próprio cliente faz a vistoria no aplicativo, que orienta quais fotos tirar, em um processo de 5 a 15 minutos. A proteção entra em vigor assim que a vistoria é aprovada.
A assistência 24h da Loovi funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive em feriados, e é acionada pelo aplicativo, pelo WhatsApp ou pelo telefone. Depois do pedido, o cliente acompanha o guincho em tempo real pelo celular. Para agilizar o atendimento, a Loovi pode pedir fotos ou vídeos do veículo. Em caso de roubo ou furto, a orientação é comunicar a Central da Loovi e a polícia, pelo 190, e registrar o boletim de ocorrência.
Parte do atendimento humanizado acontece antes de qualquer problema: deixar claro o que o plano cobre. Na Loovi, a assistência garante até 4 acionamentos de reboque por ano, com alcance de até 400 km por acionamento, e quilômetros excedentes e pedágios ficam por conta do cliente, segundo as regras de utilização. Saber disso antes evita frustração na estrada. Os pontos que todo contrato deve informar estão em Loovi lista o que um contrato de seguro precisa informar antes de assinar.
O melhor momento para testar o atendimento é antes de precisar dele. Um roteiro rápido:
Se a demanda não for resolvida no primeiro contato, o consumidor pode seguir este caminho:
Atendimento humanizado em empresas digitais combina autoatendimento rápido para o que é simples com acesso real a uma pessoa quando o caso exige, sem repetição e com prazos claros. A partir de 2 de novembro, o novo decreto do SAC transforma parte disso em regra, com atendente humano das 8h às 20h e limite de espera no telefone. Antes de contratar um seguro, vale testar os canais da empresa e conferir como funciona o acionamento da assistência, porque é na emergência que o atendimento faz diferença.
É o atendimento que garante acesso a uma pessoa quando o cliente precisa, sem obrigá-lo a repetir informações, com linguagem clara e acompanhamento da solicitação até a solução. Em empresas digitais, ele combina autoatendimento por aplicativo com atendentes disponíveis por telefone e chat.
Sim, para as empresas abrangidas pelo Decreto nº 13.135/2026, em vigor a partir de 2 de novembro de 2026. Elas devem garantir atendimento por pessoa das 8h às 20h, todos os dias, por telefone e em canais eletrônicos, com a opção disponível em qualquer nível do menu.
Pelo novo decreto, pelo menos 80% das ligações devem ser atendidas por uma pessoa em até 20 segundos, e as demais em até 5 minutos, salvo regra específica do órgão regulador. Se a ligação cair, a empresa deve retornar em até 5 minutos.
Não. O decreto permite o uso de inteligência artificial para triagem e resolução de demandas, mas o consumidor deve ter sempre a opção de falar com uma pessoa em tempo real no horário previsto.
A Loovi atende pelo aplicativo, pelo WhatsApp e pelo telefone 4000-1762, além de oferecer canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. A contratação é feita pelo site ou WhatsApp, e a assistência 24h pode ser acionada pelo app, WhatsApp ou telefone.
A Loovi oferece assistência 24 horas, 7 dias por semana, em todo o país, acionada pelo aplicativo, WhatsApp ou telefone. Depois do acionamento, o cliente acompanha o guincho em tempo real pelo app, com até 4 acionamentos de reboque por ano e alcance de até 400 km por acionamento.00
A Fiat foi escolhida para fornecer o veículo oficial que transportará o Papa Leão XIV durante sua visita apostólica ao Uruguai, agendada para ocorrer entre os dias 6 e 8 de novembro.
A conversão da picape média Titano no tradicional “papamóvel” está sendo executada nas instalações da Nordex, parceira industrial do grupo Stellantis em Montevidéu, com mão de obra especializada local.

Esta é a segunda vez que um modelo da marca italiana é adaptado para o transporte de um papa na América do Sul. Em julho de 2013, durante a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, o Papa Francisco utilizou um Fiat Idea adaptado, unidade que posteriormente passou a integrar o acervo histórico mantido pela fabricante.
Durante a agenda no país vizinho, o pontífice passará pelas cidades de Montevidéu, Paysandú e Florida, antes de seguir viagem para compromissos na Argentina e no Peru.
Sob a carroceria modificada para os compromissos papais, a Fiat Titano utilizada no projeto pertence à linha produzida no polo automotivo de Córdoba, na Argentina. O utilitário é equipado com o motor 2.2 turbodiesel Multijet, que entrega 200 cv de potência e 450 Nm de torque, gerenciado por uma transmissão automática de oito velocidades.
A plataforma do modelo conta com tração integral com seletor eletrônico, suspensão calibrada para absorção de impactos em terrenos irregulares e sistema de freios a disco nas quatro rodas.
Na versão de rua mais equipada, a picape reúne assistências de condução do pacote ADAS, como frenagem autônoma de emergência e alerta de mudança de faixa, além de central multimídia com câmeras de visão 360 graus para manobras.
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Aqui na China, robôs são uma tendência: por todo lado há referências a essas máquinas, sejam virtuais ou físicas.
E a indústria automotiva tem também investido nesse nicho, seja com uso de assistentes inteligentes aos motoristas ou mesmo partindo para novos produtos. É o caso do Grupo Chery, que apresentou seu primeiro robô humanoide voltado à convivência doméstica: o AiMOGA Mobo!
A AiMOGA Robotics, divisão de robótica ligada ao Grupo Chery, apresentou o produto durante o User Summit 2026, realizado em Wuhu, na China. Com 90 centímetros de altura, o equipamento combina inteligência artificial, reconhecimento de pessoas, memória de interações e execução de tarefas. A empresa anunciou a abertura da pré-venda global, mas não divulgou prazos específicos de entrega para o Brasil. No entanto, o paradeiro por aqui é certo: nos braços da Omoda & Jaecoo.
O lançamento faz parte de uma estratégia para ampliar a presença da companhia no mercado de robótica. O Mobo é o terceiro produto da empresa, que tem um cachorro, um boneco humanoide adulto que se movimenta com as pernas e outro que anda sobre uma plataforma. Além do uso residencial, a AiMOGA pretende expandir aplicações em áreas como saúde, educação, segurança, turismo e serviços corporativos.
O Mobo é menor e foi projetado para interagir com crianças, adultos e idosos. Entre as funções apresentadas estão responder a perguntas, contar histórias, apoiar atividades de aprendizado de inglês, conversar e emitir lembretes configurados pelos moradores. O sistema também oferece suporte a mais de 20 idiomas.
A estrutura mecânica possui 22 graus de liberdade, permitindo diferentes movimentos e expressões. O rosto do robô é uma tela que pode variar a expressão, mais avançado que o Morine, que possui óculos escuros nos olhos. O processamento das interações é realizado pelo MoAgent, plataforma de inteligência artificial incorporada que reúne percepção do ambiente, interpretação de linguagem, planejamento de ações e controle dos movimentos.

Segundo a fabricante, o robô consegue reconhecer integrantes da família e recuperar informações de conversas anteriores para dar continuidade aos diálogos. Sua memória é organizada em categorias que incluem fatos, experiências e padrões aprendidos. A proposta é adaptar as respostas ao contexto de cada usuário, em vez de depender apenas de comandos isolados.
Outra função é a memória espacial, que relaciona informações do ambiente a registros anteriores para auxiliar na localização de objetos. A navegação social, por sua vez, permite identificar o deslocamento de pessoas e ajustar trajetórias para evitar obstáculos.
A AiMOGA afirma que o sistema pode administrar até 16 tarefas em paralelo e responder a interrupções em menos de 0,2 segundo. Em uma demonstração, o Mobo recebeu notificações durante uma atividade, respondeu a uma pergunta inesperada e depois retomou a tarefa original.
De acordo com a empresa, mais de 10 mil potenciais clientes demonstraram interesse após a primeira aparição pública do Mobo, na World Robot Conference, em agosto de 2026. Para comprar, o interessado deve pagar US$ 99, que serão usados como crédito quando o modelo estiver disponível.
A fabricante também selecionou 35 participantes de diferentes mercados para atuar como embaixadores globais da experiência do usuário. Eles receberão um ano de uso gratuito do robô e deverão compartilhar avaliações sobre conversas, lembretes, tarefas e convivência cotidiana. A iniciativa pretende orientar futuras melhorias a partir de situações reais de uso.
A estratégia comercial da AiMOGA prevê a instalação inicial de 300 centros globais de experiência, destinados a demonstrações, vendas e assistência pós-venda. A companhia também planeja lançar a marca Jia Tian Xia, dedicada à locação de robôs. O projeto começará em Wuhu antes de avançar para outros mercados.

*Jornalista viajou a convite da Omoda & Jaecoo
Carros eletrificados chegam à marca de 1 milhão de unidades no Brasil
O carro foi criado nos conceitos Mecha, Cross e Smart. O primeiro está relacionado à estética inspirada em máquinas e aeronaves futuristas; o segundo, à versatilidade para diferentes atividades; e o terceiro, à integração de sistemas inteligentes e recursos de personalização. A revelação acontece no User Summit 2026, evento internacional do Grupo Chery em que a CNN Brasil participa.
O Omoda X apresenta altura livre do solo de 200 mm e capacidade declarada de atravessar áreas alagadas com mais de 700 mm de profundidade. A fabricante também informa capacidade de reboque de até 1.800 kg e limite de carga de 75 kg no teto, características que ampliam as possibilidades de transporte de equipamentos para atividades como ciclismo e surfe.
O veículo conta, ainda, com 39 espaços de armazenamento. A proposta é combinar a utilização cotidiana, inclusive em ambientes urbanos, com deslocamentos para áreas de lazer e aventuras ao ar livre. A empresa não detalhou o sistema de tração, os ângulos de entrada e saída, a suspensão ou os modos de operação mecânica.
O desenho interno segue a mesma orientação visual da carroceria. A fabricante chama a cabine de MECHA Command Cockpit, com console central flutuante em formato de X e arquitetura que remete às asas de uma aeronave.
A instrumentação digital tem tela de 10,25 polegadas, enquanto a central multimídia utiliza um painel de 13,2 polegadas. Em vez de concentrar todas as operações na interface digital, o projeto mantém comandos físicos para funções recorrentes, como climatização e seleção dos modos de condução.
A combinação procura conciliar a aparência futurista com a facilidade de operação durante a direção. A marca, entretanto, ainda não apresentou detalhes completos sobre materiais, espaço interno, capacidade do porta-malas ou equipamentos de conforto.
Entre os recursos tecnológicos está o SIAS (Super Intelligent AI Space), sistema de inteligência artificial que, segundo a Omoda, permite interações por conversação sem exigir uma palavra de ativação ou comandos específicos. O objetivo é tornar a comunicação com o veículo mais natural.
Outro destaque é o X-MODE, que permite personalizar as configurações do automóvel e suas respostas de desempenho de acordo com as preferências do motorista. A fabricante também anuncia um sistema de visão noturna por imagem térmica infravermelha, capaz de identificar possíveis riscos a até 90 metros de distância.
Na área de entretenimento, o Omoda X Open Mic utiliza quatro zonas independentes de captação de áudio para permitir sessões de karaokê sem microfones portáteis. Há ainda os chamados MECHA Pets, acessórios magnéticos equipados com tecnologia NFC, voltados à interação dos ocupantes com o veículo.
Por enquanto, a estreia do Omoda X representa a apresentação de um novo conceito de produto, e não um lançamento comercial com especificações completas. Por sinal, o carro tem design bem diverso dos atuais carros da Omoda e pode indicar não um reposicionamento total, mas uma nova opção dentro do mix de produtos.
*Jornalista viajou a convite da Omoda&Jaecoo Brasil
Carros eletrificados chegam à marca de 1 milhão de unidades no Brasil

Foram necessários apenas 103 segundos, ou um minuto e 43 segundos, para um condutor percorrer cerca de 8,4 quilómetros na Ponte Vasco da Gama. O automobilista foi detetado na segunda-feira, dia 19, com uma velocidade média registada de 292 km/h, muito acima do máximo permitido naquela travessia.
De acordo com a SIC Notícias, trata-se da velocidade mais elevada alguma vez identificada pelo sistema de controlo de velocidade média instalado na ponte. A infração foi detetada pela GNR e ocorreu num troço onde os veículos ligeiros não podem ultrapassar os 120 km/h.
Ao contrário dos equipamentos que registam a velocidade num local específico, este sistema calcula quanto tempo cada veículo demora a percorrer a distância existente entre dois pontos de controlo. A partir desse intervalo é obtida a velocidade média realizada durante todo o percurso.
Neste caso, estão em causa aproximadamente 8,4 quilómetros. O tempo registado entre os dois pontos foi de 103 segundos, permitindo ao sistema determinar uma velocidade média de 292 km/h ao longo do troço fiscalizado.
Na Ponte Vasco da Gama, a velocidade máxima permitida indicada para aquele troço é de 120 km/h. A diferença entre esse limite e o valor registado pela GNR chegou, assim, aos 172 km/h.
O número ganha outra dimensão quando é convertido em tempo: o condutor percorreu toda a extensão controlada pelo radar em menos de dois minutos. Como se trata de velocidade média, o registo não corresponde apenas a um pico momentâneo atingido durante alguns segundos.
Além da velocidade registada, o caso poderá ter consequências para o automobilista. A SIC Notícias refere que o condutor arrisca agora uma coima de 500 euros, na sequência da infração detetada pela GNR.
Está ainda prevista uma sanção acessória de inibição de conduzir, que poderá chegar aos dois anos, segundo a informação divulgada. Caberá agora às autoridades dar seguimento ao procedimento resultante do excesso de velocidade identificado.
Leia também: O sinal está lá, mas ninguém o consegue ler por estar tapado com autocolantes: afinal, é obrigatório respeitá-lo?

