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Empresa de metalomecânica abre nova fábrica de 7 milhões em Vila do Conde

16 October 2026 at 11:08

A empresa de metalomecânica de precisão Quantal, de Vila do Conde, inaugura, hoje, a sua terceira unidade industrial. num investimento de sete milhões de euros, que irá permitir aumentar a capacidade de produção em mais de 55% e duplicar a faturação até 2030.

Segundo o jornal Eco, a nova fábrica terá 6.000 m², completando o campus industrial integrado.

A nova área produtiva vai eliminar estrangulamentos e permite crescimento sem subcontratação, possibilitando à empresa, que foi comprada em 2024 pelo Horizon Equity Partners, posicionar-se para capturar novos contratos europeus de maior dimensão.

Segundo a Quantal, citada por aquele jornal económico, com a nova unidade, antecipa-se um forte crescimento do volume de negócios nos próximos anos. A visão estratégica prevê que a faturação passe dos atuais 25 milhões de euros para um valor entre 40 e 50 milhões até 2030.

A empresa contou ainda com um apoio de 12,25 milhões de euros do PRR para investir em equipamentos e na capacidade produtiva das três unidades industriais.

“Presente em mercados exigentes como a Alemanha, Suíça, França, Países Baixos, Áustria e Espanha, a Quantal aposta na atualização tecnológica contínua e em elevados padrões de qualidade para garantir a competitividade, prestando um serviço de excelência aos seus clientes”, realça o CEO Pedro Cardoso, em declarações ao Eco.

A Qauntal desenvolve soluções de engenharia e fabrico de componentes metálicos, para os setores automóvel e aplicações industriais de máquinas e equipamentos. Exporta mais de 95% da produção.

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Tribunal decide se vão a julgamento as 16 pessoas acusadas de tráfico de dezenas de armas no Minho

14 October 2026 at 17:01

O Tribunal de Instrução do Porto procede em outubro à decisão instrutória de um inquérito que envolve 16 pessoas, 15 homens e uma mulher, que o Ministério Público (MP) do Porto acusou do crime de tráfico de armas praticado, entre 2020 e 2021 na zona de Braga e em concelhos limítrofes.

O juiz de instrução já procedeu ao debate instrutório, realizado após vários arguidos o terem solicitado, por não aceitarem a validade dos crimes de que estão acusados.

Conforme O MINHO noticiou, a atividade do grupo, com arguidos residentes em Braga, Amares, Póvoa de Lanhoso, Guimarães, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Santo Tirso foi investigada pela Polícia Judiciária (PJ) do Porto que detetou a venda de dezenas de armas a cidadãos, entre pistolas, revólveres, carabinas e espingardas (uma delas elétricas, outras de ar comprimido) e ainda detonadores, facas, soqueiras, aerossóis lacrimogéneos e coldres.

Na operação de desmantelamento da rede, que era liderada pelos arguidos Luís Lopes, de 51 anos e Domingos Marques, de 42, ambos de Braga, a PJ apreendeu mais de cem armas de várias tipologias e milhares de munições, quase todas elas sem registo ou com calibres de guerra.

Contactado por O MINHO, o advogado João Ferreira Araújo, defensor de Domingos Marques, disse, apenas, que espera que se faça justiça.

Venda de armas fora do circuito legal

A acusação diz que Luís Lopes, Domingos Marques, Carlos Carneiro, Daniel Machado, Carlos Osório, Armando Ribeiro, João Azevedo, Tiago Batista, Rui Azevedo, Ricardo Tavares, Rúben Machado, João Gomes, António Araújo e Miguel Cunha “faziam parte de um grupo de indivíduos que estabelecia contactos entre si para a concretização de negócios para aquisição e venda de armas fora do circuito legal”.

Acentua que Luís Lopes, também conhecido como “Simpson”, e Domingos Marques, conhecido como “Mingos”, “assumiam um papel preponderante e, desde fevereiro de 2020, dedicaram-se à compra e venda de armas de fogo e munições, fazendo-o fora do circuito comercial devidamente condicionado e controlado e com o propósito de obterem vantagens patrimoniais”.

O magistrado sublinha que Luís Lopes “é o mentor e líder deste grupo, sendo o arguido Domingos Marques o seu colaborador direto, cabendo ao primeiro a implementação dos negócios de compra e venda de armas de fogo e munições, e ao segundo a permanente e direta coadjuvação, sendo o propósito de ambos alcançarem vantagem patrimonial com esses negócios, valendo-se de contactos que estabeleciam com os demais arguidos com quem repartiam os lucros”.

Diz, também, que o Luís Lopes “acordou com a sua companheira, Paula Moreira, que esta procedia à recolha e entrega de armas de fogo e munições, sempre que fosse necessário, na sua ausência e de acordo com as suas instruções”.

Na casa do Luís Lopes foram apreendidos 17 mil euros, além de dezenas de armas e milhares de munições.

Assim, os dois principais arguidos acordaram, ainda, com o arguido Carlos Carneiro que este lhes angariava armas de fogo para venderem e com o Daniel Machado, também conhecido como “Né”, que este lhes arranjava compradores para as armas de fogo e as munições.

O inquérito indica o nome de 13 inspetores do Porto da PJ como testemunhas do caso.

Armas especiais ficam para a PJ

O MP promove que algumas armas, com caraterísticas especiais, sejam declaradas perdidas a favor do Estado, e afetas à PJ – Diretoria do Norte.

São elas: uma pistola “High Standard” modelo “Derringer”, de calibre 22 Winchester Magnum Rimfire; duas armas, do tipo “caneta pistola” de fabrico artesanal; uma arma, do tipo “bastão pistola” de fabrico artesanal; uma carabina, da marca “Anschutz”, de calibre 22 Long Rifle, com um moderador de som (de construção artesanal) nela instalado e uma mira telescópica da marca “Gamo”.

Para a PJ vai, também, uma bengala/espingarda, sem marca, de fabrico industrial e uma bengala/espingarda, de fabrico artesanal.

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Rendas de Bilros de Vila do Conde obtêm proteção geográfica na União Europeia

9 October 2026 at 18:13

As Rendas de Bilros de Vila do Conde foram inscritas no Registo da União Europeia das Indicações Geográficas de produtos artesanais e industriais, passando a beneficiar de proteção jurídica nos 27 Estados-membros.

A Associação para Defesa do Artesanato e Património de Vila do Conde (ADAPVC), responsável pelo processo, revelou hoje ter recebido a comunicação oficial da decisão, datada de 08 de outubro, que estabelece 12 de janeiro de 2026 como o primeiro dia de proteção da denominação a nível europeu.

Em comunicado, a associação considera que se trata de um “marco histórico na valorização e defesa das Rendas de Bilros de Vila do Conde”, permitindo reforçar a proteção do nome, da autenticidade e da ligação desta produção artesanal ao território.

O reconhecimento, concedido ao abrigo do Regulamento (UE) 2023/2411, permite combater a utilização comercial indevida da denominação e o aproveitamento da reputação do produto, contribuindo para a valorização das rendas certificadas e para uma maior confiança dos consumidores.

A decisão representa a passagem para o âmbito europeu da Indicação Geográfica de que as Rendas de Bilros de Vila do Conde já beneficiavam a nível nacional, após a adaptação do respetivo estatuto ao novo enquadramento legislativo.

O reconhecimento europeu surge numa altura em que está igualmente em curso o processo de inscrição desta tradição no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial (INPCI).

A ADAPVC revelou ter remetido recentemente ao Património Cultural, IP, o dossiê de instrução da candidatura, que aguarda apreciação, com a expectativa de que a classificação possa concretizar-se em breve.

A documentação resulta de um trabalho de investigação e participação comunitária, cofinanciado pelo programa Norte 2030, que reuniu informação sobre a história das rendas, técnicas, instrumentos, materiais, padrões e formas de transmissão deste conhecimento.

O processo envolveu diretamente as rendilheiras e a comunidade local, procurando preservar os saberes associados a uma atividade artesanal com vários séculos de tradição em Vila do Conde.

A associação sublinha que os dois reconhecimentos são complementares, uma vez que a Indicação Geográfica Europeia protege a denominação e a origem territorial do produto, enquanto a inscrição no inventário nacional pretende salvaguardar os conhecimentos e práticas que asseguram a continuidade da tradição.

Para a ADAPVC, o registo europeu representa o culminar de mais uma etapa de um trabalho desenvolvido ao longo de décadas, abrindo “novas perspetivas para a sua valorização e afirmação além-fronteiras”.

A entidade destaca ainda o papel das sucessivas gerações de rendilheiras que preservaram e transmitiram este saber-fazer, mantendo-o como uma das manifestações da identidade cultural de Vila do Conde.

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Vídeo mostra aparatoso acidente na A28

8 October 2026 at 13:28

Um vídeo partilhado nas redes sociais mostra um aparatoso acidente rodoviário, ocorrido na manhã desta quinta-feira, na A28, depois da ponte sobre o Rio Ave, em Vila do Conde.

As imagens partilhadas pela página OS Monhacas mostram um carro a embater nos rails de separação da autoestrada.

O acidente deu-se no sentido Vila do Conde-Porto.

Segundo o Jornal de Notícias, tratou-se de uma colisão entre dois automóveis, da qual resultou um ferido ligeiro, assistido no local.

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Incrível imagem da trovoada em Vila do Conde

6 October 2026 at 12:28

A manhã desta terça-feira ficou marcada por forte trovoada na região do Norte, levando a que os distritos de Braga, Viana do Castelo e Porto estivessem sob aviso laranja.

A página Meteo Trás os Montes – Portugal partilho uma incrível imagem da trovoada em Vila do Conde, distrito do Porto, captando quatro raios em simultâneo.

Como O MINHO noticiou, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou sob aviso laranja os distritos de Braga, Viana do Castelo e Porto até ao meio-dia de hoje.

Até às 18:00 está ativo o aviso amarelo.

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Colisão entre ligeiro e pesado de mercadorias faz um morto e um ferido em Vila do Conde

25 September 2026 at 11:58
📷 Direitos reservados

Uma pessoa morreu e outra ficou ferida na sequência de um acidente de viação ocorrido na manhã desta sexta-feira, 25 de setembro, na Avenida Atlântico, em Vila do Conde, segundo a Lusa.

O alerta para a colisão, que envolveu um veículo ligeiro e um pesado de mercadorias, foi dado às 06:15. A vítima mortal era o ocupante da viatura ligeira.

No local estiveram 26 operacionais dos bombeiros e da Guarda Nacional Republicana (GNR), apoiados por 10 viaturas. O trânsito na zona ficou condicionado devido aos trabalhos de limpeza do pavimento.

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Por: Dino Frazão
25-09-2026

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