A universitária Raquel Varela, historiadora, de raízes radicais desde menina, observa a dialética como um processo de emancipação dos povos e das gentes. Enquanto acredita que serão os povos que escolherão a paz e viverão em fraternidade, espontaneamente, julga ser mandatório impedir que, entretanto, a maioria desses povos decida por si como quer viver.
A universitária Raquel Varela, historiadora, de raízes radicais desde menina, observa a dialética como um processo de emancipação dos povos e das gentes. Enquanto acredita que serão os povos que escolherão a paz e viverão em fraternidade, espontaneamente, julga ser mandatório impedir que, entretanto, a maioria desses povos decida por si como quer viver.
Demasiado preso à tradição governativa e de alternativa, tenho sérias dúvidas de que o partido de Montenegro e de Rui Rio ainda possa servir como esperança e veículo para a transformação de Portugal.
Israel, ponta de lança do Ocidente na frente desta batalha civilizacional, será presa fácil se o deixarmos cair. Tal como na Ucrânia, em Israel trava-se a nossa própria guerra.