Vicentinos, Misericórdias, IPSS, centros sociais e paroquiais e paróquias são chamados a reconhecer as novas pobrezas, prevenir a perda de casa e cooperar com as autarquias e o Estado.
O desafio não está apenas em encontrar oportunidades de negócio, mas em garantir o capital necessário para as aproveitar sem comprometer a tesouraria e a estabilidade da operação.
O Estado português dispõe de enormes volumes de dados das áreas social, saúde ou educação. Quando integrados e analisados, permitem antecipar necessidades e melhorar a eficácia das políticas públicas.
É pena que os manifestantes não se apercebam quão mais úteis seriam as suas justas energias de protesto se passassem a exigir dos nossos Municípios os desejáveis níveis de transparência
Só os humanos possuem intenções virtuosas e maliciosas, ou seja, para o bem e para o mal o início da história tem sempre mão humana, enquanto a IA procede de acordo com as instruções que lhe são dadas
Desde cedo o Estado Novo utilizou ferramentas estéticas e metodológicas da propaganda moderna, contribuindo largamente para uma clara aproximação ao que hoje chamamos marketing político.
O Plano Diretor Municipal de Odemira, em consulta pública, propõe medidas que podem ter consequências muito graves para o desenvolvimento da actividade económica.
Proteger os menores de procedimentos irreversíveis e sem evidência científica não constitui um acto de “ódio”; é, sim, o cumprimento da medicina prudente e da responsabilidade parental.
Regular a IA é necessário. Mas uma política educativa não se mede pelo número de recomendações publicadas nem pela rapidez com que adota a linguagem da inovação.
Era tão desejável que a esquerda decente não pactuasse com o activismo que agride, que nauseia, que vai deixar imundas as praças das cidades no dia em que se cansarem e partirem para outra!
A Proposta de Lei do OE 2027 é, pois, um orçamento de calibração. Fica por enfrentar a questão central — como simplificar um sistema que acumula benefícios, excepções e contribuições sectoriais?
Cuidar de si não é egoísmo, nem deve ficar para depois. O rosa de outubro deve continuar presente nas nossas escolhas durante os outros onze meses do ano.
Que queremos deixar? Sim. Mas antes: que fizemos do que recebemos? Da língua? Da escola? Da liberdade? Das instituições? Dos livros? Da memória dos nossos pais?
Os mercados financiam expectativas sobre o futuro. Nas grandes organizações, demasiadas ideias têm de provar o seu retorno antes de receberem uma oportunidade.