Um trágico acidente de viação ocorrido na madrugada deste domingo, 30 de agosto, na aldeia de Vale de São Gião, no concelho de Mafra, resultou na morte de uma pessoa, além de ter provocado um ferido grave e dois feridos ligeiros.
O alerta para o despiste de um veículo ligeiro foi dado por volta das 03:20. Segundo a Proteção Civil, o sinistro teve lugar em plena Avenida Principal de Vale de São Gião, localizada na freguesia de Milharado.
Segundo o Comando Sub-regional da Grande Lisboa da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) em declarações á LUSA, as operações de socorro mobilizaram 16 operacionais no terreno, apoiados por cinco viaturas. Não foi necessário proceder a restrições de trânsito na autoestrada A8.
Data:30 de agosto de 2026 Por:Dino Frazão
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Experiências de etnobotânica, polinizadores, investigação comunitária e atividades para famílias marcam a temporada de Outono do programa cultural da Cooperativa QRER que alia natureza e cultura no interior do Algarve.
A Cooperativa QRER dá continuidade ao programa Convite ao Interior, que chega à sua 3ª edição com um conjunto de atividades diversificadas a decorrer entre Setembro e Novembro, e estreia uma nova plataforma para divulgação e inscrição.
O programa deste Outono organiza-se em torno de sete eixos temáticos: Artes e Ofícios da Paisagem; Atividades Artísticas para Famílias; Paisagens Rurais e os seus Polinizadores; Algarve, Spoken; Cocriação do Mapa das Hortas, Pomares e Cultivos de Querença; Rodas de Conexão e Finais de Tarde no Jardim. Reúne propostas que vão desde percursos na natureza para reconhecer plantas, polinizadores e ecossistemas locais, as missões de investigação comunitária para iniciar um mapa das hortas e pomares de Querença, oficinas artísticas para famílias e ainda um curso de português para estrangeiros, a partir da vida e da cultura local.
Entre os principais destaques a acontecer brevemente está a atividade “Etnobotânica do Barrocal: Paisagem, plantas e usos”, na Fonte Filipe em Querença e inclui uma prova de produtos locais, e o workshop “Construir Bio-alojamentos para Polinizadores”, no jardim junto à sede da QRER, ambas a 19 de Setembro, ou a saída de campo à Benémola para descobrir “O que vive à volta da água”, assim como o arranque do “Algarve, Spoken: Learn Portuguese through local life”, um curso com 6 módulos, de português para estrangeiros que vivem no Algarve e querem desenvolver a aprendizagem de português ao mesmo tempo que aprofundam o conhecimento da cultura local.
Os meses seguintes trazem novas saídas de campo, atividades de etnobotânica e o arranque da missão de investigação comunitária para a cocriação do Mapa das Hortas e Pomares de Querença, com intervenção entre os sítios do Pombal e da Adega, a 3 de Outubro. Haverá ainda outras novidades e ciclos temáticos a apresentar em breve.
As atividades são coorganizadas por cooperadores da QRER e envolvem convidados especialistas de diferentes áreas e membros da comunidade local. Os preços variam entre os 10€ e os 20€, com exceção do curso de português para estrangeiros que, pela sua natureza e dimensão tem um valor mais elevado. Já as atividades da missão de investigação comunitária não têm custos de participação, na medida em convidam quem se inscreve a dar um contributo concreto para a cocriação do Mapa das Hortas, Pomares e Cultivos de Querença.
Informações para Inscrição:
A programação completa, preços e inscrições estão disponíveis na nova plataforma www.convite.qrer.pt .
O Convite ao Interior é um programa anual cofinanciado pelo Município de Loulé, através do Apoio ao Movimento Associativo Cultural e Recreativo, e pela CCDR Algarve, através do Programa de Apoio a Iniciativas Culturais Regionais de Carácter Não Profissional.
Sobre a Cooperativa QRER
A QRER, Cooperativa para o Desenvolvimento dos Territórios de Baixa Densidade desenvolve projetos de valorização do património natural e cultural do interior do Algarve. O Convite ao Interior é um programa cultural pensado para afirmar o interior do Algarve como um espaço de cultura e criatividade e para dar a conhecer este território através de quem nele vive e trabalha.
O Festival F está de regresso a Faro para a sua 11.ª edição, que acontece de 3 a 5 de setembro de 2026, reunindo música e cultura num dos grandes eventos do verão algarvio.
Durante três dias, a cidade de Faro recebe um programa diversificado que cruza diferentes géneros e linguagens musicais, com artistas nacionais e projetos emergentes.
Entre os nomes em destaque estão Bárbara Tinoco, D.A.M.A, Wet Bed Gang, ÁTOA, HMB e Chico da Tina, que integram o cartaz de quinta-feira, 3 de setembro. O programa inclui ainda atuações de Paus, Irina Barros, Alcool Club, Lana Gasparotti, Femme Falafel, Mães Solteiras, Jasmin, João Tiago Neto, Afonso Rodrigues, Rafael Toral, Ana Tereza, Gijoe + Gaiatos Capote e Vasco Trindade Trio, entre outros.
Na sexta-feira, 4 de setembro, sobem ao palco The Gift, Nelson Freitas, TZ da Coronel, Ricardo Ribeiro & Orquestra de Jazz do Algarve, Clã e Moonspell. O alinhamento conta também com Lucas Ortet, Bizarra Locomotiva, Aragão, Pelados, Inhuman, Daniel Kemish, Joana Almeirante, Diana Vilarinho, Rita Cortezão, SB03, Mirage People, Danz (DJ Set), Must Be Blue, Algarve Jazz Collective, L.A.R. e João Melgueira.
O último dia do festival, sábado, 5 de setembro, apresenta nomes como Carminho & Orquestra do Algarve, Slow J, Papillon, Danni Gato, Maninho, Mind da Gap e Branko, acompanhados por Camaleão Azul, Espama Trincana, King Bigs, Peculiar, Travo, Elisa, Latte, Peixe, IBSXJAUR, Gonçalo Mendes, Untitled, Micáh, Sofia Rodrigues, Akur e Puntzchick.
Com uma programação que combina artistas consagrados, novos talentos e diferentes propostas musicais, o Festival F volta a afirmar-se como um dos principais acontecimentos culturais do Algarve, convidando o público a viver Faro através da música e da cultura.
Festival F — 3 a 5 de setembro de 2026 | Faro, Algarve | 11.ª edição.
Os japoneses criaram uma palavra pra designar a prática de acumular livros: Tsundoku. Algo como tsun-empilhar e doku-leitura. Pra ter gerado um conceito específico, a prática não deve ser incomum por lá, o que maculou um pouco meu estereótipo de estimação sobre a moderação do mundo oriental.
Prática talvez não seja a melhor palavra, parece estar mais na esfera da mania, vício, falta de noção de realidade e tempo de vida. Os tsundokuers(o anglicismo é por minha conta) vão, ao longo do tempo, erguendo suas bibliotecas. Porém, a consequência de ser este tipo de empilhador é erguer, em paralelo, uma antibiblioteca: um conjunto de tudo o que ainda não leu, quem sabe jamais lerá. Não parece uma coisa muito boa, mas fazer parte da categoria dos que só criam antibiblioteca, é pior. Estes, sequer apelido japonês têm.
Também existem os bibliófilos, esses com raiz grega biblio = livro. Têm livros raros, edições únicas, várias traduções dos mesmos textos. Humberto Eco tinha uns 30.000 livros e, pelo que se sabe, era desprovido de antibiblioteca. Tenho pra mim que um tsundokuer gera muito mais empatia do que um bibliófilo.
Uma antibiblioteca é sempre motivo de angústia. Inclusive quanto à sua disposição nas estantes. Talvez alguns os organizem colocando todos os livros nunca lidos em prateleiras específicas, ou camuflem o acervo, misturando-os aos livros lidos, impressionando visitas e apaziguando um pouco sua mente devedora.
Pra você que lê isso e, em pânico, começa a caçar na sua estante tudo o que comprou e sequer tirou do plástico, calma. Lendo Irene Vallejo, autora de O infinito em um junco (que comprei e li!), minha porção livreira nipônica foi acolhida. Ter uma porção de livros não lidos é sinal de otimismo, esperança na vida. É a crença materializada de que há um futuro você e que esse você do futuro um dia lerá tudo aquilo. O livro que você comprou hoje é uma aposta no amanhã. Bom, né?
Mas e quando você descobre, como eu, que além da biblioteca e antibiblioteca, você tem biblioteca ectoplásmica, composta por todos os livros que leu, despossuída de si mesma? Funciona assim: encontro um determinado livro na estante e penso: caramba, eu tinha esse livro, nem sabia, vou ler! Abro e vejo rabiscos, comentários, trechos sublinhados. A primeira reação é a indignação: quem se atreveu a rabiscar meu livro? A segunda, mais lúcida, percebe os indícios: garranchos no estilo único da minha letra feia; sublinhados no estilo inconfundível de um eletroencefalograma. Sim, fui eu. Li fora do corpo, não restando sequer um traço de memória sobre aquilo.
Alguns me dizem: ah, teu cérebro não gravou porque você não se interessava pelo assunto? Elas não me compreendem. As reflexões, as anotações, os diálogos que travei com o autor, tudo mostra que sim, me interessava e muito. O que me faz concluir que alguns cérebros vêm com o software que junta interesse + armazenamento. A memória então fica lá, salva e resgatável. No entanto, há os que vieram com o software, porém jamais atualizaram sua versão. Estes quase se equiparam à minha categoria, a de muitas (muitas) leituras fantasmagóricas.
Talvez deva adotar a estratégia de um amigo, também praticante de leitura incorpórea. Ele foca no momento, lê e não se frustra, apenas desfruta. Tipo mindfulness. Já outra amiga, leitora desde que circulava pelo mundo só usando Pampers, tem a capacidade de citar de memória trechos inteiros. Nossa amizade sólida me salva das retaliações pela minha inveja explícita.
Tento aprender a conviver com isso, mas ainda tenho o péssimo costume de prometer a mim mesma as releituras. Assim, todos os que foram lidos — biblioteca, mais os que estão por ler — antibiblioteca, mais os livros ectoplásmicos, somam-se às releituras que nunca farei.
Me resta arrumar minha estante, colocando todos os livros misturados, dando volume, porque, sabe, isso sempre impressiona as visitas.
Quarteira prepara-se para uma noite diferente, dedicada ao ciclismo e ao convívio, com a realização de um Passeio BTT Noturno, marcado para quarta-feira, 2 de setembro.
Com concentração no Centro Autárquico de Quarteira, o passeio tem início às 20h45 e apresenta um percurso de aproximadamente 23 quilómetros, acessível a todos os participantes.
A iniciativa pretende proporcionar uma experiência desportiva descontraída e divertida, convidando famílias, amigos e amantes da bicicleta a percorrer Quarteira à noite, num ambiente de convívio e boa disposição.
A participação é aberta a todos, sendo obrigatório o uso de capacete. No final do percurso, haverá ainda um lanche de convívio, proporcionando um momento de encontro entre todos os participantes.
Informações
Data: quarta-feira, 2 de setembro
Hora: 20h45
Local de concentração: Centro Autárquico de Quarteira
Percurso: aproximadamente 23 km
Nível: acessível a todos
Equipamento obrigatório: capacete
Final: lanche de convívio
O evento conta com a organização do BTT Quarteirense e do Clube BTT, com o apoio do Município de Loulé e de diversas entidades e empresas locais.
Uma oportunidade para juntar desporto, bicicleta e convívio numa noite especial em Quarteira. Prepare a bicicleta, coloque o capacete e venha pedalar connosco!
De 18 a 20 de setembro, Olhão volta a abrir as portas à criação artística com a segunda edição dos Open Ateliers Olhão, uma iniciativa do Município de Olhão, em parceria com a FESNIMA, que este ano cresce significativamente e envolve 68 artistas residentes no concelho.
Depois dos 20 artistas que participaram na primeira edição, em 2025, os Open Ateliers Olhão afirmam-se agora como um evento de maior dimensão e diversidade, reunindo 47 artistas portugueses e 21 estrangeiros, todos residentes no concelho de Olhão.
A segunda edição traz também novas oportunidades de participação. Pela primeira vez, 21 jovens estudantes, dos ensinos secundário e universitário, integram o projeto, tendo a oportunidade de apresentar, promover e valorizar os seus trabalhos artísticos junto da comunidade.
Outra das novidades desta edição é a abertura do projeto a criadores que não dispõem de atelier própr. São 32 os artistas nesta situação e, através de parcerias estabelecidas pelo Município, terão à sua disposição espaços no centro da cidade para apresentar os seus trabalhos, reforçando a ligação entre a criação artística e o espaço urbano de Olhão.
A edição de 2026 apresenta, ainda, uma maior diversidade de áreas no universo das artes visuais, incluindo pintura, instalação, ilustração, fotografia, escultura, desenho, cerâmica, arte urbana e arquitetura.
O crescimento dos Open Ateliers Olhão traduz-se, igualmente, numa rede mais alargada de parceiros. Para além da FESNIMA, o evento conta com a colaboração dos Bairros Comerciais Digitais – Olhão com Alma, Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes, República 14, A Fábrica de Olhão, Centro de Arte de Pintores Olhanense (CAPO), 4 Elements e 5.º Element, Associação BeTween, Sena Architects, 3VD, Atelier à do Caco, Almeida Morgan Real Estate, Real Marina Hotel & Spa, Guest Mar (Galeria pop-up Raminhos), Catita & Companhia, Estúdio Onze, Galeria pop-up Oscar & Sophie e Quinta do Coelho Azul.
A programação paralela ganha também maior expressão nesta segunda edição, com performances musicais, mentoria artística, workshops e visitas mediadas, proporcionando diferentes formas de contacto com os artistas, os seus processos criativos e os espaços onde a arte acontece.
Para facilitar o acesso à informação e acompanhar toda a programação, os Open Ateliers Olhão contam, pela primeira vez, com website próprio, disponível em www.openateliersolhao.pt, que reúne informação sobre os artistas, os espaços e as entidades participantes, bem como sobre todas as iniciativas que integram a programação.
Durante três dias, Olhão transforma-se, assim, num espaço aberto à criação contemporânea e ao encontro, aproximando artistas e comunidade e dando a conhecer a diversidade de talento que existe no concelho.
C’è un passaggio dell‘intervista concessa dal vescovo di Kharkiv-Zaporizhzhia Pavlo Honcharuk a Tempi a margine di una conferenza al Meeting, che, a mio giudizio, merita molta più attenzione di quella ...
Lagos recebe, de 1 a 6 de setembro de 2026, a “Amostra de Artesanato Multicultural”, uma iniciativa dedicada à promoção e valorização do artesanato, da criatividade e da diversidade cultural.
O evento terá lugar no Armazém Regimental, onde, diariamente, entre as 10h00 e as 20h00, o público poderá conhecer e adquirir trabalhos artesanais de diferentes origens e tradições.
A iniciativa pretende proporcionar um espaço de encontro entre culturas, dando visibilidade ao trabalho de artesãos e permitindo aos visitantes descobrir diferentes técnicas, expressões artísticas e tradições artesanais.
Com esta mostra, pretende-se também contribuir para a dinamização cultural de Lagos e para a valorização do artesanato enquanto expressão de identidade, criatividade e património cultural.
A “Amostra de Artesanato Multicultural” convida, assim, a comunidade local e os visitantes a conhecerem esta diversidade de trabalhos e a apoiar os artesãos presentes no evento.
Amostra de Artesanato Multicultural Armazém Regimental, Lagos 1 a 6 de setembro de 2026 Diariamente, das 10h00 às 20h00
Las excavaciones desarrolladas en la calle B del conjunto arqueológico de Side, en la costa mediterránea del sur de Turquía (fundada por colonos griegos de Cime, según Estrabón y Flavio Arriano), han concluido tras sacar a la luz un eje viario de aproximadamente 390 metros de longitud que conserva las huellas de su evolución arquitectónica […]
A leitura e a literatura estão de volta ao Calçadão de Quarteira com mais uma edição da Festa do Livro, um encontro dedicado aos livros, à cultura e a todos os que gostam de descobrir novas histórias.
Até 6 de setembro, pode visitar a Festa do Livro todos os dias, entre as 10h e as 24h, junto ao jardim em frente ao posto da GNR de Quarteira.
E há ainda momentos especiais de leitura, sempre pelas 21h, no dia 27 de agosto — leitura com Sílvia Viegas e 31 de agosto — leitura com Rute Rodrigues
Para tornar a festa ainda mais divertida, a mascote Octávioestará de volta na noite de 28 de agosto, pronta para animar miúdos e graúdos.
Passe pelo Calçadão, descubra novos livros e aproveite esta celebração da leitura junto ao coração de Quarteira.
Na manhã de 29 de julho, toda a comunidade do samba e do futebol de várzea se deparou com a Prefeitura de São Paulo demolindo a sede do Grêmio Esportivo Recreativo Cruz da Esperança, na Zona Norte da capital. A ação foi em cumprimento de uma ordem judicial de reintegração de posse na área, onde está prevista a construção do Parque Campo de Marte.
Criado em 1958 por um grupo de taxistas negros, o clube ocupava o terreno no Campo de Marte desde o fim da década de 1970. O espaço se tornou referência no futebol de várzea após receber diversos jogadores que foram destaque em times tradicionais: “Todo jogador de bola vinha jogar no Cruz: Basílio, Serginho Chulapa, Solito, Mauro, Casagrande, Viola, Ataliba. Vou até parar de citar nomes, porque corro o risco de esquecer alguém, mas muita gente passou no Cruz”, conta Antônio Marcos, presidente do Cruz da Esperança, conhecido como Tio Toninho.
Três dias após a demolição do espaço, Toninho concedeu entrevista à Agência Pública em sua casa. Visivelmente abatido, até aquele momento ele não havia saído de casa – ainda estava impactado pelo longo processo de negociação com a Prefeitura até a derrubada das paredes que havia ajudado a construir.
Com diversos álbuns de fotografias à mesa, Toninho se emocionou ao rememorar a sua relação com o futebol de várzea, a chegada ao clube na década de 1960, os bailes black que aconteceram entre os anos 1970 e 1980 e as rodas de samba que se mantêm desde os anos 1990. O espaço, também chamado de “Pequena África Paulista”, é apontado como patrimônio vivo da memória negra e da música popular na Zona Norte da cidade.
Apesar da perda do espaço físico, o samba continua acontecendo todos os finais de semana na região da Casa Verde, próximo à antiga sede. E a história ainda não terminou na Justiça: no dia 20 de agosto, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região publicou uma decisão que proíbe a Prefeitura de São Paulo e a concessionária de fazer novas intervenções físicas no solo ou subsolo do terreno, incluindo escavações, terraplenagem, fundações, compactação do terreno e outras atividades de impacto equivalente, até que estudos técnicos sobre possíveis vestígios arqueológicos e bens culturais no local sejam realizados.
Para o Tio Toninho, a decisão da Justiça é positiva para a comunidade, porém chegou tarde. “A notícia [da decisão] pra nós foi muito ótima, se bem que atrasada porque chegou depois da demolição. Se chegasse antes eles não poderiam mexer”, lamenta.
A decisão recente foi motivada, dentre outros elementos, por uma vistoria feita pelo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no local em 18 de junho deste ano. O relatório de fiscalização constatou que a área “apresenta potencial arqueológico relevante”. O documento solicitou ao órgão o aprofundamento dos estudos técnicos antes da realização de novas intervenções por parte da concessionária. A vistoria aconteceu antes da demolição da sede do Cruz da Esperança.
A multidisciplinary team of archaeologists, geneticists, anthropologists, and geologists has unearthed a 17th-century tomb in the Pień cemetery, in north-central Poland, that defies all funeral norms of the time. It is the grave of a woman between 17 and 19 years old, buried with two iron objects that, due to their placement and symbolism, reveal […]
El ministro de Cultura y Turismo de Turquía, Mehmet Nuri Ersoy, ha dado a conocer el descubrimiento de una pieza arqueológica de singular valor durante los trabajos de excavación que se llevan a cabo en el yacimiento de Karahantepe, correspondientes a la campaña de 2026. Se trata de una escultura compuesta, con una altura de […]
Previously operating as NetGuardians, Vyntra has spent a decade helping East African banks fighting financial crime, screening more than two billion transactions annually across the region and expanding its capabilities into broader transaction intelligence.
Vyntra’s presence in East Africa began with its Nairobi operations as NetGuardians in 2016 and has since grown into a Service Excellence Center, supporting banks across the region. The company marked the milestone with a private reception at its Nairobi office, bringing together senior executives from banks across the region and members of the local team. The event also highlighted how the offering has evolved following the 2025 merger, bringing fraud detection, payments compliance, AML transaction monitoring and end-to-end transaction visibility together within one transaction intelligence platform.
East Africa’s payments market has changed significantly over the past decade, driven by the early adoption of mobile-first payments such as M-Pesa. Vyntra’s work in the region has evolved with it, from IT log monitoring and behavioural fraud analytics to broader financial crime and payments capabilities.
Fraud patterns have also changed. Earlier cases often involved internal fraud, while the Covid-19 time period saw a sharp rise in social media scams targeting bank customers. Today, banks across the region face threats including SMS impersonation, fraudulent investment schemes, SIM swaps and organised money mule networks. As fraud has become more organised and regulatory scrutiny has increased, real-time monitoring and stronger financial crime controls have become a greater priority for banks across the region. Kenya’s inclusion on the Financial Action Task Force grey list accelerated that shift, bringing financial crime further into board-level discussions.
In response to these shifts, Vyntra is expanding its capabilities across fraud prevention, AML monitoring and payment operations, including a new case manager, executive dashboard, fraud detection algorithms and frontline case view designed to give teams more context during investigations.
Wycliffe Muma, Director Service Delivery and Country Manager at Vyntra, said: “Ten years in East Africa is an important milestone for us because the business we have built here has grown alongside our customers and the market. The fraud landscape is very different from when we first arrived, and banks are now dealing with faster, more organised threats across more complex payment environments.”
“The merger with Intix was an important part of that evolution. It gave us a much broader view of the transaction journey, which matters when fraud moves across channels, systems and institutions. The anniversary was a chance to recognise the customers and colleagues who have been part of that journey, but also to show how we are continuing to develop the platform around the challenges banks are facing now.”
Joël Winteregg, CEO of Vyntra, added: “Transaction Intelligence in Africa is moving beyond financial crime detection and transaction visibility toward something more fundamental: understanding a bank’s customer identity. That will shape how banks detect risk and respond to increasingly complex financial crime.”
Vyntra, created from the union of Intix and NetGuardians, is the new global force in AI-powered Transaction Intelligence, combining deep expertise in Financial Crime Prevention and end-to-end visibility, Vyntra equips over 130 financial institutions in 60+ countries with tools to detect fraud, ensure AML compliance, and gain real-time visibility into every transaction risk and respond accordingly.
In the interior of the Yucatán Peninsula, where jungle vegetation intertwines with the characteristic limestone of the region, a team of archaeologists from the National Institute of Anthropology and History has brought to light a settlement that completes the complex mosaic of the Maya civilization. This is K’oxol Ja’ II, an archaeological site made up […]
A 14.ª edição de “Cores e Formas dos Nossos Artistas” dá a conhecer diferentes olhares e expressões de artistas naturais ou residentes no concelho de Albufeira. Guilherme Limão conquistou o primeiro prémio com “A Sombra da Memória”, seguido por Catarina Ramos e Susana Gonçalves. Promovida pela Câmara Municipal de Albufeira, a exposição permanece patente na Galeria Municipal João Bailote, até 19 de setembro.
De carácter bienal, o concurso procura valorizar o trabalho desenvolvido nas áreas da pintura, do desenho e da escultura. O tema livre deu aos participantes a possibilidade de explorarem diferentes técnicas, linguagens e formas de interpretar o mundo. Nesta edição o júri avaliou um total de 21 obras.
A entrega de prémios e certificados contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, e da vereadora da Câmara Municipal, Maria Cristina Corado, que acompanharam este momento de reconhecimento dos artistas locais.
O primeiro prémio, no valor de 750 euros, distinguiu Guilherme Limão pela obra “A Sombra da Memória”, criada em acrílico sobre tela e rede. A sobreposição de materiais, o contraste entre tons escuros e os apontamentos dourados e a presença discreta de figuras humanas constroem uma composição marcada pela profundidade e pela fragmentação. A obra sugere a forma como as memórias persistem, se transforma e, por vezes, se confundem com o tempo.
Catarina Ramos conquistou o segundo lugar e um prémio de 500 euros com “Mãe”, uma pintura a óleo de forte componente figurativa. No centro da composição encontra-se uma figura feminina sentada, envolvida por uma paleta de tons quentes e elementos simbólicos. A postura, o olhar e a proximidade da representação conferem à obra uma dimensão íntima, associada à presença, à proteção e aos laços maternos.
O terceiro prémio, no valor de 250 euros, foi atribuído a Susana Gonçalves pela obra “Efemeridade”, em acrílico sobre tela. A composição apresenta uma figura de braços erguidos entre as formas transparentes que fazem lembrar bolhas, num ambiente marcado pelo movimento e por uma atmosfera suspensa. Os apontamentos de cor destacam-se entre os tons suaves e reforçam a sensação de fragilidade e transitoriedade sugerida pelo título.
O júri atribuiu ainda duas menções honrosas: a Isabel Lopes, pela pintura a óleo “Fantasia Branca”, e a Bruno Ceriz, pela escultura “Um Filho da Terra”.
A avaliação das 21 obras esteve a cargo de António Manuel Dias Costa Valente, docente da Licenciatura em Artes Visuais da Universidade do Algarve, Júlio Antão, artista plástico multidisciplinar e designer gráfico, e Vanessa Barragão, artista e designer têxtil.
Rui Cristina destacou que “esta exposição celebra a alma viva, criativa e plural de Albufeira e dá visibilidade ao talento dos artistas locais”. Por sua vez, Maria Cristina Corado salientou que “a diversidade das obras revela diferentes formas de interpretar o mundo e enriquece a vida cultural do concelho.”
“Cores e Formas dos Nossos Artistas” pode ser visitada até 19 de setembro, de segunda-feira a sábado, das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30.
De 4 a 6 de setembro, pelas 21h30, as Noites no Cais regressam ao Cais das Descobertas e Jardim da Constituição para três serões onde a música, a arte e diferentes geografias culturais se encontram num dos cenários mais emblemáticos do centro histórico de Lagos. La Barca, Afro Anatolian Tales e Bandua compõem o programa musical desta edição, acompanhado por uma instalação artística criada por Nuno Pimenta especialmente para o evento.
Criadas em 2020, as Noites no Cais voltam a transformar este espaço junto às muralhas num palco ao ar livre, com uma programação eclética e multicultural que cruza tradição e contemporaneidade, Oriente e Ocidente, natureza, eletrónica e novas linguagens artísticas.
Ao longo dos três dias, uma instalação de Nuno Pimenta, com curadoria da ETERNO, evocará a ondulação do mar e a relação histórica de Lagos com o oceano.
4 de setembro | La Barca
Verde mi Sangre, Rojo tus Hojas parte da biodiversidade para uma viagem musical pelo mundo natural e pela relação entre humanidade e natureza.
5 de setembro | Afro Anatolian Tales – Tarab Dance
Tradições da Anatólia, Irão, Índia e da Rota da Seda encontram-se com eletrónica e improvisação, numa ponte musical entre Oriente e Ocidente.
6 de setembro | Bandua
Bernardo D’Addario e Edgar Valente cruzam memória e cultura portuguesas com sonoridades globais, entre o eletrónico e o orgânico, o passado e o futuro.
Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete na receção do Centro Cultural de Lagos. Nos dias dos espetáculos, os bilhetes também poderão ser levantados no pórtico de entrada do recinto, a partir das 19h00.
Entre muralhas, mar e céu estrelado, Lagos volta a abrir o Cais das Descobertas ao mundo!