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There’s a Faint Glow Opposite the Sun You’ve Probably Never Seen — and It Took Astronomers 300 Years to Explain

9 September 2026 at 08:05
Picture a moonless night, far from any city. Look straight at the point in the sky opposite the Sun — the antisolar point, where the Sun would appear if you could see it through the Earth. There, faintly, you might make out an oval-shaped glow, 8 to 10 degrees across. For scale, that’s roughly the […]

Funai revê posição adotada no governo Bolsonaro e pede suspensão da licença de Belo Sun

26 August 2026 at 13:00

A Diretoria de Gestão Ambiental e Territorial (Digat) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) defende a suspensão ou a anulação da licença de exploração de ouro da Belo Sun na Volta Grande do Xingu, no Pará. O órgão afirma que as comunidades indígenas ainda não tiveram os possíveis impactos da mina analisados e que faltam informações sobre pontos centrais do projeto, como o uso da água, o processamento do minério e a barragem de rejeitos.

A posição consiste em um ofício enviado em 7 de agosto pela Digat à Procuradoria Federal Especializada junto à Funai. O documento foi produzido no âmbito da tentativa de conciliação conduzida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que, em fevereiro deste ano, em decisão monocrática do Desembargador Flávio Jardim, restabeleceu a licença de instalação da Belo Sun.

Para a Digat, ainda existem “informações essenciais não suficientemente esclarecidas” para avaliar os impactos da mina e garantir que os povos indígenas sejam consultados conhecendo as possíveis consequências do empreendimento. Por isso, a diretoria sustenta que a licença concedida pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas), sem anuência da Funai, “deve ser suspensa ou anulada” até que as pendências sejam resolvidas.

Para Diogo Cabral, advogado do Movimento Xingu Vivo para Sempre, o licenciamento não deveria ter avançado enquanto essas pendências permanecessem sem solução. Ele lembra que o projeto prevê uma barragem de rejeitos com capacidade de 35 milhões de metros cúbicos e processamento de minério com cianeto próximo ao rio Xingu. Nesse cenário, afirma, cabe à empresa demonstrar a segurança e a viabilidade socioambiental da atividade, “e não ao órgão técnico justificar sua cautela”.

O advogado também contesta a possibilidade de pendências do licenciamento serem resolvidas posteriormente por meio de condicionantes. “Deixar essas exigências para ‘condicionantes futuras’ inverte a lógica preventiva do licenciamento: permite que questões que deveriam ser resolvidas antes da autorização fiquem para depois”, afirmou o advogado.

Placa da Belo Sun Mineração em território
Funai exige que Belo Sun faça uma Avaliação de Impactos Cumulativos, considerando todos os efeitos dos empreendimentos na Volta Grande

Ausência de informações

A Funai aponta indefinições no próprio desenho do Projeto Volta Grande. Segundo a Digat, há divergências quanto à captação de água e falta uma definição consolidada da estrutura de beneficiamento, na qual o minério será processado. A licença restabelecida pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) também não contempla a barragem de rejeitos nem a implantação da Cava Ouro Verde, uma das áreas previstas para a extração do ouro.

Outra questão é a relação da mina com Belo Monte. A própria Norte Energia, responsável pela hidrelétrica, já apontou incompatibilidades entre os dois empreendimentos, com riscos à qualidade e à vazão da água e aos peixes, além da possibilidade de contaminação no trecho de vazão reduzida do Xingu. A empresa chegou a pedir a reavaliação do licenciamento da mina diante do “conflito entre as atividades”.

Agora, a Funai cobra da Semas uma manifestação sobre essas preocupações e exige que a Belo Sun faça uma Avaliação de Impactos Cumulativos, considerando como os efeitos dos empreendimentos podem se somar aos dos povos indígenas da Volta Grande.

Comunidades que ficaram fora dos estudos

A Funai também identificou comunidades indígenas que não haviam sido consideradas nos estudos da Belo Sun. O levantamento foi feito após um compromisso assumido pelo órgão durante a tentativa de conciliação no TRF-1 e incluiu grupos que vivem fora de terras indígenas já demarcadas.

Ao todo, foram identificadas 20 comunidades e aldeias em diferentes situações fundiárias. Seis estão na Reserva Indígena Jericoá, ainda em processo de constituição; cinco têm reivindicações territoriais registradas na Funai; e outras nove estão fora de terras indígenas demarcadas.

Entre elas estão Sítio Kanipá, Iawá, Jericoá II, Kadj, Kaniamã, Kuraí-Bom Futuro, Comunidade do Buraco, São Francisco, Jericoá, Marapaní, Pacajaí, Ilha da Fazenda, Garimpo do Galo/Vila do Galo, Vila da Ressaca, Nova Aliança, Itatá/Yta Juruna, IIA Xipaya, Debanda, Dez Irmãos e Abelardo.

A inclusão no levantamento não significa que todas sejam consideradas afetadas pela mina. A Funai afirma que os estudos ainda precisam determinar quais impactos o projeto pode provocar nessas comunidades e, a partir disso, definir até onde se estende a área de influência do empreendimento.

A questão atinge uma reivindicação antiga de indígenas da Volta Grande que ficaram fora do processo de licenciamento por viverem em áreas ainda não formalmente reconhecidas como terras indígenas.

“Somos contra qualquer empreendimento que venha a destruir o nosso território. […] A nossa luta sempre foi pelo reconhecimento do nosso povo, porque somos indígenas e sempre vivemos aqui na Volta Grande do Xingu”, afirma Claudevan da Silva Santos, indígena Juruna e integrante do Movimento dos Indígenas Não Aldeados da Volta Grande do Xingu (MINDVGX).

Para Liana Amin Lima, professora da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), a situação fundiária dessas comunidades não afasta seu direito de participar da consulta.

“A Convenção 169 da OIT não restringe os direitos à consulta prévia a povos aldeados ou a povos cujos territórios estejam reconhecidos, titulados, demarcados e/ou homologados”, afirma.

Um dos casos destacados pela Funai é o da comunidade São Francisco, do povo Juruna, localizada próxima à área prevista para a mina. O órgão cobra que a Belo Sun esclareça a possibilidade de realocação da comunidade, mencionada nos estudos do empreendimento, e avalie os impactos dessa eventual mudança.

ex-presidente da Funai, Marcelo Xavier
O ex-presidente da Funai, Marcelo Xavier, foi o principal executor de uma política indigenista amplamente classificada por servidores, lideranças e entidades internacionais como anti-indígena

A mudança de entendimento durante o governo Bolsonaro

A exclusão de indígenas que viviam fora de terras formalmente reconhecidas já havia sido questionada na própria Funai seis anos antes. Em julho de 2020, técnicos do órgão consideraram inapto o Estudo do Componente Indígena (ECI) apresentado pela Belo Sun e apontaram essa questão como uma das pendências que impediam o avanço do licenciamento.

A Belo Sun defendia que esses indígenas, então tratados no processo como “desaldeados”, fossem incluídos no Plano Básico Ambiental Geral, destinado ao conjunto da população atingida pelo empreendimento, e não no componente específico destinado aos povos indígenas. A equipe técnica da Funai discordou e cobrou que a empresa identificasse essas comunidades e avaliasse os impactos da mina sobre elas.

O parecer também mantinha outras pendências, entre elas a situação de Ituna-Itatá, área protegida devido à presença de indígenas isolados. A Belo Sun defendia que o território ficasse fora da área de influência do empreendimento; técnicos da Funai apontavam riscos relacionados à chegada de mais de 2 mil trabalhadores, à pressão fundiária e à aproximação dos grupos isolados.

Foi para discutir as conclusões desse parecer que representantes da Belo Sun e da JGP Consultoria, contratada pela mineradora para elaborar o estudo, foram à sede da Funai, em Brasília, em 1º de outubro de 2020.

A reunião ocorreu durante o governo Jair Bolsonaro, sob a gestão do delegado da Polícia Federal Marcelo Xavier, que presidiu a fundação entre 2019 e 2022. Em 2025, Xavier foi condenado, em primeira instância, a 10 anos de prisão por perseguir e intimidar servidores do órgão. Da decisão ainda cabe recurso.

Sua gestão à frente da Funai foi marcada pela aproximação aos interesses do agronegócio e foi classificada como ‘anti-indígena’ pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), que chegou a pedir seu afastamento na Justiça. Segundo a entidade, durante sua presidência, o órgão paralisou processos de demarcação – sem novas terras indígenas homologadas entre 2019 e 2021 –, restringiu a atuação na defesa das comunidades e adotou medidas que facilitaram a certificação de propriedades privadas em áreas indígenas ainda não homologadas. 

O encontro foi conduzido por Carla Fonseca de Aquino Costa, servidora do Ibama cedida à Funai, que à época comandava a Coordenação-Geral de Licenciamento Ambiental, responsável pela análise dos impactos de empreendimentos sobre os povos indígenas. Sua gestão foi marcada por manifestações que apontavam que sua atuação, durante a gestão de Marcelo Xavier, havia sido pautada por decisões que fragilizaram a proteção aos povos indígenas e favoreceram o avanço de processos de licenciamento ambiental contestados.

Segundo a ata da reunião, a Belo Sun voltou a defender que os indígenas considerados “desaldeados” permanecessem no PBA Geral e que Ituna-Itatá ficasse fora da área de influência da mina. Ao final do encontro, a coordenação, comandada por Carla, permitiu que a empresa apresentasse esclarecimentos complementares e manteve a análise do processo em andamento.

Trinta dias depois, uma nova informação técnica alterou parte das conclusões de julho. Questões antes consideradas impeditivas deixaram de ser impeditivas para o licenciamento. O novo documento aceitou que os indígenas fora de terras regularizadas fossem tratados no PBA Geral e manteve Ituna-Itatá fora da área de influência da mina. Outras pendências poderiam ser resolvidas nas etapas seguintes, conforme os documentos obtidos pela Agência Pública.

A mudança abriu caminho para que, em 2021, a Funai considerasse atendidas as exigências relativas ao estudo indígena e à consulta realizada com os povos Juruna e Arara. Foi esse entendimento que, cinco anos depois, passou a integrar os fundamentos utilizados pelo TRF-1 para restabelecer a licença da Belo Sun.

Agora, a própria Funai volta a exigir que as comunidades fora de terras demarcadas sejam consideradas na análise dos impactos do empreendimento. O documento de agosto cita, inclusive, o parecer técnico de julho de 2020 entre as referências para a complementação dos estudos.

Para Liana Amin, limitar a análise à distância física entre a mina e Ituna-Itatá ignora justamente os impactos indiretos que motivaram a manifestação da equipe técnica da Funai.

“A invisibilização de povos isolados e dos impactos diretos e indiretos sobre esses povos e territórios é algo gravíssimo, pois ameaça o direito à existência, colocando em risco a sobrevivência física e cultural desses grupos”, afirma.

A pesquisadora ressalta que a Resolução nº 44/2020 do Conselho Nacional dos Direitos Humanos recomenda, como diretriz oficial de direitos humanos, que, confirmada a presença de povos isolados em áreas de impacto direto ou indireto, o processo de licenciamento seja suspenso e a obra seja considerada inviável.

Leia a resposta completa da Belo Sun aqui

A reportagem tentou contato com o ex-presidente da Funai, Marcelo Xavier, mas não obteve resposta. Carla Fonseca de Aquino Costa não foi localizada para comentar.

Questionado sobre a atuação da servidora, o Ibama afirmou que os atos praticados por ela durante o período em que esteve na Funai são de responsabilidade funcional da própria servidora e da Funai. O órgão acrescentou que Carla não exerce atualmente cargo ou função no Ibama e que estaria cedida à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

A Cetesb, porém, informou que solicitou a cessão da servidora, mas que o processo administrativo para formalizá-la ainda não havia sido concluído. A Funai não se manifestou sobre a atuação de sua ex-coordenadora de licenciamento ambiental.

Poland: Two largest parties are losing, right-wing ‘Braun decides everything’

14 August 2026 at 11:42

The latest poll shows that the current ruling coalition would lose power. The shape of the parliamentary majority would be decided by Grzegorz Braun, according to the latest poll from National Research Group.

“This is what it looks like here in August in the OGB study. So much has changed that almost nothing has changed. October 15 coalition without a majority, everything is decided by Braun. Support for Morawiecki’s party as in April, i.e. 5-6 percent. and all this is PiS voters,” pointed out the head of the polling firm, Łukasz Pawłowski.

The leader in the OGB ranking remains the Civic Coalition, which can count on 33.5 percent support, a decrease of as much as 5.4 percentage points. PiS is second in the poll with 22.3 percent, a decrease of 4.7 percentage points.

The right-wing Confederation can count on 15.8 percent. support, an increase of 4.1 percentage points. The party of Grzegorz Braun, Confederation of the Polish Crown, records 10.5 percent, an increase of 1.2 percentage points.

The New Left would also be included in the Sejm with support of 5.99 percent. (an increase of 0.8 percentage points) and Rozwój Plus. If former Prime Minister Mateusz Morawiecki had founded the party and run independently in the elections, he would have had a chance of winning 5.49 percent. support.

The Razem party (3.6 percent), PSL (1.7 percent) and Polska 2050 (0.9 percent) would fall below the electoral threshold.

Tak to wygląda u nas w sierpniu w badaniu @OGB_PL Tyle się zmieniło, by nie zmieniło się prawie nic. K15X bez większości, o wszystkim decyduje Braun. Poparcie dla partii Morawieckiego jak w kwietniu czyli 5-6% i to wszystko wyborcy PiS

Więcej:https://t.co/9TlfoRs5Id pic.twitter.com/n6KJhZ44k6

— Łukasz Pawłowski (@LukasPawlowski) August 14, 2026

Braun will decide the majority?

If the poll support were translated into seats in the Sejm, the Civic Coalition would obtain 185 seats, Law and Justice 126, Confederation 79, Confederation of the Polish Crown 49, New Left 13, and Rozwój Plus eight.

This means that the current ruling coalition would not maintain power. Donald Tusk’s KO party and New Left would have a total of only 198 seats. For the right wing to take power, an alliance between Law and Justice would be needed not only with the Confederation of Sławomir Mentzen and Krzysztof Bosak, but also with Grzegorz Braun’s group. Such a majority would have 254 votes, and together with Mateusz Morawiecki’s formation, it would jump to 262.

There have been some calls to ban Braun’s party, but such a move would face high legal hurdles. Given its polling numbers, such an outcome seems unlikely. However, PiS has indicated they would refuse an alliance with the party, raising questions about how sincere that promise would be should Braun’s party remain the only path to political power.

The OGB survey was conducted between Aug. 5 and 12 based on 1,000 respondents.

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2nd Olympia Night Run event in Ancient Olympia, Aug 8

5 August 2026 at 13:25

The Ancient Olympia is getting ready and in the mood to host the  2nd Olympia Night Run – Run Under Zeus, an event scheduled to take place on Saturday, August 8, 2026 in Ancient Olympia. Staring time: 9 o’ clock in the evening. According to organizers, registrations have been completed on Wednesday and more than […]

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Energia elettrica in rialzo: PUN a 0,240 €/kWh – 23 Ottobre 2026

23 October 2026 at 09:01

Il prezzo all’ingrosso dell’energia elettrica torna a salire. Il 23 Ottobre 2026 il PUN (Prezzo Unico Nazionale) si attesta a 240,44 €/MWh, pari a 0,240 €/kWh, in aumento del 6,7% rispetto al giorno precedente. Il valore resta però leggermente sotto la media degli ultimi sette giorni, pari a 0,242 €/kWh, e supera del 10,9% la media degli ultimi trenta giorni, pari a 0,217 €/kWh.

PUN (Prezzo Unico Nazionale) – prezzo base all’ingrosso

Il PUN rappresenta il prezzo di riferimento dell’energia elettrica acquistata all’ingrosso. Il dato giornaliero non coincide con il prezzo finale in bolletta: al costo dell’energia si aggiungono, tra le altre voci, trasporto e gestione del contatore, oneri di sistema, imposte e componenti commerciali.

Arera – Tariffa tutelata: Monoraria e Bioraria (F1 / F2–F3)

Per Settembre 2026, i prezzi indicati per le tariffe tutelate sono pari a 0,205 €/kWh in fascia monoraria F0. Per la tariffa bioraria, i valori sono 0,242 €/kWh in F1 e 0,174 €/kWh in F2–F3. Si tratta dei prezzi delle componenti energetiche espressi in €/MWh nel dato di origine e convertiti in €/kWh; non rappresentano da soli il costo complessivo in bolletta.

Settembre 2026 Prezzo
Monoraria F0 0,205 €/kWh
Bioraria F1 0,242 €/kWh
Bioraria F2–F3 0,174 €/kWh

Costo energia elettrica nel mercato libero

Nel mercato libero ciascun fornitore definisce le proprie condizioni, che possono prevedere un prezzo fisso o indicizzato. In un’offerta indicizzata, il PUN può incidere sulla componente energia secondo la formula contrattuale, spesso con l’aggiunta di un margine del fornitore. Il valore giornaliero di 0,240 €/kWh è quindi un riferimento all’ingrosso, non il prezzo finale applicato automaticamente a tutte le utenze.

Cosa significa per le famiglie

Sintesi: il PUN è 0,240 €/kWh, ma il costo completo in bolletta è più alto, perché comprende anche imposte, oneri e costi di rete. Non è possibile ricavare un prezzo finale unico senza conoscere tariffa, consumi, condizioni contrattuali e componenti applicate.

Come semplice riferimento, una famiglia che consuma 9 kWh al giorno utilizza circa 270 kWh in un mese medio. Moltiplicando i consumi per il solo PUN del 23 Ottobre 2026 si ottiene una spesa energetica all’ingrosso di circa 64,92 € al mese (270 kWh × 0,24044 €/kWh). È una stima indicativa della sola componente basata sul PUN, non dell’importo completo della bolletta: il prezzo può inoltre variare nel corso del mese.

Cartello riassuntivo
Data: 23 Ottobre 2026
PUN giornaliero: 0,240 €/kWh
Variazione rispetto al giorno precedente: +6,7%
Media ultimi 7 giorni: 0,242 €/kWh
Media ultimi 30 giorni: 0,217 €/kWh
Stima mensile a 270 kWh: circa 64,92 € al solo PUN

Andamento storico dei prezzi dell’energia

Il dato odierno segna un recupero rispetto al 22 Ottobre 2026, quando il PUN era pari a circa 0,225 €/kWh. La media degli ultimi sette giorni resta comunque poco superiore al prezzo di oggi, mentre il confronto con la media mensile evidenzia un livello più elevato. Negli ultimi trenta giorni il prezzo ha oscillato tra circa 0,173 €/kWh e 0,263 €/kWh: il valore attuale non è vicino né al massimo né al minimo del periodo.

I valori storici e le medie riportati sono espressi in euro per kWh e arrotondati a tre decimali; le conversioni da €/MWh sono effettuate dividendo il prezzo per 1.000.

L’andamento del PUN energia elettrica – Prezzo aggiornato al 23 Ottobre 2026

23 October 2026 at 09:00

Il PUN del 23 Ottobre 2026 è pari a 0,240440 €/kWh, in aumento del 6,69% rispetto al giorno precedente. Per il profilo orario disponibile per oggi, il prezzo è oscillato tra un minimo di 0,199823 €/kWh alle 14 e un massimo di 0,293080 €/kWh alle 8: queste sono, rispettivamente, l’ora più economica e quella più costosa della giornata. Non sono invece disponibili i dati orari del 22 Ottobre per confrontare le variazioni orarie tra le due giornate.

Andamento giornaliero del PUN

Giorno Valore medio nel giorno (€/kWh) Variazione rispetto al giorno precedente (€/kWh)
23/10/2026 0,240440 +0,015073
22/10/2026 0,225366 -0,027034
21/10/2026 0,252400 -0,006491
20/10/2026 0,258892 -0,003739
19/10/2026 0,262630 +0,037560
18/10/2026 0,225071 -0,007327
17/10/2026 0,232398 -0,002579
16/10/2026 0,234977 +0,005577
15/10/2026 0,229399 +0,018549
14/10/2026 0,210850 -0,000588
13/10/2026 0,211438 -0,020905
12/10/2026 0,232343 +0,050033
11/10/2026 0,182310 -0,036963
10/10/2026 0,219274 -0,013717
09/10/2026 0,232991 +0,014156
08/10/2026 0,218835 -0,001438
07/10/2026 0,220273 -0,012994
06/10/2026 0,233267 +0,023175
05/10/2026 0,210091 +0,018149
04/10/2026 0,191943 +0,010845
03/10/2026 0,181097 -0,035076
02/10/2026 0,216173 +0,006224
01/10/2026 0,209949 +0,007988
30/09/2026 0,201961 -0,001060
29/09/2026 0,203022 -0,000531
28/09/2026 0,203553 +0,030778
27/09/2026 0,172775 -0,005824
26/09/2026 0,178599 -0,025594
25/09/2026 0,204193 -0,005110
24/09/2026 0,209303 n.d.

Andamento mensile del PUN

Mese Valore medio nel mese (€/kWh)
Ottobre 2026 0,223148
Settembre 2026 0,207542
Agosto 2026 0,179999
Luglio 2026 0,157038
Giugno 2026 0,132505
Maggio 2026 0,119351
Aprile 2026 0,119466
Marzo 2026 0,143400
Febbraio 2026 0,114405
Gennaio 2026 0,132665
Dicembre 2025 0,115490
Novembre 2025 0,117085
Ottobre 2025 0,107327

Andamento del PUN

Nel breve periodo il prezzo giornaliero mostra oscillazioni marcate: dopo il rialzo del 19 Ottobre, il valore è sceso nei tre giorni successivi, per poi risalire il 23 Ottobre. Nell’ultimo mese, i prezzi giornalieri hanno alternato aumenti e diminuzioni, con valori compresi tra 0,166514 €/kWh il 13 Settembre e 0,262630 €/kWh il 19 Ottobre.

La tendenza di più lungo periodo è invece nettamente crescente. La media mensile è passata da 0,107327 €/kWh nell’Ottobre 2025 a 0,223148 €/kWh nell’Ottobre 2026, più che raddoppiando. L’aumento si è intensificato soprattutto da Giugno a Settembre 2026, mentre il dato di Ottobre, riferito al periodo disponibile fino al 23 del mese, è superiore alla media di Settembre.

Cos’è il PUN

Il PUN, o Prezzo Unico Nazionale, è il riferimento all’ingrosso per l’energia elettrica scambiata sul mercato italiano. Esprime il prezzo dell’energia e varia nel tempo in base all’incontro tra domanda e offerta. I valori riportati qui sono convertiti da euro per megawattora a euro per kilowattora e riguardano il prezzo dell’energia, non il totale della bolletta.

Impatto su offerte indicizzate

Per chi ha un’offerta a prezzo indicizzato, l’andamento del PUN può incidere sulla componente energia della spesa: quando il prezzo di mercato sale, anche il costo applicato può aumentare, secondo le condizioni contrattuali e gli eventuali corrispettivi aggiuntivi del fornitore. È quindi utile verificare la formula di indicizzazione e confrontare il costo complessivo, non soltanto il valore del PUN.

Implicazioni per la gestione della domanda

Le forti differenze tra le ore della giornata possono rendere conveniente, quando possibile e compatibilmente con le proprie esigenze, spostare alcuni consumi verso le fasce orarie meno costose. Programmare elettrodomestici o ricariche nelle ore più economiche può aiutare a contenere la spesa con contratti che riflettono i prezzi orari. Per valutare il risparmio effettivo occorre comunque considerare le condizioni della propria tariffa e i consumi registrati dal contatore.

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