Um incêndio deflagrou pela hora de almoço desta sexta-feira, dia 9 de outubro, na zona de Alcaria do Peso, na serra de Monchique, estando a obrigar a uma forte mobilização de meios de combate.
Duas dezenas e meia de operacionais, com a ajuda de um meio aéreo, combateram ao início da tarde desta quinta-feira, dia 8 de outubro, um incêndio na freguesia de Moncarapacho, concelho de Olhão.
A médica Maize Oliveira, de 34 anos, recebeu alta hospitalar após passar por sete cirurgias em decorrência das queimaduras sofridas durante um incêndio em uma lancha no Lago Paranoá, no Distrito Federal. Ela teve cerca de 50% do corpo queimado e agora continuará a recuperação em casa.
A família comemorou a alta e agradeceu pelas mensagens de apoio recebidas durante o período de internação. Apesar da evolução, Maize ainda terá um longo processo de recuperação e precisará manter os cuidados médicos.
Em um vídeo gravado ainda no hospital e compartilhado pela família, a médica aparece usando uma máscara especial para pacientes com queimaduras, além de faixas nas mãos e nos pés. Ela caminha pelos corredores até a entrada da unidade de saúde, onde levanta os braços e faz o sinal da cruz.
Após sete cirurgias, Maize Oliveira recebe alta e celebra a nova etapa da recuperação em casa | Vídeo: Reprodução/instagram
“Pessoal, quero agradecer imensamente todas as ações de vocês. Falar que deu certo, graças a Deus estou curada, as lesões já melhoraram 99%”, afirmou Maize na gravação.
Ao celebrar a alta, a médica também destacou a dificuldade enfrentada durante o tratamento e agradeceu às pessoas que acompanharam sua recuperação.
“Foram dias de luta, dias de glória, foram difíceis, mas eu consigo vencer. E tudo isso primeiro graças ao Senhor e depois a vocês. Obrigada por tudo”, disse.
Relembre o caso
O acidente aconteceu no dia 20 de setembro, quando a lancha em que Maize estava pegou fogo e explodiu no Lago Paranoá, em Brasília. A médica estava entre as 15 pessoas que estavam na embarcação no momento da ocorrência.
De acordo com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF), 11 pessoas ficaram feridas ou sofreram queimaduras. Maize teve 50% do corpo queimado e foi transferida para Goiânia, onde permaneceu internada e passou por sete cirurgias durante o tratamento.
Um vídeo gravado por testemunhas registrou o momento em que a embarcação foi tomada pelas chamas, enquanto algumas pessoas tentavam conter o fogo com água.
Alerta para o incêndio na Herdade do Espim, próximo de Palma, foi dado como dominado às 14:36 hrs.
Esta terça-feira ao início da tarde deflagrou um incêndio numa herdade no concelho de Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, tendo sido dominado às 16:40 hrs, e de imediato iniciada a fase de rescaldo, segundo revelou a Proteção Civil.
Uma fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, segundo o Correio da Manhã, indicou à agência Lusa que “o fogo ficou dominado e estão a decorrer os trabalhos de rescaldo”.
O alerta para o fogo foi dado às 14:36 hrs, com as chamas a deflagrarem na Herdade do Espim, perto de Palma, no concelho de Alcácer do Sal, tendo consumido mato e pasto numa área com pinheiros e sobreiros.
Foram mobilizados e estiveram empenhados no combate às chamas 77 operacionais, entre bombeiros, elementos da GNR e sapadores florestais, apoiados por três aeronaves e 28 veículos, incluindo máquinas agrícolas de rastos e tratores.
Um incêndio destruiu totalmente uma salsicharia na zona industrial de Alcáçovas, no concelho de Viana do Alentejo, distrito de Évora, provocando prejuízos elevados.
O alerta para a ocorrência foi dado às 16:00 do dia 2 de outubro. Segundo o comandante dos Bombeiros de Viana do Alentejo, Miguel Fadista, as chamas destruíram totalmente a estrutura interior do edifício e todo o seu recheio. Do incidente não há registo de feridos.
Nas operações de combate ao fogo estiveram envolvidos 28 operacionais dos bombeiros de várias corporações, da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Cruz Vermelha Portuguesa, apoiados por 10 veículos.
Um incêndio de grandes proporções e muito violento está a lavrar no distrito de Coimbra.
As chamas resultam da junção de três fogos distintos que deflagraram quase em simultâneo em concelhos diferentes, dois dos quais no lugar de Sabouga, freguesia de Lavegadas (Vila Nova de Poiares), pelas 13h40, e outro em Murganheira, freguesia de Pombeiro da Beira (Arganil), pelas 13h35
Segundo o comandante do Comando Sub-regional da Região de Coimbra da Proteção Civil, Carlos Tavares, o fogo está a “progredir livremente” com uma frente em direção a Góis, mantendo três povoações na linha de fogo: Chapinheira, Arroças e Vila Nova de Ceira.
O comandante classificou como “muito estranho” o facto de três incêndios nascerem em simultâneo a pouca distância e acabarem por se fundir num só, aumentando drasticamente a libertação de energia e a gravidade da situação.
A área afetada é maioritariamente composta por eucalipto, pinheiro e mato denso, numa zona sem ordenamento florestal e onde já não ardia há vários anos.
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Arganil, Luís Paulo Costa, a proximidade do aparecimento dos focos de incêndio em concelhos limítrofes gera fortes dúvidas.
Segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 20h00 estavam mobilizados 711 operacionais e 223 veículos no combate às chamas.
Os meios aéreos já foram retirados devido à falta de visibilidade noturna, concentrando-se agora o combate no terreno para tentar dominar o incêndio durante a noite.
Um camião dos Bombeiros Voluntários de Canha despistou-se, este sábado, na EN251, ao quilómetro 15,440, na zona de Coruche, entre Branca e Fazendas da Arriça, quando a equipa regressava de uma ocorrência de incêndio florestal.
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Do acidente resultaram quatro bombeiros feridos, sendo que um deles sofreu ferimentos considerados graves e teve de ser transportado de helicóptero para o Hospital Garcia de Orta, os outros três operacionais sofreram ferimentos leves.
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No local estiveram empenhados 26 operacionais, apoiados por 10 veículos de socorro e 1 meio aéreo.
Um incêndio florestal que deflagrou na tarde deste sábado, 22 de agosto, pelas 15:11 em Mouriscas, concelho de Abrantes, encontra-se ativo e a lavrar com intensidade.
O fogo iniciou-se na zona de Vale Mouriscas e Lercas e progride em direção ao concelho vizinho de Mação, nomeadamente rumo a Queixoperra e Penhascoso.
Segundo informação prestada pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Abrantes, João Caseiro Gomes, e confirmada pelo Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo, não há registo de habitações ou populações em risco, nem se preveem perigos para habitações dada a perspetiva de evolução. Não se registam feridos entre civis ou operacionais.
De acordo com dados da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 21:10 encontravam-se no combate às chamas 514 operacionais, apoiados por 159 veículos e sete meios aéreos. O fogo consome maioritariamente áreas de mato e povoamento florestal.
Um despiste com um veículo pesado dos bombeiros provocou esta tarde a morte a uma pessoa, a informação inicial avançada por alguns meios de comunicação era que a vítima era um motociclista,que não se veio a confirmar e acabou por morrer no hospital,este acidente também causou ferimentos em dois operacionais, em Fregim, segundo o Jornal de Notícias. O acidente ocorreu cerca das 18.30 horas, numa altura em que o veículo seguia para abastecer um depósito de água de apoio ao combate a um incêndio na região.
De acordo com as informações apuradas, a viatura terá sofrido o rebentamento de um pneu, o que fez com que perdesse o controlo, capotasse e atingisse o motociclista, cuja morte foi declarada no próprio local. Entre os dois bombeiros que seguiam no pesado, um sofreu uma fratura numa perna e um ferimento na cabeça, enquanto o outro sofreu apenas escoriações. Para o local do acidente foram mobilizados quatro veículos e oito operacionais, estando as autoridades a apurar o sucedido.
Entretanto, o incêndio em povoamento florestal que deflagrou às 16.40 horas continua sob combate, mobilizando 24 bombeiros e oito viaturas, numa fase crítica em que os meios de socorro se dividem entre a gestão do fogo e as operações de socorro ao sinistro.
Um incêndio deflagrou na localidade de Ervões, no concelho de Valpaços, distrito de Vila Real, especificamente na zona de Cabeço (Quinta do Cabeço). O alerta inicial foi registado às 15:01 do dia 28 de julho de 2026.
De acordo com os dados mais recentes disponibilizados pela plataforma Fogos.pt, a ocorrência, que consome uma área de mato, encontra-se atualmente no estado de “Em resolução”.
Apesar da evolução favorável dos trabalhos, permanece no local um expressivo contingente de socorro para garantir a total extinção das chamas e evitar possíveis reacendimentos. Estão empenhados no teatro de operações um total de 847 operacionais, apoiados por 288 viaturas terrestres. De momento, não há registo de meios aéreos a atuar no local. Segundo fogos.pt.
Dois operacionais dos Bombeiros Voluntários de Sines sofreram ferimentos ligeiros, ao início da tarde desta sexta-feira, na sequência do despiste de um Veículo Ligeiro de Combate a Incêndios (VLCI).
Segundo a Rádio Sines, o acidente registou-se cerca das 13h05, na Estrada da Floresta, em pleno perímetro urbano da cidade de Sines, no momento em que a viatura circulava em marcha de urgência.
As vítimas foram inicialmente assistidas no local pela tripulação de uma ambulância da própria corporação, que se deslocava para a mesma ocorrência. Após o socorro inicial no local pelas equipas de emergência, os dois operacionais foram transportados para o serviço de urgência do Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém.
Nas operações de socorro estiveram envolvidos nove operacionais dos Bombeiros de Sines, dos Bombeiros de Santo André e da VMER do HLA, apoiados por cinco viaturas. A Guarda Nacional Republicana (GNR) de Sines tomou conta da ocorrência e vai investigar as causas do acidente.
O incêndio que deflagrou na passada terça-feira no concelho de Valpaços, e que se estendeu até ao concelho de Mirandela, provocou danos materiais avultados em pelo menos 21 habitações e causou ferimentos ligeiros em cinco pessoas. De acordo com o balanço operacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), os feridos contabilizados são três bombeiros, um militar da GNR e um civil.
No concelho de Valpaços, as chamas afetaram significativamente várias localidades. Na aldeia de Gorgoço, o fogo atingiu oito casas devolutas e três habitações permanentes. Em Santa Valha, o balanço aponta para danos em cinco casas devolutas, duas de primeira habitação, duas de segunda habitação e ainda um armazém agrícola. Já na localidade de Cabeço, uma casa de primeira habitação ardeu por completo, deixando três pessoas desalojadas, enquanto em Vilarandelo o incêndio atingiu duas indústrias de sucatas de automóveis.
Às 23h20, o teatro de operações contava com 638 operacionais apoiados por 206 meios terrestres, aguardando-se a chegada de reforços. As frentes que mais preocupavam as equipas de socorro seguiam na direção de Sonim e Barreiros, mantendo-se os trabalhos de combate ativo, proteção de habitações e estabilização das zonas onde o fogo já se encontrava extinto.
A progressão do incêndio obrigou também à evacuação preventiva de moradores na localidade de Vale de Telhas, já no concelho de Mirandela. Contudo, o comandante sub-regional das Terras de Trás-os-Montes, Noel Afonso, indicou que a intensidade das chamas diminuiu ao final do dia devido à redução do vento, permitindo perspetivar condições mais favoráveis para o combate noturno.
Na mesma nota informativa, foi confirmado que a Estrada Nacional 315 (EN315), que faz a ligação entre as aldeias de Bouça e Vale de Telhas e que se encontrava interdita à circulação devido à proximidade das chamas, já foi reaberta ao trânsito.
Duas operacionais da corporação dos Bombeiros Voluntários de Famalicão sofreram uma situação de sobressalto quando combatiam o incêndio que lavra em Vila Verde. Devido a uma alteração repentina e imprevisível da direção do vento, as bombeiras viram-se na obrigação de proceder a uma retirada célere do local onde operavam.
Segundo os Bombeiros Voluntários de Famalicão, durante a manobra de evacuação, as operacionais ficaram expostas a um calor muito intenso. Por uma questão de estrita precaução e prevenção, foi decidido o seu encaminhamento imediato para o Hospital de Braga, de forma a realizarem uma avaliação médica detalhada.
A corporação fez questão de agradecer publicamente toda a preocupação demonstrada pela comunidade, garantindo que a situação esteve sempre sob o devido acompanhamento. Felizmente, as duas bombeiras encontram-se bem de saúde, já receberam alta hospitalar e regressaram às suas habitações, estando previsto o seu breve retorno ao serviço ativo das populações.
Todos os distritos do norte e centro de Portugal continental, juntamente com o distrito de Faro, apresentam hoje um risco máximo de incêndio. De acordo com as autoridades, o resto do território nacional encontra-se em perigo muito elevado, segundo a Lusa.
Segundo o cálculo do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), dos 278 concelhos de Portugal continental, apenas cerca de 40 junto ao litoral enfrentam um risco considerado elevado ou moderado, localizados nomeadamente nos distritos de Braga, Porto, Aveiro, Leiria, Lisboa, Setúbal e Faro. A previsão do IPMA indica que o perigo de incêndio deverá manter-se alto ao longo de toda a semana.
Para além do risco de fogos, o calor intenso colocou todos os distritos, com exceção de Faro, sob aviso amarelo hoje e até terça-feira. As temperaturas máximas vão atingir os 40 graus celsius em Santarém e Évora, enquanto Lisboa chegará aos 37 graus e o Porto aos 31 graus.