Segundo o comandante dos bombeiros da Cruz Verde, José Salcedas, a colisão foi com uma “ambulância de transporte de doentes não urgentes, tendo-se registado dois feridos ligeiros, os condutores das viaturas. A ambulância era conduzida por uma bombeira, de 47 anos”.
Acrescentou ainda que os dois feridos foram transportados pelos bombeiros da Cruz Verde para o hospital de Vila Real.
O comandante disse ainda que na origem da colisão poderá ter estado uma ultrapassagem mal calculada.
O alerta foi dado por volta das 17h00 e para o local foram mobilizados 12 operacionais apoiados por cinco veículos, entre os quais os bombeiros da Cruz Verde e a GNR, que tomou conta da ocorrência.
O alerta, de acordo com o comandante dos Bombeiros da Cruz Verde, José Salcedas, aconteceu às 00h50 de sábado, tendo sido mobilizados para o local 32 operacionais e sete veículos de três corporações. Além da Cruz Verde, estiveram presentes bombeiros da Cruz Branca e de Sabrosa.
À chegada dos meios de socorro, explicou José Salcedas à VTM, o fogo já tinha atingido a zona das barracas, com o combate a centrar-se, sobretudo, nessa área. O resultado acabou por ser a total destruição de três barracas, assim como duas viaturas.
Albino Nascimento é um dos moradores que perdeu os seus pertences no incêndio. Segundo contou à VTM, as chamas propagaram-se rapidamente e várias botijas de gás rebentaram, obrigando os moradores a fugir. No local, diz, estavam três casais, um deles com uma filha, menor de idade.
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A posição surge após a publicação, em Diário da República, do Decreto-Lei n.º 199/2026, que atribui apoios a diferentes setores afetados pelo aumento dos custos dos combustíveis. O diploma prevê uma dotação máxima de três milhões de euros para empresas de transportes de táxis, entidades do setor social e associações humanitárias de bombeiros.
No caso das corporações, o apoio incide sobre o gasóleo rodoviário e a gasolina utilizados em veículos de socorro, combate a incêndios e transporte de doentes. O valor definido é de 10 cêntimos por litro, considerando um consumo de referência de 1200 litros mensais por viatura nos veículos de classe S (Super) das associações humanitárias e de 400 litros nos restantes veículos.
Para a federação distrital, a medida é positiva, mas deve ser acompanhada por uma resposta célere aos problemas que continuam pendentes na aplicação do anterior regime de apoio aos combustíveis. A estrutura distrital manifesta “profundo descontentamento” relativamente ao Decreto-Lei n.º 80-A/2026, de 31 de março, alegando que várias associações do distrito ainda não receberam qualquer verba, apesar de terem cumprido os procedimentos de candidatura. Nas corporações que já receberam pagamentos, a federação afirma que estes foram feitos “de forma tardia” e que os valores ficaram abaixo do que era expectável.
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Bombeiros da Póvoa de Varzim receberam o alerta pelas 07h30. Vítima foi atropelada por um carro na Rua 10 de Dezembro, em Laúndos, Póvoa de Varzim. A estrada esteve cortada por várias horas.
Bombeiros transportaram cerca de "22 mil litros de água" diariamente, chegando a haver dias em que vão duas vezes, face aos problemas cada vez mais recorrentes de abastecimento de água.
Os problemas de abastecimento de água têm sido mais recorrentes devido ao baixo caudal da nascente que abastece a aldeia, mas também às fugas na canalização.
A Associação Humanitária de Bombeiros de Mogadouro lançou hoje o concurso público para a construção da Unidade Local de Formação para Agentes de Proteção Civil, com um valor base estimado em 1,2 milhões de euros. Em declarações à agência Lusa, o presidente desta associação, João Gouveia, disse que as empresas interessadas têm um período de 14 dias para apresentar as suas propostas.
João Gouveia expressou a esperança de que o concurso não fique deserto devido à escassez de mão-de-obra e que as propostas sejam apresentadas para uma empreitada com um prazo de execução previsto de um ano. “Esperemos que haja propostas para a construção deste equipamento, e que no espaço de cerca de um ano a Unidade Local de Formação para Agentes da Proteção Civil seja uma realidade e estamos otimistas”, sublinhou.
O projeto consultado revela que esta nova unidade surge da necessidade dos bombeiros de Mogadouro terem acesso a uma estrutura moderna e funcional, ajustada às exigências atuais do treino operacional. O espaço incluirá um edifício destinado à formação, campos de treino interiores e exteriores, uma torre escola e contentores técnicos, permitindo a realização tanto da formação teórica como prática em condições realistas e seguras.
De acordo com João Gouveia, este novo equipamento estará disponível para todas as corporações de bombeiros da região e do país que desejem realizar exercícios e treinos relacionados com as missões no combate a incêndios urbanos e florestais.
O autarca António Pimentel revelou que o município disponibilizou cerca de 800 mil euros provenientes do orçamento destinado à Proteção Civil, que será utilizado pelos bombeiros na construção do campo de treinos. Em janeiro de 2025, foi assinado um contrato entre o município e a Associação Humanitária dos Bombeiros locais para a cedência de um terreno com 2,5 hectares na zona de Vale Calheiros, em Mogadouro, onde será instalada esta nova unidade.
Uma fuga de gás, ocorrida ao princípio da manhã desta terça-feira, na Urbanização do Fujacal, em Braga, mobilizou o Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga, que resolveu a ocorrência.
A fuga de gás verificou-se na rede secundária de alimentação ao edifício, junto do contador, de acordo com informações prestadas a O MINHO pelo comandante da corporação, Nuno Osório.
Para o local da ocorrência foram logo acionados vários operacionais e veículos, entre os quais o Veículo de Proteção Multirriscos e Ambiente (VPMA).
Foto: Paulo Seabrete
Entretanto, depois de resolvida a fuga de gás, a empresa Portgás substituiu logo o contador e a ocorrência foi logo registada pelo Comando Distrital de Braga da Polícia de Segurança Pública.
Segundo a GNR o corpo foi encontrado e retirado esta manhã do interior de um reservatório de água usado para rega da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva na Herdade dos Encanchados.
O Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga já eliminou mil ninhos de vespas asiáticas, em todo o concelho de Braga, são uns autênticos ‘campeões’ na destruição desses perigosos abrigos.
Mais de 20 ninhos de vespas velutinas foram destruídos durante esta sexta-feira, conforme foi reportado diretamente por O MINHO, levando a tranquilidade a centenas de famílias de Braga.
Uma equipa daquela corporação camarária diariamente vai para o terreno e de acordo com uma série de informações recebidas nas horas anteriores, vai eliminando ninhos de vespas velutinas.
Uma das “armas secretas” dos Sapadores Bombeiros de Braga é, curiosamente, um dos seus operacionais, Tiago Freitas, ser apicultor, o que facilita o trabalho.
Esta sexta-feira, logo de manhã cedo, Tiago Freitas, acompanhado de outro sapador bombeiro, Carlos Alves, estiveram na Rua de Camões, no centro da cidade de Braga, desativando já mais um, só poucas horas depois da situação ter sido conhecida indiretamente e só pelas redes sociais.
Foto: Paulo Seabrete
É que uma das dificuldades sentidas nos últimos anos, desde 2019, é que a grande maioria dos bracarenses, em vez de contactarem o Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga (há um email que o grande público conhece há anos (vespa.velutina@cm-braga.pt), preferem fazer do flagelo um espetáculo, divulgar imagens nas redes sociais.
Vídeo: Paulo Seabrete
Aquilo que a Câmara Municipal de Braga e o seu Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga pedem, encarecidamente, é que tais situações sejam comunicadas a quem de direito, porque se trata de um serviço gratuito e que pode salvar vidas, em vez de ir a correr para as redes sociais.
Há poucos dias, o troço da Rua 25 de Abril, a montante da Avenida da Liberdade foi uma área em que se dizimaram ninhos de vespas velutinas, popularmente conhecidas também como vespas asiáticas, em edifícios adjacentes ao Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga.
Vídeo: Paulo SeabreteVídeo: Paulo Seabrete
Mas para o êxito desta luta sem quartel é considerada decisiva a colaboração dos cidadãos, para a referida conta de email (vespa.velutina@cm-braga.pt), eventualmente já com imagens (fotos e/ou vídeos, mas para a Câmara Municipal de Braga e não para as redes sociais).
O trabalho é contínuo, também neste aspeto, pelo Batalhão de Sapadores Bombeiros, partindo do comandante, Nuno Osório, a par do adjunto técnico, Carlos Silva, passando ainda por todas as suas chefias intermédias, até ao setor operacional, em comunicação permanente, para acorrer aos alertas, numa média diária de casos denunciados pelo mesmo número de ninhos eliminados.
Sapadores fazem mais e melhor
O Município de Braga alcançou, em 2025, a sua mais elevada taxa de eficácia de sempre na eliminação de ninhos de vespa velutina, fixada em 98,39%, “consolidando-se uma resposta municipal robusta e tecnicamente eficaz face a uma espécie invasora cuja presença continua a aumentar no território”, seguindo uma política de proatividade da Câmara Municipal de Braga.
Ao longo do ano de 2025 foram registados 1.364 ninhos, mais 104 do que em 2024, números representam um crescimento de 8,25%, sendo que apesar do aumento significativo, os serviços municipais conseguiram eliminar 1.342 ninhos, um acréscimo de 110 eliminações face ao ano de 2024, correspondente a uma subida de 8,93%, segundo refere a Câmara Municipal de Braga.
“Particularmente relevante é a redução do número de ninhos por resolver, que passou de 28 em 2024 para 22 em 2025, uma diminuição de 21,43% e este facto demonstra um reforço claro da capacidade de resposta, mesmo num contexto de maior pressão da espécie”, afirma a autarquia.
“A análise da evolução dos registos desde 2019 evidencia crescimento estrutural do fenómeno, com 673 ninhos registados em 2019 para 1.364 em 2025, mais do dobro em seis anos e este cenário reforça a importância de políticas públicas consistentes, sempre, mas sempre, baseadas na monitorização contínua, na rapidez de intervenção e na articulação entre serviços”, salienta.
Segundo o vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa, os resultados de 2025 “traduzem uma estratégia sustentada e uma aposta assente na eficácia operacional”, afirmando que “o aumento do número de ninhos registados confirma que estamos perante um problema persistente, mas os dados evidenciam também que Braga responde mais e melhor a cada ano”.
“Atingir uma eficácia de 98,39% é um resultado histórico e uma prova que o investimento, o planeamento e o trabalho no terreno estão a surtir efeito”, refere o responsável, salientando que a redução dos ninhos por resolver, mesmo com maior número de ocorrências, “demonstra rigor, organização e sentido de responsabilidade pública em Braga”, ainda segundo diz Altino Bessa.
O também vereador do Ambiente e da Proteção Civil recorda ainda que “este combate tem impactos diretos na segurança das populações, na proteção da biodiversidade e no apoio ao sector apícola”, afirmando que “também tem os custos, cerca de 100 mil euros todos os anos”.
Foto: CM Braga
“Continuaremos a reforçar a vigilância, a sensibilização da população e toda a capacidade de intervenção na medida em que consideramos que a defesa do território exige respostas concretas e eficazes”, salientou o vice-presidente da Câmara Municipal de Braga.
“Os dados de 2025 e agora os de 2026 confirmam e reforçam ainda mais Braga como sendo um município de referência no combate à vespa velutina, aliando ao crescimento na deteção, eficiência na resposta e resultados mensuráveis com base numa política ambiental alicerçada no conhecimento técnico e no compromisso público permanente”, ainda segundo Altino Bessa.
As corporações de bombeiros voluntários vão ter um financiamento de cerca de 37 milhões de euros em 2027, um montante idêntico ao atribuído este ano, segundo a proposta do Orçamento do Estado.
A proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027), que o Governo entregou hoje na Assembleia da República, indica que a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) está autorizada a transferir 37.084.944 euros em 2027 para as associações humanitárias de bombeiros.
Esta verba destina-se a missões de proteção civil, incluindo as relativas ao sistema nacional de proteção civil e ao Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro, segundo o OE2027.
Este ano, a ANEPC também transferiu para as associações humanitárias de bombeiros o montante de 37.084.944 euros.
A ANEPC está também autorizada “a efetuar transferências orçamentais para a Escola Nacional de Bombeiros, nos termos de protocolos celebrados entre ambas as entidades, nomeadamente para efeitos de formação”.
Comandante Regional, Vaz Pinto, marca reunião de urgência para amanhã, 8 de outubro
Trinta e quatro bombeiros do Corpo de Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim entregaram esta quarta-feira, pelas 18:00 hrs, os seus capacetes à porta do quartel, numa ação de protesto perante a situação que se vive atualmente no Corpo de Bombeiros e na Associação Humanitária.
Refira-se que a iniciativa surge na sequência de uma carta subscrita pelos bombeiros e dirigida aos órgãos sociais da Associação Humanitária, onde são identificados 17 pontos considerados fundamentais e exigidas respostas concretas.
Na mesma carta, os bombeiros concederam 48 horas aos órgãos sociais para responderem às suas reivindicações e exigiram a sua demissão, caso não sejam tomadas medidas perante os problemas apresentados.
A entrega dos capacetes, segundo dizem, pretendeu ser um ato simbólico de protesto e de alerta para a comunidade, demonstrando a insatisfação dos bombeiros perante uma situação que consideram não poder continuar.
Os bombeiros fazem questão de deixar claro que o socorro às populações dos concelhos de Vila Real de Santo António e Castro Marim está assegurado, não estando esta ação de protesto a colocar em causa a resposta operacional às ocorrências.
Comandante Regional Vaz Pinto marca reunião de urgência
Na sequência da situação, o Comandante Regional de Emergência e Proteção Civil, Vaz Pinto, marcou uma reunião de urgência para amanhã (quinta-feira), 8 de outubro, no quartel dos Bombeiros de Vila Real de Santo António.
Os bombeiros esperam que esta reunião permita encontrar respostas concretas para os problemas que têm vindo a denunciar.
Perante o ocorrido, os bombeiros fazem questão de reafirmar que não estão contra a população, nem contra a missão de socorro que diariamente desempenham. Pelo contrário, afirmam estar a lutar para que o Corpo de Bombeiros tenha condições dignas para continuar a servir Vila Real de Santo António e Castro Marim.
Alerta para o incêndio na Herdade do Espim, próximo de Palma, foi dado como dominado às 14:36 hrs.
Esta terça-feira ao início da tarde deflagrou um incêndio numa herdade no concelho de Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, tendo sido dominado às 16:40 hrs, e de imediato iniciada a fase de rescaldo, segundo revelou a Proteção Civil.
Uma fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, segundo o Correio da Manhã, indicou à agência Lusa que “o fogo ficou dominado e estão a decorrer os trabalhos de rescaldo”.
O alerta para o fogo foi dado às 14:36 hrs, com as chamas a deflagrarem na Herdade do Espim, perto de Palma, no concelho de Alcácer do Sal, tendo consumido mato e pasto numa área com pinheiros e sobreiros.
Foram mobilizados e estiveram empenhados no combate às chamas 77 operacionais, entre bombeiros, elementos da GNR e sapadores florestais, apoiados por três aeronaves e 28 veículos, incluindo máquinas agrícolas de rastos e tratores.
Um corpo foi encontrado a boiar no rio Minho, junto ao Largo do Loreto, em Monção, na tarde desta segunda-feira.
Ao que O MINHO apurou junto do comandante da Polícia Marítima de Caminha, João Ferraz Fernandes, o cadáver já foi resgatado é de uma mulher, aparentemente entre os 60 e os 65 anos.
A identidade da vítima ainda é desconhecida, estando as investigações ainda a decorrer.
O alerta foi dado às 15:13.
Para o local foram mobilizados vários meios dos Bombeiros de Monção e Valença, a SIV de Valença e a GNR, além da Polícia Marítima, que registou a ocorrência.
O ministro da Administração Interna manifestou hoje profundo pesar pela morte de um bombeiro, de 25 anos, da corporação de Bombeiros Voluntários de Rebordosa, na sequência de uma ação de formação que decorria em Baltar, no concelho de Paredes.
Em comunicado, no qual é especificado que o incidente decorreu na Unidade Local de Formação, da Escola Nacional de Bombeiros, sediada no quartel dos Bombeiros Voluntários de Baltar, o gabinete do ministro Luís Neves apresenta “as mais sentidas condolências à família e aos amigos da vítima”.
“Neste momento de dor, o ministro e toda a sua equipa da Administração Interna apresentam as mais sentidas condolências à família e aos amigos da vítima, a quem expressam toda a solidariedade, extensiva à Corporação de Bombeiros Voluntários de Rebordosa”, lê-se na nota de pesar, na qual expressa “profunda tristeza”.
O Ministério aproveita para prestar homenagem a todos os bombeiros voluntários do país: “Pelo seu espírito de abnegação, sentido de responsabilidade e compromisso permanente com a proteção das populações e dos seus bens”, termina.
Eduardo Santos, bombeiro de 25 anos, dos Bombeiros Voluntários de Rebordosa, morreu hoje de manhã quando estava a participar numa formação que decorria na corporação de Baltar, no concelho de Paredes, disse fonte da Liga.
“As circunstâncias vão ser apuradas e não há ainda muito que se possa dizer”, disse à Lusa fonte da Liga dos Bombeiros Portugueses.
A agência Lusa tentou obter mais informações junto do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto e dos bombeiros da região, mas sem sucesso.
O Jornal de Notícias adianta que a vítima ter-se-á colocado atrás de uma viatura, que quando iniciou a marcha, o atropelou.
O jovem bombeiro entrou em paragem cardiorrespiratória, mas, apesar de ter sido assistido pelos bombeiros e pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Vale do Sousa, não resistiu à gravidade dos ferimentos e o óbito foi declarado no local.
Um , perdeu a vida na manhã desta segunda-feira, 5 de outubro, durante um exercício de formação nas instalações dos Bombeiros de Baltar, no concelho de Paredes.
Segundo a Lusa, as circunstâncias exatas do acidente estão ainda a ser apuradas pela Liga dos Bombeiros Portugueses. De acordo com informação avançada pelo Jornal de Notícias, o operático terá ficado atrás de uma viatura que, ao iniciar a marcha, o atropelou.
O jovem bombeiro entrou em paragem cardiorrespiratória e, apesar das manobras de reanimação realizadas pelas equipas de socorro e pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Vale do Sousa, o óbito acabou por ser declarado no local.
Um bombeiro, com cerca de 25 anos, dos Bombeiros Voluntários de Rebordosa, morreu hoje de manhã quando estava a participar numa formação que decorria na corporação de Baltar, no concelho de Paredes, disse fonte da Liga.
“As circunstâncias vão ser apuradas e não há ainda muito que se possa dizer”, disse à Lusa fonte da Liga dos Bombeiros Portugueses.
A agência Lusa tentou obter mais informações junto do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto e dos bombeiros da região, mas sem sucesso.
O Jornal de Notícias adianta que a vítima ter-se-á colocado atrás de uma viatura, que quando iniciou a marcha, o atropelou.
O jovem bombeiro entrou em paragem cardiorrespiratória, mas, apesar de ter sido assistido pelos bombeiros e pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Vale do Sousa, não resistiu à gravidade dos ferimentos e o óbito foi declarado no local.
Um camião dos Bombeiros Voluntários de Canha despistou-se, este sábado, na EN251, ao quilómetro 15,440, na zona de Coruche, entre Branca e Fazendas da Arriça, quando a equipa regressava de uma ocorrência de incêndio florestal.
Direitos reservados
Do acidente resultaram quatro bombeiros feridos, sendo que um deles sofreu ferimentos considerados graves e teve de ser transportado de helicóptero para o Hospital Garcia de Orta, os outros três operacionais sofreram ferimentos leves.
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No local estiveram empenhados 26 operacionais, apoiados por 10 veículos de socorro e 1 meio aéreo.
Onze de setembro de 2001. Nova Iorque acorda em pânico, com o impacto do primeiro avião, às 8h46 locais, no World Trade Center. Pouco tempo depois, a segunda torre é atacada. Hoje é dia de lembrar as vítimas do 11 de setembro. Um dos mais brutais ataques terroristas da história ocorreu no dia 11 de […]