❌

Normal view

Prime Minister Mark Carney says U.S. is trying to break Canada as Alberta votes on separation path

"This referendum comes at the worst possible time," Carney told a large pro-Canada rally in Calgary. "The world has become more dangerous and divided. Some outside our borders are working to break us so they can own us."

Cidade de Toronto apresenta novos projetos pré-aprovados de habitações multifamiliares “made-in-Toronto”

16 October 2026 at 18:26
Photo: @copyright

A Cidade de Toronto está a expandir o seu programa de plantas de construção pré-aprovadas com o lançamento de novos projetos para edifícios de quatro (fourplex) e seis fogos (sixplex), como forma de acelerar a construção de habitações em toda a cidade.

Os novos projetos, que se adaptam tanto a lotes largos como estreitos, desenvolvem o programa já existente de plantas pré-aprovadas da cidade para anexos residenciais (garden and laneway suites), explica um comunicado. “Estes novos projetos criados em Toronto tornam mais fácil adicionar mais habitações a propriedades residenciais”, indica a nota. “Ao disponibilizar projetos de construção sem custos, os proprietários beneficiam de um ponto de partida no processo de design.”

As plantas cumprem o Código de Construção de Ontário e incluem opções para recursos sustentáveis, estacionamento de bicicletas, armazenamento de resíduos, entre outros. Foram igualmente desenvolvidas tendo a acessibilidade, a resiliência climática, os custos e a facilidade de construção como critérios fundamentais. Os projetos foram criados por um gabinete de arquitetura selecionado através de um concurso público, acrescenta o comunicado. Esta iniciativa complementa o Catálogo de Projetos Habitacionais da Sociedade Canadiana de Hipotecas e Habitação (CMHC). Atualmente, a construção de fourplexes é permitida em toda a cidade, enquanto a de sixplexes varia consoante a localização. Se um edifício multifamiliar cumprir os requisitos de zoneamento, os proprietários podem candidatar-se diretamente à licença de construção, sem ter de recorrer ao Comité de Ajustamento.

As novas plantas de habitações multifamiliares podem ser utilizadas para preparar a candidatura à licença de construção, sendo submetidas ao processo de análise da autarquia. Ressalve-se que os requerentes continuam obrigados a contratar um profissional de projeto qualificado para assumir a responsabilidade pelo design e elaborar os desenhos e informações específicos necessários para a sua propriedade.

DCN/MS

Ministra da Indústria pressiona proprietário americano da Stelco a apresentar plano de salvaguarda de empregos em 5 dias

16 October 2026 at 18:25
Mélanie Joly. CBC

O governo federal está a aumentar a pressão sobre o proprietário americano da Stelco Holdings Inc. devido aos despedimentos iminentes na fábrica de aço sediada em Hamilton, Ontário.

A Ministra da Indústria, Mélanie Joly, enviou na segunda-feira uma carta ao presidente da Stelco, Paul Simon, manifestando a sua “extrema desilusão” relativamente ao plano da empresa para despedir até 500 trabalhadores em resposta às tarifas americanas e a outras pressões de mercado.

O Canadá deu luz verde à empresa americana Cleveland-Cliffs para adquirir a Stelco em 2024, ao abrigo da Lei de Investimento do Canadá (Investment Canada Act), que regula aquisições por entidades estrangeiras. A aprovação do negócio por parte do Canadá ficou condicionada à manutenção do número de empregos sindicalizados e da maioria dos postos de trabalho não sindicalizados por parte do novo proprietário, lembrou Joly. Essas condições não perdem a validade apenas porque “a estratégia empresarial ou as condições de mercado mudaram”, escreveu na missiva.

“Isto é particularmente relevante neste caso, no qual a Cleveland-Cliffs alegou que as perturbações comerciais estão a afetar as suas operações na fábrica de Hamilton Works, não obstante o apoio público prestado pelo seu presidente executivo às medidas tarifárias da Secção 232”, referiu Joly.

Lourenco Goncalves, presidente executivo da Cleveland-Cliffs, apoiou publicamente as tarifas americanas sobre o aço, afirmando que constituem um “passo necessário” para travar as importações de aço a preços de dumping. Na carta, Joly afirmou querer ver o plano da Cleveland-Cliffs para cumprir todos os compromissos assumidos na aquisição original. A ministra solicitou uma resposta no prazo de cinco dias úteis, sob pena de o governo considerar avançar com ações judiciais.

Se a produtora de aço não cumprir, Otava poderá recorrer ao tribunal superior, onde um juiz poderá ordenar à empresa que cumpra as suas obrigações, impor sanções ou até mesmo determinar a venda do negócio, explicou Joly.

Ron Wells, presidente do sindicato United Steelworkers local 1005, que representa os trabalhadores da fábrica da Stelco em Hamilton, disse estar satisfeito por o governo federal ter agido “muito rapidamente”. “Da última vez demoraram muito a reagir”, afirmou, referindo-se a um litígio anterior envolvendo a fábrica sob a alçada de outro proprietário. “Na altura, tivemos de fazer lobbying para conseguir que reagissem.”

DCN/MS

Polícia de Durham alerta para rede de predadores online ‘The Com’ que manipula crianças para cometer atos criminosos

16 October 2026 at 17:54
Créditos: CBC

A polícia de Durham está a alertar a população para uma rede online de predadores que aborda crianças na internet e as manipula no sentido de praticarem atos criminosos.

As autoridades têm vindo a responder a vários incidentes que se julga estarem associados a esta rede, conhecida como “The Com” (abreviatura de “The Community” ou “A Comunidade”), revelou a sargento Janalyn Dowdle num vídeo publicado na terça-feira na rede social X, anteriormente conhecida como Twitter.

A polícia informou que a rede tem como alvo crianças e adolescentes com idades compreendidas entre os 8 e os 17 anos, recorrendo a táticas de aliciamento (grooming), manipulação, coação e intimidação.

Os infratores “frequentemente conquistam a confiança das vítimas, criam um ambiente de segredo através do medo ou da vergonha e pressionam os jovens a participar em atividades prejudiciais ou perigosas”, de acordo com um comunicado do Serviço de Polícia Regional de Durham (DRPS).

Entre essas atividades inclui-se a coação de crianças para participarem em crimes, tais como ataques cibernéticos e chamadas falsas para o número de emergência 911 — uma prática conhecida como swatting.

O DRPS está atualmente a investigar um incidente de swatting que levou ao confinamento de segurança (lockdown) na Escola Secundária Católica Monsignor Paul Dwyer, em Oshawa, na passada sexta-feira, e “está a analisar eventuais ligações” a esta rede, informou por e-mail o sargento em funções Nicholas Gluckstein.

Em fevereiro deste ano, a polícia adiantou já ter associado a esta rede uma série de ameaças feitas a uma escola primária em Pickering.

A “The Com” poderá também manipular as vítimas para que estas partilhem imagens ou vídeos desadequados e de exploração sexual, bem como para que pratiquem atos de automutilação ou violência contra terceiros ou animais, indicou a polícia na publicação no X.

“Estão a exigir coisas verdadeiramente horríveis aos nossos jovens na região”, afirmou a detetive-constável Taryn Snow, da unidade de crimes cibernéticos da polícia de Durham.

As crianças podem ser forçadas a obedecer sob ameaças como a divulgação de informações privadas (doxing), a exposição pública ou o envio de falsos alarmes policiais à sua residência (swatting), alertaram as autoridades.

O porta-voz da Polícia Regional de York, sargento James Dickson, afirmou que o seu serviço não tem conhecimento, até ao momento, de incidentes diretamente ligados à “The Com”.

CBC/MS

Em Toronto, a luta pelas ciclovias continua nas ruas e nos tribunais

16 October 2026 at 17:53
Créditos: Francisco Pegado

Centenas de pessoas juntaram-se em Toronto para impedir a remoção das ciclovias, numa demonstração de união e participação cívica em defesa de uma cidade mais segura e acessível.

A concentração começou na terça-feira, 13 de outubro, às 17h00, no Tom Riley Park, e prolongou-se pela noite, junto à Bloor Street West, em Etobicoke. Ciclistas e membros da comunidade impediram temporariamente os trabalhos, levando os camiões de construção a abandonar o local.

O Governo de Ontário pretende remover cerca de 19 quilómetros de ciclovias protegidas nas ruas Bloor, Yonge e University Avenue, para dar mais espaço ao trânsito automóvel.

Para os manifestantes, esta é também uma questão de segurança, qualidade de vida e mobilidade sustentável.

A luta continua nos tribunais

“As ciclovias salvam vidas… Fazem-me sentir segura”, afirmou Maria Maioo, ciclista presente no protesto. A 13 de outubro, a Cycle Toronto e a organização ambientalista Ecojustice anunciaram que vão pedir autorização para recorrer ao Supremo Tribunal do Canadá, após uma decisão desfavorável do Tribunal de Recurso de Ontário.

Em 2025, o Tribunal Superior tinha decidido a favor dos defensores das ciclovias. Contudo, em agosto de 2026, o Tribunal de Recurso reverteu essa decisão, considerando que o tribunal de primeira instância tinha ultrapassado os limites da sua função ao interferir nas decisões políticas do Governo.

Agora, as organizações pretendem que o Supremo Tribunal analise questões constitucionais relacionadas com o direito à vida e à segurança.

O ministro dos Transportes de Ontário, Prabmeet Sarkaria, garantiu que a remoção das ciclovias vai prosseguir, apesar dos protestos. “Estas ciclovias vão ser removidas”, afirmou na rede social X.

Apesar da posição do Governo, ciclistas e residentes prometem continuar os protestos por uma mobilidade mais segura e sustentável.

FP/MS

Brazil Film Fest Toronto celebra o cinema brasileiro na sua 18.ª edição

16 October 2026 at 17:52
Crédito: Brazil Film Fest Toronto

O Brazil Film Fest Toronto regressa ao TIFF Lightbox, em Toronto, nos dias 9, 10 e 11, para celebrar a diversidade e a criatividade do cinema brasileiro.

Na sua 18.ª edição, o festival apresenta uma seleção de mais de 20 filmes, entre longas-metragens, curtas-metragens e documentários, que revelam a riqueza cultural e a pluralidade das histórias brasileiras.

O festival promove o encontro entre culturas, reunindo espectadores, cineastas e profissionais da indústria cinematográfica num espaço de partilha de ideias, experiências e diferentes perspetivas sobre o mundo.

Segundo a organização, o objetivo é reforçar os laços culturais entre o Brasil e o Canadá, dar maior visibilidade ao cinema brasileiro e fomentar o diálogo artístico num ambiente de diversidade e inovação.

O cinema é, afinal, uma expressão da memória e da identidade dos povos, uma arte que atravessa fronteiras, aproxima culturas e nos convida a descobrir o mundo através de outros olhares.

FP/MS

Crianças votam na Árvore do Ano de Toronto para 2027

16 October 2026 at 17:50
Créditos: Francisco Pegado

A Câmara Municipal de Toronto promoveu, nos dias 10 e 11 de outubro, o Kids Vote Weekend, uma iniciativa que convidou as crianças a votar na sua árvore preferida e a aprender como funciona o processo eleitoral.

Cinco espécies estiveram a votação: Tilia (Basswood), Bétula-Branca (Paper Birch), Carvalho-Vermelho (Red Oak), Bordo-Açucareiro (Sugar Maple) e Pinheiro-Branco (White Pine).

A árvore vencedora será anunciada após as eleições municipais de 26 de outubro. Em 2027, a espécie escolhida será destacada através de iniciativas ambientais, incluindo plantações especiais e distribuição de árvores jovens.

Ewan, um dos jovens participantes, salientou a importância de poder expressar a sua opinião: “É ótimo. Mesmo sendo uma votação sobre árvores, é muito bom poder dar a nossa opinião “é importante aprender como funciona o processo eleitoral.”

A iniciativa municipal juntou crianças e famílias para incentivar a participação cívica desde cedo e sensibilizar os mais jovens para a importância das árvores na cidade.

FP/MS

Canadá: un «Estado de malestar» encubierto en fachada de primer mundo

By: A A
16 October 2026 at 14:30

Hoy Canadá es un Estado rumbo al totalitarismo, desde la pantalla de una democracia liberal, es un patrocinador del nazismo, paga asistencia en eutanasia a los pobres y, además, no deja que los ciudadanos se expresen sin fuertes retaliaciones.

Únete a nosotros en Telegram , X y VK .

Escríbenos: info@strategic-culture.su

Continuar dependiendo de la asistencia induce a una desintegración espiritual y moral fundamentalmente destructiva para la fibra nacional. Dar asistencia de esta manera es administrar un narcótico, un sutil destructor del espíritu humano.

Franklin D. Roosevelt

El trabajo es la condición inevitable de la vida humana, la verdadera fuente del bienestar humano. Ahora comprendo que mi bienestar solo es posible si reconozco mi unidad con todos los pueblos del mundo sin excepción.

Leo Tolstói

El Estado de malestar

Como excolonia británica, y miembro de la Commonwealth de manera ‘voluntaria’ dicen, Canadá se jacta de su orden y políticas migratorias claras y atractivas, así como de tener un país con un sólido Estado de Bienestar, yo diría, de malestar. Muy en la línea de la frase de Roosevelt con la que inicio este artículo.

Creer en algún tipo de bienestar puede ser cierto para los migrantes en su mayoría latinos, que son recluidos en zonas distantes de los centros urbanos y asimilados durante cinco años de arduo trabajo llamado permiso de trabajo cerrado (employer-specific – closed work permit) Permiso de trabajo restringido/específico para empleadores. Estos trabajadores ‘agradecen’ ser explotados, consideran que es mejor la promesa de la vida ‘civilizada y marginal’ a la de sus países -colonias éstos de empresas canadienses- y asumen formas de vasallaje y esclavitud.

Al respecto, tras más de cinco años de uso intensivo y varias décadas de existencia del programa de empleo se llegó a unos acuerdos entre defensores de derechos de migrantes y Amnistía Internacional, de lo cual extraigo parte del informe del relator especial de la ONU sobre formas contemporáneas de esclavitud, titulado ‘Canada has destroyed me’: Labour exploitation of migrant workers in Canada, (Canadá me ha destruido»: Explotación laboral de trabajadores migrantes en Canadá), publicado el 30 de enero de 2025:

El sistema genera una relación de poder extremadamente desigual.

El empleador no solo controla el trabajo, sino también el estatus migratorio del trabajador.

Perder el empleo puede significar perder el derecho a trabajar y, potencialmente, enfrentar la salida del país. Eso crea un miedo constante que dificulta mucho:

Denunciar abusos (horas excesivas, salarios por debajo de lo prometido, condiciones inseguras, acoso, vivienda precaria, etc.).

Negociar mejores condiciones.

Dejar un trabajo tóxico sin arriesgar todo.

Amnistía Internacional y el relator de la ONU han llegado a describir el estado de bajos salarios del TFWP como un “caldo de cultivo” o “breeding ground” [Centro de reproducción] de formas contemporáneas de esclavitud.

No es una exageración retórica: hay múltiples reportes documentados de explotación sistemática, especialmente en agricultura, cuidado, procesamiento de alimentos, construcción y hostelería.

Por otro lado, el suicidio implica una de las situaciones de salud pública más graves del país norteamericano. Aproximadamente 4500 a 4750 suicidios al año que equivalen a unos 12-13 suicidios diarios. Es la segunda causa de muerte en personas entre los 15 y los 34 años. Los hombres cometen el acto de quitarse la vida 3 veces por cada mujer y son los del rango de edad entre 45 y 64 años quienes más lo culminan.

Pero Canadá tenía una solución. Han ‘avanzado’ en la ‘misericordia’ de la eutanasia para pobres. Así como se oye.

Esto está documentado por Associated Press: (El comité que revisa la eutanasia en Canadá concluye que algunas muertes están motivadas por el temor a quedarse sin hogar y por el aislamiento.); The Global and Mail: (Las tasas de asistencia médica para morir por enfermedades no terminales en Ontario son más altas en los barrios más pobres, según informes.), The conversation: (La asistencia médica para morir y las personas marginadas: informes del forense arrojan luz sobre la muerte asistida en Ontario) y el Comité de Revisión de Muertes del Forense, Jefe de Ontario (2024), son los que detallan casos específicos, como la mujer con sensibilidad química múltiple que no encontraba vivienda adecuada, o personas con aislamiento y pobreza.

Aunque se insistiera en señalar que son casos aislados, lo cierto es que no se trata sólo de una política sanitaria mal enfocada. Casos documentados como los señalados permiten ver algo que debería ser impensable en un auto denominado país del primer mundo: facilitar la muerte a alguien por su condición de precariedad económica y material es la clara expresión del FRACASO de su Estado de bienestar.

Es clave y doloroso cuando “afirmó el Dr. Trouton (en artículo de Associated Press): Es trágico que la calidad de vida de las personas sea tan deficiente que deseen explorar la MAID [asistencia médica para morir]”

En la publicación oficial Maytree se aprecia que:

En 2025, el 98 % de los hogares de ejemplo en asistencia social vivían por debajo de la línea oficial de pobreza, y el 71-72 % en “pobreza profunda” (menos del 75 % de esa línea). Los ingresos reales cayeron para muchos por inflación y la eliminación de rebates del carbon tax [reembolsos del impuesto al carbono]. Los beneficios de vivienda (shelter) son extremadamente bajos y no cubren costos reales; las personas sin hogar reciben menos apoyo.

A lo anterior se suma la crisis de vivienda, semejante a la de Estados Unidos, en donde al menos hace veinte años no se construye vivienda de interés social, lo que mantiene elevados los precios de renta y de compra; y, además se favorecen los desmanes de los que toman en arriendo propiedades. Ni siquiera en la política de inclusión a las comunidades indígenas maltratadas y esterilizadas para evitar su procreación, les cumplen con el tema habitacional. El tema de los ‘sintecho’ tiende a acrecentarse.

Hay otras formas de atentar contra sus propios ciudadanos, por ejemplo, a los propietarios les obligan a pagar multas y demandas inverosímiles si un inquilino hace ruido a los vecinos o daños, el que rentó de buena fe debe pagar. A ello se suma que para pedir el inmueble es necesario una suma de piruetas legales y justificar, no que rentará a alguien más, sino que se irá a vivir a su propio inmueble.

Alrededor de 6,5 millones de canadienses se encuentran sin médico de familia, o sea el 16% de su población total, 41,8 millones. Además, los tiempos de espera en horas en urgencias, es elevado; a menudo 8-16 horas o más, pues manejan la anticuada y tercermundista medida del Triage, inventado para las prioridades de tiempos de emergencia en la Primera Guerra Mundial.

Los ciudadanos deben esperar semanas y hasta meses para tener consultas con especialistas y hay estimaciones documentadas de decenas de miles de muertes anuales mientras esperan cirugía o diagnósticos. En cuanto a médicos y enfermeras, se encuentra Canadá por debajo del promedio de la OCDE, con retrasos en licenciar profesionales.

En cuanto a políticas para protección de la infancia, las tarifas de apoyo económico para quienes consiguen plaza bajaron, pero se generaron listas de espera masivas y en algunos lugares se triplicaron. Se tiene así una brecha de inequidad en donde algunas familias pagan muy poco y otras a veces de bajos ingresos, quedan fuera o pagan mucho más, mientras financian el sistema con impuestos. Tampoco se crearon suficientes espacios ni se atendió la falta de profesores.

Esto parece una historia del mundo subdesarrollado, haitiana, colombiana o etíope, pero pasa en Canadá. Ya no les basta con explotar a los países periféricos, sus propios ciudadanos financian a los ricos de su país cada vez de manera más próxima a la letalidad.

En cuanto a reducción de la pobreza y seguridad alimentaria, Canadá cayó al puesto 27.º luego de ocupar el 5° puesto entre países OCDE en protección del derecho a la alimentación, ubicándose en la categorización de ‘inseguridad alimentaria moderada/severa’.

Además, hay un creciente uso de bancos de alimentos, lo que se traduce en una política paliativa para contener lo que no logra una política integral de impuestos a ricos y de creación de puestos de empleo, espacio en donde, por el contrario, se ha agudizado el trabajo precario y, por ende, asumir el costo de vida.

En este tema de empleo – ingresos para la subsistencia, Canadá tiene un programa de renta básica, que lamentablemente es insuficiente. Evelyn L. Forget es una economista de renombre en Canadá, estudia la economía detrás de la propuesta de ingreso básico. Se recomienda su estudio, Basic Income for Canadians. From the Covid-19 Emergency to Financial Security for All. Toronto, (Ingreso básico para los canadienses. De la emergencia de la Covid-19 a la seguridad financiera para todos. Toronto) Libro de James Lorimer & Company Ltd., Publishers, 2020.

Sólo para dejar la curiosidad de los lectores, Forget dice, citando a otros autores:

«El empleo precario representa una proporción cada vez mayor del empleo total en Canadá y está fuertemente asociado a un peor estado de salud de los trabajadores».

Existe una «relación estrecha entre los ingresos y los resultados de salud. Las disparidades son profundas: unos ingresos más bajos se asocian a una menor esperanza de vida, así como a tasas más elevadas de autolesiones y de enfermedades crónicas».

«El estrés crónico se ha vinculado a diversos cambios hormonales y neurológicos que repercuten negativamente en la salud. Deteriora la memoria, aumenta el riesgo de depresión, reduce la respuesta inmunitaria y eleva la presión arterial y el riesgo de enfermedades cardiovasculares».

Se encuentra además la creciente crisis de opioides, con una cantidad alarmante de más de 38.000 a 50.000 muertes desde 2016. Esto ha llevado al desarrollo de algunos debates sobre el fracaso o efectos secundarios de “safe supply” (suministro seguro) y la criminalización en algunas provincias, cuando de un Estado primermundista se esperaría una percepción correcta no criminalizando a los consumidores sino comprendiéndolos en un contexto de atención de la salud pública e integral.

Así, todas las crisis de vivienda y demás bienes y servicios que mencioné con anterioridad, reciben más presión ante los altos niveles de inmigración temporal y de refugiados.

Los asuntos internacionales como problema nacional

El Estado de Bienestar es en mi concepto la expresión más clara del escenario de la lucha ideológica de la posguerra mundial; justo en ese momento en que Inglaterra, Estados Unidos y toda Europa decidió que el ‘aliado soviético’ era un loco comunista, dejando atrás las alabanzas a aquel pueblo ruso trabajador plasmadas en discursos, caricaturas y cine.

El comunismo como una fiebre que acabaría con la libertad, aniquilador de la posibilidad de ser y de tener dentro del inmenso ‘arsenal de mercancías’ restringido a la finitud de cada bolsillo, en el capitalismo, debía ser contestado. Ya no eran Hitler ni Mussolini ni Franco, -aunque éste fue un fascista solitario- los enemigos del ‘mundo libre’, lo era el Estado socialista soviético y sus aliados.

Pero el terreno más claro de la disputa se daba allí donde se gana la atención de las masas: en los derechos adquiridos, en la capacidad de sentirse orgulloso de ser un ciudadano de su país por esas mismas ganancias que le daba su Estado de Bienestar, como decía J. Habermas. Es en efecto lo que busca todo migrante además de todo ciudadano: hacerse a una ciudadanía que le dé garantías en consecuencia a su trabajo.

De esta forma, tanto Europa como EE.UU. se vieron obligados a otorgar a sus ciudadanos garantías similares a las conquistadas por la Revolución rusa de 1917, también de manera vanguardista para mujeres e infancia. El Plan Marshal de reconstrucción europea no es otra cosa que atemperar los ánimos de los ciudadanos dolidos por la guerra y volcarlos al boom de la procreación bajo el amparo de un sólido Estado de Bienestar capitalista que les impidiera mirar hacia el régimen socialista soviético y universal. Éste se explica en la frase de Tolstói con la que inicio este artículo, inherente a una concepción universal del hacer para todos, anterior a las guerras del siglo XX.

Se acabó el sistema soviético hace treinta y seis años, pero los nazis sólo dormitaban. Inició la guerra en Ucrania en 2022 y los parlamentos europeos y occidentales comenzaron a recibir a los nazis, esos mismos que fueron enemigos en apariencia. Canadá los recibió y los homenajeó (Yaroslav Hunka a sus 92 años era buscado por asesinatos en Polonia).

Canadá los apoya y ya con un pálido Estado de Bienestar que es más de malestar, apoya a los mismos sujetos del Batallón Azov y a todos quienes asesinan el bienestar cada día en Ucrania mediante: reclutamiento forzoso (busificación), incluso a personas con discapacidad o ancianos, maltrato a las mujeres, alistamiento y entrenamiento de jóvenes colegiales en el campo militar, corrupción que niega salud, empleo y vivienda,  -todo excusado en la guerra-, venta de tierras fértiles a poderosos extranjeros y nacionales etc.; pues aunque dicen que es prohibido, BlackRock ya compró tierras fértiles.

Canadá es la expresión de un régimen totalitario que en cualquier momento puede ascender a fascista, en tanto lleva nazis al parlamento y los premia, envía armas y partes de drones a Ucrania, les da dinero y desarrolla actividades anti rusas, entre ellas intentar robar reservas de dinero.

También privilegia a la población ucraniana en suelo canadiense – Ley CUAET, donde se otorga un régimen de emergencia humanitario de entrada fácil, permisos de trabajo abiertos, extensiones, pausa de deportaciones, aunque éstas pueden reactivarse si Zelensky solicita deportaciones para su busificación. Todas estas garantías no se las dan a los propios canadienses, ni a rusos ni ruso-canadienses.

No le basta con ello. Desarrolló una ley de Prohibición de “dealings” -operaciones- y suministro de servicios (SEMA) donde no permite negociar, prestar servicios o recibir pagos de entidades listadas en: Special Economic Measures Act (artículo 8 sobre penas) dicho artículo señala que:

Toda persona que infrinja o incumpla deliberadamente una orden o un reglamento dictado en virtud de la sección 4: (a) comete una infracción punible mediante procedimiento sumario y está sujeta a una multa no superior a veinticinco mil dólares o a una pena de prisión no superior a un año, o a ambas penas; o (b) comete un delito grave (*indictable offence*) y está sujeta a una pena de prisión no superior a cinco años.

Sección 3 – Transacciones y actividades prohibidas: Se prohíbe a toda persona en Canadá y a todo canadiense fuera de Canadá: (a) realizar operaciones con cualquier bien, independientemente de dónde se encuentre, que sea propiedad de, esté en posesión de o esté controlado por —o en nombre de— una persona cuyo nombre figure en el Anexo 1; (b) celebrar o facilitar, directa o indirectamente, cualquier transacción relacionada con una operación mencionada en el apartado (a); (c) prestar servicios financieros o de otra índole conexos en relación con una operación mencionada en el apartado (a); (d) poner bienes a disposición de una persona que figure en el Anexo 1 o de una persona que actúe en su nombre, independientemente de dónde se encuentren dichos bienes;…

Esta ley está dirigida en contra de la libertad de expresión al poner a las entidades que desee incluir el acta, también las norcoreanas, iraníes o cubanas y principalmente las rusas para la cual fue creada la ley. Esto evita que se hable de los desaciertos de sus políticas, la mala gestión de su política de bienestar y el desastre de su libertad de expresión, mientras critican a Corea del Norte o Irán como regímenes totalitarios, pero Canadá lo es más porque dice regirse por una concepción moderna y liberal, pero hace todo lo contrario.

Ellos lucharon contra los nazis cuando ya los soviéticos avanzaban hacia Berlín. Pero siempre mantuvieron simpatías con el nazismo. Una vez acabó la URSS y los motivos por los cuales disputar con un Estado de Bienestar lleno de derechos, volvieron a la privatización y la mala calidad de la gestión pública, poco a poco durante 36 años.

Hoy Canadá es un Estado rumbo al totalitarismo, desde la pantalla de una democracia liberal, es un patrocinador del nazismo, paga asistencia en eutanasia a los pobres y, además, no deja que los ciudadanos se expresen sin fuertes retaliaciones. En síntesis, como todo occidente, es una fachada primermundista, -que señalé en artículo titulado: André Gunder Frank: «El subdesarrollo del desarrollo» avanza en Occidente– con entrañas fascistas y un tercermundismo ciudadano que hoy sale a protestar a las calles en Europa.

Es lamentable que las personas quieran ir a un país así, en donde son desechables en tanto pobres, explotados como mano de obra barata y marginados sin derecho a expresarse. Canadá es la fachada que encubre la miseria y el totalitarismo.

* Todas las imágenes de la ciudad de Toronto.

Carney Warns Against External Attempts to Divide Canada

16 October 2026 at 13:14

Alberta is holding a nonbinding referendum on Monday to decide whether to remain part of Canada or hold a second referendum on separation.

On Thursday night, Prime Minister Mark Carney warned that external forces are attempting to “divide and own” Canada, calling on voters in Alberta to choose to stay in Canada in an upcoming referendum.

RELATED:

Canada Welcomes Major LNG Expansion to Double Production for Asia

Carney made the remarks while addressing thousands of attendees at a “Forever Canadian” rally in Calgary, Alberta.

Alberta is holding a nonbinding referendum on Monday to decide whether to remain part of Canada or hold a second, legally binding referendum on separation.

Pointing to a more dangerous and divided global landscape, Carney said, “Some outside our borders are working to break us so they can own us.”

Advance polls are open until Saturday. Make sure to get out your vote in the referendum.

I’ll be voting for Option 1 to remain in Canada on question 10.

I’m voting Option 1 because standing up for Alberta and refusing to back down is working. The emissions cap is gone. C-69… pic.twitter.com/9HEHSjYEKc

— Danielle Smith (@ABDanielleSmith) October 14, 2026

“At this pivotal moment, Albertans have a choice: to build a stronger Alberta and an even greater Canada to leave for our children, or we can burden them with years of deep division and great uncertainty. What we need is a decisive result on Monday to settle this question,” he said.

During his speech, Carney highlighted the construction of the Pacific Link pipeline. The crowd broke into prolonged applause when he noted that the crude pipeline would significantly reduce Canada’s dependence on the United States.

“Careful: they might think that is election interference,” quipped Carney, who is scheduled to attend another “Forever Canadian” rally in Edmonton, the capital of Alberta, on Friday.

teleSUR/ JF

Source: Xinhua

Cabergoline May Reduce Breast Cancer Risk

15 October 2026 at 16:47

An international team of researchers has identified that cabergoline—a drug used to halt the production of breast milk—may reduce the risk of breast cancer when administered at the end of the lactation period. The findings, published this Thursday in the journal Cancer Discovery, combine evidence from animal models with an analysis of the medical records of more than 150,000 women in Spain and Norway.

RELATED:

Science, Women, and Research Beyond Reproduction

The research involved scientists from several countries, including specialists from the Cancer Research Center in Salamanca—a joint facility of the University of Salamanca and the Spanish National Research Council (CSIC).

In studies involving mice, the researchers found that a dose of cabergoline administered at the end of lactation reduced the proportion of animals that developed breast cancer by approximately half. The models used carried mutations in the BRCA1 and TP53 genes, which are linked to DNA repair, the elimination of damaged cells, and aggressive forms of the disease.

According to the team, the drug reduced potentially precancerous tissue, decreased the ductal area, inhibited cell growth, and increased the presence of immune cells involved in defending against tumors.

The study focuses on mammary involution—the natural “clearing” process that occurs after weaning. During pregnancy, hormone levels rise and milk-producing structures branch out; once lactation ends, these cells are no longer needed, and the breast eliminates the excess tissue.

“It’s like a fruit tree; in spring and summer, the breast develops branches and produces flowers and fruit, but when involution occurs—which is the mammary equivalent of winter—the structures required for pregnancy and lactation are reset in preparation for the future,” explained Christopher Maxwell, a professor at the University of British Columbia’s Faculty of Medicine in Canada and a researcher at the BC Children’s Hospital Research Institute.

💊Un fármaco podría reducir el riesgo de #CáncerDeMama postparto

🔬Cabergolina se receta para frenar la lactancia tras el parto

👩‍🔬@ciccancer muestra en ratones que reduce los tumores 

🔎Un ensayo evaluará su eficacia en mujeres tras dejar de amamantar
➡️https://t.co/FqTffmBrvm pic.twitter.com/AahOcNLZyX

— CSIC (@CSIC) October 15, 2026

The text reads, “A drug could reduce the risk of #BreastCancer postpartum. Cabergoline is prescribed to halt breastfeeding after childbirth. @ciccancer shows in mice that it reduces tumors. A trial will evaluate its efficacy in women after stopping breastfeeding”

The researchers discovered that in mice with mutations in the BRCA1 and TP53 genes, this cleanup process can remain incomplete. In such cases, cabergoline appears to help complete the involution process following weaning.

To explore the effect in humans, the team reviewed medical records from Spain and Norway, focusing specifically on young women in the years following pregnancy. In total, the studies included data on the use of cabergoline in more than 150,000 women.

The results showed that women who received the drug to suppress lactation after childbirth—whether due to a medical recommendation, following the loss of a pregnancy, or because breastfeeding was not possible for medical reasons—had an approximately 70 percent lower risk of developing breast cancer compared to those who did not take it.

This association was observed in women under the age of 50 during the years following pregnancy—a period when the risk of this disease can increase.

Cabergoline is a prescription medication used only when medically necessary to stop milk production. It is not currently approved for the prevention of breast cancer; therefore, the authors emphasize that these findings should not be interpreted as a recommendation for its use as a preventive measure.

The next step will be a prospective clinical trial involving women who will receive the drug only after breastfeeding has ended. The goal is to determine whether cabergoline might, in the future, offer a less aggressive alternative to current preventive measures against breast cancer, such as surgery or hormone therapy.

#Science | A new Science special feature is putting the spotlight on major gaps in women’s health research beyond reproduction, from chronic pain and menopause to sex chromosomes and the immune system.

Researchers say significant gaps remain in understanding how diseases affect… pic.twitter.com/NXoaaRa3h5

— teleSUR English (@telesurenglish) October 2, 2026

AI stocks are taking a beating amid inflation, interest rate worries

15 October 2026 at 15:31
A sell-off for artificial-intelligence stocks is hitting Wall Street again after whipping around the world on worries about how much longer the AI frenzy will last.

AI stocks are taking a beating amid inflation, interest rate worries

15 October 2026 at 15:31
A sell-off for artificial-intelligence stocks is hitting Wall Street again after whipping around the world on worries about how much longer the AI frenzy will last.

Trump’s ambassadors: the loyalists and allies at the center of controversy

15 October 2026 at 11:00

Kimberly Guilfoyle’s departure has renewed scrutiny of the president’s picks for diplomatic posts, from France to Jamaica

Donald Trump has appointed family members, friends and loyal political allies to represent the US on the world stage, dispatching an extraordinary array of characters to embassies across the world.

While presidents of both parties have long rewarded donors and allies with plum ambassadorships, Trump has chosen loyalists willing to go to bat for him regardless of the implications for US-foreign relationships.

Continue reading...

© Photograph: Getty Images

© Photograph: Getty Images

© Photograph: Getty Images

Canada, le crepe del federalismo: dal ritorno sovranista in Québec al referendum dell’Alberta

By: A A
14 October 2026 at 22:05

La vittoria del Parti Québécois e il referendum del 19 ottobre in Alberta riportano al centro il problema della coesione canadese. La separazione resta minoritaria, soprattutto nell’Ovest, ma il riemergere simultaneo delle spinte centrifughe rappresenta una sfida politica per Mark Carney.

Segue nostro Telegram.

A pochi mesi dal consolidamento parlamentare del governo liberale di Mark Carney, il Canada si trova ad affrontare una questione che sembrava essersi progressivamente allontanata dal centro della scena politica: quella della propria coesione interna. La vittoria del Parti Québécois (PQ) nelle elezioni provinciali del Québec del 5 ottobre e il referendum previsto per il 19 ottobre in Alberta, nel quale gli elettori saranno chiamati a pronunciarsi sull’eventuale avvio del procedimento verso un successivo referendum vincolante sulla separazione dal Canada, hanno riportato contemporaneamente alla ribalta due forme molto diverse di contestazione dell’assetto federale.

Sarebbe eccessivo sostenere che il Canada si trovi alla vigilia della disgregazione. In Alberta, soprattutto, tutti i dati disponibili indicano che l’opzione favorevole alla permanenza nella federazione dovrebbe prevalere con un margine molto ampio. Tuttavia, il fatto stesso che una delle province economicamente più importanti del Paese abbia ritenuto politicamente possibile sottoporre agli elettori una domanda di questo genere dimostra il malcontento di una parte della popolazione: una questione che fino a pochi anni fa apparteneva soprattutto alle frange più radicali del cosiddetto western alienation è entrata nella sfera della politica istituzionale.

Il caso del Québec, invece, ha radici molto più profonde. Le elezioni provinciali del 5 ottobre hanno riportato al governo, dopo oltre un decennio, il Parti Québécois guidato da Paul St-Pierre Plamondon. Il PQ ha conquistato 59 dei 127 seggi dell’Assemblée nationale, fermandosi cinque seggi sotto la maggioranza assoluta. Ottenendo circa il 28% dei voti, ha chiuso la consultazione elettorale davanti al Parti Libéral du Québec, attestatosi poco sopra il 24%, al Parti Conservateur du Québec, con circa il 21%, e a Québec Solidaire, che ha raccolto oltre il 12% conquistando nove seggi. La Coalition Avenir Québec (CAQ), al governo dal 2018, è invece crollata al 13,3% senza ottenere alcun seggio.

Un tale esito impone certamente una lettura prudente, in quanto il successo del PQ non equivale a un mandato maggioritario per l’indipendenza. Il partito, infatti, ha beneficiato della frammentazione del voto e ha ottenuto la percentuale più bassa mai registrata da una formazione vincitrice nella storia elettorale del Québec, mentre i sondaggi continuano inoltre a collocare il sostegno alla separazione dal Canada intorno al 30%, ben lontano da una maggioranza sociale. Lo stesso St-Pierre Plamondon ha indicato che non intende convocare un nuovo referendum finché Donald Trump resterà alla Casa Bianca, sostenendo che la pressione tariffaria e l’instabilità derivante dai rapporti con gli Stati Uniti rendono necessario evitare, per il momento, un’ulteriore crisi costituzionale.

Ciò non riduce tuttavia la portata della vittoria del PQ. Per la prima volta dopo molti anni, il governo della seconda provincia più popolosa del Canada sarà guidato da una formazione che considera esplicitamente l’indipendenza del Québec il proprio obiettivo storico. Inoltre, sommando i 59 deputati del PQ ai nove di Québec Solidaire, anch’esso favorevole alla sovranità del Québec sebbene attraverso un percorso politico e sociale profondamente diverso, nell’Assemblée nationale esiste una maggioranza numerica di deputati eletti sotto le insegne di partiti indipendentisti. Questo non significa che PQ e Québec Solidaire formeranno automaticamente un blocco comune, né che un referendum sia imminente, ma conferma che la questione nazionale québécoise è tutt’altro che scomparsa.

La sua natura, inoltre, resta profondamente diversa dal separatismo emergente in Alberta. Il nazionalismo del Québec dispone di una propria continuità storica, linguistica e culturale, di una tradizione intellettuale e politica consolidata e di istituzioni che hanno progressivamente acquisito un grado considerevole di autonomia rispetto a Ottawa. I referendum del 1980 e del 1995, quest’ultimo perduto dagli indipendentisti per uno scarto inferiore all’1%, hanno mostrato quanto la questione possa arrivare a mettere in discussione l’esistenza stessa della federazione canadese.

La situazione dell’Alberta nasce invece prevalentemente da fattori economici, fiscali ed energetici. La provincia, cuore dell’industria petrolifera canadese, ha sviluppato da tempo un forte risentimento nei confronti del governo federale, accusato da settori rilevanti dell’opinione pubblica occidentale di utilizzare la ricchezza prodotta dalle province delle praterie per finanziare politiche redistributive decise nell’Est, imponendo contemporaneamente vincoli ambientali e normativi penalizzanti per il settore degli idrocarburi.

Sebbene tutti i sondaggi siano concordi sul fatto che il referendum non dovrebbe avere esito positivo, la trasformazione di una rivendicazione precedentemente marginale in una questione sottoposta ufficialmente all’intero corpo elettorale provinciale rappresenta un passaggio qualitativo da non sottovalutare. Significa che una parte della classe politica dell’Alberta considera ormai il ricorso alla minaccia separatista uno strumento legittimo di pressione nei confronti del governo federale. La premier Danielle Smith ha annunciato che voterà per la permanenza nel Canada e non sostiene personalmente la separazione, ma è stato il suo governo ad aggiungere la domanda al referendum provinciale (che consiste di un totale di dieci quesiti). La stessa Smith ha presentato la consultazione come uno strumento attraverso il quale permettere agli albertani di esprimere il proprio malcontento nei confronti di Ottawa.

Una vittoria del 70% o persino superiore dell’opzione federalista non cancellerebbe il fatto che circa un quinto dell’elettorato di una provincia fondamentale per l’economia canadese sia disposto a considerare almeno l’avvio di un processo di separazione. Nel gennaio 2026 Ipsos aveva addirittura registrato un sostegno iniziale alla prospettiva separatista del 28% in Alberta, praticamente identico al 31% rilevato in Québec, salvo poi constatare che il consenso si dimezzava quando agli intervistati venivano prospettati i costi concreti dell’indipendenza. In altre parole, per una parte consistente degli elettori il separatismo albertano funziona soprattutto come voto di protesta e strumento negoziale nei confronti del centro federale.

Per Mark Carney, la contemporaneità dei due fenomeni costituisce una sfida particolarmente delicata. Il primo ministro ha costruito la propria strategia economica e internazionale attorno al concetto di “autonomia strategica” canadese. Di fronte all’uso crescente delle tariffe, delle catene di approvvigionamento e delle dipendenze economiche come strumenti di pressione, soprattutto da parte dell’amministrazione Trump, Carney ha sostenuto che il Canada debba ridurre la propria vulnerabilità nei confronti degli Stati Uniti, diversificando mercati, partner e infrastrutture.

Nel suo discorso al Lowy Institute di Sydney dello scorso marzo, il premier aveva affermato esplicitamente che l’integrazione economica non deve più trasformarsi in subordinazione e che le medie potenze devono costruire capacità sovrane nei settori strategici, dall’energia ai minerali critici, dall’intelligenza artificiale ai sistemi di pagamento. La stessa impostazione è stata successivamente ripresa nei rapporti con l’Unione Europea e nell’apertura di nuovi canali economici verso l’Asia.

Particolarmente significativa, in questo senso, è stata la normalizzazione dei rapporti con la Cina. Nello scorso mese di gennaio Carney è stato il primo capo di governo canadese a recarsi ufficialmente a Pechino dal 2017, incontrando Xi Jinping e Li Qiang e inaugurando un nuovo partenariato strategico sino-canadese incentrato su energia, commercio, agroalimentare, sicurezza e multilateralismo. Ottawa ha indicato apertamente la Cina come uno dei mercati necessari per ridurre l’eccessiva dipendenza economica dagli Stati Uniti.

Questa strategia incontra però un paradosso fondamentale. Per ridurre la dipendenza dagli Stati Uniti e rivolgersi maggiormente ai mercati asiatici, il Canada ha bisogno proprio delle risorse energetiche dell’Alberta. Il nuovo oleodotto Pacific Link, che dovrebbe trasportare un milione di barili al giorno verso la costa della Columbia Britannica, è uno dei pilastri materiali di questo progetto. Il 1° ottobre Carney ha annunciato l’accelerazione dell’iter autorizzativo, definendo il progetto di interesse nazionale e collegandolo esplicitamente all’obiettivo di raddoppiare le esportazioni canadesi verso mercati diversi dagli Stati Uniti. Oltre il 90% delle esportazioni petrolifere canadesi è stato storicamente diretto verso il mercato statunitense: aprire una nuova grande direttrice verso il Pacifico significa tentare di trasformare l’Alberta da provincia dipendente dall’accesso al mercato statunitense in piattaforma energetica della proiezione canadese verso l’Asia.

Non è dunque casuale che Carney abbia scelto di presentare il progetto proprio a Fort McMurray, nel cuore delle sabbie bituminose albertane, accanto a Danielle Smith e a poche settimane dal referendum. La politica energetica diventa così contemporaneamente politica estera e politica di coesione nazionale. Offrire all’Alberta infrastrutture, accesso diretto ai mercati mondiali e un ruolo centrale nella strategia di diversificazione canadese significa rispondere alle spinte centrifughe non attraverso una semplice riaffermazione dell’autorità federale, ma cercando di modificare le condizioni economiche che le alimentano.

Una logica analoga, sebbene applicata a un contesto completamente diverso, emerge nel rapporto con il Québec. Dopo la vittoria di St-Pierre Plamondon, Carney ha evitato un confronto frontale con il nuovo governo provinciale, insistendo invece sulla necessità di un “federalismo cooperativo” fondato su infrastrutture, abitazioni, crescita economica e difesa degli interessi canadesi di fronte alle pressioni statunitensi. Il premier sa che trasformare immediatamente la questione in uno scontro tra Ottawa e Québec City potrebbe offrire agli indipendentisti esattamente il terreno politico di cui hanno bisogno per allargare un consenso alla sovranità che oggi resta minoritario.

L’atteggiamento dell’amministrazione Trump produce quindi un duplice effetto sulla politica del vicino settentrionale. Da un lato, le pressioni economiche statunitensi hanno accelerato la ricerca canadese di una maggiore autonomia e hanno reso più urgente la costruzione di un mercato interno maggiormente integrato. Dall’altro, proprio la percezione di una minaccia esterna contribuisce per il momento a frenare i separatismi: St-Pierre Plamondon ritiene troppo rischioso organizzare un referendum sull’indipendenza mentre il Canada è impegnato in uno scontro commerciale con Washington; parallelamente, in Alberta la ricerca di nuovi mercati per il petrolio può ridurre alcune delle ragioni economiche del malcontento verso Ottawa.

Il Canada non appare dunque prossimo alla dissoluzione. Ma il ritorno simultaneo della questione nazionale del Québec e del separatismo albertano indica che il modello federale sta attraversando una fase di crescente tensione. In una fase nella quale Mark Carney cerca di costruire un Canada più autonomo dagli Stati Uniti, più presente sui mercati asiatici e dotato di maggiori capacità economiche e strategiche proprie, emerge con forza una contraddizione: per conquistare maggiore autonomia all’esterno, Ottawa deve prima garantire la propria coesione all’interno. Il petrolio dell’Alberta, il peso demografico ed economico del Québec, le infrastrutture interprovinciali e il consenso delle popolazioni che compongono la federazione non sono questioni separate dalla politica internazionale canadese, ma ne costituiscono la condizione materiale.

Per Carney, la costruzione dell’“autonomia strategica” canadese passa ormai anche dalla capacità di dimostrare che il Canada possiede ancora un progetto federale sufficientemente credibile da tenere insieme le sue componenti.

Three days after Washington announced an energy ceasefire, Russia fires 39 ballistic missiles at Ukraine’s grid

14 October 2026 at 09:19

Aftermath of the Russian attack on Kyiv overnight into 14 October 2026

Russia fired 39 ballistic missiles and more than 120 drones at Ukraine’s energy system overnight into 14 October, President Volodymyr Zelenskyy said. The barrage came three days after US President Donald Trump announced an energy ceasefire, which the Kremlin never confirmed, saying on 12 October only that contacts were continuing.

Ukraine held off strikes on Russian energy for two days after the announcement, Zelenskyy wrote on 13 October. Russia’s barrage opened that evening with a ballistic strike on Kyiv. For the second time in two days, it came without a launch warning from partners.

How the night unfolded

The Air Force described one massive combined strike that began at 18:00 on 13 October. By 09:00 the next day, it had counted 39 missiles on ballistic trajectories and 128 drones, aimed mainly at Kyiv, Kyiv Oblast, and Kharkiv Oblast. Air defenses downed or suppressed four missiles and 115 drones, but missiles and drones hit 22 locations, the Air Force said.

just power plants russia’s drones also went after warehouses groceries hardware chain · post firefighter puts out fire warehouse burned food drink stock hit russian attack bucha district kyiv oblast
Explore further

Russian ballistic missiles hit Kyiv before sirens, gap that lands hard amid fears that Washington could cut data that warns of launches

The first wave hit Kyiv late on 13 October. Its primary target was CHP-4, a key power plant in the city, and there were hits, Zelenskyy said. Ukrainian systems spotted the missiles only on approach, with no warning from partners. After a call with Canadian Prime Minister Mark Carney, Zelenskyy wrote that Ukraine had not been warned for the second time. On 13 October, Trump said the US was still sharing intelligence with Ukraine.

A Russian strike also hit a high-rise in Desnianskyi district. Rescuers saved 16 residents, the State Emergency Service reported, and three women were killed there, the Kyiv City Prosecutor’s Office said. The prosecutor’s office counted 19 injured in the building, including a girl officials described as seven or eight, and five more hurt by shattered windows next door. Across Kyiv, the evening and morning attacks killed four people and injured 25, the prosecutor’s office said, while Suspilne counted 32 injured.

A rescuer helps a person evacuate a building in Kyiv after a Russian strike
A rescuer helps a person evacuate a building in Kyiv after Russia’s 13–14 October 2026 attack. Photo: Kyiv State Emergency Service

The second wave came early on 14 October and hit several of the capital’s energy facilities, Kyiv Mayor Vitali Klitschko reported. It killed one person in Holosiivskyi district, he added. Russia attacked all three of Kyiv’s combined heat and power plants and key facilities in Kyiv Oblast that power the capital, Prime Minister Serhii Koretskyi said. Energy company DTEK reported emergency outages in five Kyiv districts.

Damage and demands

Zelenskyy reported damage to facilities and equipment at 26 elements of the power system and at four oil and gas facilities. At least 600,000 people lost electricity, he said, and outages could grow. He called the strike deliberate and said Russia had never before shown such demonstrative disrespect toward America.

A rescuer at the site of a Russian strike in Kyiv
A rescuer at the site of a Russian strike in Kyiv, 13–14 October 2026. Photo: Kyiv State Emergency Service

He asked Trump for strong sanctions under the Lindsey Graham sanctions law, which he said was recently passed and signed. He also asked for additional Patriot interceptors.

❌