Un niño construye una torre con piezas de colores. Coloca una pieza encima de otra hasta que, de repente, toda la estructura se viene abajo. Vuelve a empezar, cambia el orden, prueba con una base más ancha y descubre que esta vez resiste. Para él no ha sido más que un juego, pero durante esos minutos ha observado, experimentado y buscado soluciones. Es decir, ha puesto en práctica algunas de las habilidades sobre las que se construye el pensamiento científico, aunque el niño todavía no sepa qué significa la palabra ingeniería. La escena permite plantear una pregunta: ¿Hasta qué punto las experiencias infantiles pueden influir en las vocaciones profesionales? Y, sobre todo, ¿cómo preparar a los hijos para un mundo laboral que cambia a tal velocidad que muchas de las profesiones que ejercerán serán diferentes de las existentes hoy?
La curiosidad puede manifestarse construyendo un circuito, desmontando un juguete, inventando una historia o intentando comprender por qué ocurre algo.
La Sociedad de Prisioneros Palestinos denunció prácticas que incluyen intimidación, arresto, tortura, inanición, aislamiento y negación de atención médica contra niños de Gaza.
Ante esta emergencia, el gobernador de la provincia de Khyber Pakhtunkhwa, Faisal Karim Kundi, solicitó un informe detallado del accidente y ordenó a las autoridades determinar las causas.
Sadie Besley venceu a prova de 43 quilómetros, num evento que alia o desporto à sensibilização para a luta contra os cancros femininos
O SheUltra Portugal regressou este sábado, 10 de outubro, ao Algarve para a sua segunda edição, reunindo 170 mulheres inscritas num desafio de 43 quilómetros entre a Praia da Falésia e o AP Victoria Sports & Beach Hotel, no concelho de Albufeira, cujo evento mais do que uma prova de resistência, voltou a afirmar-se como uma celebração da superação pessoal, da inclusão e da solidariedade na luta contra os cancros femininos.
Sadie Besley
A britânica Sadie Besley foi a grande vencedora desta edição, concluindo o percurso em 4 horas e 38 minutos. A segunda posição foi alcançada por Gemma Chafer, com um tempo de 4h43, enquanto Jayne Charnock terminou na terceira posição, com 4h45.
Com uma filosofia que coloca a participação acima da competição, o SheUltra permite que cada mulher corra ou caminhe ao seu próprio ritmo, sem limite de tempo. O objetivo é proporcionar uma experiência inclusiva, em que cada participante possa enfrentar o seu próprio desafio, num ambiente marcado pelo apoio mútuo e pela entreajuda.
Criado em 2024, no País de Gales, por Huw Williams, a quem foi diagnosticado um cancro neuroendócrino em estádio 4, o SheUltra nasceu da vontade de criar um espaço seguro onde as mulheres se pudessem reunir, partilhar experiências e falar abertamente sobre a sua saúde.
Desde a sua criação, o evento tem vindo a afirmar uma identidade própria no panorama do trail running, associando a atividade física à sensibilização para a prevenção, a deteção precoce e o apoio às mulheres afetadas pelo cancro.
Um dos símbolos mais marcantes da iniciativa é a entrega da medalha logo à partida, numa homenagem às mulheres que perderam a vida para a doença e àquelas que continuam a lutar contra ela. Um gesto que recorda que o verdadeiro significado do SheUltra vai muito além dos tempos registados na meta.
O SheUltra está também associado ao apoio à equipa de oncologia de Faro, recordando-se que na primeira edição em Portugal, foram angariados 10.000 euros, bem como disponibilizados dois manequins de treino destinados a apoiar a formação dos profissionais de saúde e a sensibilização para a deteção precoce do cancro da mama.
A realização da prova conta com o envolvimento da comunidade local e com o apoio da Associação Free Challenge e da ATR – Algarve Trail Running, entidades que contribuem para a concretização do evento e para a promoção do desporto e da participação comunitária. Para mais informações clique aqui.