23h. Sporting perde em casa com o LASK Linz por 3-2




A empresa identifica a medição das emissões das embalagens, transporte e fim de vida como prioridade.
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A Associação Desportiva Alvoreiros lançou uma campanha para comprar um praticável. Além de donativos, procura empresas parceiras para melhorar as condições de treino das ginastas.
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Foi uma votação confusa, mas os manifestantes no Rossio acabaram por decidir acampar na praça, desmontando as tendas próximo da hora limite autorizada para o protesto. Muitos concordaram em ficar depois disso, mas ao relento. E aprovada ficou também a realização de uma nova contestação, este sábado à tarde, em Lisboa

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Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) foi contactada para averiguar as circunstâncias em que o acidente ocorreu
Um homem de 59 anos ficou esta quarta-feira ferido com gravidade após ter sido atropelado por um camião, em situação de acidente de trabalho, em Melides, no concelho de Grândola, distrito de Setúbal, revelou fonte da GNR, citada pelo Correio da Manhã.
Por sua vez, a mesma fonte terá indicado à agência Lusa que o condutor do veículo “verificava uma manutenção aos travões do camião, que ficou destravado e passou-lhe por cima das pernas”.
O acidente aconteceu junto à Estrada Municipal 1076, adiantou a mesma fonte de informação.
Transportado para o Hospital do Litoral Alentejano (HLA), em Santiago do Cacém, o homem foi posteriormente seguido num helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) para o Hospital de São José, em Lisboa, acrescentou.
Fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral indicou que o alerta para o acidente foi dado às 12:46 hrs.
Foram mobilizados para as operações de socorro operacionais dos Bombeiros de Grândola, do INEM e da GNR, apoiados por quatro veículos, incluindo a viatura médica de emergência e reanimação (VMER) do HLA, e o helicóptero.
A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) foi contactada para averiguar as circunstâncias em que ocorreu o sinistro, segundo a GNR.
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O Município de Lagoa deu mais um passo na consolidação da sua política municipal de juventude, com a instalação do Conselho Municipal de Juventude (CMJ), cuja primeira reunião plenária ordinária decorreu no dia 19 de outubro, no Centro Cultural Convento de S. José, em Lagoa, cuja sessão marcou o início de um mandato de dois anos, abrindo uma nova etapa de participação, diálogo e corresponsabilização dos jovens na definição das prioridades e medidas que irão orientar a ação municipal nesta área.
Para o Município de Lagoa, a criação e dinamização deste órgão representa um investimento estratégico no presente e no futuro do concelho. Mais do que um espaço de consulta, o Conselho Municipal de Juventude constitui uma plataforma de diálogo entre o Município, os jovens e as entidades locais, permitindo aproximar as decisões públicas das necessidades, expectativas e ambições das novas gerações.
O Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Luís Encarnação, destaca a importância deste momento para o desenvolvimento do concelho e para o reforço da participação dos jovens na vida pública.

“Queremos que os jovens de Lagoa tenham um papel ativo na construção do futuro do concelho. As políticas de juventude são tanto mais eficazes quanto melhor conseguirem responder às necessidades reais das novas gerações, valorizando as suas ideias, as suas preocupações e a sua capacidade de intervenção. O Conselho Municipal de Juventude é um instrumento fundamental para aproximar os jovens das decisões municipais e transformar a participação em resultados concretos. Investir na juventude é investir na capacidade de Lagoa para se desenvolver de forma mais inclusiva, dinâmica e preparada para os desafios do futuro. Queremos um Município que crie oportunidades, incentive a participação cívica e dê condições aos jovens para concretizarem os seus projetos de vida, reconhecendo-os como parte ativa das soluções para o nosso concelho“, argumentou o autarca lagoense.
Durante a sessão, foi igualmente apresentado o Plano Estratégico Municipal de Juventude de Lagoa, documento orientador da política municipal nesta área, desenvolvido em parceria com a DYPALL Network e construído com base nos contributos de cerca de 1000 jovens e 70 entidades. Este processo de auscultação constitui uma base relevante para garantir que as medidas municipais assentam no conhecimento da realidade local e numa visão abrangente das necessidades e aspirações da população jovem.
Concluído o ciclo de intervenção centrado nas primeiras três áreas temáticas do Plano — Educação, Saúde Mental e Cultura, Desporto e Bem-Estar — o Município encontra-se a preparar o novo plano de ação para o biénio 2027/2028. Esta nova etapa prevê o alargamento das medidas às restantes áreas estratégicas, incluindo emprego, habitação, cidadania e participação cívica, reforçando uma abordagem integrada às diferentes dimensões da vida dos jovens.

A instalação do Conselho Municipal de Juventude coincide ainda com um período de reforço das oportunidades de participação, capacitação e cooperação nacional e internacional. Entre as iniciativas em curso, destaca-se o intercâmbio Get Up Stand Up, Stand Up for Your Right, que levará três jovens lagoenses a Itália para participar num encontro dedicado ao funcionamento dos conselhos municipais de juventude.
Também o Encontro Transfronteiriço de Escolas Embaixadoras do Parlamento Europeu, que terá a vila de Ferragudo como palco de partilha de experiências democráticas e cívicas entre jovens de Portugal, do Reino Unido e da Irlanda, evidencia a aposta do Município na formação de cidadãos informados, participativos e conscientes do seu papel na sociedade.
Neste percurso, o Sunset Jovem, agendado para 23 de outubro, no espaço O Convento, assumirá igualmente um papel relevante, dando continuidade à aproximação entre o Município e os jovens e contribuindo para a construção participada das futuras políticas públicas de juventude.

Com a instalação do Conselho Municipal de Juventude e a concretização das medidas previstas no Plano Estratégico Municipal de Juventude, Lagoa reforça a sua aposta numa política pública estruturada, transversal e participada, que reconhece os jovens não apenas como destinatários da ação municipal, mas como parceiros essenciais na identificação de desafios e na construção de soluções.
Este compromisso enquadra-se também nos princípios de Lagoa enquanto Cidade Educadora, valorizando a educação ao longo da vida, a cidadania, a participação democrática e a criação de oportunidades para todos. O Município de Lagoa pretende, assim, consolidar condições para que os jovens possam participar ativamente nas decisões que influenciam o seu quotidiano, desenvolver as suas competências e contribuir para um concelho mais dinâmico, inclusivo e preparado para o futuro.
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A cidade de Olhão foi palco do 3.º Encontro Transfronteiriço do projeto INNOVASOCIAL AAA, uma iniciativa que reuniu entidades de Portugal e Espanha e que promoveu a partilha de experiências, a cooperação e a inovação na economia social, nos dias 19 e 20 de outubro.
Promovido pela Tertúlia Algarvia e pela Associação In Loco, com a colaboração do Município de Olhão, o encontro decorreu no âmbito do projeto europeu INNOVASOCIAL AAA, que procura fortalecer a economia social e promover a inclusão, a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento sustentável nos territórios do Alentejo, Algarve e Andaluzia.
O presidente da Câmara Municipal de Olhão, Ricardo Veia Calé, deu as boas-vindas aos participantes, antecedendo aquele que foi um dos pontos altos do encontro: a valorização do movimento associativo e das instituições sociais de Olhão.

Neste âmbito, o Auditório Municipal Maria Barroso acolheu as apresentações da Associação MOJU e do projeto Moinho – Incubadora de Inovação Social do Sotavento Algarvio, seguindo-se visitas à Associação Cultural e de Apoio Social de Olhão (ACASO), ao Movimento de Apoio à Problemática da SIDA (MAPS), à Santa Casa da Misericórdia de Olhão e ao Coletivo Aurora.

Estas visitas permitiram aos participantes conhecer de perto o trabalho desenvolvido por estas entidades, os seus projetos e as respostas que disponibilizam à comunidade, evidenciando exemplos de boas práticas na inclusão social e o importante contributo destas instituições para o concelho.
A iniciativa proporcionou também momentos de convívio e de valorização da identidade local, com destaque para o passeio pelo “Caminho das Lendas” de Olhão e para o jantar promovido pela Tertúlia Algarvia, nos emblemáticos Mercados Municipais de Olhão, eleitos uma das Novas 7 Maravilhas de Portugal, na categoria Século XX. A noite terminou com um espetáculo de fado.
O programa incluiu ainda um coffee break dinamizado pela ACASO, através do seu projeto “Food4All: Sabores da Inclusão”, e um almoço no Centro Infantil Maria Rufino, da Santa Casa da Misericórdia de Olhão.

A gastronomia local também esteve em evidência, com os participantes a serem presenteados com o tradicional Folar de Olhão, eleito uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, em 2019.
Ao acolher este encontro, Olhão reforçou a sua ligação às redes de cooperação internacional, dando simultaneamente visibilidade ao trabalho desenvolvido pelas instituições locais, cujo contributo é fundamental para a construção de uma comunidade mais inclusiva, solidária e participativa.
Saliente se que o projeto INNOVASOCIAL AAA é cofinanciado pela União Europeia, através do Programa Interreg VI-A Espanha–Portugal (POCTEP) 2021–2027.



© dpa/picture alliance via Getty I
Os deputados aprovaram, esta quarta-feira, no parlamento a Conta Geral do Estado de 2025, com votos a favor do PSD e CDS, abstenção do PS e voto contra do Chega.
A Iniciativa Liberal, PAN, Livre, PCP e BE votaram contra e o JPP absteve-se, tendo a Conta Geral do Estado sido aprovada, apesar das muitas críticas de deputados ao longo dos últimos dias.
O secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, José Maria Brandão de Brito, admitiu hoje que é impossível que a tarefa que se exige para garantir a conformidade da Conta Geral do Estado seja feita num par de anos.
No debate sobre a Conta Geral do Estado (CGE) de 2025, realizado no parlamento, antes da votação, o secretário de Estado foi confrontado com o parecer do Tribunal de Contas (TdC) que considerou que o documento não está em conformidade com a Lei de Enquadramento Orçamental (LEO), continuando a não incluir as demonstrações orçamentais e financeiras consolidadas da Administração Central e da Segurança Social.
José Maria Brandão de Brito sinalizou que o TdC reconhece que estão a ser tomadas ações necessárias para resolver problemas, salientando que o Governo está a alterar diplomas, aprimorar procedimentos, alterar pedidos de informação às entidades e a dar formação para que consigam migrar o sistema contabilístico.
Além disso, o Governo está a “municiar as entidades das Administrações Públicas dos sistemas de informação necessários” para garantir que pode ser ultrapassado o principal obstáculo, que diz respeito à apresentação da conta financeira consolidada, o que não é possível com os sistemas que existem hoje.
“A tarefa que se exige para garantir a conformidade da CGE é impossível ser feita num par de anos”, reiterou, apontando que o desafio que o Governo tem é, “ao longo da legislatura, cumprir com o que é exigido”.
O secretário de Estado recordou ainda que na discussão da CGE de 2024 afirmou que queriam fazer deste documento um instrumento de avaliação das políticas públicas, ao associar indicadores de desempenho aos recursos atribuídos a cada área governativa, tendo sido dado mais um passo nesse sentido na conta de 2025, aplicando a metodologia a oito áreas governativas.
Na CGE de 2026, a avaliação abrangerá toda a administração central e o subsetor da Segurança Social, assegurou, apontando que tal vai permitir melhores condições para discutir os resultados alcançados e o seu contributo para a melhoria da vida das pessoas.
O governante salientou ainda o repto que tinha já deixado para repensar os prazos de apreciação da CGE, apontando que esta discussão está a ser feita “apenas 159 dias após a entrega do relatório e menos de um mês após a publicação do parecer do TdC, no prazo mais curto dos últimos 30 anos”.
Para Brandão de Brito, quanto mais próxima a avaliação parlamentar do exercício a que diz respeito, maior será a sua utilidade para escrutinar e informar as decisões orçamentais seguintes.
Os deputados aprovaram esta quarta-feira no parlamento a Conta Geral do Estado de 2025, com votos a favor do PSD e CDS, abstenção do PS e voto contra do Chega.
A Iniciativa Liberal, PAN, Livre, PCP e BE votaram contra e o JPP absteve-se, tendo a Conta Geral do Estado sido aprovada, apesar das muitas críticas de deputados ao longo dos últimos dias.
O secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, José Maria Brandão de Brito, admitiu esta quarta-feira que é impossível que a tarefa que se exige para garantir a conformidade da Conta Geral do Estado seja feita num par de anos.
No debate sobre a Conta Geral do Estado (CGE) de 2025, realizado no parlamento, antes da votação, o secretário de Estado foi confrontado com o parecer do Tribunal de Contas (TdC) que considerou que o documento não está em conformidade com a Lei de Enquadramento Orçamental (LEO), continuando a não incluir as demonstrações orçamentais e financeiras consolidadas da Administração Central e da Segurança Social.
José Maria Brandão de Brito sinalizou que o TdC reconhece que estão a ser tomadas ações necessárias para resolver problemas, salientando que o Governo está a alterar diplomas, aprimorar procedimentos, alterar pedidos de informação às entidades e a dar formação para que consigam migrar o sistema contabilístico.
Além disso, o Governo está a “municiar as entidades das Administrações Públicas dos sistemas de informação necessários” para garantir que pode ser ultrapassado o principal obstáculo, que diz respeito à apresentação da conta financeira consolidada, o que não é possível com os sistemas que existem hoje.
“A tarefa que se exige para garantir a conformidade da CGE é impossível ser feita num par de anos”, reiterou, apontando que o desafio que o Governo tem é, “ao longo da legislatura, cumprir com o que é exigido”.
O secretário de Estado recordou ainda que na discussão da CGE de 2024 afirmou que queriam fazer deste documento um instrumento de avaliação das políticas públicas, ao associar indicadores de desempenho aos recursos atribuídos a cada área governativa, tendo sido dado mais um passo nesse sentido na conta de 2025, aplicando a metodologia a oito áreas governativas.
Na CGE de 2026, a avaliação abrangerá toda a administração central e o subsetor da Segurança Social, assegurou, apontando que tal vai permitir melhores condições para discutir os resultados alcançados e o seu contributo para a melhoria da vida das pessoas.
O governante salientou ainda o repto que tinha já deixado para repensar os prazos de apreciação da CGE, apontando que esta discussão está a ser feita “apenas 159 dias após a entrega do relatório e menos de um mês após a publicação do parecer do TdC, no prazo mais curto dos últimos 30 anos”.
Para Brandão de Brito, quanto mais próxima a avaliação parlamentar do exercício a que diz respeito, maior será a sua utilidade para escrutinar e informar as decisões orçamentais seguintes.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

© MAXIMILIAN VON LACHNER/EPA