Um acidente rodoviário mobilizou os elementos dos Bombeiros Mistos de Alcácer do Sal na tarde de hoje. Segundo a corporação dos Bombeiros Mistos de Alcácer do Sal, o alerta para a colisão contra uma infraestrutura fixa na Estrada da Horta da Azeda foi dado pelas 14h44.
Do sinistro resultaram cinco feridos leves. De acordo com as informações disponibilizadas pelos bombeiros, duas das vítimas foram transportadas e evacuadas para o Serviço de Urgência Básica (SUB) de Alcácer do Sal para receberem assistência médica. As restantes três vítimas assistidas no local recusaram o transporte para a unidade hospitalar.
A operação de socorro e apoio no local contou com a intervenção da GNR de Alcácer do Sal, da GNR da Comporta e das Infraestruturas de Portugal (I.P.).
Data: 10 de setembro de 2026 Por: Dino Frazão
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Nacho Valle is a restless figure, a distinctive entrepreneur. When he was young he ran a hangout with a friend in the old El Carmen neighborhood that became a benchmark of Valencia’s alternative music and rock and roll scene, Túrmix. After his father’s death he took over the Valle Ortí art gallery. He learned the trade, toured the world visiting fairs, introduced contemporary art into his program and managed to get into the ARCO selection in Madrid. Then the 2012 economic crisis hit, coinciding with his own personal crisis and a certain weariness with a city whose collectors are few in number and mostly prefer to buy abroad. So he left. He needed a change.
Rugby spent its first century as an amateur game run by national unions that answered to nobody but themselves, then three decades of professionalism have changed that. Players sign contracts across borders, clubs compete in cross-border leagues, and private capital owns stakes in its biggest competitions. That places rugby inside the reach of European Union law, which treats an athlete as a worker and a governing body as an undertaking.
Competitions and the European sport model
In December 2023 the EU's top court ruled in football's Super League case that a governing body can only block a rival competition if its rules for doing so are clear, applied equally and no stricter than necessary.
In October 2025, eight national rugby unions declared that anyone joining the proposed R360 franchise league would lose eligibility for Test rugby. If that ban is challenged, unions would likely keep the power to say no, but they will have to publish rules for saying it, as UEFA did after its defeat.
Grassroots, Inclusion and the Emerging Nations
Below the regulated professional game, the EU's influence comes through money rather than courts. Erasmus+ has asport budgetaimed at grassroots participation and equality, and rugby has already used it for women's projects, some built around sevens, where the calendar of rugby sevens fixturesgives newer unions a realistic way into international competition.
The Parliament wants that budget increased from 2028, which matters most to unions outside the Six Nations and its broadcast deals.
Workers who happen to play rugby
A rugby player is a worker in the eyes of EU law, and that has shaped who clubs can sign for thirty years. Bosman in 1995 stopped leagues capping the number of EU players in a squad, and Kolpak later gave the same rights to players from countries with EU trade deals, including South Africa.
Brexit ended both for clubs in England, Wales and Scotland while Ireland's provinces kept them, so one league now recruits under two sets of rules.
The next shift is about conditions rather than passports. In October 2025 the European Parliamentbacked treating athletes as employeeswith full labour rights and player unions having a say on calendars and welfare.
Autonomy on condition
Rugby's governing bodies still write their own laws, calendars and eligibility rules, but what has changed is that those choices are now reviewable by courts and shaped by policy that treats sport as an economic activity first. Autonomy remains, but only on condition of compliance, and the exceptions keep narrowing.
A Câmara Municipal de Loulé acaba de lançar o ATIVO, um novo programa municipal que pretende promover a prática regular de atividade física através da realização de atividades gratuitas em espaços públicos, numa lógica de parceria e cooperação com os ginásios locais. As candidaturas para integrar o programa já se encontram abertas.
A iniciativa surge no âmbito da estratégia municipal de promoção da atividade física enquanto instrumento para a melhoria da saúde, da qualidade de vida e da coesão social. Num concelho marcado por diferentes realidades territoriais, o LOULÉ ATIVO pretende aproximar a prática de exercício físico da população e criar novas oportunidades para que os cidadãos adotem estilos de vida mais ativos.
Um dos elementos diferenciadores do programa passa precisamente pelo envolvimento dos ginásios privados e dos profissionais de exercício físico do concelho. O Município assume um papel de facilitador, coordenador e promotor, procurando criar uma rede de parceiros que permita levar diferentes atividades aos espaços públicos e, simultaneamente, valorizar o trabalho desenvolvido pelos agentes privados na promoção da saúde e do exercício físico.
O modelo assenta, assim, numa lógica de cooperação público-privada e complementaridade, não pretendendo o Município substituir-se à oferta existente, mas antes contribuir para aumentar a procura e a participação da população na prática regular de atividade física. A valorização dos espaços públicos enquanto locais de saúde, bem-estar e convívio constitui igualmente uma das linhas orientadoras do projeto.
Numa primeira fase, o ATIVO terá especial incidência em Loulé, Almancil e Quarteira, estando prevista a sua progressiva extensão a outras freguesias do concelho, nomeadamente Querença, Boliqueime e Salir.
As candidaturas já estão abertas e os ginásios interessados em integrar o LOULÉ ATIVO podem já consultar o Regulamento de Participação e submeter a respetiva candidatura. Tanto o regulamento como o formulário de inscrição foram disponibilizados no dia 6 de setembro. Toda a informação sobre o programa, regulamento e processo de candidatura está disponível na página oficial do projeto: https://www.louledesporto.com/projeto-ativo/
Com o ATIVO, o Município de Loulé pretende dar mais um passo na construção de um concelho mais ativo e saudável, aproximando cidadãos, profissionais do exercício físico, ginásios e espaços públicos em torno de um objetivo comum: criar mais oportunidades para que a atividade física faça parte do quotidiano da população.
Entre as metas definidas encontram-se ainda o aumento da literacia em saúde e exercício físico, a promoção da coesão territorial e a criação de uma verdadeira rede municipal de parceiros da atividade física.
Às onze da manhã desta quarta-feira, 9 de setembro, o Supremo cancelou a sessão do plenário. Um assessor com 27 anos de casa disse, em tom reservado, a Mônica Bergamo, da Folha, que nunca tinha visto aquilo. Não era feriado nem recesso, e a corte que condenou uma tentativa de golpe não via clima para que seus ministros passassem uma hora na mesma sala.
A primeira análise que escrevi na semana passada, em que trato das 24h de revelações sobre o Master e Vorcaro, terminava em 2 de setembro, com três atos e a granada sem pino no STF. A sequência de eventos, desde então, escalou e não só manteve a granada sem pino, como também fez surgir minas terrestres pelo carpete do Supremo. A metáfora cabe num momento em que o método de André Mendonça fica ainda mais claro diante do calendário eleitoral, e não necessariamente do processual. Faltam 25 dias para o primeiro turno.
Em 2 de setembro, o Partido Novo, que disputa a Presidência com Romeu Zema e, como sabemos, é próximo a Flávio Bolsonaro, pediu “providências” contra o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. Como já sabemos, Mendonça afastou Andrei Rodrigues nesta terça-feira, 8 de setembro, um dia após Mendonça ganhar o título de mártir e salvador na avenida Paulista com direito a boneco inflável gigante, ao lado do boneco de Trump, como mostrou nossa cobertura na Agência Pública.
O ministro Flávio Dino, por sua vez, reintegrou Andrei por meio de uma terceira liminar, transformando o caso em uma “guerra de liminares”. Dino descreve o ato do colega Mendonça como a suspensão das “atividades de inteligência da Polícia Federal do Brasil” e também escolheu o seu viés: usou o inquérito das emendas do Dark Horse, que encosta em Flávio Bolsonaro.
Sobre isso, a novidade é a homologação da delação premiada de Antonio Carlos Freixo Júnior, o “Mineiro”, dono da Entre Investimentos — decisão do próprio Mendonça, nesta quarta-feira, e mantida sob sigilo. O delator teria detalhado 12,333 milhões de dólares repassados ao fundo texano Havengate, administrado por Paulo Calixto, advogado do ex-deputado e filho 03 do ex-presidente, Eduardo Bolsonaro, entre janeiro e setembro de 2025, o que equivale a cerca de R$ 69 milhões.
Vorcaro teria pedido cerca de 24 milhões de dólares, em mais de 10 subscrições, das quais apenas sete teriam se concretizado. O que importa é a data. Flávio disse, em maio, à GloboNews, que o último pagamento de Vorcaro fora feito em maio de 2025. A delação, no entanto, poderia confirmar uma transferência posterior, de 1,666 milhão de dólares, em setembro — exatamente o que o relatório do Coaf, revelado pela revista piauí, já apontava. A PF apura se parte do dinheiro custeou a estadia de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, o que ele nega.
Ao menos publicamente, nenhum dos ministros em conflito parece confiar na capacidade do presidente Fachin de gerir a crise, e todos tentam se antecipar a ele. Os treze ministros aposentados do STF foram gentis na forma e duros no conteúdo da carta que enviaram à Corte na terça-feira, 8 de setembro. Dizem ter “plena confiança na seriedade, no discernimento e na firmeza” de Fachin e pedem que a sessão seja realizada “com toda a urgência”. O Grupo Prerrogativas também cobrou a discussão em plenário.
Nesta quarta, 157 personalidades assinaram o manifesto “Pela Lei e pelo Brasil” — entre elas Luciano Huck, Luiza Helena Trajano, Armínio Fraga, Gustavo Franco, Maílson da Nóbrega, Pedro Parente e Nelson Motta —, que pede apuração “completa, célere e independente” e afirma que “as notícias que vieram a público nos últimos dias não constituem um episódio isolado. São a consequência de um sistema doente, que deixou de aplicar a si mesmo os freios que impõe a todos os demais”, diz o texto, que lembra: “estamos a poucas semanas das eleições”.
Edson Fachin responde aos diversos chamados
Fachin tem uma agenda declarada — código de ética, fim do inquérito das fake news, modernização da Justiça — e uma semana depois de dizer que não haveria precipitação nem omissão, a precipitação foi de todos os outros, e a omissão continuava sendo dele, Fachin. Até que ele decidiu, às 17h desta quarta, quem decide. Foram três atos de uma só vez. Suspendeu as decisões de Mendonça e de Dino sobre Andrei Rodrigues e convocou sessão extraordinária e presencial do Plenário para 15 de setembro, às 10h — Andrei Rodrigues permanece no cargo e conta com o apoio de grande parte da corporação.
A Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) já havia afirmado na terça-feira, 8 de setembro, que a competência para determinar o afastamento do diretor-geral da PF deveria caber ao plenário do STF, e não a uma decisão monocrática.
Fachin também revogou a designação de Alexandre de Moraes para conduzir o inquérito aberto pela Portaria 69, de 14 de março de 2019 — o inquérito das fake news —, com efeitos apenas a partir desta data, preservando os atos já praticados. “É grave o quadro em que decisões de ministros passam a ser desafiadas horizontalmente”, escreveu. A AGU recebeu a decisão “com satisfação, respeito e esperança”.
O que amarra tudo segue sendo o calendário eleitoral. Nesses dias de turbulência, todos têm algo a perder ou a ganhar. Moraes, porque a sessão plenária, quando ocorrer, o expõe para além do que já está no relatório encomendado por Mendonça. O próprio Mendonça, porque pode lhe custar as relatorias e a confirmação da extrapolação do seu papel de justiceiro à la Sergio Moro. O governo, porque obriga o candidato e presidente Lula a se manifestar, o que fez na manhã desta quarta-feira, 9, quando declarou ser “urgente a quebra completa do sigilo das investigações de todos os envolvidos no caso Master, seja quem for, doa a quem doer”, e ao atribuir a “vazamentos seletivos” impacto sobre a eleição. E a oposição, porque a crise já é a campanha anti-Moraes, tentando colar o próprio Lula no enredo, como vimos nas inúmeras declarações da direita neste feriado de 7 de setembro.
Vale repetir o que valia na semana passada: não confundir indício, suspeita e prova. Ao menos por agora, Fachin tomou sua primeira grande atitude desde o início da crise. No dia 15 de setembro, às 10h, em plenário presencial, a 19 dias do primeiro turno, saberemos a quem o plenário dará razão no processo que reúne mensagens de Vorcaro e Moraes, cujo sigilo foi retirado por decisão de André Mendonça.