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Los «garabatos» de los matemáticos griegos: el hallazgo de cuadernos de escribas que revelan cómo calculaban en el Egipto romano

Durante siglos, la historia de las matemáticas griegas ha estado dominada por figuras como Euclides, Arquímedes o Apolonio de Perga. Sin embargo, junto a esa tradición teórica y deductiva, existió otra mucho más terrenal y pragmática que rara vez aparece en los manuales: la matemática práctica. Un nuevo estudio de Thomas Kelly, investigador de la […]

The “Doodles” of Greek Mathematicians: Scribe’s Notebooks Reveal How They Calculated in Roman Egypt

8 October 2026 at 17:28
When we think of Greek mathematics, we think of Euclid, Archimedes and Apollonius of Perga: elegant proofs and general rules. Alongside that tradition ran a humbler one, which rarely makes it into textbooks. It was maths for getting a job done, and a new study argues that the people who practised it leaned heavily on […]

Hittite Royal Archive Found in Turkey Records A Baby Princess, a Spreading Fever and a Call for Troops 3,400 Years Ago

8 October 2026 at 11:15
The Hittite generals posted in western Anatolia (the Asian part of modern Turkey) did not mince words. They told their king that the territory was surrounded by enemies. They asked for soldiers, horses and war chariots, and warned that without help the army could be destroyed. They also made it clear that they would not […]

Hallan 184 tablillas del archivo del Imperio Hitita: hablan de fiebres que mataban niños y de augures que viajaban

Los generales hititas destinados en el oeste de Anatolia no se andan con rodeos. Cuentan al rey que el territorio está rodeado de enemigos, piden soldados, caballos y carros de guerra y advierten de que, si la ayuda no llega, el ejército puede ser destruido. Añaden además que no asumirán la responsabilidad de lo que […]

A linha

8 October 2026 at 11:41

VTM

Entramos de manhã e encontramos pessoas a melhorar, outras na mesma e algumas bastante piores. Fazemos análises, pedimos exames, alteramos a terapêutica, discutimos casos, corrigimos aquilo que conseguimos corrigir e esperamos que o organismo faça a parte dele.

Na maioria das vezes, queremos acreditar que controlamos alguma coisa, mas depois surge algo que nos faz lembrar que não controlamos assim tanto.

Há doenças demasiado graves. Corpos demasiado frágeis. Diagnósticos que chegam mais tarde do que esperávamos. Tratamentos que já não conseguem alterar o rumo. Há situações em que fazemos tudo aquilo que sabemos, aquilo que devemos e aquilo que podemos e, mesmo assim, nada disso chega.

No início, a morte faz muito barulho. Ficamos a pensar se podíamos ter feito mais. Voltamos às análises. Aos sinais vitais. À medicação. Àquela decisão tomada horas antes. Procuramos naquele emaranhado de acontecimentos o momento exato onde talvez pudéssemos ter mudado o fim da história.

Nem sempre existe alternativa. Com o tempo aprendemos uma coisa estranha: a morte continua a tocar-nos, mas já não nos pode parar. Há outro doente à espera. Outra febre. Outra falta de ar. Outro familiar que quer saber se o pai está melhor. Outro telefone a tocar. E nós seguimos.

Pode parecer frio visto de fora. Talvez até pareça desumano conseguir sair do quarto de alguém que acabou de morrer e, minutos depois, entrar noutro quarto e anunciar ao utente que ele está melhor, e que poderá ir para casa, para junto dos seus.

Não é indiferença. É sobrevivência. Não deixamos de sentir. Aprendemos apenas a guardar aquilo que sentimos num lugar onde não nos irá impedir de continuar a cuidar dos que ainda cá estão.

E talvez isso seja uma das coisas mais difíceis que a Medicina ensina. Passamos anos a aprender como manter pessoas vivas e muito pouco tempo a aprender o que fazer dentro de nós quando não conseguimos, até percebermos que a morte não é necessariamente uma derrota. Às vezes é, simplesmente, só um ponto onde a Medicina consegue acompanhar alguém, e depois desse ponto, temos de continuar, por muito que custe.

No início vemos a morte como um ponto final. Com o tempo, talvez aprendamos a vê-la como uma vírgula. A história daquela pessoa termina ali, mas a nossa não. Respiramos fundo, fechamos a porta e seguimos para o quarto seguinte.

The post A linha appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

UCAD sensibiliza estudantes para os riscos do consumo de álcool e drogas no Arraial Académico #SouDRS #drs_madeira #NosSomosSRS #SomosSaude

8 October 2026 at 00:03
AF! A Direção Regional da Saúde, através da Unidade Operacional de Intervenção em Comportamentos Aditivos e Dependências (UCAD), esteve presente no dia 3 de outubro de 2026, no Arraial Académico da Universidade da Madeira (Uma), com o projeto “#Vibes 4U NoDrugs”. Esta intervenção foi desenvolvida pela equipa da UCAD e pelos voluntários da Universidade da […]
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