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Received today — 22 October 2026 ⏭ A Voz de Trás-os-Montes

Observatório do Poder Local apoia decisões dos municípios

22 October 2026 at 13:49

VTM

Paulo Braga, secretário-geral da ANMP, explicou que esta plataforma foi criada para concentrar, num único instrumento, dados que se encontravam dispersos por diferentes entidades. O observatório abrange áreas como a educação, a ação social, a saúde, a governação e a proteção civil, permitindo consultar indicadores relativos a cada município, à NUT III em que se insere e ao conjunto do país.

“Aquilo que pretendemos é agregar num único instrumento dados que andam dispersos por inúmeras entidades”, afirmou à VTM, sublinhando que a ferramenta permite aos utilizadores ter uma visão mais abrangente da realidade dos seus territórios e compará-la com outros níveis de análise.

Realidade

O projeto surgiu inicialmente da necessidade de acompanhar a descentralização de competências para as autarquias, tendo sido posteriormente alargado a outros domínios e áreas temáticas. O objetivo passa por disponibilizar aos municípios o máximo de informação possível sobre a sua realidade, facilitando a identificação de necessidades e a preparação de respostas adequadas.

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Não vos dão casa. Dão-vos uma pátria

22 October 2026 at 13:06

VTM

Aposta na crise habitacional para se manter no poder. Como tantas vezes acontece na história, esta crise ficou condensada num caso, o despejo de Maricarmen, de 87 anos, que morreu duas semanas depois, no hospital, sem chegar a voltar a casa. Tinha sido alcançado um acordo para regressar, pendente apenas da alta médica.

A crise habitacional é para a direita o que a imigração é para a esquerda, o calcanhar de Aquiles que, por razões identitárias e ideológicas específicas, nenhuma das duas consegue fundamentalmente resolver. Apesar de tudo, o desgaste de Sánchez e dos seus aliados é tal que dificilmente algo os poderá salvar, e o PP, aliado ao Vox, vai ficar com o poder. Mas até ao lavar dos cestos é vindima.

Importa, por isso, expor as linhas vermelhas que Santiago Abascal, o espúrio líder do Vox, impõe ao PP (o provável vencedor das eleições) para realizar a coligação que permitirá a sua chegada ao poder. São três: a desregulação da economia, a famosa remigração e a prioridade nacional. Vou dizer-lhes o que penso de cada uma.

A desregulação económica é uma bajulação ao poder económico. Hoje, como no passado, o que se pretende é aliciá-lo para depois o subordinar. Prometem-se cortes de impostos, privatizações e o fim de regulações para depois impor a sua lei. Assim faz Trump, com as tarifas, a golden share na US Steel, a participação no capital da Intel, a pressão sobre escritórios de advogados e universidades ou o uso das empresas de IA como instrumento para dominar e subordinar o resto do mundo.

A remigração é o termo que se apoderou do imaginário de muitos europeus nesta vaga de regeneração identitária, e cuja versão máxima inclui a expulsão de cidadãos de origem estrangeira para, por milagre, tudo resolver. Sobre a prioridade nacional, o que dizer? O nativismo é para a direita radical europeia o que o nacionalismo foi para o fascismo, a sublimação de todos os problemas com uma esmola que preenche a alma. Quem pertence a uma nação histórica e heroica é maior do que ele próprio. Mesmo pobre e em dificuldades, pode sentir-se superior. É a troca do humanismo universal pela pertença à nação. É o salário psicológico da “europitude”.

A crise material entrou na nova política europeia pela via da identidade. Em Espanha, ainda não será o Vox a ganhar, mas sim o PP de Feijóo, um partido da direita tradicional em desconstrução. Na Extremadura e em Aragão já assinou com o Vox a prioridade nacional, ainda que a tente disfarçar de “arraigo”. Em Portugal, segundo as sondagens, a direita radical já disputa o primeiro lugar com o PS. Estamos todos a observar Espanha, porque em breve também nós teremos de decidir. E se o Partido Socialista quer voltar a governar, terá de mudar muito, a começar pela forma como escolhe os seus candidatos à Assembleia da República. Primárias abertas, que entreguem aos eleitores a escolha e voltem a galvanizar quem há muito deixou de se sentir representado.

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Câmara e junta contestam redução do fornecimento de Água da Pedras

22 October 2026 at 13:05

VTM

A Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar e a Junta de Freguesia de Bornes de Aguiar contestam a decisão da VMPS — Águas e Turismo, S.A., de limitar o fornecimento gratuito de Água Mineral Natural Gasocarbónica, mais conhecida como Água das Pedras à população local a um grade por mês e por pessoa, exigindo a manutenção das condições anteriormente acordadas.

Num comunicado publicado nas redes sociais, a câmara municipal e a junta de freguesia afirmam que a redução anunciada “põe em causa um compromisso assumido há várias décadas entre a empresa e a comunidade”, entendendo que este se encontra consolidado como um direito da população, na qualidade de contrapartida pela exploração das águas minerais naturais gasocarbónicas.

O protocolo celebrado em 25 de maio de 2021 entre a câmara municipal, a junta de freguesia e a VMPS previa o fornecimento anual de cerca de 200 mil litros de água mineral natural gasosa engarrafada à população local. Segundo a autarquia, este compromisso foi reafirmado num aditamento assinado em 2024, o qual manteve as obrigações anteriormente estabelecidas em vigor.

As entidades consideram inaceitável que a população seja confrontada com uma redução do fornecimento sem uma explicação prévia e devidamente fundamentada, bem como sem discussão com o município. No comunicado, classificam a decisão como unilateral e defendem o cumprimento integral dos compromissos assumidos.

No dia 7 de outubro de 2026, após terem tomado conhecimento da intenção de reduzir o fornecimento, a câmara municipal enviou um ofício à VMPS, manifestando a sua discordância e exigindo a manutenção das condições anteriormente asseguradas. Esta posição foi também comunicada aos vereadores do executivo municipal durante a reunião da câmara realizada no dia seguinte.

Segundo o município, a Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar ainda não recebeu qualquer resposta ao ofício enviado à empresa.

A câmara municipal e a junta de freguesia garantem que continuarão a acompanhar a situação e a defender os interesses da população, procurando uma solução que permita manter o fornecimento gratuito de Água das Pedras, conforme acordado. As duas entidades comprometem-se também a manter a comunidade informada sobre os próximos desenvolvimentos.

NOTÍCIA DESENVOLVIDA NA EDIÇÃO DE 28 DE OUTUBRO

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Incentivo à natalidade procura atrair famílias jovens ao concelho

22 October 2026 at 12:34

VTM

O apoio varia consoante o número de filhos do agregado familiar. Pelo primeiro filho, o incentivo é de 3500 euros, valor que sobe para 4000 euros no caso do segundo filho e para 4500 euros a partir do terceiro filho.

O montante é atribuído através de duas modalidades complementares: o Cheque-Bebé, pago diretamente às famílias após a aprovação da candidatura, e o Crescer+, destinado ao reembolso de despesas relacionadas com o desenvolvimento e o bem-estar da criança.

A componente Crescer+ permite comparticipar despesas com consultas e exames médicos, medicamentos, alimentação infantil, artigos de higiene e puericultura, vestuário, calçado e frequência de estabelecimentos de ensino, entre outras despesas previstas no regulamento. Para serem elegíveis, as compras e os serviços têm de ser realizados em estabelecimentos comerciais localizados no concelho de Armamar.

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“O interior reveste-se de grandes obras, de monumentos”

22 October 2026 at 12:06

VTM

Esta é a opinião de D. António Couto, bispo de Lamego, em declarações à margem das III Jornadas da Pastoral dos Bens Culturais da Igreja, que se realizaram no Museu Diocesano.

Em Lamego, a proximidade de igrejas, capelas e monumentos de grande valor reforça a importância de preservar estes bens e de os dar a conhecer às novas gerações, defendem o bispo de Lamego e o presidente da Comissão Episcopal da Cultura e Bens Culturais, D. Nuno Brás da Silva Martins, também presente na iniciativa.

Para o bispo de Lamego, D. António Couto, a realização de iniciativas habitualmente concentradas nas grandes cidades do litoral ou em Fátima constitui, por si só, um sinal significativo de valorização do interior. “O interior reveste-se de grandes obras, de monumentos, de imensos sinais de arte que nós não encontramos facilmente nas grandes cidades”, afirmou à VTM, destacando a existência de igrejas e capelas de grande beleza.

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A Igreja, o elo mais fraco

22 October 2026 at 11:31

VTM

Espanta-me esta tomada de posição, tanto mais que, por esse país fora, são frequentes cerimónias semelhantes, sem que se tenha feito sentir o mesmo zelo persecutório por parte da referida associação.

A título de exemplo, recordo a cerimónia anual realizada no dia 10 de junho, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, em Belém, onde tem lugar uma celebração religiosa que conta com a participação de um sacerdote católico e de um representante da religião islâmica.

Eu próprio tenho participado na inauguração de monumentos de homenagem aos Combatentes do Ultramar, de norte a sul do País, muitos deles da minha autoria, cujos custos foram e são partilhados com as autarquias ou, em numerosos casos, integralmente por estas suportados. Em muitas dessas inaugurações, a cerimónia inclui a bênção de um sacerdote católico, sem que tal tenha suscitado a polémica que agora veio a público a propósito da Escola Secundária de Cascais.

Pergunto-me, por isso: terá sido o facto de a bênção ter sido presidida pelo Patriarca de Lisboa, em vez de por um sacerdote menos conhecido, que conferiu a este acontecimento tamanha notoriedade?

Este episódio faz-nos recordar tempos de triste memória, vividos durante a Primeira República, quando a Igreja Católica foi perseguida. Sendo Portugal um Estado laico, importa não confundir laicidade com laicismo. A laicidade pressupõe a neutralidade e a imparcialidade do Estado perante as diferentes convicções religiosas e não religiosas, respeitando a liberdade de consciência e os valores individuais. O laicismo, por seu lado, pode assumir uma postura militante de oposição à expressão religiosa na vida pública.

É precisamente essa atitude de intolerância perante uma manifestação religiosa que parece estar em causa neste episódio. A liberdade religiosa não deve servir apenas para proteger quem não professa qualquer religião; deve igualmente garantir a quem tem uma fé o direito de a expressar, dentro dos limites da lei e do respeito pelos outros.

Quando a neutralidade do Estado é invocada seletivamente para contestar manifestações de fé, corre-se o risco de transformar um princípio de liberdade num instrumento de exclusão. E, nesse cenário, a Igreja parece tornar-se, uma vez mais, o elo mais fraco.

P.S. – No artigo que subscrevi no passado mês de setembro, foram cometidas duas imprecisões, pelas quais me penitencio. A primeira diz respeito à identificação da Rua dos Caminhos de Baixo, quando, na realidade, se trata da antiga Rua da Portela. A segunda prende-se com o brasão de armas existente na fachada principal da casa, que pertencia à família Carvalho Magalhães, e não à família do Dr. Sebastião Feyo.

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O cancro da mama não avisa

22 October 2026 at 10:28

VTM

É precisamente por isso que o rastreio é tão importante: procura alterações numa fase em que ainda não há sintomas, quando as opções de tratamento são, em geral, mais simples e eficazes.

Em Portugal, o cancro da mama é o tumor maligno mais frequente nas mulheres. Todos os anos são diagnosticados cerca de 9.000 novos casos e mais de 2.000 mulheres morrem da doença. Estes números lembram-nos que não basta confiar na ausência de sintomas.

Desde 2025, o programa organizado de rastreio do Serviço Nacional de Saúde abrange mulheres sem sinais ou sintomas, entre os 45 e os 74 anos, através de mamografia realizada de dois em dois anos. Entre 1990 e 2024, foram feitas mais de seis milhões de mamografias no âmbito do programa, tendo sido identificadas cerca de 36.000 mulheres com alterações suspeitas, encaminhadas para avaliação médica.

Uma imagem suspeita não significa necessariamente cancro. Significa que é preciso esclarecer o achado com outros exames ou, quando indicado, uma biópsia. O objetivo é não deixar passar uma doença potencialmente curável numa fase inicial. O diagnóstico precoce pode permitir tratamentos menos agressivos, cirurgias mais conservadoras e maior probabilidade de cura.

O rastreio destina-se a mulheres sem sintomas. Um nódulo novo, retração da pele ou do mamilo, alteração persistente do contorno da mama ou saída de sangue pelo mamilo deve motivar observação médica, sem esperar pela próxima convocatória.

Há ainda situações que exigem um plano individual: história familiar importante, mutações como BRCA1 ou BRCA2, radioterapia prévia no tórax ou mamas densas. Nestes casos, a idade de início e os exames adequados podem ser diferentes. A densidade mamária pode dificultar a deteção de algumas lesões e deve ser discutida com o médico.

A prevenção começa também no quotidiano: manter um peso saudável, praticar atividade física, moderar o consumo de álcool e não fumar. Estas medidas não eliminam o risco, mas ajudam a reduzi-lo.

Participar no rastreio é um gesto simples de cuidado individual e coletivo. Uma mamografia pode não mudar o dia de hoje – mas pode mudar decisivamente o futuro.

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Received yesterday — 21 October 2026 ⏭ A Voz de Trás-os-Montes

Falta de funcionários obrigou escolas a suspender atividades letivas

21 October 2026 at 20:47

VTM

Em Vila Real, algumas escolas tiveram que suspender as atividades letivas. A escola de São Pedro foi uma delas. Segundo a diretora, Rita Mendes, a escola não conseguiu iniciar as atividades letivas às 8h00 devido à ausência de funcionários em áreas como a portaria, os diferentes pisos do edifício e o bar. A decisão foi tomada por razões de segurança, uma vez que a falta de pessoal compromete as condições necessárias para assegurar o normal funcionamento das aulas.

A adesão à greve dos trabalhadores não docentes rondou os 30%, de acordo com uma estimativa avançada pela diretora. No entanto, Rita Mendes sublinha que esta percentagem deve ser analisada tendo em conta a falta de pessoal que já se faz sentir na escola. Segundo a diretora, o estabelecimento já funciona com um número reduzido de assistentes operacionais.

Apesar da interrupção das atividades letivas, os serviços administrativos mantiveram-se abertos e os professores continuaram a trabalhar.

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Presidente e vice-presidente dos bombeiros de Salto renunciam ao cargo

21 October 2026 at 20:27

VTM

Contactado pela VTM, Valentim Santos justificou a decisão com um acumular de situações em que deixou de se rever, apesar de ter procurado exercer as funções “com seriedade, calma e dedicação”. Depois de dois atos eleitorais, aceitou continuar a servir a instituição, mas considera que deixou de existir entendimento entre os diferentes responsáveis. “Não remamos todos para o mesmo lado, não estamos em sintonia”, afirmou.

O antigo presidente defende que cada órgão deve respeitar as competências dos restantes e cumprir as suas funções com lealdade institucional. “Cada um deve ocupar o seu lugar e respeitar o espaço de intervenção dos outros”, sustentou, considerando que a associação deve estar acima de divergências pessoais. “Aquilo não é do presidente, não é do comandante. Aquilo é dos bombeiros e da comunidade”, acrescentou.

Segundo Valentim Santos, os desentendimentos com o comandante foram-se agravando ao longo do seu mandato, envolvendo também o vice-presidente. O antigo responsável afirmou ter sentido dificuldades na gestão da instituição e acusou alguns elementos de terem contribuído para o que considerou ser um bloqueio interno. Sobre a assembleia extraordinária, alegou que existiu um “boicote preparado”, apontando responsabilidades ao comandante, ao presidente da mesa da assembleia e a outros participantes.

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PS defende continuidade da habitação pública e critica Governo

21 October 2026 at 20:07

VTM

O deputado do PS eleito pelo círculo de Vila Real defendeu a continuidade dos investimentos em habitação pública, na visita integrada no programa nacional de auscultação promovido pelos socialistas para preparar uma estratégia para o setor.

O projeto foi apontado pelo parlamentar como um exemplo a seguir. Rui Santos recordou que a obra foi preparada e financiada pelo anterior Governo, com recurso a verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e executada pela Câmara de Vila Real.

“Este modelo pode e deve ser replicado e continuado no futuro próximo, face à crise que vivemos”, afirmou, defendendo que a habitação pública é essencial tanto para famílias com maiores dificuldades económicas como para quem, apesar de não viver em situação de pobreza, necessita de apoio no acesso ao arrendamento.

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Alves Roçadas resolve jogo nos minutos finais

21 October 2026 at 19:45

VTM

Os academistas entraram bem e inauguraram cedo o marcador, por Renato Lopes. O Montalegre respondeu e chegou ao empate através de João Mendes, mas Nuno Joaquim voltou a colocar a equipa da casa em vantagem. O mesmo jogador bisou ainda na primeira parte, permitindo ao AAR chegar ao intervalo a vencer por 3-1.

Na segunda parte, o AAR procurou gerir o jogo e explorar as transições, mas voltou a desperdiçar várias ocasiões, incluindo uma grande penalidade. O Montalegre manteve-se na discussão e reduziu para 3-2 por Tiago Moura.

A incerteza só terminou a cerca de minuto e meio do final. Com o Montalegre a apostar no cinco para quatro, o Académico Alves Roçadas aproveitou para marcar por duas vezes e fixar o resultado em 5-2, com Mateus Ferreira e Bernardo Melro a assinarem os golos finais, ambos ao minuto 39 da partida.

Nuno Joaquim, autor de dois golos, foi distinguido como homem do jogo.

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Abambres surpreendido em casa

21 October 2026 at 19:16

VTM

Minutos iniciais de muito equilíbrio, com o primeiro remate a surgir aos 8’, da autoria de Eduardo Fraga. Aos 14’, foi a vez de Guilherme Neto tentar alvejar as redes. O Constantim colocou-se em vantagem aos 20’, Ricardo Carvalho, de livre, defesa incompleta de Tomás Pinto, com Rui Cardona a aproveitar a “benesse” para encostar para golo. Mexeu o técnico da casa no seu xadrez e, aos 29’, sofre novo contratempo, em lance em que Tomás Pinto não foi lesto na saída de entre os postes, aproveitou Guilherme Neto as facilidades para elevar a contagem. E se nada saía bem aos da casa, tudo se complicou aos 32’, com Ricardo Carvalho, de livre, a levar a bola à barra e, na recarga, Tomás Pereira dilata a vantagem.

Na etapa complementar, mais duas alterações no Abambres, era a tentativa de inverter o rumo dos acontecimentos, mas nada saía na perfeição, mérito dos comandados de Diogo Mourão, que aos 74’ tiveram hipóteses de dilatar a vantagem por Gabriel Martins, valeu a boa intervenção de Tomás Pinto.

Nos sete minutos de compensação, o Abambres chegou ao tento de honra através de Vasco Teixeira, de uma grande penalidade.


FICHA TÉCNICA
Complexo Desportivo D. Maria Lurdes do Amaral
Árbitro: João Moreira
Auxiliares: Diogo Pereira e Sérgio Faceira

ABAMBRES: Tomás Pinto; Rodrigo Morais, Guilherme Rocha (Leonardo Pinto, 93’), David Ribeiro e David Lopes (Afonso Guerra, 46’); Gonçalo Teixeira (Fernando Pereira, 46’), David Vinhas (David Castelo, 26’ depois Rui Barradas, 66’) e Eduardo Fraga; Vasco Teixeira, Vasco Guerra (Santiago Frederique, 26’) e Pedro Martins (Duarte Apolinário, 66’)
Treinador: António Barros

CONSTANTIM: David Neto; Ricardo Carvalho (Bernardo Taveira, 69’), Luís Cabo (José Pedro, 55’), Rúben Bragança (Laurentino Costa, 46’) e Guilherme Neto (Rodrigo Barreira, 84’); Tomás Carvalho, Afonso Cruz (Emanuel Pereira, 69’) e Rui Cardona (Gabriel Martins, 69’); Amadeu Coelho (Diogo Ferreira, 69’), Tomás Pereira e João Vieira
Treinador: Diogo Mourão

Ao intervalo: 0-3
Cartões amarelos: Pedro Martins (50’), Guilherme Rocha (69’) e Eduardo Fraga (91’)
Marcadores: Rui Cardona (20’), Guilherme Neto (29’), Tomás Pereira (32’) e Vasco Teixeira (96’ g.p.)

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Constantim vence Atei reduzido a nove

21 October 2026 at 18:55

VTM

O Constantim entrou melhor e nos primeiros 10’ teve duas boas ocasiões para se colocar em vantagem, Omar Ceesay, de cabeça, não acertou no alvo. Aos poucos, o Atei foi equilibrando a partida, mas não criava ocasiões de golo. César Rodrigues, isolado, teve a hipótese de colocar a sua equipa em vantagem, mas Bruno atento desvia a bola pela linha de fundo. Até final da primeira metade, a partida decorreu equilibrada sem grandes ocasiões de golo. O Constantim entrou melhor, mas não aproveitou as ocasiões criadas.

Na segunda parte apareceram os golos, e logo aos 48’, Omar Ceesay, assistido por César Rodrigues, entra na área e remata cruzado para bater Bruno. O Constantim esteve melhor e teve nova ocasião aos 58’, por Babu Marong, que proporcionou a Bruno uma grande defesa. Através de um livre, Cardoso leva a bola a embater no poste esquerdo da baliza de Lucas Sousa. Aos 65’, o Atei fica reduzido a 10 unidades, Carloto vê o cartão vermelho. Aos 81’, Bruno evita o segundo do Constantim, com uma excelente defesa após remate de César Rodrigues. Aos 81’, Rodrigo viu o cartão vermelho por falta grosseira, ficando o Atei reduzido a nove unidades. Aos 89’, o Constantim alcança o tento da tranquilidade, remate de Miguel Teixeira à entrada da área, com José Póvoa no sítio certo a desviar para golo. O Constantim soube de certa forma aproveitar a superioridade numérica para angariar mais três pontos.


FICHA TÉCNICA
Estádio do Cruzeiro
Árbitro: Henrique Sousa
Auxiliares: Gonçalo Alves e Arménio Rodrigues

CONSTANTIM: Lucas Sousa; José Póvoa (Moses Oliveira, 90’), Baralhó (Miguel Teixeira, 67’), Omar Ceesay e Carlos Borges; Francisco Crespo, Luís Ribeiro e César Rodrigues; Pedro Lameirão (Filipe Mateus, 90’), Samuel Pereira (Miguel Pimenta, 67’) e Levi Melro (Babu Marong, 57’)
Treinador: Bruno Ferreira

ATEI: Bruno; Miranda, Cadete, Vítor e Paulinho; Carloto, Cardoso (André, 89’) e David; Paletas (Moreira, 66’), Rodrigo e João Paulo (Alex, 66’)
Treinador: Grilo Alves
Ao intervalo: 0-0

Cartões amarelos: Omar Ceesay (75’) e Paulinho (92’)
Cartões vermelhos: Carloto (65’) e Rodrigo (81’)
Marcadores: Omar Ceesay (48’) e José Póvoa (89’)

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Autarcas “indignados” com ministra da Saúde que faltou à reunião

21 October 2026 at 18:19

VTM

A Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT) manifestou preocupação com a ausência da ministra da Saúde, Ana Paula Martins, de uma reunião em Lisboa para discutir políticas públicas de saúde para a região.

Em comunicado, assinado pela atual presidente da CIMAT, Fátima Fernandes, é explicado que a reunião “foi formalmente convocada pela senhora ministra da Saúde, tendo os presidentes de câmara municipal assegurado a sua presença”, no entanto, a reunião não se concretizou, uma vez que “não foram recebidos pela senhora ministra, tendo sido proposto, em alternativa, um encontro com o senhor secretário de Estado da Gestão da Saúde, Francisco Pinheiro Catalão”.

Perante esta situação, os autarcas dos seis municípios (Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar) entenderam que “não estavam reunidas as condições para um diálogo profícuo, ao nível da responsabilidade política e institucional que o tema exige”, nunca colocando em “causa a consideração institucional devida ao senhor secretário de Estado”.

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Apoios do mau tempo excluem vinhas plantadas ao abrigo do VITIS há menos de 5 anos

By: LUSA
21 October 2026 at 18:06

VTM

“A exclusão das vinhas em período de compromisso é incompreensível. Esse período destina-se a garantir a manutenção do investimento em condições normais, não a uma calamidade alheia à vontade do beneficiário”, afirmou hoje a Prodouro, associação sediada no Peso da Régua, distrito de Vila Real.

Decorre até 30 de outubro um período excecional de candidaturas ao regime de apoio VITIS 2026/2027, destinado à reestruturação e reconversão da vinha em Portugal continental, com uma dotação financeira de cinco milhões de euros e privilegia viticultores afetados pelo mau tempo verificado entre janeiro e fevereiro.

O presidente da Prodouro, Rui Soares, acrescentou à Lusa que, já no decurso do período de candidaturas, alguns associados deram conta desta situação de “exclusão das parcelas de vinha plantadas ao abrigo do apoio VITIS, há menos de cinco anos, que, por se encontrarem ainda em período de compromisso, não são elegíveis em termos de candidatura a este período excecional”.

“Ora, se nós aceitamos e compreendemos perfeitamente que uma parcela que tenha sido reestruturada há menos de cinco anos não se possa candidatar a um novo período de candidatura para um programa VITIS ‘normal’, não pode haver duplo financiamento para a mesma parcela, já não nos parece razoável que esta regra se aplique a um concurso extraordinário”, salientou.

O responsável defendeu que, num concurso excecional, as regras aplicadas não deveriam ser as de um concurso geral e apontou para um contrassenso com esta exclusão, porque em situações de precipitação intensa, são precisamente as vinhas mais novas as mais vulneráveis, por terem as terras ainda pouco consolidadas, pouco compactadas.

“Ora, não nos parece que isto faça qualquer sentido”, apontou.

Numa exposição remetida hoje ao ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, ao presidente do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), Francisco Toscano Rico, e ao presidente do conselho diretivo do Instituto de Financiamento de Agricultura e Pescas (IFAP), Luís Souto Barreiros, a Prodouro pede que admitam, a título excecional, as parcelas ainda em período de compromisso com danos declarados às Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, “aplicando-se o regime de força maior ao compromisso”.

Pedem ainda que confirmem que as parcelas com menos de 15 anos e danos declarados sejam autorizadas de forma generalizada, excluindo apenas as abrangidas por apoios incompatíveis.

Já em setembro, a Prodouro contestou a área mínima de candidatura que é de 0,3 hectares (3.000 metros quadrados) para este concurso extraordinário, não tendo obtido, até ao momento qualquer resposta à exposição então feita às mesmas entidades.

“As intempéries são muito aleatórias e nós não podemos qualificá-las se são maiores ou se são menores. São o que são. Estar a excluir candidaturas porque não têm uma área mínima de 0,3 hectares como se este fosse um concurso normal, na nossa opinião, não tem sentido”, referiu ainda Rui Soares.

No comunicado de hoje, a Prodouro disse que apurou que as vinhas históricas, na definição do IVV, não estão sujeitas à área mínima de 3.000 metros quadrados, congratulando-se “com esta solução, que reconhece o valor patrimonial dessas vinhas e as especificidades do Douro”.

“Mantém-se, porém, o pedido de esclarecimento sobre a aplicação da área mínima às restantes situações”, frisou a associação, que disse esperar que a “situação seja corrigida a tempo do encerramento das candidaturas”.

o prazo para apresentação de candidaturas à medida B.3.4 — Reestruturação e Conversão de Vinhas – VITIS Continente, campanha 2026/2027, acabava hoje, mas foi prorrogado até dia 30 de outubro.

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Jovens do Norte e da Galiza querem fixar-se na eurorregião

21 October 2026 at 17:58

VTM

Coorganizada com a entidade galega “Conecta Galícia” e financiada pela Comissão Europeia, através do programa Erasmus+, a iniciativa promoveu o diálogo, a cooperação transfronteiriça e o envolvimento dos jovens na construção do futuro da região.

Os jovens abordaram questões relacionadas com a sustentabilidade, a fixação de jovens, a criação de oportunidades e o envolvimento das novas gerações nos processos de decisão.

Renato Gil, presidente da Inspira, disse à VTM que o objetivo é tentar encontrar soluções para que os jovens possam ficar na eurorregião em vez de sair dela. “Queremos que os jovens se fixem na região e tenham um papel decisivo no futuro desta eurorregião e não sejam os mais velhos a decidirem por eles”.

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ANAFRE ameaça paralisar juntas de freguesia

21 October 2026 at 17:35

VTM

As juntas de freguesia preparam um protesto contra o que consideram ser o incumprimento de compromissos assumidos pelo Governo, estando em cima da mesa o encerramento dos serviços. A contestação surge na sequência da falta de concretização de medidas previstas num acordo relacionado com o financiamento e o reforço das condições de funcionamento das freguesias, na proposta de Orçamento de Estado de 2027.

Hélder Afonso, presidente da União das Freguesias de Mouçós e Lamares, em Vila Real, e membro do Conselho Diretivo da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), considera que a situação representa “um rasgar do acordo” e uma desconsideração pelo trabalho desenvolvido pelas autarquias de proximidade.

Entre as reivindicações está o reforço progressivo do Fundo de Financiamento das Freguesias (FFF), com o objetivo de chegar aos cinco por cento até 2029/2030. A atualização pretende responder à subida dos custos, da manutenção de equipamentos e dos salários dos trabalhadores, que tem pressionado os orçamentos das juntas.

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Trabalhadores da saúde e população na rua em defesa do SNS

21 October 2026 at 17:02

VTM

Paula Dias, da União de Sindicatos de Vila Real, referiu à VTM que o objetivo da tribuna pública “foi defender o Serviço Nacional de Saúde (SNS), dar a conhecer os problemas que enfrenta. No caso concreto de Chaves registamos uma constante desvalorização e retirada de valências deste hospital”.

A proposta de Orçamento de Estado que está em discussão na Assembleia da República prevê uma redução de verbas para a saúde, uma situação que deixa preocupações. “É mais um desinvestimento no setor da saúde e nos seus profissionais, quando as necessidades são cada vez maiores e deveria era haver um reforço no SNS”.

A dirigente sindical sustenta que “não podemos ter um bom sistema de saúde público se não tivermos profissionais valorizados, com carreiras bem definidas e haja uma progressão justa, de forma a terem boas condições de vida”.

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Desfolhada levou participantes a reviver memórias de outros tempos

21 October 2026 at 16:35

VTM

Foi um momento de convívio, partilha e celebração dos costumes que fazem parte da identidade e da memória coletiva do povo transmontano.

As desfolhadas são uma tradição que continua a unir gerações e a preservar o património cultural e as raízes da região.

Xana Botelho, que organizou a iniciativa, disse à VTM que aproveitou o espaço da casa da Eira para juntar a comunidade à volta da desfolhada, onde também houve um espaço dedicado à olaria e expositores de artesanato e produtos locais.

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