Monchique recebe festival de música
É já no próximo dia 17 de outubro (sábado) que arranca o V Festival de Música de Câmara de Monchique.
O conteúdo Monchique recebe festival de música aparece primeiro em Algarve Marafado.
É já no próximo dia 17 de outubro (sábado) que arranca o V Festival de Música de Câmara de Monchique.
O conteúdo Monchique recebe festival de música aparece primeiro em Algarve Marafado.
O Auditório Municipal Maria Barroso recebe, esta noite, a partir das 21h30, um concerto de Tiago Bettencourt.
O conteúdo Hoje há concertos dos Blind Zero e Tiago Bettencourt no Algarve aparece primeiro em Algarve Marafado.
A aldeia de Marmelete, no concelho de Monchique, volta a ser palco da tradicional Festa da Castanha, no dia 1 de novembro.
O conteúdo Aldeia serrana do Algarve celebra a tradição com castanhas assadas e música aparece primeiro em Algarve Marafado.
![]()
No âmbito do seu plano de produções musicais para 2026, a Ideias do Levante – Associação Cultural de Lagoa, acaba de anunciar ao diariOnline Região Sul que em parceria com vários entidades algarvias, nomeadamente Municípios, Juntas de Freguesia, Santas Casas da Misericórdia, Paróquias e Associações, vai organizar o VI Festival de Harpa do Algarve.
O evento, terá lugar nos concelhos de Lagoa, Albufeira e Monchique, nos dias 1, 15, 22 e 28 de novembro de 2026, com os horários a consultar no calendário, que oportunamente será divulgado.
Para já, fique a saber que o Concerto de Abertura, no dia 1 de novembro, irá ter lugar na Igreja Matriz de Lagoa e será partilhado com o XIX Festival de Órgão do Algarve, numa parceria com a Associação Música XXI, de Faro, reunindo harpa e órgão num mesmo programa.


O Festival de Harpa do Algarve é produzido pela associação cultural Ideias do Levante, em parceria com vários municípios, juntas de freguesias e santas casas do Algarve.
Recorde-se que a primeira edição do evento decorreu ao longo do ano de 2021, via online e/ou presencial, em vários concelhos algarvios, com vários concertos e/ou workshops realizados em Albufeira, Lagoa, Loulé, Monchique, etc.
A presente edição tem como directora artística do Festival a harpista Helena Madeira.

Subjacente a cada edição mantém-se a proposta de recolha de donativos para auxiliar instituições sem fins lucrativos do Algarve na área de apoio social e humano.
Para mais informações sobre o festival poderão os interessados estabelecer contacto via www.algarveharpfestival.info
1 de novembro de 2026, 18:00 hrs, concerto partilhado com o XIX Festival de Órgão do Algarve, numa parceria com a Associação Música XXI.
Atuam: Rebeca Csalog (harpa) & Ricardo Toste (órgão) na Igreja Matriz de Lagoa.
15 de novembro de 2026, 17:00 hrs, no concelho de Albufeira.
Atuação: Helena Madeira (harpa) & Luís Lourenço (kora), na Igreja Matriz de Paderne.
22 de novembro de 2026, 17:00 hrs, no Município de Lagoa.
Atua: Rebeca Csalog (harpa) na Igreja da Misericórdia de Lagoa.
28 de novembro de 2026, 16:30 hrs, no Município de Monchique.
Atua: Katy Salvidge (harpa) na Igreja da Misericórdia de Monchique.
Os espectáculos são gratuitos, de entrada livre, recomendados para maiores de 6 anos e limitados à lotação existente.
![]()
Entre 22 e 24 de outubro, o Festival Política regressa a Loulé com a Constituição da República Portuguesa, que completa 50 anos, como tema transversal.
Ao todo serão 17 atividades de entrada gratuita em Loulé, Quarteira e Geoparque Algarvensis.
De acorco com a nota chegada ao nosso jornal, de teatro à música, do humor ao cinema, das conversas às exposições, a programação deste ano do Festival Política de Loulé pergunta o que os direitos proclamados no texto constitucional significam no quotidiano, o que prometem e o que ainda falta cumprir. A Constituição da República Portuguesa, que completa 50 anos em 2026, é o ponto de partida da programação.
A maioria das atividades decorre no Cineteatro Louletano, mas o festival percorre outros espaços e freguesias do concelho de Loulé.
No primeiro dia, 22 de outubro, às 19:00 hrs, no foyer do Cineteatro Louletano, “Artigo 1.º” apresenta-se como uma releitura do texto constitucional, proposta por Mariana Martins, vencedora do concurso de bolsas para jovens artistas, ativistas e criadores promovido pelo Festival Política.

Pelas 21:00 hrs, Sara Barros Leitão sobe ao palco do Cineteatro Louletano com o novo monólogo “Nós, Sozinhas”. A partir de um verso de Maria Teresa Horta, revisita os julgamentos, os dois referendos e a mobilização da sociedade civil que levaram à despenalização do aborto, há quase duas décadas.
Já na sexta-feira, 23 de outubro, às 18:00 hrs, o spoken word de D’sousa (Dário de Sousa), natural de Quarteira, transforma a palavra dita em presença e encontro, no Café Calcinha. Às 21:00 hrs, dá-se o regresso ao Cineteatro, pela artista drag Sincera Mente que apresenta “LIVRE MENTE”, um stand-up que toma o livre arbítrio como mote para falar das escolhas, boas e menos boas, que fazemos em liberdade.
E às 22:30 hrs, também no Cinetreatro Louletano, a sessão Corpos em Trânsito reúne três curtas-metragens sobre as vidas na periferia, a violência que levou à morte de Odair Moniz e as decisões impossíveis no Portugal pré-25 de Abril.
O último dia do Festival Política, 24 de outubro, decorre em vários pontos do concelho. Às 10:30 hrs, arranca uma visita guiada ao Geoparque Algarvensis, gratuita e com transporte incluído (inscrição em participa.politica@gmail.com; transporte gratuito às 09:45 htrs, na Avenida 25 de Abril, Loulé).
Durante a tarde de sábado, o Festival instala-se em Quarteira. As atividades arrancam às 15:00 hrs, no CALQ III , com a sessão Direito à Cidade, que apresenta três curtas sobre o dia a dia de comunidades migrantes em Portugal, entre a pertença e a precariedade. Às 16:00 hrs, na Praça do Mar, António Brito Guterres e Emma Andreetti apresentam o resultado da residência “Mapeamento Cultural Simbólico de Quarteira”, com um fanzine e uma conversa aberta ao público sobre as diferentes formas de habitar a cidade.
Ainda em Quarteira e também na Praça do Mar, mas às 18:00 hrs, o concerto-conversa “Artigo por Artigo” junta Selma Uamusse e António Brito Guterres para uma conversa a duas vozes, com música pelo meio, sobre os 50 anos da Constituição.
Às 21:30 hrs, no Cineteatro Louletano, emmy Curl encerra o festival com “Solarpunk – Um Pastoral do Futuro Regenerativo“, que imagina um futuro em que a política ambiental e a gestão dos recursos se alinham com o bem-estar humano.
Importa referir ainda que duas exposições acompanham o Festival Política. “A Nossa Constituição É a Mais Bonita do Mundo”, no Cineteatro Louletano, parte de uma ideia da agência Edson Tech & Soul e reúne dez fotografias de Frederico Martins (Lalaland Studios), com curadoria de António Romano, protagonizadas por artistas, atletas e modelos da Central Models.
“Constelações Parlamentares”, de João Bernardo Narciso, estará patente no Mercado de Loulé e consiste num conjunto de mapas de rede construídos a partir de milhares de votações, que convida a ler visualmente as relações de poder no Parlamento Europeu.
“Cinquenta anos depois, a Constituição continua a ser um texto que precisamos de conhecer, discutir e pôr à prova no dia a dia. O festival é um convite para perguntar o que os direitos prometidos significam nas nossas vidas e o que ainda falta cumprir. Fazemo-lo através da arte e do diálogo, de forma gratuita e aberta a todas as pessoas”, refere Rui Oliveira Marques, codiretor artístico do Festival Política.
Todos os espetáculos têm interpretação para língua gestual portuguesa e todos os filmes, incluindo os falados em português, estão legendados em português. O Festival Política de Loulé resulta de uma coprodução entre a Associação Isonomia e o Cineteatro Louletano. A programação completa encontra-se disponível em festivalpolitica.pt.
Depois de Loulé, o Festival Política passa por Coimbra (12 a 14 de novembro) e por Torres Vedras (28 e 29 de novembro).
![]()
O Forum Algarve, em Faro, centro comercial gerido pela Multi Portugal, acolhe este fim de semana, 10 e 11 de outubro, a 3.ª edição do evento dedicado ao Dia Mundial da Saúde Mental, promovido pela PSIFARO, clínica que presta serviços especializados de Psicologia, cuja iniciativa sob o mote ‘Cuidar da mente é cuidar de si’, decorre no Piso 0 (na zona coberta, em frente à Nata Lisboa), entre as 10h00 e as 20h00, com entrada livre.
Ao longo dos dois dias, os visitantes terão acesso a rastreios de saúde mental e momentos de psicoeducação, bem como a uma experiência imersiva de realidade virtual dedicada ao relaxamento e à regulação do stress (destinada a participantes a partir dos 10 anos).
Para os mais novos, a iniciativa conta com a atividade “Mar Emotivo”, pensada especialmente para que as crianças descubram que cuidar das suas emoções também pode ser uma brincadeira.
Como incentivo à adoção de práticas de autocuidado, os primeiros 50 adultos a participar no evento, em cada um dos dias, vão receber um kit de primeiros socorros psicológicos. Este kit reúne ferramentas práticas e recursos fáceis de aplicar em momentos de ansiedade, stress ou sobrecarga emocional, ajudando também a capacitar a comunidade a apoiar quem está a passar por uma fase difícil.
“Promover a saúde mental e o bem-estar da nossa comunidade é um compromisso ao qual nos associamos com muito orgulho, pelo terceiro ano consecutivo. Acolher esta iniciativa no Forum Algarve permite-nos oferecer aos nossos visitantes um espaço próximo, informal e acessível para aprenderem a cuidar da mente e levarem ferramentas úteis para o seu quotidiano”, afirma Sérgio Santos, Diretor do Forum Algarve.
Sobre o Forum Algarve
O Forum Algarve é um centro comercial gerido pela Multi Portugal. Com uma área bruta locável de 45.438,90 metros quadrados, é atualmente um ponto de encontro e de paragem obrigatório para milhares de pessoas, quer locais, quer turistas. Projetado e inspirado na arquitetura, história e tradição do Algarve, o Forum Algarve conta com 117 lojas, 2.250 lugares de estacionamento e 20 espaços de restauração.
Sobre a Multi Iberia
A Multi Iberia faz parte da Multi Corporation, uma empresa pan-europeia, presente em 15 países, líder em serviços integrados para centros comerciais, com uma história de mais de 40 anos de mercado. Na Península Ibérica, a Multi gere atualmente uma carteira de 16 ativos, que inclui 11 centros comerciais (Portugal: Armazéns do Chiado, BPlanet, Forum Algarve, Forum Coimbra, Forum Viseu, LX Factory, PLAZA Madeira e Sintra Retail Park; Espanha: Espai Gironès, Espacio León e Centro Comercial Torrecárdenas), dois edifícios de escritórios e três hotéis. Os centros comerciais e retail parks geridos pela Multi em Portugal recebem anualmente cerca de 95 milhões de pessoas e totalizam uma área bruta locável (ABL) de 212.000 metros quadrados e 551 lojas.
O Parque Ribeirinho Poente de Olhão recebeu, nos dias 3 e 4 de outubro, a 4.ª edição do festival Fértil, que, numa versão ampliada e renovada, reuniu cerca de 7000 pessoas, entre residentes e visitantes de várias idades e proveniências.
Promovido pelo Município de Olhão, em coprodução com a associação Moces, o festival proporcionou dois dias de encontro, convívio e contacto com a natureza, tendo como principais eixos a Sustentabilidade, a Inovação, a Cultura e a Comunidade.
Ao longo do evento, o público teve oportunidade de participar em workshops, palestras e conversas, que abordaram temas relacionados com a sustentabilidade e os desafios ambientais da atualidade. Entre os assuntos explorados estiveram a agricultura sustentável, as agroflorestas, a economia circular, a reutilização de materiais, os plásticos nos oceanos, as plantas e jardins do futuro, a alimentação regenerativa e a educação ambiental.
A programação incluiu ainda diversas áreas de participação e lazer, como Kids, Fleamarket, Foodtrucks e Healing, bem como uma zona de cinema dedicada a causas ambientais. A diversidade de atividades e protagonistas contribuiu para atrair diferentes públicos e criar um ambiente de partilha e de (re)conexão com a natureza.
A arte e a educação ambiental tiveram igualmente um papel de destaque. O festival recebeu o projeto “LIXArte – Transformar lixo em arte”, coordenado pela artista plástica olhanense Joana Rocha, com trabalhos realizados por alunos dos Agrupamentos de Escolas Dr. Alberto Iria, Dr. Francisco Fernandes Lopes e João da Rosa. Estiveram também em exposição trabalhos do artista olhanense Igor Nunes Silva, inspirados nas relações entre criatividade e sustentabilidade.
Outro dos momentos de destaque foi a participação da bióloga Ana Pêgo, responsável pelo projeto Plasticus Maritimus, dedicado à sensibilização para a literacia dos oceanos e para o problema da poluição por plástico. A especialista apresentou uma exposição e uma palestra no festival, depois de ter dinamizado workshops junto de alunos do 1.º ciclo de escolas do concelho.
Nesta edição, o CROA – Centro de Recolha Oficial de Animais do Município, participou pela primeira vez no Fértil, promovendo, no âmbito do Dia Mundial do Animal, ações de informação e sensibilização para a adoção responsável.
O festival contou com o apoio de várias entidades, empresas e parceiros locais, entre os quais Fesnima, CCDR Algarve, Turismo do Algarve e Algarve Evolution, tendo como media partners Antena 1, RUA FM e a rádio Futura. No âmbito dos seus compromissos com a sustentabilidade, as empresas Viveiros Monterosa, Necton, Kodis e Coca-Cola foram sponsors do evento, tendo as duas primeiras entidades, sediadas no concelho, dinamizado inclusivamente palestras, exposições e workshops nos seus espaços de ativação de marca instalados no recinto.
O Fértil voltou a afirmar-se como um espaço de encontro entre cultura, ambiente, conhecimento e comunidade, promovendo a reflexão sobre formas mais sustentáveis de viver e de participar no futuro do território
Hoje, sábado, 10 de outubro, o ator e escritor João Mota vai estar na Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen, em Loulé, para a apresentação do seu primeiro livro. Mas antes, irá promover uma oficina de escrita criativa.
Das 14h00 às 17h00, o mote vai ser “ESCREVER-ME – Escrever o que sinto, para sentir de uma forma mais livre e plena”, numa sessão para jovens dos 13 aos 20 anos.
A escrita criativa é uma ferramenta de expressão pessoal e autoconhecimento, especialmente durante a adolescência, uma fase marcada por intensas transformações. Nesta oficina, os adolescentes serão convidados a explorar e expressar as suas emoções através da escrita.
A atividade inclui exercícios de aquecimento que estimulam a criatividade e a liberdade de expressão, seguidos de propostas específicas que incentivam os participantes a refletirem sobre as suas experiências e sentimentos. Os adolescentes terão a oportunidade de expressar-se através de textos que variam desde poemas até narrativas curtas, permitindo que explorem o seu mundo interno, num ambiente seguro e de aceitação incondicional positiva.
A oficina pretende promover a escrita como ferramenta de suporte para a catarse emocional, melhoria da autoestima e do bem-estar emocional, ajudando os jovens a entender e aceitar os seus sentimentos e emoções de uma forma mais plena e livre.
Para participar nesta atividade, é necessária inscrição prévia para biblioteca@cm-loule.pt As vagas são limitadas e a participação gratuita. Confere-se diploma de participação.
Pelas 18h30, será apresentado “Tudo o que nunca te disse, meu Amor”. «Queria-te com esse teu cheiro, com defeitos, com aquela vulnerabilidade que só existe quando duas pessoas se aproximam o suficiente para se magoarem. Queria-te num mundo onde ainda se sente vergonha, e ciúme, e desejo, e medo. Queria-te onde se ouve o som da respiração e onde o silêncio tem peso. Um lugar sem Wi-Fi, sem ghosting, sem o botão de desligar a conversa.»
A vertigem da paixão, a dor da perda, a reconciliação e o medo do fim prendem-nos numa história envolvente que nos leva a mergulhar no mundo emocional de um homem intenso que não deixa ninguém indiferente.
Em “Tudo o que nunca te disse, meu Amor”, a Contraponto revela o talento de João Mota, uma nova voz na literatura romântica, capaz de tocar pessoas de todas as idades e de fazê-las acreditar que o amor pode mesmo salvar os dias.
No final haverá banca de livros e sessão de autógrafos
João Mota é natural de Albufeira. É licenciado em Psicologia e Gestão de Empresas e encontra-se a terminar o mestrado em Psicologia Clínica e de Aconselhamento. Trabalha como ator desde 2014, em teatro, cinema e televisão. Concluiu diferentes formações na área da expressão dramática em Portugal e no Brasil.
Escreve poesia desde os 12 anos. Desde então, a escrita tem sido uma ferramenta que o acompanha e ajuda a organizar o pensamento e as emoções, ou simplesmente a apreciar um momento contemplativo.
Após reconhecer, à escrita, características catárticas, procurou a validação científica do impacto positivo que a escrita tinha em si próprio. Nesse sentido, ao longo do seu percurso académico, foi dando estrutura teórica e científica às suas ideias, o que lhe permitiu criar projetos que associam a escrita ao bem-estar emocional. A experiência artística permitiu-lhe um contacto diferenciado com o mundo das emoções, que, aliado a uma paixão pela escrita e à formação académica na área da Psicologia, levaram-no a desenvolver, nos últimos dois anos, atividades junto do público adolescente.
Em 2023, fundou o Clube de Poesia na Universidade Autónoma de Lisboa, dando início a um percurso de encontros de escrita criativa e expressão artística por todo o país.