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Lo que nunca debes pedir en un restaurante chino, según dos chefs de esta nacionalidad

18 October 2026 at 19:11

En lo que a restaurantes de comida internacional se refiere, los chinos fueron los pioneros en gran parte del mundo. Sus sabrosos platos, su habitual precio competitivo y la rapidez en el servicio son sus principales fuertes, pero hay que saber qué pedir.

Es lo que sostienen Cheong Yew y Emily Tang, dos chefs chinos que han sido entrevistados por el Daily Mail y que revelan qué no debes pedir y en qué debes fijarte para tener una buena experiencia en un restaurante chino.

En primer lugar, cuidado con el pato asado. "Un buen pato asado cantonés requiere tiempo, y gran parte del trabajo importante se realiza mucho antes de que el pato se acerque al horno", dice Yew.

"La piel gomosa, una gruesa capa de grasa y la carne seca y dura son señales de alerta", añade. "Si observas una piel blanda o correosa, puede indicar que ha estado almacenada o que se ha recalentado, tal vez en el microondas", dice a su vez Tang.

Emily Tang advierte también sobre las "descripciones vagas de los ingredientes", diciendo que es un problema que "ve en muchos menús". Se refiere a nombres como 'verduras mixtas'. "El ingrediente principal podría ser una mezcla de verduras. Pero, ¿qué contienen estas verduras? ¿Es bok choy o brócoli chino?", se pregunta la cocinera.

También debes fijarte en las empanadillas. "En la cultura gastronómica china, una de las cosas más importantes son las texturas, y eso es casi tan importante como el sabor", dice Emily Tang.

"En los siu mai de cerdo y gambas, una de las cosas en las que siempre me fijo es en la textura del relleno", agrega Yew.

Otro plato típico es el pollo agridulce, pero ojo: "Todo debe estar en armonía. Nada debe ser abrumador. Así que, si está demasiado crujiente, es posible que lo hayan frito en abundante aceite o dos veces", dice Tang. Por su parte, Yew advierte que "una cosa que siempre me genera desconfianza es un plato chino cuya salsa sea excesivamente dulce".

Hay que prestar atención también a los dim sum. "Si el menú solo tiene tres o cuatro (opciones) o solo un plato, eso sería una señal de alarma para mí", afirma Tang. "Si preparas tus dim sum frescos en el mismo local, deberías tener un equipo, y ellos serán expertos en un repertorio de platos al vapor, a la parrilla y de varios tipos", prosigue.

"No tiene mucho sentido tener un equipo que lo prepare todo desde cero si solo van a hacer tres o cuatro cosas, ¿verdad? Así que diría que eso podría ser una señal de que no se fabrican internamente", añade.

Una base de la cocina china es el arroz. "Un plato realmente sencillo para demostrar la habilidad del cocinero es el arroz frito, porque suena muy simple, pero en realidad dice mucho sobre el control", dice Tang.

"En un buen arroz frito, cada grano de arroz debe estar suelto. Los ingredientes que llevas —pollo, verduras, lo que sea— deben estar distribuidos uniformemente. Si está demasiado grasiento o demasiado blando, no cumple con el propósito que se le da al arroz frito", añade.

El char siu o cerdo barbacoa, por su parte, debe tener "unos bordes perfectamente caramelizados, un acabado brillante y una carne jugosa y tierna, dice Yew. "Los sabores deben estar equilibrados, con dulzor, sabor salado y el sabor del cerdo bien presentes", prosigue.

Otro exitoso plato son los baos. "Un bao al vapor puede parecer enorme y maravillosamente esponjoso, pero la verdadera prueba es cuando le das un mordisco", dice Yew. Además, una de las cosas más decepcionantes es morder un bollo grande al vapor y descubrir que apenas tiene relleno.

"Al final, acabas comiendo bocados de masa simple en lugar de disfrutar del equilibrio de sabores y texturas", agrega el chef.

Por último, los cocineros dicen que hay que fijarse en la proporción entre la longitud de la carta y el tamaño de la cocina. "Lo que necesitas con un menú extenso es espacio: una cocina amplia y áreas de preparación amplias. Si fuera a un lugar muy pequeño con un menú realmente amplio... eso es una señal de alerta", concluye Tang.

Chamam-lhe ‘flor do iogurte’ e está cada vez mais na moda: conheça o alimento que pode prevenir doenças gastrointestinais

18 October 2026 at 14:20

O kefir, conhecido em Portugal como a ‘flor do iogurte’, tem conquistado espaço nos pequenos-almoços e lanches, mas não é propriamente uma novidade. Trata-se de um alimento fermentado originário da região do Cáucaso, com uma composição rica em microrganismos e que pode ser preparado a partir de leite ou de água.

No portal da cadeia de supermercados Continente pode ler-se que o kefir é considerado um alimento probiótico e apresenta uma textura cremosa e um sabor ligeiramente ácido. A sua composição resulta da ação de bactérias e leveduras presentes nos chamados grãos de kefir, responsáveis pelo processo de fermentação.

Grãos parecem pequenos pedaços de couve-flor

Apesar do nome, estes “grãos” não são cereais como trigo ou arroz. São estruturas gelatinosas constituídas por bactérias, leveduras, polissacarídeos e proteínas, apresentando um aspeto que pode fazer lembrar pequenos pedaços de couve-flor ou de gelatina.

A origem do alimento é associada às montanhas do Cáucaso, entre o Mar Negro e o Mar Cáspio. Segundo a mesma fonte, acredita-se que a fermentação tenha começado acidentalmente em bolsas de couro utilizadas para transportar leite de cabra ou de vaca.

Pode ser feito com leite ou água

No kefir de leite, os grãos são adicionados a leite de vaca, cabra ou ovelha e retirados depois da fermentação. O líquido resultante pode então ser consumido, enquanto os grãos voltam a ser utilizados numa nova preparação.

Existe igualmente kefir de água, produzido através da fermentação de água com açúcar e os respetivos grãos. Neste caso, a mistura permanece normalmente entre 24 e 72 horas à temperatura ambiente antes de ser coada.

Probióticos estão associados ao equilíbrio intestinal

Uma das características mais destacadas do kefir é a presença de probióticos. Estes são microrganismos vivos que, quando ingeridos em quantidades adequadas, podem contribuir para o equilíbrio da microbiota intestinal.

A mesma fonte refere que alguns estudos associam o consumo de alimentos probióticos a benefícios para o funcionamento intestinal. O kefir pode apresentar uma variedade elevada de bactérias benéficas, razão pela qual tem sido estudado no contexto da saúde gastrointestinal.

Também fornece cálcio

Quando é produzido a partir de leite, o kefir constitui ainda uma fonte de cálcio, mineral importante para a manutenção dos ossos. A composição nutricional pode também incluir vitaminas associadas à saúde óssea, dependendo do produto e dos ingredientes utilizados.

A relação entre microbiota e sistema imunitário é outro dos aspetos mencionados pela fonte. Algumas bactérias presentes no kefir, como Lactobacillus kefiri, têm sido estudadas pela sua interação com outros microrganismos, embora isso não signifique que o consumo do alimento substitua qualquer tratamento médico.

Intolerantes à lactose devem ter atenção

O kefir de leite continua a conter lactose, embora em menor quantidade do que o leite utilizado inicialmente. Durante a fermentação, parte desse açúcar é transformado pelas bactérias e leveduras, o que pode tornar o produto mais tolerável para algumas pessoas com intolerância.

Ainda assim, a quantidade residual varia consoante o tempo de fermentação e outros fatores. Por isso, quem tenha intolerância à lactose deve começar por pequenas quantidades e avaliar a resposta individual, recorrendo a aconselhamento médico quando necessário. O kefir pode ser incluído numa alimentação equilibrada, mas não deve ser apresentado como forma garantida de prevenir doenças.

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Azeite barato demais? ASAE alerta para falsificações e estes sinais podem ajudá-lo a evitar fraude

18 October 2026 at 13:20

O azeite é um dos produtos mais presentes nas casas portuguesas, mas o seu valor também o tornou um alvo atrativo para práticas fraudulentas. Entre os casos detetados pelas autoridades estão produtos constituídos por outros óleos alimentares que são rotulados e comercializados como se fossem azeite.

A própria ASAE alerta os consumidores para a necessidade de terem cuidados adicionais na compra, sobretudo quando encontram preços muito inferiores aos praticados habitualmente ou produtos vendidos sem informação clara sobre a origem e composição.

Preço demasiado baixo deve levantar suspeitas

Uma promoção não significa, por si só, que exista fraude. Ainda assim, a ASAE aconselha a desconfiar quando o azeite é comercializado a um preço muito abaixo da média do mercado, especialmente em vendas através da Internet, redes sociais, feiras ou circuitos menos controlados.

A razão é simples: substituir total ou parcialmente o azeite por óleos vegetais mais baratos permite vender o produto com margens elevadas, apesar de o consumidor acreditar que está a comprar azeite genuíno.

Em março de 2026, por exemplo, a autoridade anunciou a apreensão de cerca de 10 mil litros de óleo alimentar que estaria a ser vendido fraudulentamente como azeite virgem através das redes sociais, tendo encontrado ainda milhares de rótulos e material de embalamento.

Não compre azeite sem rótulo

Outro dos principais cuidados apontados pela autoridade é evitar produtos vendidos sem rotulagem adequada.

Num azeite comercializado legalmente, o consumidor deve conseguir encontrar informação como a denominação do produto, origem quando obrigatória, quantidade líquida, data de durabilidade, identificação do lote e nome e morada do responsável pelo produto.

No caso do azeite virgem e virgem extra, a indicação da origem é obrigatória. A rotulagem também não pode apresentar informação suscetível de induzir o consumidor em erro.

A cor não diz se o azeite é verdadeiro

Um azeite muito verde pode parecer melhor ou mais genuíno, mas a cor não é um método fiável para determinar a autenticidade ou qualidade.

A ASAE recomenda que os consumidores não façam a escolha exclusivamente com base na cor ou na acidez indicada, uma vez que estas características, isoladamente, não permitem perceber se existe adulteração.

Isto é particularmente relevante porque um óleo mais barato pode ser manipulado para adquirir uma aparência semelhante àquela que o consumidor associa ao azeite.

DOP e IGP podem dar informação adicional

Certificações como Denominação de Origem Protegida (DOP) ou Indicação Geográfica Protegida (IGP) permitem identificar produtos sujeitos a regras específicas de produção e origem.

Ainda assim, a existência de um símbolo ou expressão no rótulo não dispensa a verificação dos restantes elementos. A ASAE já apreendeu em investigações anteriores rótulos falsificados e produtos que utilizavam indevidamente referências a denominações protegidas.

O teste do frigorífico não é garantia

Um dos truques caseiros mais divulgados consiste em colocar o azeite no frigorífico ou congelador e avaliar a sua consistência. Esse método, porém, não permite confirmar com segurança se um produto é azeite genuíno.

A composição dos azeites varia e o comportamento a baixas temperaturas também pode ser diferente. Quando existe suspeita de fraude, a confirmação passa por análises físico-químicas e sensoriais em laboratório, como acontece nas investigações da ASAE. Na operação realizada em 2026, a autoridade recolheu amostras precisamente para esse tipo de análise.

Afinal, como reduzir o risco de comprar azeite falsificado?

A regra mais simples é juntar vários sinais: desconfiar de preços anormalmente baixos, evitar embalagens sem rótulo, confirmar a origem e a identificação do produtor ou embalador e ter especial cuidado com ofertas feitas através de redes sociais ou vendedores cuja proveniência não seja clara.

A ASAE lembra ainda que as menções obrigatórias presentes no rótulo são importantes indicadores de autenticidade e rastreabilidade. Se a embalagem não permite perceber claramente o que está a comprar, quem o colocou no mercado ou de onde vem o produto, há razões para ter cautela.

Leia também: É barato, está na época e faz bem ao cérebro, coração e intestino: nutricionistas recomendam este alimento

Menú semanal de El Comidista (19 a 25 de octubre)

18 October 2026 at 04:30
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