A aceitação da proposta portuguesa abre caminho à retoma das negociações sobre uma questão "maior importância" a cooperação académica entre os dois países. Pequim ainda está a analisar a proposta.
"Sem esse acordo vamos ter sempre dificuldades em garantir mobilidade de docentes, mobilidade de estudantes, que é essencial para este tipo de colaborações", disse o ministro da Educação, Ciência e Inovação