Numa semana marcada pela "guerra aberta" com Tebas, pela reviravolta épica em Roma e pelas "provocações" da Catalunha, Real mostrou que é capaz do melhor e do pior – e agora mostrou o melhor (4-1).
Arda Güler voltou à titularidade depois de ter sido a chave do triunfo em Roma saído do banco e inaugurou o marcador frente ao Sevilha com um grande golo