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Preço do cacau recua para mínima de duas semanas na bolsa de Nova York

22 October 2026 at 20:10

As cotações futuras do cacau recuaram para a mínima de duas semanas na sessão desta quinta-feira (22) na Bolsa de Nova York. O vencimento para dezembro finalizou o dia com queda de 4,47%, cotado em US$ 5.582 por tonelada.

De acordo com as informações do Barchart, os preços do cacau estão em forte queda hoje devido ao aumento dos estoques de cacau nas bolsas internacionais e às vendas técnicas.

Os estoques de cacau têm aumentado constantemente desde o início do ano, atingindo um pico de 3.635.354 sacas na última sessão, o maior nível em 2,5 anos.

Ainda segundo o Barchart, os preços do cacau estão sendo sustentados pela redução das remessas na Costa do Marfim. Dados do governo marfinense mostraram que os produtores entregaram 78.212 toneladas de cacau aos portos nesta temporada de comercialização, uma queda de 41% em relação às 133.209 toneladas entregues no mesmo período do ano passado.

 

Açúcar

O contrato futuro do açúcar para entrega em março encerrou o pregão com queda de 1,56% na Bolsa de Nova York, cotado a 20,13 centavos de dólar por libra-peso. A commodity atingiu a menor cotação em duas semanas, pressionada pela liquidação de posições compradas por investidores após alcançar a máxima do contrato na quarta-feira passada.

Segundo a Barchart, o posicionamento dos fundos de investimento também contribuiu para o movimento de baixa. A concentração de posições compradas aumenta a pressão sobre as cotações em momentos de realização de lucros.

Na segunda-feira, o governo do indiano determinou que as distribuidoras estatais de combustíveis interrompam, a partir de 1º de novembro, as compras de etanol produzido a partir da cana-de-açúcar. A medida pode direcionar mais matéria-prima para a fabricação de açúcar, ampliando a oferta do produto no mercado.

No Brasil, a previsão de tempo quente e seco nesta semana no Centro-Sul, principal região produtora de açúcar, também contribui para o viés negativo. As condições climáticas podem acelerar a colheita da cana-de-açúcar e favorecer a retomada da moagem nas usinas, aumentando a disponibilidade de açúcar.

Café

Os estoques de café arábica registraram um ganho nesta semana e isso influenciou para o pregão encerrar em queda na Bolsa de Nova York. O vencimento para entrega em dezembro teve queda de 1,55% e encerrou o dia negociado em U$S 3,11 por libra-peso.

A análise do Barchart apontou que os estoques tiveram um ganho de 4.847 sacas na sessão anterior, o que totaliza em torno de 239.748 mil sacas.

“O aumento nos estoques na última sessão foi consistente com os relatos do início da semana de que quase 280 mil sacas de café arábica aguardavam classificação na bolsa internacional, o maior volume em mais de um mês”, informou.

Suco de Laranja

Na Bolsa de Nova York, o preço futuro do suco de laranja para janeiro finalizou o dia com desvalorização de 1,96% e precificado em US$ 1,42 por libra-peso.

Algodão

O contrato futuro do algodão para entrega em dezembro encerrou a sessão com queda, cotado a 80,79 centavos de dólar por libra-peso.

Na Bolsa Intercontinental, os preços da fibra recuaram nesta quarta-feira, interrompendo a sequência de três sessões de ganhos. O mercado acompanhou o comportamento do dólar americano e o interesse dos investidores, enquanto o avanço da colheita nos Estados Unidos contribuiu para manter a cautela entre os operadores.

As atenções também se voltaram para o próximo relatório de vendas para exportação do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos)  e para a reunião do Fed (Federal Reserve), prevista para a próxima semana. As incertezas em torno desses eventos limitaram a disposição dos agentes para assumir posições no mercado.

https://stories.cnnbrasil.com.br/?post_type=web-story&p=626307

Wall Street abre em queda com volta do nervosismo em torno da IA

22 October 2026 at 14:42

Os principais ​índices de ​Wall Street abriram em queda nesta quinta-feira (22), com as ações de crescimento sofrendo ⁠novas ​pressões depois ​que os resultados financeiros ⁠das megacapitalizadas ⁠Tesla e Meta ​pouco ‌contribuíram para ⁠dissipar as dúvidas sobre as perspectivas da ‌IA, ⁠enquanto uma ‌recuperação nos preços do petróleo ⁠aumentava ⁠o nervosismo do mercado.

O Índice ‌Dow Jones Industrial Average caiu 0,13%, para 52.788,41 pontos ‌na abertura. O S&P 500 recuou ⁠0,81%, para 7.694,62 pontos, enquanto o ​Nasdaq Composite recuou ​1,48%, para 26.308,407 pontos.

 Em atualização

NY vota pelo fim de carruagens com cavalos nesta quinta (22)

22 October 2026 at 14:21

A Câmara Municipal de Nova York vota, nesta quinta-feira (22), um projeto de lei que proíbe a circulação de carruagens puxadas por cavalos no Central Park e em seus arredores.

Se aprovada, a medida entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2028, encerrando uma tradição que remonta a 1858, quando o parque foi construído já com percursos destinados à passagem dos cavalos e das charretes.

O projeto conta com o apoio de diversos vereadores e do prefeito da cidade, Zohran Mamdani, que declarou no início do mês que “a indústria das charretes está chegando ao fim”. Não é a primeira vez que a questão é levada à votação: já houve outras tentativas anteriores de encerrar essa atividade, mas nenhuma delas obteve força suficiente para avançar.

Ícone turístico em debate

As charretes tornaram-se um dos ícones turísticos de Nova York ao longo das décadas. Por volta de 1940 e 1950, a cidade passou a limitar as licenças para a operação dessas carruagens, tornando-as restritas a poucos proprietários.

Com o tempo, essas licenças se valorizaram consideravelmente, sendo transmitidas de geração em geração e chegando a custar milhões de dólares.

A correspondente da CNN em Nova York, Priscila Yasbek, explicou que o debate divide opiniões. “Algumas pessoas são a favor dessa proibição, dizem que hoje existem outras formas de turismo que não dependem da exploração de animais”, relatou.

Por outro lado, defensores das charretes argumentam que elas fazem parte da paisagem histórica do Central Park e estavam presentes no local antes de qualquer geração atual.

Incidentes em junho impulsionam o projeto

O tema ganhou forte repercussão em junho, após dois episódios que chocaram a cidade. No primeiro, um turista indiano de 18 anos morreu depois que um cocheiro deixou a carruagem para fotografar sua família e o cavalo disparou, causando um acidente fatal.

No segundo episódio, também em junho, um cavalo morreu após ingerir uma planta tóxica no Central Park. O cocheiro foi inicialmente acusado de maus-tratos, mas posteriormente alegou que a administração do parque não havia informado sobre a presença de arbustos com plantas tóxicas na área.

Caso o projeto seja aprovado pelos vereadores, está previsto um período de transição para que o setor encerre suas atividades de forma gradual. A prefeitura também deve oferecer algum tipo de auxílio financeiro às pessoas que trabalham com essa atividade na cidade.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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