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Tomás Silva recandidata-se à presidência da Associação Académica da Universidade do Algarve

22 October 2026 at 09:40

O atual presidente da Direção-Geral da Associação Académica da Universidade do Algarve (AAUAlg), Tomás Soares Silva, de 21 anos, anunciou a sua recandidatura ao cargo nas eleições marcadas para 5 de novembro, apresentando como principais prioridades a reorganização interna da estrutura, o reforço da sua intervenção nacional e a defesa dos interesses dos estudantes.

Natural de Faro e estudante de Gestão na Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo, Tomás Silva exerce a presidência da Direção-Geral da AAUAlg desde 5 de dezembro de 2025. A decisão de voltar a candidatar-se foi anunciada a 21 de outubro, através das suas redes sociais, depois de um período de reflexão sobre o trabalho desenvolvido e os projetos que pretende concretizar.

O estudante justifica a recandidatura com a existência de iniciativas ainda por concluir, propostas que pretende colocar em prática e compromissos assumidos durante o atual mandato.

Reestruturação interna e representação dos estudantes entre as prioridades

Sob o lema “Acreditar na essência, ser Académica”, a candidatura de Tomás Silva assenta em três eixos fundamentais, centrados no funcionamento da associação e na sua capacidade de intervenção em defesa da comunidade estudantil.

A primeira prioridade é a reestruturação interna da AAUAlg, que o candidato considera necessária para preparar o futuro da organização e melhorar a sua capacidade de resposta.

O segundo objetivo passa por reforçar o posicionamento da Associação Académica da Universidade do Algarve nas discussões nacionais sobre o ensino superior, procurando assegurar uma participação mais ativa nos debates que envolvem os estudantes.

O terceiro eixo pretende recuperar aquilo que Tomás Silva identifica como a missão essencial da estrutura: a representação dos estudantes, tanto no interior da universidade como junto das entidades externas.

Na apresentação da candidatura, o atual presidente defende que “Ser Associação Académica é compreender a dimensão daquilo que representamos, é reconhecer o impacto que podemos ter na vida daqueles que frequentam a nossa academia e é perceber que existe sempre mais por fazer.”

Tomás Silva considera que a experiência adquirida durante o mandato lhe permitiu conhecer melhor o funcionamento da instituição e identificar áreas que necessitam de mudanças.

“Apresento hoje a minha recandidatura, por isso mesmo: por conhecer melhor a casa que represento, por acreditar no seu potencial e por saber que há trabalho pela frente”, afirma o candidato.

Na declaração de candidatura, Tomás Silva sustenta ainda que o último ano permitiu reforçar as bases da organização, restabelecer o equilíbrio institucional e renovar a confiança na estrutura, defendendo agora uma reflexão sobre a forma como a associação se organiza.

Perante as mudanças no ensino superior, considera igualmente necessário reforçar a intervenção da AAUAlg na defesa dos direitos e interesses da comunidade estudantil.

“Caros colegas, acredito numa Associação Académica que tenha orgulho naquilo que é, que tenha confiança naquilo que faz e acima de tudo, que tenha ambição para alcançar mais objetivos”, conclui Tomás Soares Silva.

Eleições para a Associação Académica marcadas para 5 de novembro

O calendário eleitoral para os órgãos sociais da Associação Académica da Universidade do Algarve foi aprovado pelos estudantes em Assembleia Magna, realizada a 16 de outubro.

O prazo para entrega das listas candidatas termina a 23 de outubro, seguindo-se a campanha eleitoral, que decorrerá entre 26 de outubro e 3 de novembro.

O ato eleitoral está marcado para 5 de novembro, estando a divulgação dos resultados prevista para o dia seguinte, 6 de novembro.

A recandidatura de Tomás Silva surge, assim, num processo eleitoral em que o atual presidente procura renovar o mandato à frente da Direção-Geral da AAUAlg, apresentando como objetivos a reorganização da associação, o reforço da sua presença no debate nacional sobre o ensino superior e uma maior capacidade de representação dos estudantes.

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