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Capcom confirma que un fallo de seguridad afectó a más de 11 millones de cuentas

By: Luis · Falcon
22 October 2026 at 20:00

Hoy en día, con todo automatizado es realmente sencillo que los problemas de seguridad sean una preocupación real para los millones de jugadores que hay activos cada día. Esto es algo que ya tiene pasado unas cuantas veces y ahora, Capcom ha sido la que anunció que una brecha en su seguridad permitió acceder a los datos de más de 11 millones de cuentas. Afortunadamente, la compañía confirma que ningún dato bancario ha sido desvelado en esta nueva intrusión en su sistema; sin embargo, sí que se ha podido acceder a algunos datos sensibles.

Una filtración de datos permitió que un tercero accediera a los datos de más de 11 millones de cuentas de Capcom ID, una cuenta gratuita necesaria para acceder a las funciones online de algunos juegos de la compañía. Según parece, el atacante obtuvo acceso a la dirección de correo electrónico de los usuarios y a información de identificación específica del sistema, como la fecha y hora de creación de su cuenta, el número de inicios de sesión y la dirección IP utilizada durante el último inicio de sesión. En el caso de 43 de estas cuentas también obtuvieron acceso a la fecha de nacimiento, el género, el país o región y el apodo del usuario.

Si recibe algún correo electrónico o mensaje sospechoso, tenga precaución y absténgase de acceder a las URL que contenga o de abrir los archivos adjuntos.
Capcom

Algo importante es que los atacantes no pudieron acceder a las contraseñas, sin embargo, parece que sí lograron cambiar las contraseñas de 196 cuentas sin autorización. Capcom ya se ha ocupado de restablecer estas contraseñas para evitar que los atacantes se apoderen de las cuentas. 

Capcom confirma que pretende recuperar algunas de sus sagas más icónicas

Este año, Capcom ha tenido una gran cantidad de lanzamientos y según parece, el éxito de Onimusha ha llevado a la compañía a empezar a buscar franquicias olvidadas para revivir e intentar replicar estas acogidas. Además de lanzar nuevos títulos importantes cada año, Capcom se está centrando en reactivar franquicias que no han tenido un lanzamiento reciente.

De esta forma, la empresa busca llegar a todo tipo de público gracias a las entregas nuevas y, por supuesto, gracias a recuperar sagas icónicas que han hecho de Capcom una compañía de renombre. Veremos cuáles son las sorpresas que ofrece con el paso del tiempo, pero parece que todavía queda mucho por descubrir.

© Google

Los problemas de seguridad son una tónica con la que hay que lidiar de forma constante

Plataforma pan-amazônica reúne 232 políticas públicas para bioeconomia

Logo Agência Brasil

A Pan-Amazônia, região que engloba nove países da América do Sul, tem pelo menos 232 políticas, programas e instrumentos públicos relacionados à bioeconomia. Segundo analistas, esse potencial produtivo esbarra na falta de integração entre governos, nas dificuldades de acesso ao crédito e em obstáculos à implementação efetiva dos negócios.

Para facilitar a articulação entre os países, a Rede Pan-Amazônica pela Bioeconomia lança nesta quinta-feira (22) o Radar Bioecon, plataforma que reúne informações sobre instrumentos públicos voltados a atividades econômicas baseadas na biodiversidade da região.

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A ferramenta será apresentada durante a 17ª Conferência das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica (COP17), em Yerevan, na Armênia. 

O levantamento abrange nove países e territórios: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela.

O mapeamento inclui desde estratégias nacionais de bioeconomia até mecanismos de crédito, compras públicas, incentivos à produção e instrumentos de apoio a empreendimentos comunitários. 

A plataforma permite consultar e comparar essas iniciativas, com o objetivo de identificar experiências que possam ser compartilhadas e oportunidades de cooperação regional.

O potencial econômico da bioeconomia amazônica já aparece em atividades ligadas à floresta em pé e aos conhecimentos locais. Na Amazônia Legal brasileira, apenas 13 produtos da sociobiodiversidade contribuem com pelo menos R$ 12 bilhões anuais para o Produto Interno Bruto (PIB), segundo o estudo Nova Economia da Amazônia, liderado pelo WRI Brasil. Entre os exemplos, estão o açaí e a castanha.

Segundo Juliana Simões, co-líder do Grupo de Trabalho de Políticas Públicas da Rede Pan-Amazônica pela Bioeconomia e especialista em políticas públicas e bioeconomia na organização The Nature Conservancy (TNC) Brasil, é necessário garantir que os recursos e programas cheguem a cooperativas, associações e empreendimentos locais.

“Para que a bioeconomia se consolide como uma alternativa de desenvolvimento econômico para a Pan-Amazônia, precisamos tratá-la como uma agenda de Estado, com planejamento de longo prazo e continuidade das políticas públicas”, defende Juliana.

Políticas dispersas

O levantamento identificou que as iniciativas estão distribuídas entre diferentes órgãos governamentais e nem sempre são classificadas como políticas de bioeconomia. 

Conforme o país, aparecem sob denominações como biocomércio, bionegócios, empreendedorismo verde ou economias indígenas e comunitárias.

No Brasil, entre os instrumentos destacados estão o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que abrem mercados para produtores locais. Também está a Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPMBio), que estabelece preços mínimos para 17 produtos extrativistas e busca reduzir oscilações na renda dos produtores.

Na Colômbia, o mapeamento aponta mecanismos de apoio a negócios sustentáveis. No Equador, foram identificadas iniciativas de crédito para cooperativas e empreendimentos comunitários.

Para Bruno Castro Lacerda, co-líder do grupo de trabalho da Rede Pan-Amazônica pela Bioeconomia e consultor em bioeconomia para a conservação na organização Conservação Internacional, a comparação entre as políticas ajuda a identificar lacunas e experiências que podem inspirar outros países.

“Essa visão regional é importante para fortalecer a cooperação entre os países e construir políticas que tenham continuidade no longo prazo, contribuindo para consolidar a bioeconomia como uma agenda estratégica de desenvolvimento”, afirma.

Financiamento

O acesso a recursos financeiros é outro obstáculo apontado pelo levantamento. Um estudo da Rede Pan-Amazônica pela Bioeconomia mapeou 141 mecanismos de financiamento voltados à bioeconomia na região. Desse total, apenas 8,5% atendem à sociobiodiversidade.

Embora existam fundos climáticos, linhas de crédito e programas de incentivo, exigências de garantias e procedimentos burocráticos dificultam o acesso de cooperativas, associações e empreendimentos comunitários. 

O relatório defende a adaptação desses instrumentos às características da produção amazônica e uma maior integração entre políticas econômicas, produtivas e ambientais.

O Radar Bioecon foi desenvolvido pelo Grupo de Trabalho de Políticas Públicas da Rede Pan-Amazônica pela Bioeconomia. Os usuários poderão sugerir novas políticas ou atualizações dos registros existentes, que passarão por um processo de curadoria. A iniciativa é apresentada como a primeira etapa de um trabalho destinado a identificar lacunas de implementação e oportunidades de integração regional.

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