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Cyberpunk 2077 recibe una gran actualización que cambia por completo el juego y estas son las nuevas funciones que trae

By: Luis · Falcon
22 October 2026 at 09:00

Durante su lanzamiento, Cyberpunk 2077 no gustó nada a los jugadores; el juego tenía muchos problemas que empañaban la experiencia de juego y fue duramente criticado por ello. Ahora, después de recibir muchas actualizaciones y cariño por parte de CD Projekt RED, para muchos se ha convertido en un juego indispensable que no te puedes perder. Después de que sus creadores afirmaran que no habría más actualizaciones grandes, el juego acaba de recibir una muy interesante.

La versión 2.5 de Cyberpunk 2077 se lanza durante el día de hoy, 22 de octubre, para PC y consolas; posteriormente, también llegará la versión para Nintendo Switch 2. Esta nueva actualización añade una nueva misión secundaria de Edgerunners 2, el anime de la franquicia, objetos, emisoras de radio y personalización de ciberimplantes, además de misiones secundarias adicionales en Night City, compatibilidad oficial con mods o la posibilidad de usar dos armas a la vez. Lógicamente, esto no es todo y todavía te esperan muchas más cosas que no te puedes perder. Además, también hay corrección de errores que mejorarán tu experiencia de juego.

Desata toda tu potencia de fuego con Dual Wielding, un nuevo estilo de juego que duplica tu poder de fuego con ventajas exclusivas. Personaliza tus implantes cibernéticos en glamdocs, descubre mods creados por la comunidad con soporte multiplataforma, realiza recorridos nocturnos por la ciudad y mucho, mucho más por descubrir.
Comunicado de CD Projekt RED

The Edgerunners 2 Update (2.5) releases on PC, Mac (Steam, GOG, Epic Games Store), PlayStation 5, and Xbox Series X|S on October 22nd, with players on Nintendo Switch 2 and Mac (Apple App Store version) receiving it in the coming days.

— Cyberpunk 2077 (@CyberpunkGame) October 21, 2026



La historia de Cyberpunk 2077 también se llevará a la gran pantalla

Según las últimas noticias de la industria, Paramount Pictures está trabajando en una película de acción real ambientada en el universo de Cyberpunk 2077. La adaptación cinematográfica está en desarrollo, con Lorenzo di Bonaventura, encargado de cintas como Transformers o Megalodón, como productor junto a la propia CD Projekt RED. Lamentablemente, por el momento no hay más detalles confirmados.

Veremos cómo termina todo, pero el auge de las adaptaciones de videojuegos a series y películas es algo que se veía venir, puesto que las producciones están teniendo un gran éxito entre el público. Veremos cómo termina Cyberpunk 2077, pero de salir al mercado casi acabado, ha pasado a conquistar a todo el mundo gracias al increíble trabajo de la desarrolladora.

© CD Projekt RED

Después de anunciar que no habría más grandes actualizaciones, Cyberpunk 2077 sorprende a la comunidad

Estudantes desenvolvem plataformas para combater a desinformação

Logo Agência Brasil

É muito fácil criar qualquer tipo de conteúdo com inteligência artificial (IA). Qualquer pessoa pode, com alguns cliques, criar imagens, textos e vídeos. Tudo isso pode servir para informar ou mesmo para criar conteúdos falsos, que divulgam mentiras.

Até onde vai o impacto do que as pessoas criam com a IA? Essa foi uma das perguntas que motivou as estudantes Alice Gomes, Beatriz Vasconcellos e Letícia de Oliveira, de 14 anos de idade, do 9º ano do Colégio e Curso Desafio, em Recife, a criarem a ferramenta Pense Bem. 

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O projeto venceu o HackaNAV 2026, competição nacional de inovação organizada pelo Nave a Vela, solução de educação tecnológica da Arco Educação. Como prêmio, as estudantes ganharam uma imersão tecnológica na agência de pesquisa espacial dos Estados Unidos, a Nasa.

“No Pense Bem, você pode colocar publicações que você pretende fazer para que ele faça o cálculo de risco, como que isso pode escalonar, se aquilo ali pode ter um efeito dominó negativo”, explica Beatriz Vasconcellos, uma das estudantes criadoras do Pense Bem.

A plataforma já está no ar, mas ainda deve ser aprimorada para ser lançada oficialmente.  

“Antes de publicar, pense no impacto”, esse é o convite para quem acessa. A partir daí, são feitas diversas perguntas para que se possa avaliar se o conteúdo oferece ou não algum risco ao ser divulgado. 

Entre as perguntas estão:

  •  Este conteúdo envolve nudez, material íntimo ou sexual de alguém menor de 18 anos - ou de qualquer pessoa sem consentimento?
  •  Foi gerado ou editado por IA?
  •  Há pessoas reais reconhecíveis?
  •  Elas deram consentimento?
  •  Mostra os fatos como realmente aconteceram?

A plataforma, então, classifica o conteúdo quanto ao risco e aponta se é possível fazer adequações ao conteúdo e a postagem para que ela não gere desinformação e cause danos à população. 

"A gente viu em várias pesquisas que as fake news podem afetar muito a vida das pessoas, até mesmo na vida pessoal, a socialização. Fake news criada por uma pessoa, sobre uma pessoa, pode afetar diretamente até mesmo o psicológico", avalia Beatriz. 

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) chegou a classificar a desinformação como principal risco global para 2025 e para os anos que estão por vir, à frente das mudanças climáticas, da crise ambiental, dos fluxos migratórios, da violência e do terrorismo. 

Recife (PE), 16/10/2026 - Estudantes desenvolvem plataformas para combater a desinformação. Foto: Renan Braz/Divulgação Recife (PE), 16/10/2026 - Estudantes desenvolvem plataformas para combater a desinformação. Foto: Renan Braz/Divulgação
Estudantes fizeram pesquisas e entrevistas com professores, estudantes e especialistas para desenvolver o trabalho - Foto: Renan Braz/Divulgação

Democracia 

As três estudantes fizeram pesquisas e entrevistas com professores, estudantes e especialistas para desenvolver o trabalho.

“Existem muitos impactos negativos que podem acontecer por causa da desinformação. E eu acho que o que mais choca, o que mais é surpreendente, pelo menos para mim, é que eu descobri o quanto a desinformação pode afetar a nossa democracia. Tanto em ano de eleição, quanto em ano que não seja de eleição, a democracia pode ser afetada com desinformação, quando são espalhadas fake news”, disse Beatriz.

Para Alice Gomes, também integrante do grupo, a IA ajuda, mas pode também fazer com que as pessoas não questionem o que chega pela internet ou mesmo em grupos de WhatsApp de família.

“Isso faz com que a pessoa, quando ela recebe uma informação, ela não procure antes se essa informação é verdadeira ou falsa. Ela apenas pega essa informação e acaba compartilhando a informação, sem saber se ela é verdadeira ou não, sem saber as fontes dela”, disse.

Alice revela que o projeto a ajudou a mudar a forma como recebe, compartilha e cria conteúdos na internet.

“A gente vê uma notícia online ou até em aplicativos do nosso dia a dia e logo pensa ‘Nossa, eu vou pesquisar melhor sobre essa notícia’. Eu diria que melhorou o nosso pensamento como pessoa”. 

“A sua solução é fazer com que as outras pessoas também melhorem o seu dia a dia, melhorem também o seu pensamento crítico”, defende.

A terceira integrante do grupo, Letícia de Oliveira, ressalta que a pesquisa a ajudou a ver o mundo digital de outra forma e a importância de uma educação midiática e uma educação para os meios digitais.

“A gente percebe que a desinformação está sendo um problema muito grave, que afeta a população e as pessoas ao redor da gente. Eu vi, tanto no grupo da família, quanto no Instagram, pessoas sendo afetadas pelas fake news, pelas informações digitais”, disse.

“Eu acho que o assunto da desinformação digital era uma coisa falada, mas nunca foi uma coisa que eu aprofundei muito em saber. E aí, com esse projeto, eu consegui ter mais conhecimento sobre a desinformação e como nós podemos ajudar as outras pessoas a combater ela”, acrescenta a estudante.

Desdobramentos 

O Pense Bem tem ainda desdobramentos voltados para a formação nas escolas, com jogos e mesmo uma formação em educação digital, ainda em desenvolvimento. 

Esse não é o primeiro trabalho do trio, que desenvolveu também no âmbito da competição a plataforma Fato ou Boato, para identificar notícias falsas. Nela é possível colar o link da notícia para que seja analisada a veracidade.

As três estudantes estão empolgadas com a visita à Nasa e, com o projeto, contam que se interessaram mais por tecnologia. Letícia e Alice cogitam seguir carreiras em áreas tecnológicas. Já Beatriz, pretende ser médica. 

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