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Seis países árabes condenan ataque en Jordania y expresan solidaridad

23 October 2026 at 18:09

Amán, 23 oct (Prensa Latina) Líbano, Siria, Iraq, Palestina, Egipto y Emiratos Árabes Unidos condenaron hoy el ataque armado contra asistentes a un funeral cerca de una iglesia en la gobernación jordana de Karak, que dejó siete muertos y 27 heridos.

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Cisjordania: advierten sobre repunte de terrorismo por colonos extremistas

23 October 2026 at 17:24
Movimiento Hamás califica recientes ataques contra civiles palestinos como «una forma clara de terrorismo organizado y respaldado explícitamente por el Gobierno de ocupación extremista».  

Autoridades da Jordânia confirmam 6 mortos e 28 feridos em ataque a igreja

23 October 2026 at 15:02

Pelo menos seis pessoas morreram e 28 ficaram feridas depois que homens armados abriram fogo dentro de uma igreja na província de Karak, na Jordânia, a cerca de 145 quilômetros ao sul da capital, Amã, informou a agência de segurança pública do país.

Fontes do governo confirmaram, inicialmente, sete mortes, mas atualizaram o balanço posteriormente nesta sexta-feira (23).

“As forças de segurança estão acompanhando um incidente com disparos na província de Karak”, escreveu no X o porta-voz do governo jordaniano, Mohammad Al-Momani.

Os homens armados, cuja identidade não foi divulgada, estão sendo procurados, informou a agência de segurança. Segundo o órgão, o tiroteio ocorreu durante um funeral.

Uma testemunha disse à emissora estatal Al-Mamlaka que um dos atacantes carregava um fuzil AK-47 Kalashnikov e que os disparos duraram vários minutos.

O ataque ocorreu em Hmood, uma cidade no norte de Karak onde a maioria da população é cristã.

“Alguns homens estavam do lado de fora da igreja quando duas pessoas saíram de um veículo e começaram a atirar”, contou Tamer Halsa, testemunha do ataque, à Al-Mamlaka.

Testemunhas disseram à imprensa estatal que havia dezenas de pessoas dentro da igreja.

“Éramos mais de 150 pessoas dentro e fora da igreja”, acrescentou Halsa.

*Em atualização

Ataque a tiros em igreja na Jordânia deixa ao menos 7 mortos

23 October 2026 at 13:47

Pelo menos sete pessoas morreram depois que homens armados abriram fogo dentro de uma igreja na província de Karak, na Jordânia, a cerca de 145 quilômetros ao sul da capital, Amã, informou a agência de segurança pública do país.

“As forças de segurança estão acompanhando um incidente com disparos na província de Karak”, escreveu no X o porta-voz do governo jordaniano, Mohammad Al-Momani.

Os homens armados, cuja identidade não foi divulgada, estão sendo procurados, informou a agência de segurança. Segundo o órgão, o tiroteio ocorreu durante um funeral.

Uma testemunha disse à emissora estatal Al-Mamlaka que um dos atacantes carregava um fuzil AK-47 Kalashnikov e que os disparos duraram vários minutos.

O ataque ocorreu em Hmood, uma cidade no norte de Karak onde a maioria da população é cristã.

“Alguns homens estavam do lado de fora da igreja quando duas pessoas saíram de um veículo e começaram a atirar”, contou Tamer Halsa, testemunha do ataque, à Al-Mamlaka.

Testemunhas disseram à imprensa estatal que havia dezenas de pessoas dentro da igreja.

“Éramos mais de 150 pessoas dentro e fora da igreja”, acrescentou Halsa.

*Em atualização

Al menos siete muertos por el ataque de dos hombres armados en una iglesia de Jordania durante un entierro

23 October 2026 at 13:41

Dos hombres armados han abierto fuego este viernes frente a una iglesia en Jordania, causando al menos siete muertos y diez heridos, según la televisión estatal. Los atacantes, armados uno con un fusil y otro con una pistola, han salido de un vehículo y disparado durante varios minutos contra las decenas de participantes en una procesión funebre, en el pueblo de la Gobernación de Karak, en el oeste, según declaró uno de los asistentes, Jaled Burqan, a la cadena de televisión.

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© Jordan Pix (Getty Images)

Maniobras militares en Azraq, en Jordania, en una imagen de archivo.

Netanyahu anuncia “ampla operação” militar na Cisjordânia após ataque

23 October 2026 at 13:38

Após ordenar o fechamento da Cisjordânia ocupada devido a um tiroteio em Hebron, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que as FDI (Forças de Defesa de Israel) irão implementar um modelo “agressivo” dentro das cidades palestinas e se comprometeu a ampliar o número de assentamentos israelenses no território.

“As FDI entrarão nos bairros de onde os terroristas saíram, evacuarão os moradores, irão de casa em casa e destruirão a infraestrutura terrorista. Estamos preparados para uma ampla operação na Judeia e Samaria”, disse em comunicado.

Na manhã desta sexta-feira, dois homens armados palestinos abriram fogo contra um posto de controle militar israelense, deixando dois solados mortos e outros três feridos. Os palestinos foram mortos após o ataque, e Israel impôs “cerco total” à cidade de Hebron.

Ainda não está claro exatamente quando a medida de fechamento da Cisjordânia ocupada entrará em vigor nem por quanto tempo será mantida.

Netanyahu disse que pontos urbanos serão destruídos. “Vamos fazer algo que ainda não foi feito: implementar o modelo bem-sucedido e agressivo que usamos nos campos de refugiados”, afirmou. “Ao mesmo tempo, estamos isolando as cidades de Hebron e Halhul. Vamos considerar a ampliação desse modelo para outras cidades também. Vamos demolir em ritmo acelerado as construções ilegais ao longo das rotas. Elas representam uma ameaça às nossas forças.”

Vídeos feitos no local mostram um confronto armado entre os palestinos e as forças israelenses que durou pelo menos vários minutos, com repetidas rajadas de tiros. Em um vídeo da Reuters, um socorrista israelense grita que os disparos já duravam pelo menos 20 minutos e que havia dificuldades para retirar os feridos do local.

O ataque ocorreu apenas quatro dias antes das eleições em Israel, as primeiras desde o ataque liderado pelo Hamas em 7 de outubro de 2023. A votação representa um teste importante para Netanyahu, que tem tentado se apresentar como um líder rigoroso em questões de segurança.

Desde a volta de Netanyahu ao poder, em dezembro 2022, os assentamentos israelenses na Cisjordânia têm recebido investimento financeiro e logístico.

Foram estabelecidos mais 267 postos avançados ou acampamentos no período, e outros 104 foram legalizados pelo governo, segundo apuração da CNN.

O movimento dos colonos, considerado ilegal pela comunidade externa, é diretamente apoiado pelo governo de Israel. “Mais de cem novas comunidades que estamos construindo e legalizando aqui mesmo, e não apenas aqui. E, claro, mais de cem fazendas. Vamos destruir as infraestruturas terroristas e estabelecer cada vez mais comunidades”, disse Netanyahu.

Knesset, Likud: Entenda os principais termos da eleição de Israel

 

Netanyahu ordena al ejército prepararse para el cierre de Cisjordania tras un ataque armado palestino

23 October 2026 at 12:25
Los dos atacantes fueron abatidos tras abrir fuego y herir a varios soldados cerca de Hebrón Leer

Los dos atacantes fueron abatidos tras abrir fuego y herir a varios soldados cerca de Hebrón

Netanyahu ordena fechar Cisjordânia após ataque deixar cinco feridos

23 October 2026 at 10:00

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou o fechamento da Cisjordânia ocupada após dois homens armados palestinos abrirem fogo nesta sexta-feira contra um posto de controle militar israelense, deixando pelo menos cinco pessoas feridas.

Duas das pessoas feridas estão em estado crítico, segundo o serviço de emergência israelense Magen David Adom.

Após o ataque, as Forças Armadas de Israel impuseram um “cerco total” à cidade de Hebron. Netanyahu afirmou ter ordenado que as Forças de Defesa de Israel (FDI) se preparassem para fechar completamente a Cisjordânia a partir desta sexta-feira, mas ainda não está claro exatamente quando a medida entrará em vigor nem por quanto tempo será mantida.

Os dois homens armados foram mortos a tiros, informaram as FDI em comunicado. As forças israelenses continuaram as buscas na região por outras pessoas que possam estar ligadas ao ataque. Ainda não estava claro se alguma das vítimas era militar ou civil.

Vídeos feitos no local mostram um confronto armado entre os palestinos e as forças israelenses que durou pelo menos vários minutos, com repetidas rajadas de tiros. Em um vídeo da Reuters, um socorrista israelense grita que os disparos já duravam pelo menos 20 minutos e que havia dificuldades para retirar os feridos do local.

O ataque ocorreu apenas quatro dias antes das eleições em Israel, as primeiras desde o ataque liderado pelo Hamas em 7 de outubro de 2023. A votação representa um teste importante para Netanyahu, que tem tentado se apresentar como um líder rigoroso em questões de segurança.

As FDI disseram ter localizado um veículo utilizado pelos homens armados no ataque, que continha “uma grande quantidade” de munição.

“Este foi um grave ataque terrorista”, afirmou o chefe do Estado-Maior das FDI, tenente-general Eyal Zamir, após uma avaliação da situação. “A ação rápida dos combatentes impediu um ataque ainda mais grave e novos danos a civis e às forças de segurança.”

Segundo Zamir, a munição encontrada no veículo seria utilizada “para realizar um ataque em escala muito maior”.

Zamir afirmou que as FDI também realizarão novas prisões de suspeitos e ampliarão as operações de inteligência na região.

“Vamos perseguir os terroristas do Hamas e aqueles que os enviaram, onde quer que estejam e a qualquer momento”, afirmou Netanyahu em comunicado.

O Hamas elogiou o ataque em uma declaração, mas não reivindicou a responsabilidade pela ação.

“Junto com todo o povo de Israel, rezo pela recuperação completa e rápida dos feridos no ataque”, afirmou Gadi Eisenkot, principal rival de Netanyahu e ex-chefe do Estado-Maior das FDI, em uma publicação na rede social X.

Ministro de Israel mostra futuro centro de enforcamento para palestinos

 

Como uma derrota de Netanyahu na eleição mudaria políticas sobre Palestina?

23 October 2026 at 10:00

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e seu principal oponente, Gadi Eisenkot, se opõem à criação de um Estado palestino independente. Isso significa que é improvável que as eleições da próxima semana tragam uma mudança drástica nas políticas que, há décadas, têm dificultado o processo de paz.

Três anos após os ataques de 7 de outubro — liderados pelo Hamas —, ambos mantêm uma postura linha-dura em relação a Gaza, afirmando que retomariam a guerra na região caso o grupo militante — cuja carta fundacional prega a destruição de Israel — não se desarme.

No entanto, eles divergem quanto aos assentamentos na Cisjordânia ocupada e, provavelmente, dependerão de diferentes parceiros de coalizão para formar um governo, o que poderia levar o país a seguir caminhos bastante distintos.

Confira, a seguir, as posições dos candidatos sobre o conflito com os palestinos:

Assentamentos na Cisjordânia

Centenas de milhares de israelenses vivem na Cisjordânia, em territórios capturados por Israel na guerra de 1967. A prática é considerada ilegal pela quase totalidade dos países, com base no direito internacional — embora Israel conteste esse entendimento.

Sob a gestão de Netanyahu, houve uma rápida expansão dos assentamentos, incluindo a criação de pequenos postos avançados em áreas da Cisjordânia reservadas à administração civil da Autoridade Palestina — locais onde, segundo a própria legislação israelense, tais assentamentos são ilegais.

Os colonos têm atacado palestinos com frequência crescente, e críticos afirmam que o governo tem feito vista grossa para essa violência.

Eisenkot, em princípio, apoia a existência de assentamentos, mas defende que eles devem estar em conformidade com a lei israelense. Ele se opõe a assentamentos construídos sem autorização, defende a desativação de postos avançados em áreas onde são proibidos e comprometeu-se a impedir atos de violência cometidos por colonos contra palestinos.

Ele também se opõe à decisão do governo Netanyahu de realizar construções na área conhecida como E1 — um projeto que dividiria a Cisjordânia ao meio e a isolaria de Jerusalém Oriental. Segundo os próprios colonos, o objetivo dessa medida seria “enterrar” a possibilidade de um Estado palestino.

Autogoverno palestino

Em um reflexo de como a política israelense se deslocou para a direita, tanto Netanyahu quanto Eisenkot — assim como os líderes de praticamente todos os outros partidos de maioria judaica — opõem-se à criação de um futuro Estado palestino independente ao lado de Israel.

Essa posição representa, na prática, a rejeição da “solução de dois Estados”, que serviu de base para as negociações internacionais de paz ao longo de gerações. Tanto Netanyahu quanto Eisenkot afirmam que Israel deve manter o controle de segurança final sobre todo o território entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo.

Existem, contudo, diferenças na ênfase dada por cada um. A posição de Eisenkot sobre a limitação dos assentamentos na Cisjordânia preservaria territórios onde os palestinos exercem, atualmente, autogoverno civil. A coalizão de Netanyahu inclui partidos que defendem abertamente a anexação total, por parte de Israel, das terras palestinas ocupadas.

Gaza

Três anos após o ataque ao sul de Israel — liderado pelo Hamas e que desencadeou uma invasão israelense à Faixa de Gaza — e um ano após um cessar-fogo mediado pelos EUA ter encerrado os principais combates na região, as tropas israelenses controlam, hoje, cerca de dois terços do enclave.

Quase a totalidade da população, composta por mais de 2 milhões de palestinos, vive no terço restante — principalmente em tendas ou edifícios danificados — e permanece sob o controle político absoluto do Hamas. As negociações mediadas pelos EUA ainda não conseguiram estabelecer termos para o desarmamento do Hamas, a retirada de Israel e o início da reconstrução sob supervisão internacional.

Tanto Eisenkot quanto Netanyahu afirmam que as tropas israelenses não se retirarão de Gaza enquanto o Hamas não for desarmado, e que Israel está preparado para retomar os combates, caso necessário, para alcançar esse objetivo.

Eisenkot sustenta que a permanência do Hamas no poder em Gaza representa um fracasso profundo. Ele afirma que, em até 18 meses após assumir o cargo, garantiria a substituição da administração do Hamas — seja por meio de um plano mediado pelos EUA ou por força militar.

Parceiros de coalizão

A coalizão governista de Netanyahu inclui, atualmente, grupos nacionalistas judaicos de direita liderados pelos ativistas Itamar Ben-Gvir e Bezalel Smotrich — ambos defensores da anexação total das terras palestinas e alvos de sanções em diversos países ocidentais por promoverem a violência por parte de colonos.

Netanyahu conta, ainda, com o apoio de partidos ultraortodoxos que buscam a isenção do serviço militar para estudantes religiosos judeus.

Entre os partidos de oposição que poderiam ser atraídos por Eisenkot para compor uma futura coalizão — visando destituir Netanyahu — estão diversos grupos de direita; contudo, nenhum deles possui líderes tão radicais quanto Smotrich ou Ben-Gvir.

Os apoiadores de Eisenkot opõem-se, em sua maioria, à isenção do serviço militar para estudantes religiosos, o que, provavelmente, inviabiliza uma aliança com os partidos ultraortodoxos.

Para destituir Netanyahu, Eisenkot provavelmente precisará do apoio dos Democratas — grupo que inclui o que restou do Partido Trabalhista, de centro-esquerda, o qual dominou a política israelense por gerações, mas perdeu força à medida que o país se deslocou para a direita. Os Democratas são, atualmente, o único partido de destaque liderado por judeus que defende uma solução de dois Estados.

Tanto Eisenkot quanto Netanyahu afirmaram que não formariam um governo com partidos que representam, majoritariamente, cidadãos israelenses de ascendência palestina — os quais compõem cerca de um quinto da população.

Knesset, Likud: Entenda os principais termos da eleição de Israel

 

Netanyahu ordena una gran operación en Cisjordania tras la muerte de dos soldados en un ataque palestino

23 October 2026 at 15:50

La tensión entre israelíes y palestinos se ha disparado este viernes en una de las zonas más violentas y complicadas de Cisjordania, la ciudad de Hebrón. A primera hora de la mañana, dos palestinos han abierto fuego en un cruce de carreteras cercano a la localidad del sur de Cisjordania. Dos soldados de 21 y 23 años han muerto y otros tres israelíes han resultado heridas. El tiroteo ha durado unos 20 minutos, según los testigos, antes de que el ejército abatiera a los dos agresores.

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Soldados israelíes y personal médico trabajaban este viernes en la zona donde se produjo un tiroteo, cerca de la ciudad palestina de Hebrón.

La violencia desatada de los colonos en Cisjordania marca la recta final de la campaña electoral israelí

23 October 2026 at 04:40

Desde la ventana del pequeño Ayuntamiento de Deir Balut son visibles los cubículos prefabricados en los que viven los colonos instalados en las tierras de este pueblo palestino del norte de Cisjordania y también las obras de la nueva carretera que Israel construye para unir varios asentamientos de la zona.

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Mahram Abdala, herido por colonos israelíes cuando recogía aceitunas en Deir Balut, en Cisjordania, en octubre de 2026.Una bandera israelí ondea en las tierras del pueblo palestino de Deir Balut y marca la entrada a la casa de una familia de colonos, en octubre de 2026.

© Ammar Awad (REUTERS)

Un colono israelí junto a un olivo en llamas arroja una piedra durante enfrentamientos con palestinos en Abu Falah, en Cisjordania el 16 de octubre de 2026.
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