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Libertadores Feminina tem chance de final brasileira pela terceira vez

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A noite dessa quinta-feira (22) encerrou a fase de grupos da edição deste ano da Libertadores Feminina, que é disputada em Quito (Equador). As quartas de final começam neste sábado (24), com Corinthians e Palmeiras em campo. No domingo (25), será a vez de o Cruzeiro buscar vaga nas semifinais.

Os horários dos confrontos ainda serão anunciados pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). O Estádio Banco Guayaquil - casa do Independiente del Valle - será palco dos quatro jogos da fase eliminatória.

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Os cruzamentos tornam possível um duelo 100% brasileiro na final pela terceira vez, repetindo o que ocorreu nas finais de 2019 e 2023. Em ambas, coincidentemente, o Timão levou a taça.

Há sete anos, Corinthians e Ferroviária mediram forças na decisão em Quito. As Brabas venceram por 2 a 0, com gols da atacante Giovanna Crivelari (atualmente no São Paulo) e da lateral Juliete (que segue no time alvinegro).

Quatro anos depois, em Cali (Colômbia), a final teve, simplesmente, um clássico entre Timão e Palmeiras. A atacante Millene (hoje no Cruzeiro e fora da Libertadores devido a uma contusão) fez o gol do título corintiano em cima das arquirrivais.

O Derby Paulistano, aliás, pode se repetir na edição deste ano da Libertadores, mas nas semifinais. As Brabas têm de eliminar o Dragonas (time feminino do Independiente del Valle) e o Verdão superar o Santa Fe (Colômbia). Desta forma, os rivais se enfrentariam na próxima quarta-feira (28), no Casa Blanca, estádio da LDU, valendo vaga na decisão.

Para que a final seja brasileira, além de Corinthians ou Palmeiras avançarem, será necessário que o Cruzeiro prossiga. A equipe mineira terá pela frente o Libertad (Paraguai) nas quartas. Caso se classifiquem, as Cabulosas pegam quem passar entre Deportivo Cali (Colômbia) e Olimpia (Paraguai), que também se enfrentam no domingo.

Cabulosas 100%

Estreante na Libertadores, o Cruzeiro encerrou a participação na primeira fase na última quinta, batendo o Olimpia por 3 a 0, no Banco Guayaquil. A Raposa concluiu o Grupo C na liderança, com três vitórias em três jogos.

As paraguaias, apesar do revés, passaram na segunda posição com quatro pontos, beneficiadas pela derrota do Bolívar (Bolívia) para a LDU por 6 a 0 no Casa Blanca. O time equatoriano, com três pontos, ficou na terceira colocação da chave, seguido pelas bolivianas, com um ponto.

Aos 19 minutos do primeiro tempo, Gisseli foi lançada às costas da marcação pela atacante Gaby Rodríguez e chutou cruzado para abrir o placar. Inicialmente anulado por impedimento da lateral, o gol acabou validado após intervenção da arbitragem de vídeo.

O Cruzeiro ampliou logo no primeiro ataque da etapa final. A meia Pri Back tentou cruzar na área pela direita, a bola acabou indo direto para o gol e bateu no travessão. A sobra caiu nos pés da atacante Marília, artilheira do último Campeonato Brasileiro, e foi para as redes.

Em ritmo de treino, as Cabulosas ainda marcaram o terceiro. Aos 25, a volante Mari Andrade cruzou pela direita e a meia Rafa Levis, de primeira, completou para o gol e decretou o placar final em Quito.

Também nessa quinta, houve a conclusão do Grupo D, o único sem clubes do Brasil. O Deportivo Cali garantiu a liderança, com sete pontos, ao vencer o Universidad de Chile por 3 a 2, no Banco Guayaquil. O Libertad empatou em 2 a 2 com o Nacional (Uruguai) no Casa Blanca e ficou na segunda posição, com cinco pontos. As uruguaias (dois pontos) e as chilenas (um ponto) deram adeus.

Paulistas na ponta

Os outros brasileiros também se classificaram na liderança de suas chaves. O Corinthians - assim como o Cruzeiro - ganhou as três partidas da primeira fase, assegurando a ponta do Grupo A com a goleada da última quarta-feira (21), por 5 a 1, sobre o Santa Fe, no Banco Guayaquil.

As atacantes Belén Aquino (duas vezes), Gisela Robledo e Vic Albuquerque, além da volante Duda Sampaio, marcaram para as alvinegras. A meia Kelly Ibargüen fez o gol das colombianas, que avançaram em segundo, com seis pontos. O Colo-Colo (Chile), com três pontos, e o Caracas (Venezuela), zerado, se despediram da competição.

Ainda na quarta, o Palmeiras garantiu o primeiro lugar do Grupo B ao empatar por 1 a 1 com o Dragonas no Banco Guayaquil. O Verdão teve Gláucia expulsa nos acréscimos da etapa inicial, abriu o placar com a também atacante Bia Zaneratto, mas a volante Evelyn Burgos igualou.

As Palestrinas foram a sete pontos, dois a mais que o Dragonas, que também avançou. O Belgrano (Argentina), com quatro pontos, e o Universitario (Peru), que perdeu os três jogos que disputou, retornaram para casa.

Libertadores Feminina tem chance de final brasileira pela 3ª vez
Corinthians ou Palmeiras podem se cruzar e pegar Cruzeiro na decisão Foto: Gustavo Martins/Cruzeiro Libertadores Feminina tem chance de final brasileira pela 3ª vez
Corinthians ou Palmeiras podem se cruzar e pegar Cruzeiro na decisão Foto: Gustavo Martins/Cruzeiro
Libertadores Feminina tem chance de final brasileira pela 3ª vez Corinthians ou Palmeiras podem se cruzar e pegar Cruzeiro na decisão Foto: Gustavo Martins/Cruzeiro - Gustavo Martins/Cruzeiro

 

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Estudiantes bate Fla e Palmeiras terá revanche pelo tetra da América

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A final da Libertadores deste ano terá gosto de revanche para o Palmeiras. O Estudiantes, que eliminou o Flamengo na noite dessa quinta-feira (22), conquistou o primeiro de seus quatro títulos continentais em 1968, justamente contra o Verdão, que estreava em decisões continentais. No próximo dia 28 de novembro, a equipe paulista terá chance de buscar o tetra da América contra o algoz de 58 anos atrás.

O palco será o mesmo de 1968, mas que também foi o da conquista do bi: o Centenário, em Montevidéu. Em 2021, o Palmeiras levantou a taça na capital uruguaia ao superar o Flamengo por 2 a 1, em partida marcada pelo erro do volante Andreas Pereira - hoje no próprio Alviverde - que resultou no gol do atacante Deyverson, que assegurou o título.

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A expectativa, aliás, era pelo repeteco daquela decisão. Seria inédito que os mesmos times se encontrassem pela terceira vez em uma final de Libertadores. Em 2025, os dois rivais disputaram a taça mais importante do continente no Estádio Monumental de Lima (Peru). O Rubro-Negro ganhou por 1 a 0, gol do zagueiro Danilo, na revanche de 2021.

O Flamengo, porém, não fez a parte que lhe cabia e decepcionou os cerca de 70 mil torcedores que tomaram o Maracanã na expectativa pela sexta final de Libertadores do clube - seria a quarta em oito anos. No tempo normal, mesmo com um homem a mais durante quase todo o segundo tempo, o time não saiu do zero com o Estudiantes, repetindo o placar do jogo de ida, no Estádio Jorge Luís Hirschi, em La Plata.

Mas o pior viria na disputa de pênaltis, que terminou com vitória do Estudiantes por 3 a 2. Marcado por falhas na última Copa do Mundo, o goleiro uruguaio Fernando Muslera defendeu as cobranças do volante Jorginho (batedor oficial do time carioca), do meia Lucas Paquetá (custou R$ 315 milhões aos cofres rubro-negros, sendo a contratação mais cara da história do clube) e do atacante Bruno Henrique.

Na última quarta-feira (21), o Palmeiras avançou à oitava decisão de Libertadores ao eliminar o Fluminense. O Verdão perdeu por 1 a 0 no Nubank Parque, gol do volante Hércules, e também dependeu dos pênaltis, mas se deu melhor e ganhou por 5 a 3. O goleiro Carlos Miguel salvou a cobrança do meia Nonato e foi o herói alviverde. Uma semana antes, no Maracanã, o time paulista havia ganhado por 2 a 1.

Topo da América

O Brasil está presente, de forma ininterrupta, em finais de Libertadores desde 2019. De lá para cá, esta será apenas a terceira vez, em oito edições, que a decisão não é 100% brasileira. No primeiro ano da estatística, o Flamengo levantou a taça contra o River Plate. Em 2023, o Fluminense conquistou o título diante de outro argentino, o Boca Juniors.

A final deste ano isolará Brasil ou Argentina como país com mais títulos da Libertadores. Os dois acumulam 25 conquistas, sendo que o futebol brasileiro nunca ocupou sozinho o topo do ranking.

Em 1963, o bi do Santos levou o Brasil à liderança com as mesmas duas conquistas do Uruguai - ambas do Peñarol. Dois anos depois, a dupla teve a companhia da Argentina, com as taças em sequência levantadas pelo Independiente.

O tri do Peñarol, em 1965, significou a retomada da liderança pelo Uruguai. Os argentinos se igualaram aos vizinhos em 1967, após o título do Racing, e se isolaram no ano seguinte graças ao Estudiantes. Em 2025, por fim, o Brasil voltou a dividir o topo da estatística após 60 anos.

Soccer Football - Copa Libertadores - Semi Final - Second Leg - Flamengo v Estudiantes La Plata - Estadio Maracana, Rio Janeiro, Brazil - October 22, 2026 Flamengo's Bruno Henrique has his penalty saved by Estudiantes La Plata's Fernando Muslera REUTERS/Ricardo Moraes Soccer Football - Copa Libertadores - Semi Final - Second Leg - Flamengo v Estudiantes La Plata - Estadio Maracana, Rio Janeiro, Brazil - October 22, 2026 Flamengo's Bruno Henrique has his penalty saved by Estudiantes La Plata's Fernando Muslera REUTERS/Ricardo Moraes
Flamengo v Estudiantes La Plata - Estadio Maracana, Rio Janeiro, Brazil - October 22, 2026 Flamengo's Bruno Henrique has his penalty saved by Estudiantes La Plata's Fernando Muslera REUTERS/Ricardo Moraes - REUTERS/Ricardo Moraes/ Proibido reprodução

 

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Copa do Brasil Feminino: Flamengo bate Fluminense e vai às semifinais

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O Flamengo é o quarto e último classificado às semifinais da Copa do Brasil Feminina. Nesta quinta-feira (22), as Meninas da Gávea venceram o clássico contra o Fluminense por 3 a 1 no Estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro.

O Rubro-Negro precisava vencer por dois gols ou mais de diferença após a derrota por 2 a 1 no jogo de ida, há uma semana, no mesmo local. A equipe tricolor tinha a vantagem do empate.

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Os confrontos das semifinais serão conhecidos por meio de sorteio nesta sexta-feira (23), às 15h (horário de Brasília), na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que fica na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Na ocasião, também serão definidos os mandos dos jogos de ida e volta.

Os primeiros 45 minutos do Flamengo foram avassaladores. Aos dez, a volante Ju Ferreira levantou na área pela esquerda, buscando Cristiane. A bola desviou na zagueira Nath Rodrigues e sobrou no pé da atacante, que rolou para a lateral Jucinara chutar forte e abrir o placar.

Aos 19 minutos, a zagueira Gislaine saiu jogando errado e Djeni aproveitou. A capitã lançou na área, a volante Karina não conseguiu cortar, a bola subiu e a meia Kaylane se antecipou a Nath Rodrigues para tocar na saída da goleira Kemelli e ampliar o marcador.

As Meninas da Gávea aumentaram a fatura aos 33, com Laysa. Na sequência de uma cobrança de escanteio, a atacante recebeu da zagueira Núbia na meia-lua e finalizou, acertando o cantinho esquerdo de Kemelli.

Sete minutos depois, um susto. Atingida por uma bolada no rosto, Cristiane desabou no gramado, sentindo o joelho na queda, tendo que sair de campo de maca. Com tontura e sem condições de retornar, a artilheira deu lugar à volante Letícia.

O Fluminense mudou de postura na volta do intervalo e se lançou ao ataque. Aos 25, a zagueira Sofia - que tinha entrado em campo três minutos antes - foi expulsa após falta sobre a atacante Carioca, deixando o Flamengo com uma a menos.

Aos 36, Carioca foi derrubada na área pela meia Anna Luiza. Pênalti que Nath Rodrigues converteu. O Tricolor pressionou em busca do segundo gol, que levaria o confronto para as penalidades, mas o Rubro-Negro se segurou e celebrou a classificação.

Bahia entre os quatro

Campeão brasileiro há três semanas, o São Paulo deu adeus à Copa do Brasil. Na noite da última quarta-feira (21), as Soberanas foram novamente superadas pelo Bahia, desta vez por 1 a 0, no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP). Na sexta-feira passada (16), as Mulheres de Aço ganharam o jogo de ida no Batistão, em Aracaju, por 2 a 1.

O gol do triunfo baiano saiu no início do segundo tempo. Aos seis minutos, Wendy Carballo lançou Roqueline na ponta direita. Ela ajeitou de primeira para a também atacante Cássia finalizar e encobrir a goleira Carlinha.

O Bahia repete a campanha do ano passado, quando também avançou às semifinais. Na ocasião, as tricolores foram derrotadas pela Ferroviária. Em 2026, as Mulheres de Aço também se colocaram entre as quatro melhores no Campeonato Brasileiro, eliminando o Palmeiras nas quartas de final e caindo apenas para o Corinthians.

Os outros dois classificados foram conhecidos na última terça-feira (20). O Internacional avançou ao vencer o Atlético-MG nos pênaltis, por 4 a 3, após um empate sem gols no tempo normal na Arena MRV, em Belo Horizonte. No primeiro jogo, os times ficaram no 1 a 1 no Beira-Rio, em Porto Alegre.

Já o Red Bull Bragantino eliminou a Ferroviária, mesmo com a derrota por 3 a 2 no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP). As Bragantinas tinham ganhado a ida por 2 a 0 na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara (SP). Com a saída das Guerreiras Grenás, campeãs em 2014, o vencedor da Copa do Brasil deste ano será inédit

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Fifa anuncia EUA como sede da 1ª Copa do Mundo de Clubes Feminina

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A Federação Internacional de Futebol (Fifa) confirmou, nesta quinta-feira (22), os Estados Unidos como sede da primeira edição da Copa do Mundo de Clubes Feminina, em 2028. A competição, marcada para ocorrer entre 5 e 30 de janeiro de 2028, terá 19 times. O Corinthians, campeão da Libertadores em 2024 e 2025, está garantido.

A escolha foi definida pelo bureau do Conselho da Fifa, comitê responsável pela tomada de decisões consideradas urgentes pela organização. A criação do evento já havia sido anunciada em dezembro do ano passado, restando, à época, definir onde eles seria.

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O bureau também confirmou a distribuição de vagas à Copa de Clubes Feminina. O modelo leva em conta as temporadas de 2024 a 2027.

Every team to have qualified for the 2028 FIFA Women's Club World Cup so far! 🏆 https://t.co/rMvaamtqz9

— FIFA (@FIFAcom) October 22, 2026

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) tem direito a três vagas. Como venceu duas das quatro Libertadores do período de classificação, o Corinthians está garantido na competição de 2028. Os outros dois representantes serão os campeões das edições de 2026 e 2027.

Se o Timão ganhar novamente o torneio continental, as vagas serão atribuídas conforme um ranking de clubes - que ainda será desenvolvido. As Brabas ainda estão na briga pelo título da edição deste ano, assim como Palmeiras e Cruzeiro.

A União Europeia de Futebol (Uefa) é a confederação com mais representantes no Mundial: seis. Quatro vagas são destinadas aos ganhadores da Liga dos Campeões entre 2024 a 2027. Portanto, Arsenal (Inglaterra) e Barcelona (Espanha) estão dentro. Os outros dois classificados serão definidos via ranking.

Mais quatro campeões continentais já garantiram lugar na Copa de Clubes Feminina: América (México), Gotham (Estados Unidos), Naegohyang (Coreia do Norte) e Wuhan Jiangda (China).

Intercontinental no Catar

Outra decisão anunciada pela Fifa nesta quinta (22) foi a definição do Catar como sede da Copa Intercontinental deste ano. Realizado pela primeira vez em 2024, o torneio que substitui o Campeonato Mundial de Clubes - organizado pela entidade entre 2005 e 2023 - será disputado no país do Oriente Médio pela terceira edição seguida.

O campeão da Libertadores - que pode ser brasileiro - vai a campo no dia 9 de dezembro, diante do Toluca (México), no Dérbi das Américas, equivalente a uma fase quartas de final, mas que vale taça. O vencedor terá pela frente o Mamelodi Sundowns (África do Sul) três dias depois, na Copa Challenger (semifinal). O ganhador decide o título no dia 16 de dezembro, contra o Paris Saint-Germain (França).

A edição 2026 da Copa Intercontinental começou em 26 de agosto, com o Al-Ahli (Arábia Saudita) deixando para trás o Auckland (Nova Zelândia). Na fase seguinte, disputada em 19 de setembro, os sauditas foram derrotados pelo Mamelodi, que levou o título da chamada Copa África-Ásia-Pacífico.

Em 2025, a final do Intercontinental reuniu PSG e Flamengo. As equipes empataram por 1 a 1 no tempo normal, com o volante Jorginho fazendo o gol rubro-negro. Nos pênaltis, o goleiro Matvei Safonov se destacou ao defender quatro cobranças do time brasileiro, garantindo o título aos europeus.

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Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas: as 3 melhores laterais-direitas

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O chamado "Trio de Ferro Paulistano" domina as finalistas do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas na categoria Melhor Lateral-Direita. Os nomes revelados nesta quinta-feira (22) são Bruna Calderan (São Paulo), Gi Fernandes (Corinthians) e Fe Palermo (Palmeiras).

As jogadoras foram selecionadas por meio de votação entre representantes dos clubes da elite do futebol feminino brasileiro - capitã, treinador (a) e dirigente responsável pela modalidade. De acordo com o regulamento, não era permitido votar em integrantes do próprio time.

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Após dois vices, em 2020 (Avaí Kindermann) e 2021 (Palmeiras), Bruna Calderan pôde celebrar, em 2026, o primeiro título brasileiro da carreira. A gaúcha de Sananduva, que completou 30 anos no último dia 12 de setembro, foi titular absoluta na campanha do São Paulo, que, além de ser campeão, terminou a competição com a defesa menos vazada: 14 gols sofridos em 23 jogos.

Nascida em Praia Grande (SP), Gi Fernandes foi preterida no Corinthians no início do trabalho da técnica Emily Lima, mas aproveitou o Campeonato Paulista para retomar a condição de titular no Brasileirão, sendo peça importante rumo à 10ª final consecutiva na competição nacional. A atleta de 21 anos ainda integrou a campanha vitoriosa do Brasil no Fifa Series, em abril.

Já Fe Palermo, de 30 anos, é uma espécie de "coringa" da técnica Rosana Augusto no Palmeiras, atuando nas duas laterais e até como terceira zagueira. Com ela em campo, o Verdão sofreu somente uma derrota na temporada. A paulista de Campinas também marcou presença na seleção brasileira em 2026, sendo titular nos amistosos contra Costa Rica e Venezuela, no início do ano.

As finalistas do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas vêm sendo apresentadas desde segunda-feira (19). As categorias anunciadas anteriormente foram: Jogadora Revelação, Melhor Treinador(a) e Melhor Goleira. As ganhadoras serão conhecidas em cerimônia no Museu do Futebol, em São Paulo, no próximo dia 15 de novembro.

Além das premiações por posição, as demais categorias da premiação são: Melhor Jogadora, Artilheira, Gol Mais Bonito, Melhor Departamento de Futebol Feminino e Futebol Feminino Contra o Feminicídio. Esta última reconhece o clube que melhor promoveu ações de enfrentamento à violência contra a mulher.

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Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas anuncia finalistas entre goleiras

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Três jogadoras disputam a categoria Melhor Goleira da temporada no futebol feminino brasileiro no Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas. As finalistas, anunciadas nesta quarta-feira (21), são Yanne (Bahia), Carlinha (São Paulo) e Sandy (América-MG).

Yanne se destacou na histórica campanha do Bahia no Campeonato Brasileiro deste ano. Além de grandes defesas durante a competição, ela foi decisiva na classificação das Mulheres de Aço às semifinais, salvando dois pênaltis - um deles no tempo normal - nos jogos diante do Palmeiras, pelas quartas de final. A goleira de 23 anos, que é natural de Salvador, foi recompensada com a primeira convocação da carreira à seleção brasileira principal.

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Campeã brasileira pelo São Paulo, Carlinha foi de vilã a heroína na final contra o Corinthians, defendendo o pênalti que garantiu o título ao Tricolor. Aos 29 anos, a paulistana é a jogadora que mais vezes defendeu as Soberanas (232 jogos). Além disso, faz parte do elenco desde 2019, na retomada do projeto são-paulino. Estreou pela Amarelinha na vitória sobre a Argentina por 3 a 1, no último dia 10 de outubro, no Beira-Rio, em Porto Alegre.

Sandy, por sua vez, é a grande responsável pela permanência do América-MG na primeira divisão do Brasileirão. A mineira nascida em Mariana, de 26 anos, assumiu a titularidade na terceira rodada, retornou ao banco na 10ª e voltou ao time três jogos depois. Entre todas as goleiras, é quem teve maior nota (7.57) no Sofascore, site especializado em estatísticas do futebol, além de ser a segunda com maior média de defesas por jogo (6.08).

As atletas foram escolhidas em votação realizada por representantes dos clubes da elite do futebol feminino nacional: a capitã, o(a) treinador(a) e o(a) dirigente responsável pela modalidade. Conforme o regulamento da premiação, os votos não poderiam ser direcionados a integrantes da própria agremiação.

Os finalistas das diferentes categorias vêm sendo revelados desde a última segunda (19) nos veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Além das que concorrem ao troféu de melhor goleira, também foram anunciadas os mais votadas ao prêmio de Jogadora Revelação e Melhor Treinador(a). Os vencedores serão conhecidos em cerimônia no Museu do Futebol, em São Paulo, no próximo dia 15 de novembro.

As demais categorias a serem reconhecidas no Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas são: Melhor Jogadora, Artilheira, Gol Mais Bonito, Melhor Departamento de Futebol Feminino e Seleção da Temporada. Há, também, a categoria Futebol Feminino Contra o Feminicídio, que destaca o clube que melhor promoveu ações de enfrentamento à violência contra a mulher.

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Sul-Americana: Boca volta a fazer jus à fama de "terror" brasileiro

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É verdade que o passado recente dos encontros entre Boca Juniors e o futebol brasileiro tem sido mais positivo para o lado de cá. O que não significa que a fama do tradicional clube argentino nesse tipo de confronto deva ser desprezada. O Vasco entrou para a estatística ao ver terminar o sonho de ir à final da Copa Sul-Americana.

O confronto finalizado na noite dessa terça-feira (20), com vitória do Boca por 3 a 1 em um Maracanã lotado, foi a 19ª classificação dos hermanos em 27 duelos eliminatórios - finais inclusas - contra rivais do Brasil. O aproveitamento é impressionante: 70,4%.

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Nos últimos anos, os times brasileiros até conseguiram diminuir essa diferença para o Boca. De 2021 para cá, Santos, Atlético-MG, Corinthians, Cruzeiro e Fluminense - este em uma final de Libertadores - levaram a melhor em mata-matas contra os argentinos. Eles, inclusive, não ganhavam um jogo em território brasileiro desde 2010, quando bateram o Internacional por 1 a 0, no Beira-Rio, em Porto Alegre.

Nesta Sul-Americana, porém, o Cruzmaltino já é a segunda vítima brasileira do Boca. Nas quartas de final, eles superaram o São Paulo. Após vencerem na Bombonera, em Buenos Aires, por 1 a 0, os argentinos foram à capital paulista e seguraram o 1 a 1 no Morumbis para assegurar a classificação.

O adversário na decisão pode ser mais um brasileiro. Nesta quarta-feira (21), às 19h (horário de Brasília), o Atlético-MG enfrenta o Montevideo City Torque no Centenário, principal estádio da capital uruguaia. Na semana passada, o Galo venceu por 3 a 0 na Arena MRV, em Belo Horizonte, conquistando uma importante vantagem. Os mineiros podem até perder por dois gols de diferença que, ainda assim, vão à final.

O cenário no qual o Vasco foi eliminado torna a queda ainda mais dolorida. A equipe tinha vencido o jogo de ida, na Bombonera, por 1 a 0, uma semana antes, tornando-se apenas o oitavo time brasileiro a superar o rival na casa deles em partidas oficiais.

O problema é que algumas das vitórias mais marcantes do Boca em mata-matas ocorreram justamente no Brasil. Em 2003, pelas oitavas de final da Libertadores, recuperou-se da inesperada derrota por 1 a 0 para o Paysandu na Argentina com um 4 a 2 no Mangueirão, em Belém. No mesmo ano, fez a festa no Morumbi ao vencer o Santos por 3 a 1 na grande final.

Quatro anos depois, não tomou conhecimento do Grêmio, fazendo 2 a 0 no Olímpico, em Porto Alegre para assegurar outra vez o título do principal torneio do continente. A noite de terça é mais uma daquelas para manter viva a chama desse Boca que, independentemente da fase, "aterroriza" o futebol brasileiro.

Drama no Maracanã

A realização da partida no Maracanã foi alvo de longa disputa judicial entre Vasco e o consórcio formado por Flamengo e Fluminense, responsável pela administração do estádio. Foram três semanas com idas e vindas e ameaça da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) de transferir o jogo para o Paraguai.

O torcedor que se empolgou com a vitória nos bastidores, porém, levou um balde de água fria logo aos quatro minutos do primeiro tempo. O lateral Lautaro Blanco cobrou escanteio pela esquerda e o zagueiro Lautaro Di Lollo, de cabeça, abriu o marcador para o Boca. A vantagem obtida pelo Vasco na Argentina já não existia mais.

Aos 33, ficou pior. O zagueiro Alan Saldívia afastou mal a bola no círculo central e Sebastian Villa, de primeira, lançou o também atacante Miguel Merentiel às costas da marcação cruzmaltina. O camisa 16 do Boca finalizou na saída do goleiro Léo Jardim e ampliou para os argentinos, que passaram à frente na soma dos placares.

Na volta do intervalo, o Boca acumulou erros em contra-ataques e as substituições do técnico Pedro Emanuel surtiram efeito no Vasco. As entradas dos atacantes Marino Hinestroza e Brenner nas vagas de David e Adson, e do lateral Puma Rodríguez no lugar de Paulo Henrique, deram mais qualidade ao setor ofensivo cruzmaltino.

A recompensa veio aos 20 minutos. A partir de um desarme do zagueiro Robert Renan, a bola chegou no lateral Cuiabano, que cruzou pela esquerda. Saindo da outra ponta, Puma apareceu na área e bateu forte, no canto do goleiro Álvaro Montero.

O momento era do Gigante da Colina. A maioria dos cerca 66 mil presentes no Maracanã cantava que o Vasco era "o time da virada". Os torcedores, porém, não contavam que um chute de fora da área do volante Leandro Paredes, com força e efeito, no meio do gol, surpreenderia Léo Jardim. A falha do goleiro acabaria decretando a eliminação do time da casa.

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Inter e Bragantino avançam às semifinais da Copa do Brasil Feminina

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A Copa do Brasil Feminina conheceu, na noite desta terça-feira (20), os dois primeiros times classificados para as semifinais. O Internacional avançou nos pênaltis após novo empate com o Atlético-MG - desta vez sem gols, na Arena MRV. Já o Red Bull Bragantino fez valer a vantagem do jogo de ida e deixou para trás a Ferroviária, mesmo com a derrota por 3 a 2 no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP).

Na última quarta-feira (14), Gurias Coloradas e Vingadoras ficaram no 1 a 1 no Beira-Rio, em Porto Alegre. No jogo desta terça (20), em Belo Horizonte, a melhor chance durante o tempo normal foi uma cabeçada da zagueira Débora, que a goleira Maike Weber desviou para a trave, aos três minutos do segundo tempo, evitando o gol do time gaúcho.

Nas penalidades, o Atlético-MG começou melhor, com a meia Kaiuska acertando a primeira conversão e a atacante Sole Jaimes batendo para fora. Na terceira série de cobranças, a zagueira Giovanna Barraca chutou ao lado da meta colorada e Débora igualou a disputa.

Na sequência, a volante Laura Maria acertou o travessão e Bianca Martins converteu, colocando o Inter à frente. A também zagueira Karen Cristina manteve o Galo vivo no confronto, mas a atacante Caty não desperdiçou a quinta e última cobrança das gaúchas, que venceram por 4 a 3 e comemoraram a vaga inédita nas semifinais.

Festa no interior

Mais cedo nesta terça (20), a classificação das Bragantinas foi decidida graças a vitória da última segunda-feira (12), por 2 a 0, na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara (SP). Na soma dos placares dos jogos de ida e volta, deu Massa Bruta por 4 a 3.

A Ferroviária, que tinha de ganhar por três ou mais gols no tempo normal, aproveitou um erro defensivo para abrir o placar em Bragança Paulista (SP). Aos 11 minutos, a volante Maressa interceptou o tiro de meta cobrado pela zagueira Maressa e acionou Fátima Dutra. Da meia-lua, a lateral finalizou no canto esquerdo da goleira Karol Alves.

O empate das anfitriãs levou apenas dois minutos para sair. Aos 13, a lateral Tamires avançou pela esquerda e encontrou Mylena na intermediária. A meia carregou a bola até a entrada da área e chutou no canto esquerdo da goleira Luciana.

As visitantes voltaram a frente no primeiro minuto da etapa final, novamente com Fátima Dutra. A lateral cobrou falta na área pela esquerda, a bola passou por toda a defesa do Massa Bruta, quicou no gramado quase em cima da linha e surpreendeu Karol Alves, entrando direto no gol.

A resposta das Bragantinas, mais uma vez, não tardou. Aos dez, a atacante Dos Santos cortou o lançamento da meia Rafa Mineira pela esquerda, mas a tentativa de recuo para a zagueira Luana não funcionou. A atacante Duda Rodrigues aproveitou para concluir na saída de Luciana. A goleira ainda tocou na bola, mas não evitou o empate.

Dos Santos acabou se redimindo aos 28 minutos, cruzando pela esquerda para a atacante Rhaissa, de cabeça, fazer o terceiro da Ferroviária. As Guerreiras Grenás pressionaram, mas o gol que levaria o duelo aos pênaltis não saiu. Melhor para o Massa Bruta, que chega pela primeira vez às semifinais da Copa do Brasil.

Faltam dois

O terceiro classificado sai do duelo entre São Paulo e Bahia, que jogam nesta quarta-feira (19), às 19h (horário de Brasília), no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP). As Mulheres de Aço têm a vantagem do empate por terem vencido a partida de ida, na última sexta-feira (16), por 2 a 1 no Batistão, em Aracaju.

A última vaga será decidida no clássico entre Fluminense e Flamengo, que se reencontram no Luso-Brasileiro na quinta-feira (22), às 19h. Uma semana antes, também no Rio de Janeiro, as Tricolores ganharam por 2 a 1 e passam de fase até mesmo em caso de empate.

Os confrontos das semifinais serão definidos em sorteio marcado para sexta-feira (23), às 15h, na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro. Na ocasião, também serão definidos os mandos para os jogos de ida e volta.

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Futebol feminino: premiação revela finalistas a melhor técnico do ano

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Os finalistas da categoria Melhor Treinador da temporada no futebol feminino brasileiro no Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas foram revelados nesta terça-feira (20). São eles: Thiago Viana (São Paulo), Felipe Freitas (Bahia) e Fabi Guedes (Atlético-MG).

Campeão brasileiro pelo Tricolor paulista, Thiago Viana está no comando são-paulino desde 2023, sendo o técnico que mais vezes dirigiu a equipe na história (144 jogos). Em 2026, as Soberanas ainda brigam pelos títulos da Copa do Brasil (estão nas quartas de final) e do Campeonato Paulista (enfrentam o Santos no play-in, uma repescagem que dá vaga às semifinais).

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O Bahia de Felipe Freitas é justamente o adversário do São Paulo na Copa do Brasil, tendo, inclusive, vencido o jogo de ida por 2 a 1 no Batistão, em Aracaju. O treinador dirige as Mulheres de Aço desde 2024 e fez história ao levar o time às semifinais do Brasileirão deste ano. Foi a segunda temporada seguida em que a equipe baiana atingiu o mata-mata da competição nacional.

O Atlético-MG de Fabi Guedes também está nas quartas da Copa do Brasil. Ela era auxiliar de Humberto Simão no Red Bull Bragantino quando assumiu as Vingadoras em 2025. Sob comando da treinadora, a equipe mineira retornou à elite do Brasileirão e alcançou a permanência sem maiores sustos nesta temporada, sequer entrando na zona de rebaixamento durante o torneio.

Os profissionais foram escolhidos por representantes dos clubes que fazem parte da elite do futebol feminino nacional: a capitã do time, o(a) treinador(a) e um(a) dirigente responsável pela modalidade. Pelo regulamento do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas, os votos não poderiam ser dados a integrantes da própria agremiação.

Os vencedores desta e das outras categorias serão conhecidos em cerimônia no próximo dia 15 de novembro, no Museu do Futebol, em São Paulo. Os finalistas começaram a ser revelados pela organização da premiação na última segunda-feira (19), com o anúncio das três candidatas ao posto de Jogadora Revelação da temporada.

Também serão eleitos os ganhadores dos prêmios de Melhor Jogadora, Artilheira, Gol Mais Bonito, Melhor Departamento de Futebol Feminino e Seleção da Temporada. Há, ainda, a categoria Futebol Feminino Contra o Feminicídio, que reconhece o clube que melhor promoveu ações de enfrentamento à violência contra a mulher.

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Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas anuncia finalistas à revelação

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A organização do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas anunciou, nesta segunda-feira (19), as finalistas da categoria Jogadora Revelação da temporada 2026. As candidatas são a meio-campista Kaylane, do Flamengo; e as atacantes Evelin Bonifácio, do Santos, e Isa, do São Paulo.

Os nomes foram escolhidos por representantes de cada clube que integra a elite do futebol feminino nacional: a capitã, o(a) treinador(a) e a(o) dirigente responsável pela modalidade. Conforme o regulamento, eles não poderiam votar em atletas da própria agremiação.

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Revelada nas categorias de base do Flamengo, Kaylane tem 17 anos, chegou em 2026 à equipe profissional rubro-negra. Em menos de uma temporada, chamou atenção de Arthur Elias, que a levou à seleção brasileira principal. A meia já acumula três jogos com a Amarelinha, sendo titular no empate por 2 a 2 com a Argentina, na última terça-feira (13), em amistoso disputado na Arena de Pernambuco, em Recife.

Evelin, de 18 anos, subiu no ano passado ao time profissional do Santos, participando da campanha do acesso à elite do Campeonato Brasileiro. Em 2026, a atacante se firmou como titular das Sereias da Vila e ganhou oportunidade na seleção verde e amarela, integrando o time campeão do Fifa Series, torneio amistoso realizado na Arena Pantanal, em Cuiabá, organizado pela Federação Internacional de Futebol (Fifa).

"Veterana" das finalistas, Isa fez 23 anos nesta segunda (19). A atacante integra o elenco profissional do São Paulo desde 2021, mas foi nesta temporada que ganhou mais projeção. Campeã do Brasileirão e vice-artilheira das Soberanas na campanha, com seis gols, a jovem balançou as redes para decretar o triunfo por 2 a 1 sobre o Corinthians, no jogo de ida da decisão, disputado na Neo Química Arena, na capital paulista.

O prêmio de Jogadora Revelação reconhece novos talentos que se destacaram na temporada, demonstrando o potencial de renovação do futebol feminino brasileiro. As vencedoras desta e das demais categorias - cujos finalistas serão anunciados nos próximos dias, gradualmente - serão conhecidas em cerimônia marcada para 15 de novembro, no Museu do Futebol, em São Paulo.

Também serão escolhidos os ganhadores dos seguintes prêmios: Melhor Jogadora, Artilheira, Melhor Treinadora ou Treinador, Gol Mais Bonito, Melhor Departamento de Futebol Feminino e Seleção da Temporada (formada por 11 atletas, escolhidas por posição). Há, ainda, uma categoria especial, chamada Futebol Feminino Contra o Feminicídio, para reconhecer o clube que melhor promoveu ações de enfrentamento à violência contra a mulher.

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Libertadores Feminina: Cruzeiro resiste à altitude e vence na estreia

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Os 2.850 metros (m) de altitude de Quito, capital equatoriana, prometem ser um adversário a mais para os clubes brasileiros nesta edição da Libertadores Feminina. O Cruzeiro, primeiro time do país a encarar um dos anfitriões da competição, sofreu para vencer a LDU por 2 a 1 na noite de sexta-feira (16), no Estádio Casa Blanca, pelo Grupo C.

No início do jogo, as Cabulosas fizeram valer a superioridade técnica e chegaram ao primeiro gol aos nove minutos. A atacante Byanca Brasil cobrou falta quase da meia-lua, buscando o ângulo direito. A goleira Liceth Suárez chegou a tocar na bola com os dedos e a desviando para o travessão. Na sobra, a lateral Gisseli se antecipou à marcação e mandou para o gol.

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A intensidade dos primeiros minutos, no entanto, cobrou seu preço e a LDU tomou conta do jogo. Antes mesmo do intervalo, as expressões nos rostos das jogadoras cruzeirenses eram de muito desgaste e dificuldade para respirar.

As equatorianas obrigaram Camila Rodrigues a pelo menos duas importantes defesas até deixarem tudo igual aos 34 minutos. Na sobra de um chute da meia Maylin Arreaga, da entrada da área pela esquerda, que foi no travessão, a lateral Justine Cuadra, quase da marca do pênalti, acertou o cantinho esquerdo da goleira celeste.

Cinco minutos depois, a atacante Milagro Barahona, de cabeça, balançou as redes novamente para o time da casa. Para sorte do Cruzeiro, porém, o lance foi anulado. A arbitragem de vídeo percebeu que, antes do cruzamento pela esquerda que originou o gol, Arreaga deixou a bola sair pela linha lateral.

O cenário na volta do intervalo foi o mesmo da segunda metade do primeiro tempo, com a LDU acelerando as jogadas e as Cabulosas, desgastadas, tentando diminuir o ritmo do jogo e manter a posse de bola. A meta buscar o contra-ataque na velocidade de Vanessinha e na habilidade de Byanca Brasil.

Aos 18 minutos, a estratégia funcionou. Artilheira cruzeirense na temporada, Marília foi acionada no meio-campo e lançou Byanca Brasil na esquerda, às costas de Cuadra. A camisa 10 disparou, entrou na área e finalizou na saída de Suárez para recolocar as mineiras na dianteira.

O restante do jogo foi uma prova de resistência para o Cruzeiro, que segurou a vantagem para iniciar a caminhada na Libertadores como líder do Grupo C. Mais cedo, também no Casa Blanca, Bolívar (Bolívia) e Olimpia (Paraguai) empataram por 2 a 2. Ambos somam um ponto, enquanto a LDU está zerada.

Embora não seja outro time da casa, o próximo adversário das mineiras sabe fazer valer o fator da altitude. Em La Paz, capital boliviana e sede do Bolívar, são 3.650 m acima do nível do mar. O duelo será nesta segunda-feira (19), às 17h (horário de Brasília), novamente no Casa Blanca.

Brasil x Quito - Parte II

Outro brasileiro a enfrentar uma equipe de Quito na primeira fase é o Palmeiras. Na terceira e última rodada do Grupo B, as Palestrinas terão pela frente o Dragonas, time feminino do Independiente del Valle, no Estádio Banco Guayaquil, às 21h da próxima quarta-feira (21). Mais um desafio diante de um adversário acostumado à altitude da capital equatoriana.

O Verdão, porém, pode chegar ao confronto já classificado às quartas de final e podendo descansar atletas. Para isso, tem de vencer o duelo contra o Belgrano (Argentina), neste domingo (18), às 17h, no mesmo estádio.

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Com um a mais, Mirassol vence e complica Internacional no Brasileirão

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Em confronto direto na luta para fugir da queda à Série B, melhor para o Mirassol. O Leão Caipira superou o Internacional por 2 a 0 no Maião, em duelo que abriu, nesta sexta-feira (16), a 31ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A equipe paulista subiu para o 14º lugar, com 36 pontos. São quatro de vantagem para o próprio Colorado, primeiro time na zona de rebaixamento - que envolve as quatro piores campanhas da competição (o Z-4).

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Com 32 pontos, o time gaúcho é o 17º colocado e pode cair uma posição se o arquirrival Grêmio derrotar o Cruzeiro neste domingo (18), às 16h (horário de Brasília), na Arena, em Porto Alegre.

A missão colorada em Mirassol (SP) ficou mais difícil do que já seria com 14 minutos de jogo. O goleiro Matheus Cunha saiu da área para tentar se antecipar ao atacante Bruno Santos, mas chegou atrasado e derrubou o adversário, levando cartão vermelho direto.

O Mirassol demorou a fazer valer a superioridade numérica. A melhor chance da etapa inicial foi com Eduardo, no rebote de uma cobrança de falta do lateral Reinaldo que o goleiro Kauan Jesus - que entrou em campo devido à expulsão de Matheus Cunha - defendeu. O meia acertou o travessão.

No começo do segundo tempo, porém, Eduardo teve melhor sorte. Aos dois minutos, o meia aproveitou o cruzamento rasteiro do atacante Edson Carioca pela direita e chutou no canto de Kauan Jesus.

Mesmo com um a menos, o Inter tentou a reação e pressionou os donos da casa. Aos 31, o zagueiro Bruno Gomes acertou o travessão. Aos 37 e aos 38 minutos, o atacante João Bezerra teve duas grandes chances, parando no goleiro Walter e, depois, no zagueiro João Victor, que salvou em cima da linha.

No contra-ataque, o Mirassol liquidou a partida. Aos 41, Fernandinho acionou o também atacante André Luis, que bateu na saída de Kauan Jesus para assegurar os três pontos à equipe do interior.

Nos acréscimos, Reinaldo poderia ter ampliado, mas cobrou pênalti no travessão. Acabou não fazendo falta.

 

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Copa do Brasil Feminina: Bahia vence São Paulo pelas quartas de final

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O Bahia saiu na frente do São Paulo pelas quartas de final da Copa do Brasil Feminina. Na noite desta sexta-feira (16), as Mulheres de Aço venceram as Soberanas, atuais campeãs brasileiras, por 2 a 1 no Batistão, em Aracaju, no jogo de ida do confronto.

A partida de volta está marcada para a próxima quarta-feira (21), às 19h (horário de Brasília), no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP). O Tricolor baiano tem a vantagem do empate para chegar, pelo segundo ano seguido, às semifinais. As paulistas precisam ganhar por, ao menos, dois gols de diferença para avançarem no tempo normal.

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O duelo reuniu jogadoras que estiveram na última data-Fifa, nome dado ao período voltado a jogos entre seleções. As goleiras Yanne (Bahia) e Carlinha e as zagueiras Carol Gil e Tayla (as três últimas do São Paulo) representaram o Brasil em amistosos contra a Argentina - que contou com a meia Maricel Pereyra, das Soberanas. A equipe paulista ainda teve a zagueira Camila Barbosa defendendo o Paraguai diante de El Salvador.

No primeiro tempo, o Bahia esbanjou eficiência para abrir vantagem diante do campeão brasileiro. Aos nove minutos, a volante Ángela Gómez foi acionada na área pela atacante Roqueline e dividiu com Carol Gil. A bola subiu e encobriu Carlinha, colocando as Mulheres de Aço na dianteira.

O São Paulo balançou as redes aos 20, com Aline Milene sendo lançada desde antes do círculo central por Serrana e finalizando, livre, na saída de Yanne. A meia, porém, estava em posição irregular e o gol foi anulado por impedimento.

Aos 38 minutos, as donas da casa ampliaram a vantagem. A zagueira Isa Fernandes foi para o ataque, tabelou com Gómez, invadiu a área e bateu no canto de Carlinha. Desde a derrota por 3 a 0 para a Ferroviária, há quase dois meses, pelo Campeonato Paulista, quando atuou com reservas, as Soberanas não sofriam dois gols na mesma partida.

O Tricolor paulista voltou melhor do intervalo. Aos dois minutos, a atacante Isa abriu na direita com Serrana, na linha da área. A meia - que atuou como lateral no lugar de Bruna Calderan (que trata fraturas na mandíbula) - cruzou na cabeça de Kesia Senna, que tinha acabado de entrar. A atacante mandou para as redes.

O empate não saiu aos 37 minutos por um detalhe. A atacante Mylena Carioca - outra que entrou na volta do intervalo - foi lançada por Kesia Senna e encobriu Yanne na saída da goleira. A bola, que estava indo para o gol, quicou em uma falha do gramado, mudou de direção e acabou parando na trave, a tempo da zagueira Tchula tirar o perigo.

Mesmo após a expulsão do técnico Thiago Viana por reclamação, as campeãs brasileiras pressionaram em busca do empate, parando - assim como em boa parte do jogo - em defesas de Yanne. Na melhor oportunidade, aos 40, Mylena Carioca buscou o ângulo esquerdo em chute da entrada da área, mas a goleira do Bahia, com a ponta dos dedos, garantiu o triunfo das anfitriãs.

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Estreante, Cruzeiro será 15º brasileiro na Libertadores Feminina

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Bicampeão da Libertadores entre os homens, o Cruzeiro chega à versão feminina do maior torneio do continente pela primeira vez. A estreia será nesta sexta-feira (16), às 21h (horário de Brasília), contra a LDU, dona da casa - a competição ocorre em Quito, capital equatoriana.

O Estádio Casa Blanca, palco da partida, é justamente onde o adversário das Cabulosas manda os jogos. O Bolívar (Bolívia) e o Olimpia (Paraguai) também integram o Grupo C.

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Classificada à Libertadores pelo vice do Campeonato Brasileiro do ano passado, a Raposa chega ao torneio com vários desfalques por contusão. Caso das zagueiras Tainara e Paloma Maciel, a meia Gaby Soares e as atacantes Ravenna e Millene, regularmente utilizadas pelo técnico Jonas Urias, que se recuperam de lesões de ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho.

A última baixa foi a goleira Cláudia, que lesionou a coxa direita. Para substitui-la, o time celeste foi atrás de Taluane, do América-MG, e conseguiu inclui-la na lista definitiva que foi enviada à Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). A primeira opção da posição deve ser Camila Rodrigues, que iniciou a temporada como titular.

Por outro lado, a atacante Letícia Ferreira voltou a ficar à disposição após se recuperar de uma cirurgia no ombro direito que a tirou dos gramados por dois meses. Em 2025, a jogadora foi a artilheira cruzeirense na temporada, com 27 gols.

O Cruzeiro é o 15º clube brasileiro a participar da Libertadores Feminina em 18 edições. Cinco times do país já venceram a competição, com destaque para o Corinthians, atual tricampeão e dono de seis títulos - um deles em parceria com o Audax. São José (três), Santos, Ferroviária (ambos dois) e Palmeiras (um) também levantaram a principal taça do continente.

O futebol paulista é o que mais teve representantes: oito (Corinthians, Audax, São José, Santos, Ferroviária, Palmeiras, Centro Olímpico e São Paulo). O Cruzeiro é o primeiro de Minas Gerais a participar.

Mais seis estados já contaram com equipes na competição: Amazonas (Iranduba), Paraná (Foz Cataratas), Pernambuco (Vitória das Tabocas), Rio de Janeiro (CEPE/Duque de Caxias), Rio Grande do Sul (Internacional) e Santa Catarina (Avaí/Kindermann). Entre eles, Foz (2012) e Iranduba (2018) até chegaram perto do título, mas ficaram com o vice para Colo-Colo (Chile) e Atlético Huila (Colômbia), respectivamente.

Palestrinas largam com vitória

Campeão em 2022, o Palmeiras estreou na noite da última quinta-feira (15) na edição deste ano da Libertadores. As Palestrinas iniciaram a busca pelo segundo título com uma vitória magra sobre o Universitario (Peru), por 1 a 0, no Estádio Banco Guayaquil.

Líder do Grupo B com três pontos, o Verdão volta a campo no domingo (18), às 17h, para encarar o Belgrano (Argentina), novamente no Banco Guayaquil. Mais cedo na quinta, as argentinas empataram por 1 a 1 com outro anfitrião, o Dragonas, time feminino do Independiente del Valle. Ambos somam um ponto.

A técnica Rosana Augusto preservou as jogadoras do Palmeiras que estavam com a seleção brasileira nos jogos contra a Argentina. A lateral Raíssa Bahia e as atacantes Bia Zaneratto e Taina Maranhão iniciaram o confronto no banco. As Palestrinas já estão sem a goleira Kate Tapia - ausente por "questões disciplinares" - e a lateral Ana Guzmán, que rompeu o LCA do joelho direito pela Colômbia em amistoso na última terça-feira (13).

O Verdão não teve dificuldades para controlar o jogo, mas desperdiçou oportunidades de construir uma vantagem robusta. Mesmo assim, não demorou a sair na frente com Brena, aos 15 minutos.

A volante foi lançada na esquerda pela meia Andressinha e, de primeira, deixou Emily Assis na cara do gol. A lateral bateu na saída da goleira Mia Shalit, que fez boa defesa, mas a sobra ficou justamente com Brena, que mandou para as redes.

As Palestrinas poderiam ter ampliado aos 24. A atacante Gláucia abriu na esquerda com Brena. Impedida, ela cruzou para a volante Diany completar de carrinho para o gol. Após a revisão da arbitragem de vídeo, o lance foi anulado.

O ritmo do jogo caiu sensivelmente a partir da reta final do primeiro tempo devido aos 2.850 metros da altitude de Quito. A lateral Milagros Rolón, do Universitario, chegou a passar mal por causa da falta de ar e precisou ser atendida com cilindros de oxigênio, tendo que ser substituída aos 39 minutos.

Assim como na etapa inicial, o segundo tempo foi de chances perdidas pelo time brasileiro, boa parte delas graças a defesas de Shalit. Aos 23 minutos, a zagueira Pati Maldaner cobrou um pênalti na mesma trave esquerda que, nos acréscimos, salvou as peruanas em um chute de fora da área da volante Duda Santos.

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Sem chutar a gol na Argentina, Flamengo sobrevive na Libertadores

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O torcedor do Flamengo acordou nesta sexta-feira (16) mais aliviado do que satisfeito com o que viu na noite de ontem (15). O empate sem gols contra o Estudiantes, no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, pelas semifinais da Libertadores, foi melhor que a atuação em solo argentino - a Rádio Nacional transmitiu ao vivo.

A partida de volta será na próxima quinta-feira (22), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, também com transmissão da Rádio Nacional. Uma nova igualdade no Rio de Janeiro leva a decisão da vaga para os pênaltis. A vitória simples basta para qualquer um dos lados.

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Apesar de ter maior posse de bola (55% a 45%), o Flamengo foi improdutivo ofensivamente diante de um adversário cujo valor de mercado, segundo o site especializado Transfermarkt, é quatro vezes inferior. O Rubro-Negro finalizou cinco vezes ao longo dos mais de 90 minutos de bola rolando. Nenhum desses chutes, porém, foi na direção da meta defendida por Fernando Muslera.

O Estudiantes teve o controle das ações de ataque durante toda a partida, mas foi bem pouco eficiente. A equipe argentina deu 21 chutes. Apenas seis foram ao gol de Agustín Rossi.

A única chance mais clara ocorreu aos 32 minutos do primeiro tempo. Dentro da área, o atacante Tiago Palácios ficou com a sobra de uma cabeçada ruim de Léo Ortiz e chutou cruzado. A bola passou por Rossi, mas não pelo também zagueiro Léo Pereira, que salvou quase em cima da linha.

O cenário se assemelha ao das oitavas de final, quando o Flamengo também decidiu o futuro no Maracanã após empatar o jogo de ida (1 a 1 com o Cruzeiro, no Mineirão, em Belo Horizonte). Nas quartas, o atual campeão da Libertadores sofreu fora de casa contra o Independiente de Valle, com a diferença que retornou do Estádio Banco Guayaquil, em Quito (Equador) com uma vitória por 2 a 0.

O adversário, porém, é mais letal fora do que dentro de casa nesta Libertadores. Nas oitavas, após empatar por 1 a 1 com a Universidad Católica na Argentina, o Estudiantes fez 3 a 0 na equipe chilena quando atuou na Claro Arena, em Santiago. Já nas quartas, a mesma coisa: 1 a 1 com o Corinthians em La Plata e vitória por 1 a 0 na Neo Química Arena, em São Paulo.

Palmeiras na frente

Na outra semifinal, o Palmeiras saiu na frente do Fluminense. Mesmo atuando no Maracanã, o Verdão superou os tricolores por 2 a 1 na última quarta-feira (14), com gols do centroavante Flaco López e do volante Marlon Freitas - o atacante Wesley Natã descontou para os anfitriões. A partida teve transmissão da Rádio Nacional.

O Alviverde tem a vantagem do empate no jogo de volta, quarta-feira que vem (21), às 21h30, no Nubank Parque - a Rádio Nacional transmite o confronto em São Paulo. Os cariocas têm de ganhar por dois gols ou mais de diferença para avançar à decisão ainda no tempo normal. Caso vençam por um gol e igualem o placar agregado, a decisão será nos pênaltis.

Se Palmeiras e Flamengo passarem, será a terceira vez que eles se enfrentam em uma final de Libertadores - algo inédito. O Verdão foi campeão em 2021 e o Rubro-Negro deu o troco no ano passado. Caso o Estudiantes avance, pode repetir a decisão de 1968 se o adversário for o time alviverde. Na ocasião, os argentinos levaram o título.

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Fluminense vence Flamengo e abre vantagem na Copa do Brasil Feminina

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No primeiro Fla-Flu pelas quartas de final da Copa do Brasil Feminina, melhor para as tricolores. Na noite desta quinta-feira (15), o Fluminense venceu o Flamengo por 2 a 1 no clássico realizado no Estádio Luso-Brasileiro.

O jogo de volta também será no estádio da zona norte do Rio de Janeiro, na próxima quinta-feira (22), às 19h (horário de Brasília), mas com mando tricolor. Ao Flu, basta o empate para classificação às semifinais. O Rubro-Negro tem de ganhar por ao menos dois gols de diferença no tempo normal. Se o triunfo for por um gol, igualando a soma dos placares, a decisão será nos pênaltis.

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O Fluminense chegou a marcar duas vezes na etapa inicial, mas o primeiro gol foi anulado por impedimento. Aos 34 minutos, Lelê aproveitou a saída errada da goleira Vivi Holzel, que trombou com a zagueira Núbia, e mandou para o gol. O lance, porém, foi anulado por impedimento da atacante, após intervenção de Philip Georg Bennett, árbitro de vídeo da partida. A partida ficou paralisada por seis minutos.

Aos 45, as tricolores, enfim, abriram o marcador. A atacante Raquel Fernandes cruzou da esquerda e a zagueira Nath Rodrigues apareceu na pequena área por trás da defesa rubro-negra para concluir no canto de Vivi Holzel.

O Flamengo tentou responder logo na volta do intervalo. Aos 20 segundos do segundo tempo, Cristiane recebeu às costas da marcação e finalizou na saída da goleira Kemelli. A atacante, no entanto, estava bem adiantada e o gol foi anulado por impedimento.

Aos nove minutos, as Meninas da Gávea foram novamente às redes. Desta vez, o gol valeu. Acionada por Fabi Simões na entrada da área pela direita, a também atacante Laysa sinalizou o cruzamento mas chutou direto, acertando o ângulo de Kemelli para deixar tudo igual no Luso-Brasileiro.

Apesar do melhor momento rubro-negro, foi o Fluminense quem chegou ao segundo. Aos 18 minutos, a lateral Keké lançou na área desde a ponta direita, Lelê dominou de costas para a marcação e rolou para a volante Driely chutar rasteiro e acertar o canto direito de Vivi Holzel, que sequer se mexeu.

A missão do Flamengo ficou mais difícil aos 39, quando a meia Mariana recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulsa. Mesmo com uma jogadora a menos, as Meninas da Gávea se lançaram a frente com a estreia da atacante paraguaia Fabíola Sandoval, que estava no Cruzeiro, mas de maneira desorganizada, sem sucesso. O Fluminense aproveitou a superioridade numérica para ter o controle do jogo até o apito final. 

Empate no Beira-Rio

Na última quarta-feira (14), Internacional e Atlético-MG empataram por 1 a 1 no Beira-Rio, em Porto Alegre. Os times se reencontram na próxima terça-feira (20), às 19h, na Arena MRV, em Belo Horizonte. A decisão será nos pênaltis em caso de novo empate.

A zagueira Giovanna Barraca colocou as Vingadoras à frente logo aos dois minutos do primeiro tempo e Pimenta quase ampliou aos 15 da etapa final, mas o segundo gol das mineiras foi anulado por toque de braço. Sete minutos depois, a também atacante Caty, de pênalti, evitou a derrota das anfitriãs.

Nesta sexta-feira (16), ocorre o primeiro duelo entre Bahia e São Paulo. A bola rola no Batistão, em Aracaju, a partir de 19h. A segunda partida será na próxima quarta-feira (21), no mesmo horário, no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP).

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Corinthians abre Libertadores Feminina com vitória sobre Colo-Colo

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O Corinthians iniciou com vitória a caminhada em busca do sétimo título - o quarto consecutivo - da Libertadores Feminina, que está sendo disputada em Quito (Equador). Nesta quinta-feira (15), as Brabas derrotaram o Colo-Colo (Chile) por 2 a 0 no Estádio Casa Blanca, pelo Grupo A da competição. Foi o primeiro jogo desde o vice do Campeonato Brasileiro para o São Paulo, há 12 dias.

O próximo compromisso do Timão será neste domingo (18), às 21h (horário de Brasília), contra o Caracas, novamente no Casa Blanca. O time venezuelano, porém, ainda não chegou ao Equador e relatou dificuldades para aprovação dos vistos das atletas para entrada no país.

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A Confederação Sul-Americana (Conmebol) adiou a estreia do Caracas, contra o colombiano Santa Fe, que seria nesta quinta (15), para meia-noite de sábado (17), no Casa Blanca. Questionada pela Agência Brasil, a assessoria de imprensa da entidade sul-americana informou que a partida diante do Corinthians não teve alterações e que a previsão de chegada das venezuelanas é na manhã desta sexta-feira (16).

⚽💎 Estreia com vitória para as atuais campeãs da CONMEBOL #LibertadoresFEM. 😎 @asbrabas https://t.co/AiOAKohtnk

— CONMEBOL Libertadores Femenina (@LibertadoresFEM) October 15, 2026

A técnica Emily Lima poupou algumas titulares habituais das Brabas para a estreia. Após defenderem a seleção brasileira nos amistosos contra a Argentina, a volante Duda Sampaio e a atacante Jhonson iniciaram o jogo no banco de reservas, assim como a meia Gabi Zanotti. O trio deu lugar, respectivamente, a Dayana Rodríguez, Andressa Alves e Letícia Monteiro.

As alvinegras se lançaram a frente e abriram o marcador cedo. Aos quatro minutos, Andressa Alves evitou a perda da posse na intermediária e lançou Vic Albuquerque. A atacante ganhou da zagueira Ángela Clavijo na velocidade e bateu da entrada da área, no canto da goleira Ryann Torrero.

O time chileno, comandado pela brasileira Tatiele Silveira, tentou a reação com lançamentos buscando Yenny Acuña pela esquerda, às costas de Thaís Regina. Aos 12, ela driblou a zagueira, mas o chute, cruzado, saiu rente à trave. Sete minutos depois, a atacante invadiu a área e finalizou na saída de Lelê, mas a goleira corintiana fez ótima defesa.

À medida que a primeira etapa transcorreu, as equipes acumularam erros. As jogadoras sentiram o peso dos 2.850 metros de altitude de Quito e encontraram dificuldades para encaixar os passes decisivos.

🎯⚽ Golaço de Vic Albuquerque! @asbrabas saem na frente! CONMEBOL #LibertadoresFEMEnVivo https://t.co/miPkVAWscM

— CONMEBOL Libertadores Femenina (@LibertadoresFEM) October 15, 2026

O Corinthians voltou do intervalo com três mudanças. Entraram Duda Sampaio e as atacantes Ivana Fuso e Jaqueline nos lugares, respectivamente, de Letícia Monteiro, Gi Fernandes (que é lateral-direita) e Belén Aquino. Aos 18 minutos, Emily ainda colocou Ariel Godoi, mais uma jogadora de ataque, na vaga de Dayana Rodríguez.

Mesmo com tantas trocas, foi necessário um pênalti para que o Corinthians, enfim, desencantasse. Aos 20 minutos, Jaqueline foi derrubada na área pela lateral Anaís Cifuentes. Após nada assinalar em campo, a árbitra equatoriana Jennifer Canchingre reviu o lance no vídeo e marcou a infração. A própria atacante - outra do Timão que estava com a seleção brasileira - cobrou e ampliou o placar.

O segundo gol deu às Brabas a tranquilidade para administrar o resultado positivo. Ainda houve tempo para a volante Ana Vitória entrar em campo no lugar de Andressa Alves, em troca para reforçar a marcação alvinegra nos minutos finais e garantir os três pontos.

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Empate com Argentina conclui período de testes na seleção feminina

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A seleção feminina de futebol concluiu, na noite desta terça-feira (13), mais uma data Fifa - nome dado ao período do calendário em que as equipes nacionais se reúnem para jogos mundo afora. No caso do Brasil, foram dois amistosos diante da Argentina. Após a vitória do sábado (10), por 3 a 1, no Beira-Rio, em Porto Alegre, o time comandado por Arthur Elias ficou no empate por 2 a 2 com as hermanas na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, na região metropolitana de Recife.

Em relação ao jogo anterior, Arthur promoveu nove mudanças na formação titular, mantendo apenas as laterais Isabela e Raíssa Bahia. No gol, Thaís Lima ficou na vaga de Lorena. A dupla de zaga reuniu Tayla e Tarciane.

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Do meio para frente, as escolhidas foram Kaylane, Kerolin, Bia Zaneratto, Gio Garbelini, Priscila e Jhonson. O quinteto substituiu, respectivamente, Duda Sampaio, Angelina, Maiara, Luany, Taina Maranhão e Geyse.

Assim como no triunfo em território gaúcho, as brasileiras tomaram a iniciativa e abriram o placar logo aos 12 minutos, com Bia Zaneratto, de cabeça, após cruzamento de Raíssa Bahia pela esquerda. Aos 27, em contra-ataque, Gio Garbelini aproveitou asobra para balançar as redes e aumentar a vantagem.

A reação argentina começou aos 34 minutos, com a meia Daiana Falfán. Na etapa final, aos sete, Agostina Holzheier foi derrubada na área por Isabela. A também atacante Florencia Bonsegundo, de pênalti, deixou tudo igual.

A seleção verde e amarela ficou com uma jogadora a mais a partir dos 11 minutos, quando a meia Sofía Dominguez puxou o cabelo de Kerolin, sendo expulsa. Apesar da vantagem numérica, que perdurou por mais de meia hora, o Brasil não criou chances de grande perigo, frustrando os cerca de 30 mil torcedores que marcaram presença na Arena de Pernambuco.

14/10/2026 - Brasil abre 2 a 0, mas cede a igualdade diante de 30 mil torcedores
Foto: Luciana Vermell/CBF 14/10/2026 - Brasil abre 2 a 0, mas cede a igualdade diante de 30 mil torcedores
Foto: Luciana Vermell/CBF
Brasil abre 2 a 0, mas cede a igualdade diante de 30 mil torcedores - Foto: Luciana Vermell/CBF

"Tivemos dificuldade de jogar com uma mais. Tem coisas que não foram boas e viram alertas e tem coisas positivas que nos aproximam de uma convocação em maio do ano que vem", disse Arthur, em entrevista coletiva após a partida.

Ao todo, 27 das 28 jogadoras convocadas foram testadas. Ao longo da partida de terça, foram dez substituições, com a estreia da zagueira Carol Gil, do São Paulo, com a Amarelinha. No sábado, o auxiliar Rodrigo Iglesias - Arthur estava suspenso - mexeu outras dez vezes no time, promovendo a primeira vez de Carlinha, mais uma campeã brasileira pelo Tricolor paulista. A também goleira Yanne, do Bahia, foi a única a não participar das partidas.

"Existem jogos em que a prioridade máxima é vencer, como foi com os Estados Unidos [na data Fifa anterior, em junho]. E temos confrontos que são estratégicos, em que tomamos decisões difíceis, mas importantes", justificou o técnico.

Em 2026, a seleção feminina ainda terá dois amistosos contra o Japão, ambos fora de casa. O primeiro será dia 29 de novembro, em Hiroshima, e o segundo em 5 de dezembro, na cidade de Okayama. Já em 2027, são duas datas Fifa (fevereiro e abril), com espaço para até três partidas em cada, antes da convocação para a Copa do Mundo, que será aqui no Brasil.

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