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Flávio leva sertanejos à última propaganda no rádio; Lula aposta em Janones

O horário eleitoral gratuito para o segundo turno da eleição tem suas últimas inserções na rádio nesta sexta-feira (23). No último programa, o senador e candidato Flávio Bolsonaro (PL) contou com a participação de cantores sertanejos apoiando a campanha, enquanto a propaganda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reproduziu áudios do deputado federal André Janones (Rede-MG) e convocou apoiadores a atuar nas redes sociais.

Em apoio ao postulante do PL, os cantores Marrone, Zezé di Camargo, Rodolfo, Jorge e Gustavo Lima foram apresentados na propaganda como “sertanejos do lado da mudança”. “Estou do lado da mudança e estou do lado do Flávio Bolsonaro, o Brasil vai vencer”, disse Gustavo Lima.

Já na campanha do petista, Janones convidou os ouvintes à “vigília”. “Avisa para todo mundo que é vigília 24 horas por dia. Até a gente estar com a democracia salva no nosso país. Até a gente está com Luiz Inácio Lula da Silva reeleito presidente do Brasil”, disse.

Flávio Bolsonaro ainda focou em agradecer ao eleitorado pelo apoio durante a campanha e incentivou o ouvinte a “levar gente para votar“.

“Vocês me fizeram um novo Flávio, que hoje vocês conhecem mais e que conhece muito mais vocês. […] Obrigado por tudo, por tudo mesmo. Obrigado por todos esses momentos, e agora é hora de força total. Fala com todo mundo, chama sua família, seus amigos, peça voto, leve gente pra votar”, afirmou Flávio.

A propaganda do senador também fez críticas ao atual governo, ressaltando temas de endividamento e poder de compra. “Você vai escolher se vai continuar vivendo nesse Brasil, que só piorou, com todo mundo endividado, carrinho de compra vazio. Ou se vai viver num país melhor, que você vai prosperar. Enfim, você vai escolher se está na hora de mudar ou continuar nesse velho sistema que ninguém aguenta mais”, disse o canidato do PL.

Já no programa de Lula, o discurso mirou em “avanços para o futuro” e mobilização de eleitores nas ruas e redes sociais.

“Ainda temos muito a avançar, mas o Brasil de hoje é melhor do que o Brasil que encontrei. Eu acredito no futuro desse país. […] Até lá a gente tem que continuar nas ruas, tem que estar nas redes, conversando com as pessoas. O melhor do Brasil ainda está pela frente”, disse o presidente.

E na esteira das críticas, Lula explorou posicionamentos de Flavio sobre licença maternidade e privatizações, bem como suspeitas relacionadas ao Banco Master, apostas e envolvimento com milícias. “Já reparou que onde tem esquema de corrupção Flávio está no meio? Esquema do Banco Master, esquema de lavagem de dinheiro, sócio do Willer Tomaz em uma bet que desviou 5 bilhões“, diz um trecho da peça publicitária.

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PoderData/AYA: Lula é rejeitado por 47%; Flávio, por 45%

Pesquisa PoderData/AYA, divulgada nesta quinta-feira (22), aponta que 47% dos eleitores rejeitam o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da disputa presidencial. Neste índice, o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 45%.

Quando questionados sobre o petista, 46% responderam que o candidato é o único em quem votariam, enquanto 5% disseram que poderiam votar nele e 2% disseram não saber. Já quanto ao postulante do PL, foram 47% os que disseram que somente votariam nele, enquanto 5% afirmaram poder votar e 3% responderam não saber.

Metodologia

A pesquisa PoderData/AYA entrevistou 4.000 eleitores, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,6 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07926/2026.

Confira a íntegra do levantamento abaixo

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PoderData/AYA: Flávio tem 51% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 49%

Pesquisa PoderData/AYA, divulgada nesta quinta-feira (22), mostra que o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% das intenções de voto para o segundo turno, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49%.

O cenário considera somente os votos válidos, ou seja, descartados brancos e nulos. O resultado configura um empate técnico na margem de erro, que é de 1,6 ponto percentual, para mais ou para menos.

Esta é a quinta rodada testada pelo instituto desde a definição do primeiro turno. Na pesquisa divulgada na última segunda-feira (19), Flávio tinha 52% ante 48% de Lula, portanto, o candidato do PL oscilou um ponto para baixo enquanto o petista um para cima, variações que ocorrem dentro da margem de erro.

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Metodologia

A pesquisa PoderData/AYA entrevistou 4.000 eleitores, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,6 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07926/2026.

Confira a íntegra do levantamento abaixo

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Futura: Flávio tem 51,1% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,9%

Pesquisa Futura/100% Cidades, divulgada nesta quarta-feira (21), aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51,1% das intenções de voto em uma simulação do segundo turno à Presidência, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pontua 48,9% nesta rodada.

O cenário considera somente os votos válidos, ou seja, descartados brancos e nulos. O resultado configura um empate técnico na margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na rodada anterior do levantamento, divulgada na última segunda-feira (19), Flávio tinha 50,4%, ante 49,6% de Lula, variações que ocorrem dentro da margem.

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Resultado do primeiro turno das Eleições 2026

Com 100% das urnas apuradas, Flávio teve 47,03%, com 56,1 milhões de votos. Lula chegou a 45,16%, com 53,8 milhões. O resultado mostra que os candidatos disputarão o segundo turno da eleição de 2026, marcado para o dia 25 de outubro.

Com pouco menos de dois pontos percentuais de diferença, a margem de votos observada entre Flávio Bolsonaro e Lula foi a menor desde a redemocratização.

Metodologia

A Futura/100% Cidades entrevistou 2.000 eleitores em todo o país, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06614/2026.

Confira a íntegra do levantamento abaixo

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Quaest: Flávio é rejeitado por 52% dos eleitores; Lula, por 47%

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) é rejeitado por 52% dos eleitores, enquanto 47% dizem não votar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de jeito nenhum.

Os dois candidatos disputam no próximo dia 25 o segundo turno à Presidência da República.

Em comparação com o último levantamento, divulgado na semana passada, a rejeição a Lula caiu de 53% para 47%, oscilação fora da margem de erro de dois pontos percentuais. Já a de Flávio caiu dois pontos, de 54% para 52%, variação dentro da margem.

Metodologia

Foram ouvidas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

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MPSP pede indenização de R$ 100 mil a Eduarda Campopiano por ataque a Erika

O MPSP (Ministério Público de São Paulo) entrou, na última terça-feira (20), com uma Ação Civil Pública contra a deputada estadual eleita Eduarda Campopiano (PL), após uma publicação em que se referia à deputada federal Erika Hilton (PSOL) como “homem biológico”.

A ação, movida pela Promotoria de Justiça de Direitos Humanos da Capital, condena que a parlamentar do PL pague indenização de R$ 100 mil por danos morais coletivos e sociais, publique uma retratação pública e faça um curso sobre inclusão social e combate à discriminação. O documento ainda determina que a rede social X, onde Campopiano fez a declaração, seja oficiada a manter os registros da publicação para “fins de comprovação do ilícito”.

O Ministério Público sustenta que a imunidade da parlamentar, que exerce o cargo de vereadora em Praia Grande (SP), não pode ser utilizada para proteger ataques pessoais e discriminatórios sem relação com o exercício do mandato. O órgão também enquadra a conduta no contexto da violência política de gênero e afirma que a ofensa ultrapassou a esfera individual de Erika Hilton, atingindo coletivamente as mulheres trans.

O documento destaca que “o discurso que foi trazido pela ré caracteriza verdadeiro discurso de intolerância, ódio e menosprezo, que cria mais preconceitos e ressalta estereótipos”.

No início deste mês, a deputada estadual eleita Sofia Favero (PSOL) havia denunciado o ocorrido ao MPSP, que acatou a representação. A motivação da denúncia foi uma publicação nas redes sociais na qual Campopiano chamava a deputada federal de “homem biológico”. No post, a deputada eleita do PL pergunta diretamente à Erika “como é saber que um homem biológico nunca vai ocupar o espaço da mulher mais votada de São Paulo?”.

Oi @ErikakHilton Como é saber que um homem biológico nunca vai ocupar o espaço da mulher mais votada de São Paulo? Rs

— Eduarda Campopiano (@DudaCampopiano) October 5, 2026

O contexto da fala é o resultado das eleições do último domingo (4). Campopiano foi a deputada mais votada ao legislativo estadual recebendo 1.956.238 votos, enquanto Erika foi reeleita à Câmara dos Deputados com 1.596.472, ficando na segunda colocação atrás de Lucas Pavanato (PL) que teve 3.038.438.

A ação movida por Favero e acatada pelo MP sustenta que o episódio representou uma negação pública da identidade de gênero da deputada federal.

Procurada, a deputada Erika Hilton não quis se manifestar sobre o ocorrido. A CNN tenta contato com Eduarda Campopiano. O espaço segue aberto.

 

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