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Il Tour de France stupisce ancora, ecco il percorso 2027: 71 km di crono, partenza dalla Scozia e finale sui Pirenei. “In questa edizione troveremo le salite del futuro”

Il Tour de France 2027 partirà il 2 luglio da Edimburgo: mai la Grande Boucle aveva preso il via così a nord. Il percorso, presentato al Palais des Congrès di Parigi, conta 21 tappe per 3.479 chilometri e un dislivello record di 53.450 metri. Non sono le uniche novità di un percorso capace di stupire ancora, tra l’assenza di molte salite epiche e il finale sui Pirenei. Tre le giornate iniziali nel Regno Unito, dalla Scozia all’Inghilterra fino al debutto in Galles. “Il Galles è come la Liegi-Bastogne-Liegi. I primi dieci giorni sono pensati per favorire un continuo cambio di maglie”, spiega il direttore Christian Prudhomme.

Le cronometro individuali saranno due, per un totale di 71 chilometri: non erano così tanti dal 2012. La prima, alla settima tappa, collegherà Blois a Chambord. “È la crono dei castelli: magnifica, 38 chilometri completamente pianeggianti”, afferma Prudhomme. La seconda è in programma a Tolosa, alla sedicesima tappa: 33 chilometri che comprendono la ripida salita di Pech David, una delle scoperte recenti degli organizzatori.

L’alta montagna comincerà alla nona tappa, con l’arrivo sul Grand Colombier. Seguiranno due frazioni alpine, con la doppia scalata di Domancy e il traguardo a Les Saisies. Mancano Galibier, Izoard e Alpe d’Huez: gli organizzatori hanno scelto di dare spazio anche a salite meno note. “Se si vogliono scoprire altri valichi, bisogna accettare il fatto che non ci siano sempre i più celebri”, sostiene Prudhomme. “In questa edizione troveremo le salite del futuro, altrettanto temibili. E ci sarà il Tourmalet”.

Ai Pirenei è affidata infatti la fase decisiva per la maglia gialla. La diciottesima tappa prevede 5.400 metri di dislivello, con il Col du Soulor, il Tourmalet e la Hourquette d’Ancizan prima dell’arrivo al Col du Portet, sopra Saint-Lary-Soulan: a 2.215 metri sarà il punto più alto di questa edizione. La penultima frazione, verso Libourne, offrirà un’occasione ai velocisti. Chiusura il 25 luglio sugli Champs-Élysées a Parigi, con il passaggio da Montmartre confermato per il terzo anno consecutivo.

Tutte le tappe del Tour de France 2027

  1. Venerdì 2 luglio – prima tappa: Edimburgo-Carlisle, 185 km
  2. Sabato 3 luglio – seconda tappa: Keswick-Liverpool, 223 km
  3. Domenica 4 luglio – terza tappa: Welshpool-Cardiff, 223 km
  4. Martedì 6 luglio – quarta tappa: Cherbourg en Cotentin-Cherbourg en Cotentin, 171 km
  5. Mercoledì 7 luglio – quinta tappa: Pontorson-Plumelec, 178 km
  6. Giovedì 8 luglio – sesta tappa: Vannes-Angers, 193 km
  7. Venerdì 9 luglio – settima tappa: Blois-Chambord, 38 km (crono individuale)
  8. Sabato 10 luglio – ottava tappa: Bourges-Le Creusot, 224 km
  9. Domenica 11 luglio – nona tappa: Villars les Dombes – Grand Colombier, 162 km
  10. Martedì 13 luglio – decima tappa: Annecy-Sallanches, 171 km
  11. Mercoledì 14 luglio – undicesima tappa: Cluses-Les Saises, 150 km
  12. Giovedì 15 luglio – dodicesima tappa: Chambery-Valence, 162 km
  13. Venerdì 16 luglio – tredicesima tappa: Aubenas-Montpellier, 164 km
  14. Sabato 17 luglio – quattordicesima tappa: Montpellier-Mende, 199 km
  15. Domenica 18 luglio – quindicesima tappa: Rodez-Albi, 169 km
  16. Martedì 20 luglio – sedicesima tappa: Tolosa-Tolosa, 33 km (crono inviduale)
  17. Mercoledì 21 luglio – diciassettesima tappa: Muret-Pau, 186 km
  18. Giovedì 22 luglio – diciottesima tappa: Pau-Col du Portet, 174 km
  19. Venerdì 23 luglio – diciannovesima tappa, Hasparren-Laruns, 160 km
  20. Sabato 24 luglio – ventesima tappa, Maubourguet-Libourne, 198 km
  21. Domenica 25 luglio – ventunesima tappa, Saint Quentin en Yvelines-Parigi Campi Elisi, 116 km

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Los obstáculos de Pogacar para alcanzar su histórico sexto Tour: dos contrarreloj y la traca final con el Tourmalet y los Pirineos

La ronda, que arrancará en Escocia, favorece las opciones de Remco Evenepoel y perjudica a Jonas Vingegaard. El final, en París con la atractiva subida a Montmartre Leer

La ronda, que arrancará en Escocia, favorece las opciones de Remco Evenepoel y perjudica a Jonas Vingegaard. El final, en París con la atractiva subida a Montmartre
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Alentejo recebe prova de acesso ao Mundial de gravel de 2027

Organizada pela empresa Cabreira Solutions, com os apoios da Câmara de Ourique, da Entidade Regional de Turismo do Alentejo, a segunda edição prova combina o BTT com ciclismo de estrada.

© THOMAS SAMSON

"É um evento de turismo ativo, que mostra o que o Alentejo tem de incrível", destacou o organizador
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Recorrido del Tour de Francia 2027: Puy de Dôme para Paula Blasi; dinamita en los Pirineos para Tadej Pogacar

Pálido cielo. Cuatro gotas grises, tristes. Sirenas chillonas de furgonas de antidisturbios aceleradas en el periférico. Otoño en París adormilado y sonado, y los ecos del 17-O golpeando en las vidrieras.

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© TERESA SUAREZ (EFE)

Pogacar, ente el Sacré Coeur, en el Tour del 26.
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Un recorrido volcánico para Paula Blasi, de Leeds al Puy de Dôme

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Un Tour de Francia volcánico para las mujeres, con dos finales en alto y otras tres etapas de media montaña. Terreno no va a faltar para que las grandes favoritas, entre las que estará Paula Blasi, ahora como líder del Movistar, se ataquen y den espectáculo. La organización, que siempre busca escenarios míticos para ellas, ha elegido el Puy de Dôme para decidir la edición del 2027 el 7 de agosto tras 9 etapas y 1.156 km.

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Do Alasca à Patagónia de bicicleta: Tobias Renggli percorre o cume mais alto de 35 países

Aos 23 anos, Tobias Renggli, um atleta suíço oriundo da região de Lucerna, está a percorrer a rota do Alasca à Patagónia, uma travessia das Américas com mais de 30 mil quilómetros. O seu objetivo é também escalar o ponto mais alto de cada um dos 35 países que pretende atravessar. Apesar da idade, esta não é a primeira grande aventura de Renggli. Em 2022, aos 18 anos, percorreu os 44 países da Europa de bicicleta e a pé, visitou as respetivas capitais e escalou o ponto mais alto de cada país, ao longo de sete meses. Renggli iniciou a

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Paula Blasi ficha por el Movistar: “Necesitaba un equipo tan ambicioso como yo”

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La actual ganadora de la Vuelta a España y el gran equipo ciclista español, o lo que es lo mismo Paula Blasi y el Movistar Team, se dan la mano. Se abrazan y unen sus caminos. Trabajarán juntos y unidos a partir del 2027 y durante las tres próximas temporadas. Era un secreto a voces y ya es oficial el fichaje. “¿Ya puedo anunciarlo?”, dice la catalana en el vídeo con el que se ha presentado el acuerdo, donde recibe el que será su nuevo maillot por mensajería. 

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Viana do Castelo vai criar Prémio Iúri Leitão para apoiar jovens atletas

A Câmara de Viana do Castelo vai criar o Prémio Iúri Leitão, para apoiar jovens atletas para a alta competição, foi hoje anunciado.

O anúncio foi feito durante a receção do presidente da Câmara, Luís Nobre, ao atleta que acaba de se sagrar Campeão do Mundo de Omnium pela segunda vez.

O atleta natural de Santa Marta de Portuzelo, que já tem um “palmarés assinalável” no ciclismo, conquistou do título de Campeão do Mundo de Omnium, pela segunda vez, nos Campeonatos do Mundo de Ciclismo de Pista de 2026, realizados em Xangai, na China. 

Em comunicado, a autarquia refere que o ciclista se mostrou visivelmente satisfeito com esta conquista e destacou a importância deste resultado, reafirmando a sua ambição de continuar a trabalhar com foco e determinação, tendo como objetivo participar em mais dois Jogos Olímpicos.

Já o autarca Luís Nobre felicitou o atleta pelo feito alcançado, enaltecendo a sua segurança, confiança e determinação, qualidades que considera um exemplo inspirador para os jovens, bem como o percurso de excelência e os inúmeros títulos conquistados ao longo da sua carreira. 

Na sua intervenção, Luís Nobre anunciou que vai ser apresentado o “Prémio Iuri Leitão” para distinguir e permitir o apoio a jovens atletas promissores para a alta competição. 

Os princípios de atribuição deste prémio serão definidos no próximo Conselho Municipal de Desporto, que decorre na próxima segunda-feira.

De lembrar que, em 2026, o ciclista vianense se sagrou também Campeão da Europa de Omnium, nos Campeonatos que decorreram em Konya, na Turquia, garantindo o primeiro título europeu da história da Seleção Nacional em disciplinas olímpicas de pista na categoria de elites. 

O palmarés do atleta integra também vitórias de grande importância, desde logo a de Campeão Olímpico. O atleta de Santa Marta de Portuzelo arrecadou também já duas dezenas de medalhas na carreira, entre Jogos Olímpicos, Mundiais e Europeus, num “percurso único” no desporto nacional, segundo a autarquia.

Tricampeão europeu de scratch, olímpico de madison e mundial de omnium, Iúri Leitão começou a carreira aos 6 anos de idade na Tensai – Santa Marta. Em 2009, conquistou a sua primeira vitória no escalão infantis numa corrida em Porriño, Espanha, levando as cores da equipa de Santa Marta ao mais alto lugar do pódio.  

“Iúri Gabriel Dantas Leitão, Cidadão de Honra de Viana do Castelo, fez novamente história na modalidade e, quer pelo seu percurso, quer pela mais recente conquista, a Câmara Municipal aprova um voto de louvor, a endereçar ao atleta e também à Federação Portuguesa de Ciclismo”, conclui a Câmara.

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Carlos Cano, campeón mundial júnior de Moto3: "Mi padre me envenenó con cuatro años"

Carlos Cano, piloto español de 16 años que acaba de proclamarse campeón del mundo júnior de Moto3, dijo este miércoles 21 de octubre que tiene "un montón de ganas" de debutar en el certamen absoluto de la categoría con su actual equipo, Aspar, en el mundo en el que su padre le "envenenó" cuando tenía cuatro años.

Al ser recibido por el director general de Deportes murciano, afirmó que "desde que era pequeño era un sueño llegar hasta aquí" y que le encantaba el Mundial de velocidad cuando lo veía en televisión.

Quien ocupará el puesto del también murciano Máximo Quiles, quien pasará a Moto 2 tras ser ya campeón de la tercera categoría, señaló que supone mucho para él, "pues dejó el listón muy alto".

"Empezaré con un montón de ganas y con los objetivos de aprender en circuitos nuevos. Son 22 carreras las del campeonato y también tengo que conocer al equipo y el Mundial y encontrar buenas sensaciones", manifestó.

Sobre sus inicios en el motociclismo, contó: "Mi padre me llevó a conducir una minimoto de marca china y solo con el sonido ya me asusté. No quería conducir, pero a los días me llevó a la escuela de Paco Mármol en Cartagena y al ver a los niños pequeños entrenar, ya sí me gustó. A los meses probé y Paco, que sigue siendo mi entrenador, me dijo que tenía algo, y hasta ahora".

"A mi madre también le gusta, pero le da algo de miedo, como a mis abuelos", comentó el quinto piloto murciano en la parrilla tras Pedro Acosta y Fermín Aldeguer en MotoGP y Quiles y Álvaro Carpe, quienes promocionan de Moto3 a Moto2.

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Cataluña cerrará al tráfico ocho puertos de montaña para los ciclistas

Sentirse como Tadej Pogacar será un poco más fácil en Cataluña a partir del próximo 21 de noviembre. La Generalitat, a través del Departamento de Deportes y en colaboración con la Federación Catalana de Ciclismo, organizará ocho jornadas en las que se cerrarán a coches y motos las carreteras de acceso a diferentes puertos del territorio, según ha podido saber EL PAÍS, para “garantizar la seguridad de los ciclistas”. La iniciativa empezará el próximo 21 de noviembre y se prolongará hasta julio de 2027, con el objetivo de “fomentar el ciclismo”. Las jornadas, que se celebrarán por la mañana y tendrán un carácter no competitivo, forman parte del legado del paso del Tour de Francia por Barcelona y Cataluña.

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© Quique García (EFE)

GRAFCAT1630. CAMPRODON (GIRONA), 19/03/2024.- El esloveno Tadej Pogacar (UAE Team Emirates) se impone en solitario la segunda etapa de la Volta Ciclista a Cataluña, la primera de montaña, tras atacar en el ascenso a Vallter, puerto de categoría especial, a 6,5 kilómetros de la meta. EFE/Quique García
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Marc Márquez, sobre su retirada y el peligro de ser piloto: "Ahora empiezo a evaluar más el riesgo de las lesiones y las caídas"

El piloto español Marc Márquez ha analizado en motogp.com su futuro y ha reconocido que ve su retirada del motociclismo profesional más cerca, aunque ha admitido que desconoce cuándo se producirá exactamente.

"No estamos en un deporte como el fútbol o el tenis, donde dan el 100% pero el riesgo es mucho menor. En MotoGP tienes que evaluar muchas cosas antes de retirarte. ¿Está más cerca que ayer? Sí. ¿Pero cuándo será? No lo sé", ha declarado.

Al referirse a la gestión del riesgo y su momento actual, el deportista ha detallado sus límites y sensaciones. "El piloto es quien decide dónde está la línea. Ahora empiezo a evaluar más el riesgo, y ese riesgo son las lesiones y las caídas. Estoy aquí y sigo compitiendo porque, de momento, no me he rendido en el aspecto mental. Ya he conseguido muchísimo, pero aun así no puedo rendirme. Sé que si gano puedo seguir siendo competitivo durante algunos años más", ha concluido.

El piloto de Cervera ha explicado que la exigencia en la alta competición requiere una entrega total. "Doy mi vida a MotoGP, doy mi cuerpo a MotoGP y doy mi salud a mi pasión. Lo doy todo. Así que, para mí, MotoGP es mi vida. Es pasión y adrenalina. La adrenalina es difícil de explicar, pero es algo que produce tu cuerpo que, si tienes una lesión, es el mejor analgésico. Si estás vago, es la mejor energía, el mejor impulso", ha añadido.

Márquez ha asegurado que comprende las opiniones de quienes consideran que lo que hacen los pilotos es una locura. "Entiendo a la gente que dice que lo que hacemos es una locura, pero cuando entras en el mundo de MotoGP empiezas a comprender que hay algo más ahí aparte del riesgo. Es la pasión, la adrenalina, el trabajo en equipo. Cuando entiendes de verdad este deporte, es ahí cuando empiezas a sentir qué es MotoGP", ha expresado.

Respecto a cómo define el éxito y cómo aborda su preparación diaria, Márquez ha afirmado que consiste en dar el máximo. "Para mí, el éxito es dar lo mejor de ti mismo. Es terminar el año y decirte: 'Vale, de 365 días que tiene un año, 360 he estado centrado en mi objetivo'. Luego lo podrás conseguir o no, pero la mentalidad es la misma. Si quiero algo, doy el 100% para lograrlo. Intento ser preciso en todos los aspectos dentro del circuito, de jueves a domingo. Es decir, estoy totalmente concentrado", ha afirmado.

El piloto ha explicado las diferencias que existen entre su faceta dentro de las pistas y su vida cotidiana. "Un deportista, durante la competición --un poco a lo largo de toda su vida, pero sobre todo en los momentos intensos de competición--, tiene la mentalidad que tiene, y la gente de su entorno se tiene que adaptar. Yo soy así en el circuito, pero luego en casa intento adaptarme a la mía. Si me conoces, notas que soy diferente: cuando estoy en casa estoy más relajado, soy más abierto", ha comentado.

Sobre la motivación que impulsa a los deportistas de élite a mantenerse en la máxima exigencia, ha señalado la importancia del triunfo. "Diría que todos los grandes deportistas de cualquier disciplina son adictos a ganar. Lo hacen para saborear la victoria: es el mejor combustible para el cuerpo. Si no saboreas esa victoria, te olvidas de lo que es, y el esfuerzo al entrenar ya no es el mismo. Por eso, cuando ganas, sientes: 'Vale, esto es lo que realmente quiero'. Ahora mismo no siento nada con lo que pueda comparar ganar un título mundial de MotoGP respecto a cualquier otra experiencia. Es algo totalmente diferente", ha aseverado.

En relación a los títulos de su palmarés, el de Cervera ha resaltado el valor especial del más reciente, el de 2025 con la Ducati oficial. "Lo he vivido nueve veces, siete en MotoGP. Para mí, el último fue el mejor. Al principio de mi carrera no me daba cuenta de lo que significaba un título mundial de MotoGP, porque el hecho de ganar año tras año se convertía en algo normal. Pero después de una época muy difícil, el año pasado fue el momento en el que sentí una mayor explosión de emociones por dentro", ha remarcado.

Por otra parte, Márquez ha reflexionado sobre la dificultad que supone sostener la exigencia en la élite durante un periodo prolongado. "Para mí, lo más difícil es seguir haciéndolo. Los 22 pilotos de MotoGP tienen talento para lograrlo, pero hacerlo durante muchos años seguidos y mantener la misma motivación... eso es algo que no sé ni cómo lo he hecho, no sabría responder. Quizás porque tenía 20 o 21 años y la energía era distinta. Pero ahora mismo no lo puedo explicar", ha manifestado.

En ese sentido, ha aludido al cambio físico y de percepción sufrido tras sus lesiones. "Antes de 2020 me sentía un superhéroe. Luego el 2020 me enseñó y aprendí que somos humanos. Un día puedes ser un superhéroe y otro día puedes ser una persona totalmente distinta. En el hombro derecho llevo siete intervenciones diferentes. Es mucho y lo noto. Es lo que hay", ha indicado.

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Iúri Leitão “feliz e aliviado” pelo título mundial no ciclismo de pista 

O campeão olímpico e mundial Iúri Leitão, de Viana do Castelo, confessou-se hoje “extremamente feliz e aliviado” pelas duas medalhas conquistadas para Portugal nos Mundiais de ciclismo de pista em Xangai, China, entre as quais uma de ouro, em omnium.

“Foi o alívio de todo o trabalho desenvolvido. Há três anos que eu não tinha hipótese de estar na discussão do campeonato do mundo, em cada ano por circunstâncias diferentes e, claro, por vezes podemos começar a pensar que nunca mais se pode repetir, porque é realmente muito difícil chegar ao topo, especialmente na prova de omnium. Fico extremamente feliz e aliviado por todo o trabalho ter dado resultado”, salientou o atleta, à chegada ao aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

Dois anos depois de arrebatar o ouro olímpico de madison em Paris2024, com Rui Oliveira, Iúri Leitão garantiu o título mundial em omnium, no sábado, e, no dia seguinte, com Ivo, o outro irmão Oliveira, conseguiu ainda a medalha de prata na prova de madison.

O ciclista preferiu não estipular metas para os próximos Jogos Olímpicos, que se realizam em 2028 em Los Angeles.

“Cada preparação é uma preparação, dependemos da nossa e também da preparação alheia. É difícil nós sairmos de casa e dizermos que vamos fazer determinado lugar, porque não sabemos onde nos encontramos na tabela classificativa, comparando com os nossos adversários”, explicou o medalhado de ouro olímpico e mundial, de 28 anos.

Além de Iúri Leitão, a comitiva portuguesa integrava Diogo Narciso, oitavo classificado na eliminação masculina, e Maria Martins, medalhada de bronze em scratch, que protagonizou a maior receção na zona de chegadas no aeroporto lisboeta.

A ciclista lusa de 27 anos foi aguardada por algumas dezenas de alunos do primeiro ciclo do Jardim Escola ‘O Bosque’, sito nos Olivais, em Lisboa, onde estudou e do qual a sua mãe é diretora, o que motivou a aproximação de alguns curiosos, provenientes de países como Canadá, Guiné Conacri e China, aumentando o número de pessoas que aplaudiram e saudaram os atletas portugueses.

“Felizmente no passado vivemos resultados destes e é sempre bom ser bem recebida em Lisboa, sendo que sou aqui de perto, ainda para mais junto com o Iúri e o resto da equipa, quando alcançamos bons resultados”, recordou Maria Martins, conhecida no meio desportivo como ‘Tata’, já depois de ter cumprimentado a sua família e amigos, assim como as crianças que a aguardavam num clima de celebração.

Portugal fechou os Mundiais de pista deste ano com quatro medalhas, após Iúri Leitão ter sido ouro em omnium e prata em madison, juntamente com Ivo Oliveira, e Maria Martins e Miguel Salgueiro terem conquistado o bronze, respetivamente, em scratch, na quarta-feira, e na corrida por pontos, na sexta-feira.

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Iúri Leitão aliviado por conquistas nos Mundiais na China

O ciclista de 28 anos conquistou uma medalha de ouro e outra de prata, mas afirma que tenta não estipular metas para as próximas competições. Portugal fechou os Mundiais de pista com quatro medalhas.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

"Foi o alívio de todo o trabalho desenvolvido. Há três anos que eu não tinha hipótese de estar na discussão do campeonato do mundo", declarou Iúri
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Tem 7 anos, é de Vizela e sagrou-se campeão nacional de mini motos a 110 km/h

O piloto Kevin Leite, de sete anos e natural de Vizela, sagrou-se campeão nacional de Mini Velocidade na ronda final da temporada 2026, disputada no passado fim de semana, no Kartódromo Internacional de Braga.

Kevin conquistou a ‘pole position’ nos treinos cronometrados e bateu todos os recordes de pista. Partiu para a última prova com 15 pontos de vantagem sobre o segundo classificado.

Na primeira corrida, terminou em segundo lugar, resultado que lhe garantiu o título. Na segunda, venceu desde o arranque, com margem sobre o segundo classificado.

Tem 7 anos, é de Vizela e sagrou-se campeão nacional de mini motos a 110 km/h
Foto: DR
Tem 7 anos, é de Vizela e sagrou-se campeão nacional de mini motos a 110 km/h
Foto: DR

Ao longo do campeonato, o piloto somou cinco vitórias e um segundo lugar em seis corridas. As mini motos atingem entre 90 e 110 quilómetros por hora, consoante o circuito.

A ronda coincidiu com a prova do troféu VF Timing, na Galiza, em que Kevin Leite também liderava. O piloto optou por competir em Portugal.

Tem 7 anos, é de Vizela e sagrou-se campeão nacional de mini motos a 110 km/h
Foto: DR
Tem 7 anos, é de Vizela e sagrou-se campeão nacional de mini motos a 110 km/h
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“Ele sente-se muito feliz e mais motivado que nunca. Pois este campeonato já o merecia o ano passado”, conta o pai e treinador do piloto, Rui Leite, a O MINHO.

O piloto vai agora interromper a atividade durante alguns meses e os planos para a próxima época “ainda não estão definidos”.

“Pode continuar nesta categoria por mais um ano e tentar fazer algumas provas em Espanha já na próxima categoria. Vamos ver como se vai adaptar à mota, pois já é com caixa de velocidades e embraiagem”, explica Rui Leite.

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Claudio Mattio trovato morto in una scarpata: storico dirigente del ciclismo cuneese, aveva 66 anni

Da tre anni era andato in pensione dal suo lavoro, ma mai dalla sua passione. Anche ieri, lunedì 19 ottobre, Claudio Mattio era salito a Elva per un appuntamento in Municipio: sta lavorando a un sopralluogo su alcuni percorsi destinati a un prossimo evento ciclistico. Non è più tornato a casa. La moglie ha lanciato l’allarme, le ricerche sono proseguite per tutto il giorno. Poi la tragica scoperta: l’auto di Mattio è stata ritrovata in una scarpata della strada del Colle di Sampeyre. È morto a 66 anni, lasciando un grande vuoto nella sua famiglia e anche nel ciclismo cuneese.

Mattio era appunto un ex dipendente del Comune di Revello. Grande appassionato di ciclismo, aveva gareggiato fino ai dilettanti e poi era salito in ammiraglia. Era presidente della società Vigor di Piasco, ma si occupava anche dell’organizzazioni di gare ed eventi. “Pur non avendolo avuto come dipendente – ricorda il sindaco di Revello, Paolo Motta – conoscevo Claudio personalmente e ne ho apprezzato le doti umane e professionali, il suo entusiasmo nell’organizzazione di eventi sportivi”.

“Amava il ciclismo e la sua passione per la bicicletta raccontava qualcosa di lui, del suo modo di vivere e di sentire. Davanti a questa notizia che mi lascia sconvolta, faccio fatica ad accettare che il suo viaggio si sia interrotto”, scrive invece la sindaca di Piasco, Stefania Dalmasso. Il suo ricordo commosso prosegue: “Piasco perde un amico, una persona legata a una passione autentica, quella del ciclismo, che da decenni coinvolge tutta la nostra comunità. E io perdo qualcuno a cui ero legata da affetto e amicizia. Non posso che esprimere le sincere condoglianze, anche a nome della nostra comunità alla moglie Maria e alla figlia Erika, oltre che ai fratelli Silvio e Luciano e a tutta la grande famiglia Mattio”.

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Diogo Moreira na equipa oficial Honda de MotoGP em 2027

Moreira será promovido à Honda HRC Castrol depois de se ter estreado esta temporada na categoria principal do Campeonato do Mundo de Velocidade pela equipa LCR Honda, com a qual chegou ao pódio.

© FRANCK ROBICHON/EPA

"Estou ansioso pelo próximo ano e por ajudar a Honda HRC a regressar ao lugar onde deve estar", disse o piloto
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