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União dos Sindicatos do Algarve realiza congresso em Faro

A União dos Sindicatos do Algarve, estrutura intermédia regional da CGTP-IN, realiza no dia 23 de outubro de 2026 o seu XI Congresso, no auditório da Escola Secundária João de Deus em Faro, a partir das 9 horas.

O Congresso é o órgão máximo deliberativo da USAL/CGTP-IN, que reúne quadrienalmente para aprovar o relatório da atividade desenvolvida pela União, para definir as orientações para a atividade sindical do quadriénio 2026-2030 e para eleger uma nova Direção da USAL.

O Congresso contará com a presença de mais de 100 delegados, representantes dos trabalhadores dos vários setores de atividade e é o momento alto de análise e discussão da situação política e sindical, da ação reivindicativa, dos problemas concretos dos locais de trabalho, apontando as estratégias para a ação sindical integrada dos próximos 4 anos.

No final do Congresso, a partir das 18H30, os delegados e outros trabalhadores do Algarve realizarão uma manifestação pela Av. 5 de outubro até à Praça da Liberdade, afirmando a unidade e organização dos trabalhadores em torno dos sindicatos de classe da CGTP-IN.

A luta continua pelo aumento dos salários e pensões, contra o brutal custo de vida, em defesa e reforço dos serviços públicos e pelo cumprimento do direito à habitação.

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Município de Silves marca presença no Congresso Nacional AHRESP 2026 em Lagoa

O Município de Silves vai marcar presença no Congresso Nacional AHRESP 2026, que terá lugar nos dias 22 e 23 de outubro, no Centro de Congressos de Lagoa.

O evento reunirá empresários, especialistas, académicos, profissionais e decisores públicos para dois dias dedicados ao conhecimento, à partilha de experiências e à apresentação de ferramentas relevantes para os setores da restauração e do alojamento turístico.

Sob o tema «A Arte do Conhecimento — Onde a intuição encontra o algoritmo», o congresso irá abordar os principais desafios que se colocam às empresas, com destaque para a inteligência artificial, a gestão, a eficiência, a valorização do talento e as novas formas de trabalhar.

A edição de 2026 assume um significado especial, coincidindo com a celebração dos 130 anos da AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal.

O programa completo e as inscrições estão disponíveis clicando aqui.

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USAL/CGTP-IN apela a manifestação em Lisboa e prepara o seu XI Congresso

No próximo dia 23 de outubro realiza-se o XI Congresso da USAL/CGTP-IN, momento alto na vida do Movimento Sindical Unitário do Algarve, onde se definem os objetivos e a visão estratégica para a ação sindical integrada dos próximos quatro anos (2026-2030).

Entretanto, a direção da USAL reuniu no dia 7 de outubro para organizar a manifestação do dia 17 e iniciar a preparaçãpo do seu XI Congresso, que decorre no dia 23 no auditório da Escola Secundária João de Deus em Faro.

A Direção da USAL/ CGTP-IN considera que a situação social do país é dramática, com o aumento do custo de vida, a ausência de medidas de controlo dos preços e os baixos salários que os trabalhadores auferem, a resposta é a luta organizada na rua, com a convocação de uma manifestação em Lisboa, no dia 17 de outubro, às 14:30 hrs, a partir do Cais do Sodré até aos Restauradores.

É também referido pela mesma Direção, que “os trabalhadores sentem no seu dia-a-dia as crescentes dificuldades, enquanto se assiste a recordes nos lucros diários das grandes empresas. Para além disso, assiste-se também à degradação acelerada dos serviços públicos, nomeadamente no SNS e o caos instalado na escola pública, assim como bloqueios agravados no acesso à habitação.“

Depois da grande vitória dos trabalhadores que foi a derrota do pacote laboral, “há que continuar a lutar para dar resposta aos problemas do país e melhorar as condições de vida das populações.” Neste sentido, a USAL apela à participação de todos na manifestação do dia 17 de outubro em Lisboa.

A direção da USAL analisou ainda a “situação geral dos trabalhadores do Algarve“, confirmando-se anteriores análises que salientam a “degradação das condições de vida, o aumento da exploração e da desregulação dos horários de trabalho, o acentuar da precariedade, a falta de uma rede de transportes adequada às necessidades dos trabalhadores e da população e a insuficiente resposta no que diz respeito à habitação.“

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