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F1: Matematicamente Antonelli pode conquistar título mundial no GP dos Estados Unidos

Andrea Kimi Antonelli, da Mercedes AMG Formula One Team, encara no GP dos Estados Unidos da Fórmula 1 a sua primeira chance de colocar as mãos no título mundial. Acontece que, para ser coroado campeão mundial de Fórmula 1, apenas a vitória pode fechar o campeonato e arrecadar a titularidade máxima.

O jovem italiano chega ao Circuito das Américas com uma liderança de 102 pontos sobre o seu companheiro de equipa George Russell, segundo classificado. Até ao encerramento do calendário, com mais seis etapas por cumprir – isto se Qatar e Abu Dhabi se realizarem – há mais 150 pontos em jogo. Após a competição de Austin, estarão 125 na mesa.

Portanto, para alcançar o título já no próximo domingo, 25 de outubro, o piloto de 21 anos precisa aumentar sua vantagem em mais 23 pontos. Portanto, Kimi Antonelli precisa ganhar a corrida para somar os 25 pontos da prova. Caso isso não aconteça, então não ficará com o título nos Estados Unidos.

Resumindo, a hipótese de Antonelli se consagrar já no domingo existe, mas vem a seguir o GP do México na próxima semana, dia 1 de novembro e na sequência, está aí o GP de São Paulo (Brasil), em 8 de novembro.

Nos Construtores, a Mercedes, por outro lado, ainda não pode garantir o título, pois precisaria sair de Austin com uma vantagem de 215 pontos sobre a segunda colocada Ferrari. Considerando que a vantagem atualmente é de 134, o México é a primeira oportunidade para a marca alemã conquistar seu primeiro campeonato desde 2021.

Classificação no Campeonato de Pilotos

  1. Kimi Antonelli – 340
  2. George Russell – 238
  3. Lewis Hamilton – 229
  4. Max Verstappen – 221
  5. Charles Leclerc – 215
  6. Lando Norris – 201
  7. Oscar Piastri – 138
  8. Isack Hadjar – 97
  9. Liam Lawson – 75
  10. Pierre Gasly – 41
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Antonelli busca título da Fórmula 1 em Austin, mas depende de combinação

Kimi Antonelli está perto de se tornar o campeão mais jovem da história da Fórmula 1 e o primeiro italiano a conquistar o título em 73 anos. Aos 20 anos, o piloto da Mercedes terá, porém, de vencer e contar com uma combinação de resultados para confirmar a conquista já neste domingo (25), no Grande Prêmio dos Estados Unidos, em Austin.

Quando Sebastian Vettel se tornou o campeão mais jovem da categoria, aos 23 anos, pela Red Bull, em 2010, Antonelli tinha apenas quatro anos. Agora, o piloto de Bolonha chega à etapa americana com uma vantagem expressiva de 102 pontos sobre o companheiro de equipe George Russell.

Após a bandeirada no Circuito das Américas, restarão no máximo 125 pontos em disputa na temporada. Em seu segundo ano na elite do automobilismo, Antonelli conquistará o campeonato se ampliar a vantagem sobre Russell em pelo menos 23 pontos neste fim de semana.

Para atingir essa margem, o italiano precisa vencer a corrida. Além disso, Russell não pode terminar acima da nona posição, enquanto Lewis Hamilton, heptacampeão mundial da Ferrari, precisa cruzar a linha de chegada em quinto lugar ou abaixo.

Caso essa combinação não aconteça, a disputa pelo título continuará, pelo menos, até o Grande Prêmio do México, no fim de semana seguinte.

“Sei que está muito perto, sei que está ao alcance, mas preciso garantir que continuo fazendo o melhor que posso. A mentalidade é sempre a mesma: ir para a pista, vencer e ter o melhor desempenho possível”, afirmou Antonelli após terminar em terceiro lugar no Grande Prêmio de Singapura, a etapa anterior à prova de Austin.

O resultado em Singapura representou o 14º pódio do piloto na temporada.

Quanto vale o contrato de Antonelli e como o título impacta salário

Fórmula 1: Mercedes vê poucas chances de título em Austin

Bradley Lord, vice-chefe da Mercedes, reconheceu a pressão em torno da possibilidade de Antonelli conquistar o campeonato já nos Estados Unidos. Em um podcast da equipe, ele comentou a expectativa da imprensa e a comparação com o chamado match point, expressão do tênis usada para definir uma oportunidade decisiva de vitória.

“Estamos naquela fase muito desconfortável da temporada em que precisamos enfrentar a imprensa na quinta-feira, com todo mundo dizendo: ‘Ah, você pode conseguir… tem o primeiro match point'”, declarou Lord.

“As pessoas adoram essa comparação com os match points do tênis, não é? Mas acho que existe algo como uma chance em 25 de isso ser minimamente possível em Austin”, acrescentou o dirigente, que destacou a prioridade da Mercedes: encontrar o melhor acerto para o carro e somar o máximo de pontos possível.

Russell também terá esse objetivo. O britânico sofreu um acidente na corrida sprint de Singapura e, depois, precisou largar a prova principal do fundo do grid por causa de uma penalidade relacionada ao motor.

Verstappen ganha força na disputa e ameaça a Mercedes

Antonelli venceu oito das 17 etapas disputadas até agora, mas o momento recente favorece Max Verstappen. O tetracampeão da Red Bull venceu as duas últimas corridas, na Malásia e em Singapura, e também triunfou em Austin no ano passado, depois de conquistar a pole position.

Russell reconheceu a força do adversário nas últimas etapas. “Quando você olha para as corridas recentes, a Red Bull tem sido claramente a melhor. Em Baku, Max estava em um nível parecido com o meu. Fomos para a Malásia, uma pista totalmente diferente, e depois para Singapura, outra pista diferente, e ele dominou os dois últimos fins de semana”, afirmou.

Verstappen está 119 pontos atrás de Antonelli e já declarou que pretende apenas se divertir nas etapas restantes, agora que não sente mais a pressão pela disputa do campeonato.

Do 19º ao 1º: Antonelli protagoniza 2ª maior reação da história da F1

Mercedes e McLaren preparam atualizações para o GP dos Estados Unidos

Os dois pilotos da Mercedes terão à disposição o pacote mais recente de atualizações do carro no primeiro de três fins de semana consecutivos de corrida. Depois de Austin, a Fórmula 1 seguirá para o México e, na sequência, para o Brasil.

O atual campeão mundial, Lando Norris, da McLaren, terminou em segundo lugar em Austin no ano passado, enquanto Charles Leclerc, da Ferrari, foi o terceiro colocado. Os dois podem voltar a brigar pelas primeiras posições neste fim de semana.

Hamilton também chega com um histórico de destaque nos Estados Unidos.

Rob Marshall, diretor-técnico da McLaren, afirmou que a equipe espera apresentar evolução após resultados recentes abaixo das expectativas. “As últimas corridas não foram muito boas para nós, mas acho que estamos voltando a melhorar, e Austin provavelmente é um circuito mais favorável ao nosso carro”, declarou. A equipe também levará algumas atualizações.

MotoGP terá participação especial no fim de semana da Fórmula 1

O Grande Prêmio dos Estados Unidos também terá uma iniciativa inédita de aproximação entre a Fórmula 1 e a MotoGP. Quatro pilotos da categoria de motovelocidade participarão de uma volta de demonstração no circuito no sábado (24).

As duas competições têm um proprietário em comum: a Liberty Media, empresa americana responsável pelo controle da Fórmula 1 e também ligada à MotoGP.

Toto Wolff compara Kimi Antonelli a Ayrton Senna: “É fascinante”

 

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Mercedes AMG GT SUV, l’anima di una GT nel corpo di una sport utility – FOTO

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Mercedes-AMG GT SUV

“Suv nella forma, GT per natura”. Stefan Weckbach, presidente del Consiglio di gestione di Mercedes-AMG sintetizza così la natura Mercedes-AMG GT SUV, il primo sport utility realizzato interamente in house dal marchio di Affalterbach e presentato a Stoccarda in occasione de Festival dei 140 anni della Casa tedesca.

Chiamarlo hyper-Suv non deve sembrare roboante: si arriva a 1.169 cavalli puramente elettrici, mentre molte delle soluzioni adottate derivano dall’esperienza della Formula 1 e le batterie hanno capacità fino a 128 kWh. E lungo 5 metri, largo 2 e con un passo di 3 metri. Il peso a secco supera abbondantemente le 2 tonnellate e mezza.

La gamma si articola su due concetti di powertrain. Le AMG GT 63 e 55 Suv adottano tre motori a flusso assiale: due sull’asse posteriore in un’unica High performance electric drive unit, uno sull’anteriore con funzione di booster, inserito solo quando servono potenza o trazione aggiuntive e disconnesso sotto carico leggero da una Disconnect unit. La GT 63 Suv raggiunge 860 kW (1.169 CV) di potenza di picco, la GT 55 Suv 600 kW (816 CV). Quest’ultima, che è anche la versione d’ingresso, monta due motori sincroni, uno per asse, per 400 kW (544 CV) combinati, con cambio posteriore a due velocità. La top di gamma scatta da 0 a 100 km/h in 2,5 secondi e da 0 a 200 km/h in 6,8 secondi, con velocità massima di 270 km. La potenza continuativa arriva fino a 530 kW, valore che AMG indica come nuovo riferimento nel segmento.

Due le varianti di batteria, entrambe a 800 volt con celle cilindriche. L’accumulatore da 106 kWh (18 moduli) consente la ricarica in corrente continua fino a 600 kW e 380 km di autonomia Wltp in dieci minuti; quello da 128 kWh (22 moduli) arriva a 710 kW e 450 km in dieci minuti, con il 10-80% in 12 minuti. A una colonnina da 400 kW servono 14 o 16 minuti. L’autonomia massima dichiarata è di 700 km.

Jörg Burzer, Chief technological officer di Mercedes group, definisce quelle di GT Suv “batterie rivoluzionarie ad alta tensione”, ma indica come prossimo step della ricerca della Casa di Stoccarda “le batterie allo stato solido. Tenere alti i nostri valori, con particolare riguardo alla sicurezza e alla qualità, coniugandoli con la tecnologia è la nostra sfida per i prossimi 140 anni”. Burzer ha anche ricordato che la digitalizzazione e l’intelligenza artificiale “possono ridurre i tempi di progettazione del 30%” grazie alla piattaforma PLM.AI (Product Lifecycle Management).

Le sospensioni completamente nuove AMG Active ride control+ (di serie sulla GT 63, optional sulla GT 55) sostituiscono le barre stabilizzatrici convenzionali con elementi idraulici attivi che controllano beccheggio e rollio. Lo sterzo attivo sull’asse posteriore, di serie, ruota fino a 6 gradi: in opposizione alle ruote anteriori sotto gli 80 km/h, nella stessa direzione oltre. La GT 63 Suv monta freni carboceramici di serie su entrambi gli assi, la GT 55 SUV freni in acciaio con il carboceramico come optional. La trazione integrale è l’AMG Performance 4MATIC+ a ripartizione variabile, con sette modalità di guida.

Il programma AMG Force Sport+ riproduce il sound dei motori AMG V8 (GT 63 e 55) e del 6 cilindri (GT 53), simulando i cambi marcia, abilita i cambi manuali con le palette e include il display dedicato. Uno slider, poi, permette di personalizzare il suono.

L’aerodinamica è attiva: le lamelle verticali dell’Aerokinetics Airpanel nel paraurti anteriore restano chiuse per ridurre la resistenza e si aprono solo quando occorre raffreddare il powertrain, mentre sulla GT 55 e sulla GT 63 uno spoiler sul tetto cambia posizione oltre i 150 km/h per ridurre la resistenza o aumentare la stabilità.

GT 53 Suv, la versione d’ingresso è ordinabile dal 20 ottobre con un listino che parte da 113.050 euro. I modelli GT 63 e GT 55 Suv seguiranno nella primavera 2027.

L'articolo Mercedes AMG GT SUV, l’anima di una GT nel corpo di una sport utility – FOTO proviene da Il Fatto Quotidiano.

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F1: Russell terá uma pesada penalização no GP de Singapura por troca de motor

George Russell irá neste final de semana para o GP de Singapura de Fórmula 1 sabendo que irá tomar uma grande penalização. A Mercedes confirmou que após o abandono na Malásia, o piloto precisa de um novo motor e, assim, vai exceder o limite máximo permitido na temporada.

Para o britânico, o GP do Bahrein, em Sepang, foi mais um para esquecer, já que, quando estava na terceira posição, quase no final da disputa, viu-se obrigado a abandonar com problemas no motor.

Após a prova, Toto Wolff confirmou que foi o motor que provocou o abandono de Russell. Segundo o austríaco, a falha não terá ocorrido no período antes do safety-car, mas a Mercedes disse, segundo a F1Mania, que ainda precisaria avaliar melhor os motivos.

Resumindo, a equipa alemã confirmou que George Russell precisa trocar o motor para a próxima corrida da F1 neste final de semana, em Marina Bay, e por isso irá largar para a corrida na cauda do pelotão.

Esta situação representa mais um enorme golpe no campeonato do piloto, que já está mais de 80 pontos atrás do seu companheiro de equipa Kimi Antonelli, quando faltam sete etapas para o fim do campeonato.

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