El petróleo se ha disparado a los niveles más altos desde principios de mayo, por encima de los 112 dólares por cada barril de brent. A pesar de que el flujo de crudo a través del estrecho de Ormuz crece hasta niveles anteriores a la guerra, el riesgo de nuevos ataques a instalaciones petroleras mantiene los precios altos. Además, Estados Unidos ha ordenado la salida de parte del personal y de familiares de empleados de sus embajadas en el reino, lo que pone de manifiesto la creciente preocupación por una nueva escalada del conflicto regional. Según The New York Times, los ejércitos de Estados Unidos e Israel están elaborando planes para atacar Irán tras las elecciones israelíes de este fin de semana, en una operación que incluiría ataques sobre infraestructuras de energía y arsenales de drones y misiles. Además, un ataque con drones contra el yacimiento de Shaybah, de Saudi Aramco, mató a dos personas, pero no afectó a las operaciones. La empresa ha evacuado sus instalaciones principales.
Washington justifica la decisión por la escalada de ataques hutíes en territorio saudí, como el del aeropuerto de Riad. Mueren dos personas tras una incursión de drones dirigidos a Medina Leer
Washington justifica la decisión por la escalada de ataques hutíes en territorio saudí, como el del aeropuerto de Riad. Mueren dos personas tras una incursión de drones dirigidos a Medina
A Audi deu início a um projeto de “prova de conceito” para testar o uso de robôs humanoides móveis na área de logística de sua fábrica em Ingolstadt, na Alemanha.
A iniciativa, desenvolvida em parceria com a empresa de robótica Agile Robots e as companhias de tecnologia Nvidia e Dassault Systèmes, busca automatizar o processo de sequenciamento de peças, etapa que exige cerca de um milhão de seleções diárias (picks) para abastecer a linha de montagem dos veículos premium da marca no ritmo atual.
O projeto utiliza robôs dotados de dois braços mecânicos e inteligência artificial, instalados em uma base móvel. A tecnologia foi projetada para atuar na mesma altura de operadores humanos e se integrar às instalações existentes da unidade sem requerer mudanças na infraestrutura fabril.
Simulação em ambiente digital acelera o processo
Audi testa robôs humanoides e IA para otimizar linhas de montagem em parceria com Agile robots, NVIDIA e Dassault Systèmes • Divulgação Audi
Antes de entrarem em operação prática no laboratório de produção da Audi (Production Lab), as tarefas dos robôs são validadas em um ambiente inteiramente virtual. Por meio das plataformas digitais da Dassault Systèmes e das bibliotecas da Nvidia, a equipe de engenharia criou um “gêmeo digital” da fábrica.
O modelo virtual permite simular ergonomia, tempo de execução, viabilidade operacional e protocolos de segurança. A utilização de inteligência artificial aplicada ao ecossistema digital reduz o tempo de homologação desses testes de semanas para poucos dias.
Manipulação de componentes flexíveis e caixas mistas
Audi testa robôs humanoides e IA para otimizar linhas de montagem em parceria com Agile robots, NVIDIA e Dassault Systèmes • Divulgação Audi
A automação do sequenciamento representa um dos maiores desafios logísticos da indústria automotiva, por envolver peças semirrígidas, itens flexíveis e componentes dispostos de forma desordenada em caixas mistas.
Os robôs móveis desenvolvidos para a operação utilizam sistemas de percepção por inteligência artificial que identificam, alinham e movimentam peças variadas com precisão.
O objetivo do programa é transferir tarefas repetitivas de triagem para os sistemas automatizados, permitindo que os operadores humanos foquem em etapas de maior complexidade do processo produtivo.
A Audi anunciou nesta quarta-feira (21) a integração da versão nativa completa do aplicativo Spotify ao sistema de infotenimento de alguns de seus veículos ano-modelo 2026. Desenvolvida sobre o ecossistema Android Automotive OS, a tecnologia permite utilizar a plataforma de música diretamente pela multimídia do carro, sem necessidade de pareamento ou conexão com smartphones.
A novidade já está disponível por meio da Audi Application Store em 47 mercados globais, contemplando inicialmente a nova linha de modelos desenvolvidos sobre as arquiteturas PPE (elétrica) e PPC (combustão) a partir do ano-modelo 2026.
A lista inclui as famílias A5, Q5 e A6, além dos elétricos A6 e-tron e Q6 e-tron, com previsão de expansão para os utilitários Q7 e Q9 na sequência de seus lançamentos.
Recursos de vídeo e sessão compartilhada
Diferente de versões anteriores baseadas em espelhamento ou layouts padronizados, o aplicativo nativo traz uma interface customizada para as telas do painel.
Entre os recursos incorporados estão a exibição de videoclipes, letras de músicas em tempo real, navegação por comandos de voz e ferramentas como o Spotify DJ e o Spotify Jam, que permitem aos passageiros entrarem em sessões compartilhadas de escuta por meio de código QR.
Em veículos equipados com tela dedicada ao passageiro dianteiro, os recursos visuais permanecem ativos durante a condução. Além disso, o aplicativo pode ser baixado gratuitamente na loja de softwares do próprio veículo, exigindo apenas uma conta ativa do serviço para upload e reprodução do conteúdo.
Segurança e restrições com o veículo em movimento
Para cumprir as normas de segurança viária e evitar a distração do motorista, o sistema ajusta automaticamente a oferta de recursos conforme o status do veículo:
Veículo em movimento: a tela central MMI oculta a exibição de videoclipes e letras em tempo real, além de desabilitar menus de configurações e login. O controle de áudio segue disponível via comandos no volante, controle vocal do veículo (“Hey Audi”) ou pelo assistente da própria plataforma.
Veículo estacionado: a tela principal do painel libera o pacote completo de navegação, incluindo acesso ao catálogo de vídeos, letras de faixas e busca expandida de conteúdo.
Aviones de combate de Arabia Saudí atacaron dos barcos pesqueros en el distrito de Dhubab en la provincia de Taiz. Los cazas efectuaron un segundo ataque contra los supervivientes del primer bombardeo, lo que resultó en la muerte de toda la tripulación.
De los chocolates suizos de las granjas de la calle Petritxol a los vermuts artesanales de la plaza de la Concòrdia. De los gofres de la Rambla dels Caputxins a los exquisitos arroces de 7 Portes. De los grafitis de Banksy que se exponen en el Moco Museum a los frescos románicos que custodia el Museu Nacional d’Art de Catalunya. Del caos fértil de la Sagrada Familia al elegante minimalismo del pabellón alemán de Mies Van der Rohe. Del ajetreo mestizo y canalla de El Raval a la placidez de Sarrià. De las excursiones en Golondrina por el Rompeolas a la ruta del Tramvia Blau. De la Barceloneta pesquera a la Gràcia menestral. Todas esas Barcelonas posibles caben en la única que existe, la estrecha franja litoral a los pies de la sierra de Collserola y orillas del Mediterráneo que se extiende, de sur a norte, entre los deltas de los ríos Llobregat y Besòs.
■ En el Eixample, Casa Amàlia (Passatge Mercat, 14), cocina de mercado abierta a la innovación y respetuosa con la tradición.
■ En Ciutat Vella, El Quim de la Boqueria (La Rambla, 91), un alto en el camino para disfrutar de una buena experiencia gastronómica en uno de los mercados más genuinos de Barcelona.
■ Mandarin Oriental (Passeig de Gràcia, 38-40), nuevo buque insignia del lujo barcelonés, con interiorismo contemporáneo a cargo de Patricia Urquiola.
■ METT Barcelona (carretera de Vallvidrera, 83-93), para disfrutar la ciudad desde un observatorio exquisito, en la cima de su otra montaña icónica, el Tibidabo.
■ Casa Luz (Ronda de la Universitat,1), un hotel boutique en el corazón de Barcelona que, además, esconde un muy recomendable restaurante de autor en su ático.
Dónde comprar:
■ Santa Eulalia (Passeig de Gràcia, 93), la mítica sastrería y tienda de moda y complementos en la milla modernista.
■ Fusta’m (Joaquim Costa, 62), una excursión por la cara oculta (y más auténtica) del diseño barcelonés.
■ Pastisseria La Colmena (Plaça de l’Àngel, 12), el local modernista de la familia Roig que nos acerca a las mejores tradiciones de la repostería catalana.
Tres museos a visitar:
■ Museu Picasso (Montcada, 15-23), hasta cinco palacios góticos que albergan una muestra exhaustiva de la obra del artista malagueño.
■ MOCO (Montcada, 25), un recién llegado que está haciendo mucho ruido con su apuesta por lo más disruptivo del arte moderno y contemporáneo.
■ Museu Nacional d’Art de Catalunya (MNAC) (Mirador del Palau Nacional, 6-10), una cita con Velázquez, Rubens, Gaudí y el mítico ábside de la iglesia pirenaica de Sant Climent de Taüll.
Volete un’auto del secolo scorso che ha saputo rinnovarsi fino ai giorni nostri? Cercate una vettura capace di creare un segmento per poi abitarlo quasi da sola? Non potreste fare a meno di una macchina che si guida in sei modi diversi, tutti terribilmente appaganti? Eccola.
È l’Audi A6 allroad, che dopo 27 anni e cinque generazioni si ripresenta quatta quatta per la sesta occasione. Anzi, verrebbe da dire acquattata, visto che la novità più evidente è nelle proporzioni. Per la prima volta l’allroad è più larga della vettura da cui deriva, l’Audi A6 Avant: oltre 11 centimetri in più (11,1 per la precisione). È cresciuta inoltre di 8,4 centimetri rispetto alla generazione precedente. La carreggiata anteriore è aumentata di 7,4 centimetri in confronto con l’Avant e di 5,5 centimetri rispetto al vecchio modello, quella posteriore di 7 centimetri. Ne deriva una presenza scenica notevole, sottolineata dalle protezioni e dagli elementi a contrasto del look all terrain, dai blister quattro e dalle inedite feritoie alle spalle dei passaruota anteriori, di derivazione Audi Sport.
Le dimensioni parlano chiaro: 5,02 metri di lunghezza (+6,5 cm), 1,99 di larghezza, 1,51 di altezza, con un passo di 2,93 metri che favorisce l’abitabilità posteriore. L’altezza minima da terra è superiore di 3,4 centimetri rispetto all’Avant.
Al lancio la gamma offre una doppia scelta. Il V6 3.0 Tdi mild-hybrid plus a 48 Volt eroga 299 Cv 580 Nm, con 0-100 km/h in 5,4 secondi; il cuore della tecnologia Mhev plus è il powertrain generator, che può contribuire alla marcia con fino a 24 CV e 230 Nm e, in decelerazione, agisce da alternatore abilitando la frenata elettroidraulica.
Per la prima volta nella storia dell’A6 allroad arriva però anche il plug-in hybrid: 367 Cv e 500 Nm, motore 2.0 TFSI a ciclo Miller più propulsore elettrico sincrono a magneti permanenti integrato nel cambio S tronic a 7 rapporti, 0-100 in 5,5 secondi. La batteria da 25,9 kWh nominali (20,7 effettivi) garantisce fino a 102 km di autonomia elettrica WLTP, con ricarica a 11 kW in AC in 2,5 ore.
Di serie ci sono lo sterzo integrale, che a bassa velocità favorisce l’agilità e ad alta rinforza il rigore direzionale, la trazione quattro ultra, che attiva la coppia al retrotreno solo quando serve secondo una strategia predittiva, e le sospensioni pneumatiche adattive allroad, con escursione di 55 millimetri: da -20 mm fino a +35 mm rispetto allo standard.
Premesso che nel 2026 si fa grande fatica a trovare un’auto piena di difetti, qui sull’A6 allroad c’è il problema di individuarne anche uno solo. E, al volante, la ricerca diventa difficilissima. Le sei modalità di guida sono marcatamente diverse, con altrettante disponibilità per affrontare asfalto e sterrato in base a esigenze e sensazioni. Carico volante, corsa dei pedali, risposta delle sospensioni: tutto è tarato in modo ineccepibile.
Sulla statale del Casentino da Poppi a Firenze, smanettando sui set del V6 Tdi le centinaia di curve scorrono via senza problemi, in puro godimento di guida, con dynamic che ammansisce il rollio e fa pure la voce grossa, comfort che segue la strada in culla o efficency che veleggia e risparmia carburante.
Nella fase di accelerazione dalle marce basse si avverte quella specie di lamento-motore del diesel accoppiato al cambio Dsg: non che crei problemi, ma rende meno fluido al (nostro) orecchio il passaggio ai regimi successivi. Più oggettivo, invece, è un altro neo della A6 allroad: per liberare spazio sul tunnel molti comandi fisici sono stati spostati sul bracciolo della portiera lato guidatore. Se ne contano 14, alcuni dei quali (fendinebbia, per esempio) possono essere azionati anche in marcia, intralciando momentaneamente il focus visivo.
I prezzi, infine, partono da 82.350 euro per la V6 3.0 Tdi quattro 299 Cv S tronic e da 88.650 euro per la 2.0 e-hybrid quattro 367 Cv S tronic. Il mix atteso per i powertrain è 65% diesel e 35% e-hybrid, mentre sul totale della gamma A6 si prevede il 25% di allroad.
As Mary Beard writes in her highly entertaining book on the Parthenon, it is the monument that has moved more people to tears than any other, perhaps second only to the Taj Mahal.