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Veja o que separa o início chocante de Hamilton com a ascensão de Antonelli

Para entender exatamente qual a diferença entre a estreia de Lewis Hamilton em 2007 e a temporada vitoriosa de Antonelli, basta olhar para o tempo de maturação de cada piloto na Fórmula 1.

O britânico chocou o esporte ao lutar pelo título mundial imediatamente em seu primeiro ano na McLaren, somando vitórias e perdendo o troféu por apenas um ponto.

Já o jovem italiano estreou pela Mercedes em 2025 focado em se adaptar ao carro, terminando o campeonato na sétima posição, para então engatar uma sequência avassaladora e assumir a liderança absoluta do grid na temporada de 2026.

O impacto imediato de Hamilton na McLaren

Quando Lewis Hamilton alinhou seu carro no grid do Grande Prêmio da Austrália de 2007, poucos previam o que estava por vir. O jovem piloto não apenas acompanhou o ritmo de seu companheiro de equipe, o então bicampeão Fernando Alonso, como quebrou o recorde de pódios consecutivos para um estreante, subindo aos degraus dos vencedores nas nove primeiras corridas de sua carreira profissional.

A temporada inaugural do britânico foi construída com base em uma agressividade controlada que surpreendeu os veteranos da categoria.

Hamilton conquistou quatro vitórias impressionantes em pistas exigentes como Canadá, Estados Unidos, Hungria e Japão. Ele também garantiu seis pole positions ao longo do ano, mostrando uma velocidade de volta lançada que rivalizava com os maiores nomes do esporte na época.

O desfecho daquele campeonato entrou para a história como um dos mais apertados do automobilismo moderno. Hamilton somou 109 pontos sob o antigo sistema de pontuação da Federação Internacional de Automobilismo, empatando com Alonso e ficando a apenas um ponto da taça, que acabou nas mãos de Kimi Räikkönen da Ferrari.

A curva de aprendizado de Antonelli na Mercedes

O cenário encontrado por Andrea Kimi Antonelli foi fundamentalmente diferente. Promovido ao assento da Mercedes aos 18 anos, ele carregava o peso de substituir o próprio Lewis Hamilton na equipe alemã a partir de 2025.

Sua temporada de estreia foi marcada por corridas de recuperação e muito aprendizado tático. Ele conquistou um excelente quarto lugar na Austrália, mas fechou o ano de forma discreta na sétima colocação geral, acumulando 150 pontos sob o sistema moderno da categoria.

Foi no ano seguinte que o talento cru do italiano se transformou em resultados consistentes e dominantes. O ano de 2026 marcou a virada de chave definitiva para Antonelli, que conquistou sua primeira vitória no GP da China e não olhou mais para trás.

Com uma leitura de corrida aprimorada e um ritmo de classificação muito superior, ele passou a ditar o ritmo do campeonato mundial.

Antonelli já soma oito vitórias na carreira e lidera a tabela de classificação de pilotos com uma vantagem massiva sobre seu companheiro de equipe. Ele vem provando que a aposta da diretoria da equipe em acelerar sua promoção para a categoria principal foi totalmente justificada.

Raio X do desempenho das duas promessas

Para colocar a evolução de ambos os pilotos em perspectiva, é necessário observar os números exatos de suas campanhas de revelação. Abaixo, listamos os principais marcos estatísticos de cada atleta:

  • Pontuação no ano de estreia: Hamilton somou 109 pontos em 2007, garantindo o vice-campeonato mundial. Antonelli fechou sua primeira temporada em 2025 com 150 pontos (em um sistema que premia mais posições), ficando em sétimo lugar.
  • Vitórias como novato: O britânico venceu quatro grandes prêmios logo em seu primeiro ano. O italiano não venceu em 2025, guardando seu primeiro triunfo oficial na categoria para a etapa de Xangai em 2026.
  • Desempenho no segundo ano: Hamilton sagrou-se campeão mundial na sua segunda temporada (2008). Antonelli caminha a passos largos para repetir o feito, liderando o campeonato de 2026 com ampla margem e acumulando oito vitórias até o momento.

O cenário atual dentro das garagens da equipe alemã

A ascensão de Antonelli representa um alívio estratégico para Toto Wolff e toda a cúpula da Mercedes. A saída de um heptacampeão mundial para a Ferrari deixou um vácuo de liderança que muitos acreditavam que demoraria anos para ser preenchido. No entanto, a maturidade demonstrada pelo jovem piloto italiano acelerou o processo de reestruturação da equipe.

Hoje, o carro número 12 é a principal força do grid. A capacidade de Antonelli de entregar tempos de volta consistentes, aliada ao trabalho de acerto de carro desenvolvido em conjunto com George Russell, colocou a Mercedes de volta ao topo da disputa pelo campeonato de construtores. O legado de excelência construído ao longo da última década encontrou um herdeiro à altura.

O impacto dessa transição bem-sucedida garante a estabilidade técnica da equipe para as próximas temporadas. Ter um piloto capaz de vencer corridas com tamanha autoridade em seu segundo ano tira a pressão dos engenheiros e permite um foco total no desenvolvimento aerodinâmico do carro para os próximos regulamentos.

Dúvidas frequentes sobre os pilotos

  • Quem teve o melhor resultado final em seu ano de estreia na Fórmula 1?

Lewis Hamilton teve um resultado superior em seu primeiro ano. Ele terminou a temporada de 2007 como vice-campeão mundial, enquanto Kimi Antonelli encerrou seu ano de estreia em 2025 na sétima colocação do campeonato.

  • Qual foi a idade de cada piloto ao estrear na categoria máxima?

Hamilton fez sua primeira corrida oficial aos 22 anos de idade pela equipe McLaren. Antonelli estreou muito mais cedo, assumindo o volante da Mercedes no Grande Prêmio da Austrália de 2025 com apenas 18 anos.

  • Por que a temporada de 2026 de Antonelli é comparada ao início de carreira do britânico?

A comparação ocorre porque ambos demonstraram um nível de pilotagem de elite logo no início de suas trajetórias. Enquanto o britânico quase foi campeão no primeiro ano, o italiano assumiu o protagonismo absoluto do campeonato mundial logo em sua segunda temporada.

O paralelo entre essas duas trajetórias reforça como o talento excepcional sempre encontra seu caminho para o topo do pódio.

Seja lutando pelo título no primeiro dia de trabalho ou construindo uma liderança implacável no segundo ano, ambos os pilotos escreveram seus nomes na história recente do esporte a motor com performances inesquecíveis.

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Ex-jogador do Chiefs morre aos 37 anos; Mahomes promete ajuda à família

Ex-defensive end do Kansas City Chiefs, da NFL, Allen Bailey morreu aos 37 anos.

“Nossos corações estão com a família dele”, disse o técnico do Chiefs, Andy Reid, ao iniciar sua entrevista coletiva na quarta-feira (21). “As orações estão com eles. Jovem demais, obviamente. Um dos meus jogadores favoritos. Ótimo garoto. Só lamento muito que isso tenha acontecido com ele.”

Bailey foi encontrado morto na terça-feira (20), em sua casa na Flórida, e a família disse ao “TMZ” acreditar que ele morreu de causas naturais. Nenhuma causa oficial da morte havia sido divulgada até a tarde de quarta-feira.

“Allen Bailey foi um excelente companheiro de equipe, um homem generoso e uma alma gentil”, publicou o Chiefs nas redes sociais na quarta-feira. “Estamos profundamente tristes ao saber de sua morte, e nossos pensamentos e orações estão com sua família e amigos.”

Bailey foi escolhido na terceira rodada do Draft de 2011

O Kansas City escolheu Bailey na terceira rodada do Draft da NFL de 2011, vindo da Universidade de Miami.

Em 133 jogos de temporada regular (70 como titular) pelo Chiefs (2011 a 2018) e pelo Atlanta Falcons (2019 e 2020), ele somou 248 tackles, 22 sacks, 40 tackles para perda, 40 hits no quarterback, quatro fumbles forçados e sete fumbles recuperados, um deles devolvido para touchdown.

Também disputou seis jogos de playoffs (cinco como titular), com dez tackles, dois sacks e dois fumbles forçados.

“Descanse em paz, Allen Bailey”, publicou o Falcons nas redes sociais, acompanhado do emoji de mãos em oração. “Enviamos nossas mais profundas condolências à família e aos amigos.”

Mahomes diz que companheiros vão ajudar a família

O quarterback do Chiefs, Patrick Mahomes, disse na quarta-feira que Bailey foi a primeira pessoa que viu ao entrar no vestiário, depois de ser escolhido no Draft de 2017.

Ao ver o robusto e atlético Bailey, com 1,91 m e 131 kg, Mahomes percebeu que já não estava mais na faculdade e classificou o momento como “surreal”.

“Obviamente, é terrível ouvir a notícia”, disse Mahomes, que foi companheiro de Bailey por duas temporadas. “Um ótimo companheiro de equipe, daqueles jogadores que mantêm o grupo unido. Ele faz jogadas. Não é necessariamente um superastro, mas é aquele cara que faz tudo funcionar.”

“Estamos rezando pela família dele. Como companheiros de equipe, conversamos e sabemos que vamos fazer o que pudermos para apoiar essas pessoas.”

Ex-jogador brilhou em Miami e foi duas vezes All-ACC

Natural de Sapelo Island, na Geórgia, Bailey disputou 50 jogos pelo Miami Hurricanes entre 2007 e 2010, com 107 tackles, 19 sacks, 31 tackles para perda e dois fumbles forçados. Foi duas vezes selecionado para o All-Atlantic Coast Conference.

“É terrível, especialmente com todo o bem que ele fez”, disse Reid sobre a morte de Bailey. “Ele tem uma família, e isso é muito triste. Sei que o pai dele também morreu jovem. Faz a gente passar mal quando isso acontece com alguém tão jovem.”

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Mundial de Ginástica: Brasil fica fora do pódio por equipes; China é campeã

O Brasil ficou em quinto lugar por equipes no Mundial de Ginástica Artística de 2026 em Roterdã. A China levou a melhor e ficou com o ouro na decisão desta quarta-feira (21).

Com 165.764 pontos, as chinesas carimbaram a vaga nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Os Estados Unidos ficaram com a prata, com 165.531 pontos, e o Japão fechou o pódio com 164.063, e também garantiram a classificação para a próxima Olimpíada.

A França ficou em quarto lugar e o Brasil veio na sequência, em quinto, com 159.730. As brasileiras tiveram desempenho melhor do que na classificação, na segunda-feira (19), quando avançou para a final por poucos décimos na oitava e última vaga.

O aumento da pontuação foi puxado pelo desempenho no salto. Enquanto na classificação o Brasil obteve 40.266, na final subiu a nota total do aparelho para 41.433. No solo, na trave e nas barras assimétricas manteve um desempenho similar, com poucos décimos a menos do que na classificação.

Como resultado, o time, formado por Rebeca Andrade, Flávia Saraiva, Lorrane Oliveira, Thais Fidelis e Sophia Weisberg, garantiu vaga no Mundial do próximo ano, que vai distribuir nove vagas na Olimpíada de Los Angeles.

Próximas finais

O Brasil volta ao tablado na próxima sexta-feira (23) com Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira na disputa do individual geral. Flavinha garantiu vaga em 12º lugar, enquanto Lorrane avançou em 22º. A decisão começa às 14h30 (de Brasília).

No sábado (24), Rebeca Andrade briga por medalha na final do salto, às 9h (de Brasília). A campeã olímpica se classificação com a maior nota da classificação.

E, por fim, Flávia Saraiva disputa a final da trave no domingo (25) também brigando por medalha. Flavinha avançou para a final do aparelho em terceiro lugar, atrás apenas das chinesas Zhang Qingying e Qiu Qiyuan.

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UFC 333: “Ele está comigo”, diz Willycat em homenagem a amigo falecido

Daniel Willycat Santos fará uma homenagem emocionante ao amigo Allan ‘Puro Osso’ Nascimento neste sábado (24), durante sua luta no UFC 333, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. O confronto contra Bolagi Oki marca o retorno do atleta ao octógono pela primeira vez desde a trágica morte de Allan, em agosto deste ano.

Em entrevista à Itatiaia, Willycat expressou o carinho pelo amigo, que faleceu subitamente aos 34 anos e era um integrante fundamental de seu corner. “Ah, é mais um anjo que está olhando por mim. Ele sempre quis o meu sucesso, sempre deixou isso muito claro. Sempre esteve do meu lado, sempre acreditou em mim”, afirmou.

A dor da perda, no entanto, se transformou em um combustível extra para o combate. “Ele continuou comigo. Pelo contrário, agora está o tempo inteiro comigo. Mais uma vez, vai estar comigo dentro daquele octógono, vai estar comigo no corner, em todos os momentos”, disse o lutador. Daniel, inclusive, eternizou o amigo com uma tatuagem de seu rosto no braço.

Impacto na Chute Boxe e o legado de Allan

O falecimento de Allan Nascimento abalou a equipe Chute Boxe. Charles do Bronxs, outro nome forte do time, chegou a se retirar de um combate após a morte. O mestre Diego Lima também manifestou profunda emoção. Em homenagem, o instituto de treinos foi renomeado para Instituto Allan Nascimento.

Uma luta por um sonho compartilhado

Para Daniel Willycat, este combate será especial. “Ele está comigo em todos os momentos. É mais um motivo para vencer, para me tornar campeão e realizar o nosso sonho, que era meu, dele e de toda a equipe: ser campeão”, explicou. Ele deseja trazer a vitória e continuar o legado de Allan, que era “o maior representante do que é amar a Chute Boxe”.

“Quero vencer por ele. Quando a gente vencia, ele ficava feliz como se fosse ele quem estivesse vencendo. É isso que eu quero: ter meu braço levantado no sábado à noite para sentir a felicidade dele e, de certa forma, dar essa alegria para ele, para a mãe dele, representando o nome dele aqui dentro, para minha família e para a Chute Boxe”, finalizou Daniel.

Carreira de Willycat e o desafio no UFC 333

Mineiro de Uberlândia, Daniel ‘Willycat’ Santos, de 32 anos, é uma das promessas do peso pena do UFC. Após problemas no corte de peso na categoria galo, migrou para os 66 kg em 2025. Na nova divisão, soma duas vitórias e uma derrota, sendo esta última para o hall da fama Doo Hoo Choi.

Ele buscará a reabilitação em um duelo de “nocauteadores” contra o belga Bolaji Oki, que também vem de outra categoria (até 70 kg) e soma duas vitórias e três reveses no Ultimate.

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Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

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Tenistas perderão isenção nas regras antidoping em 2027; entenda

Os tenistas perderão uma isenção de longa data em relação às rigorosas exigências antidoping sobre a indicação de sua localização durante os torneios a partir de janeiro de 2027, informou a Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) nesta quarta-feira (21).

Alterações no Código Mundial Antidoping exigem que os jogadores incluídos no Grupo de Testes Registrados (RTP) de um esporte disponibilizem uma janela diária de 60 minutos para testes durante as competições a partir de 2027, encerrando uma isenção anteriormente concedida ao tênis devido à imprevisibilidade das agendas dos jogadores.

A ITIA, órgão independente que zela pela imparcialidade no esporte, informou que reduzirá o tamanho de seu RTP, transferindo cerca de 80% dos jogadores atualmente no grupo para um grupo de testes ampliado, no qual a exigência diária de 60 minutos não se aplicará.

“Os jogadores que permanecerem no RTP reduzido deverão disponibilizar uma janela de tempo diária de 60 minutos, assim como os atletas de todos os esportes em conformidade com a Wada (agência antidoping mundial), tanto dentro quanto fora de competição”, acrescentou a ITIA.

O número de jogadores selecionados em ambos os grupos de testes será, em linhas gerais, consistente com os grupos atuais, e é improvável que a frequência e o volume dos testes sejam alterados.

As novas regras também proporcionarão maior proteção aos jogadores que puderem comprovar que um resultado positivo no teste foi causado por contaminação, inclusive por medicamentos, alimentos ou bebidas, exposição ambiental ou outra pessoa.

Elas também proporcionarão maior flexibilidade nas sanções em determinadas circunstâncias, com opções focadas na reabilitação em alguns casos de uso recreativo de drogas não relacionados ao desempenho esportivo.

Os atletas serão informados em novembro a qual grupo foram designados, embora as classificações individuais não sejam divulgadas publicamente.

Todos os atletas, independentemente de seu status no grupo de testes, devem fornecer uma amostra quando solicitado por uma autoridade de controle de doping. A recusa pode acarretar uma suspensão de até quatro anos.

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Suposto affair de Paolla Oliveira, Chumbinho já sofreu acidente no surfe

O surfista brasileiro de 26 anos, João Chianca, também conhecido como Chumbinho, ganhou destaque nas redes sociais após ser apontado como possível novo affair de Paolla Oliveira, de 44 anos.

O suposto romance ganhou força após interações entre os dois nas redes sociais e um comentário feito pela mãe do atleta, Michele Cabral, em uma publicação relacionada à atriz, além da presença da família em evento da Imperatriz Leopoldinense.

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    Iza passa faixa de rainha de bateria da Imperatriz para Paolla Oliveira • Thiago Mattos/AgNews

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    Paolla Oliveira é coroada rainha de bateria da Imperatriz • Paulo Tauil / Agnews

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    Paolla Oliveira é coroada rainha de bateria da Imperatriz • Paulo Tauil / Agnews

A carreira de Chianca já foi marcada por um grave acidente durante um treino em Pipeline, no Havaí, em dezembro de 2023. O surfista sofreu uma queda em uma onda e foi resgatado inconsciente, em estado crítico. Em entrevistas posteriores, Chumbinho revelou que não se lembra do acidente.

Vídeo do momento do acidente de João Chumbinho em Pipeline https://t.co/B44L1UmJi0

— Quebrando Quilha (@Quebrandoquilha) December 4, 2023

Quem é Chumbinho?

Nascido em Saquarema, no Rio de Janeiro, Chianca cresceu em uma família ligada ao surfe. Seu irmão mais velho, Lucas Chumbo, também construiu carreira no esporte e ganhou projeção nacional após participar do reality show Big Brother Brasil (BBB).

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Conhecido como “Chumbinho”, João Chianca começou a competir ainda jovem no circuito mundial. Em 2019, conquistou o título sul-americano de surfe e, em 2022, estreou na elite da modalidade, organizada pela World Surf League (WSL), principal liga profissional do esporte.

No ano seguinte, alcançou um dos melhores momentos de sua carreira ao vencer a etapa de Peniche, em Portugal. Chianca também chegou ao topo do ranking mundial durante a temporada, mesmo sem conquistar o título geral.

Em 2024, Chianca representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris, mas acabou eliminado nas quartas de final pelo compatriota Gabriel Medina, que chegou a elogiar o colega e declarar sua admiração pelo surfista.

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Hoje amigas, Virna e Mireya relembram “treta” épica em Atlanta 1996

As lendas do vôlei Virna, do Brasil, e Mireya Luis, de Cuba, hoje amigas, relembraram a intensa rivalidade que marcou a modalidade por décadas. O auge da tensão foi a famosa briga entre as seleções nas semifinais da Olimpíada de Atlanta, nos Estados Unidos, em 1996.

Em uma entrevista recente ao podcast Basticast, as ex-jogadoras abriram o jogo sobre os bastidores do confronto. Ambas concordam que a única motivação para o embate era a busca por uma medalha olímpica para suas respectivas nações.

“Nós não lutamos e não brigamos porque odiávamos umas às outras. Simplesmente lutamos e brigamos porque tínhamos um só objetivo, que era ganhar uma medalha e trazê-la para o nosso país. Tudo se resume a esse desejo de ser campeão olímpico”, declarou Mireya.

Virna contou que, mesmo ouvindo as provocações do lado cubano, orientou suas companheiras a manterem o foco no jogo. Mireya, por sua vez, recordou que o técnico Bernardinho chegou a ponto de quase se envolver na confusão.

Apesar do calor do momento, o desentendimento ficou para trás. Atualmente, as duas ex-adversárias expressam grande carinho e admiração mútua, transformando a rivalidade em amizade.

“O que o vôlei do Brasil é hoje é graças a Cuba”, afirmou Virna, reconhecendo a influência cubana. Mireya retribuiu os elogios, definindo a brasileira como uma das pessoas que mais admira no esporte do país.

“O Brasil tem muitas pessoas importantes, muitas jogadoras com muito caráter que se preparam para a vida, como Leila e Ana Moser, e outras, porém tem um centro que move tudo, que encanta e move o coração das pessoas, que é a Virna”, completou a cubana.

Futuro em Cuba

Atualmente, Mireya Luis ocupa importantes cargos na Federação Cubana de Vôlei e na Federação Internacional. Ela dedica seus esforços para revitalizar o vôlei cubano, buscando retomar o prestígio internacional da nação. A equipe masculina de Cuba, por exemplo, já está confirmada nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

Cuba teve um domínio no vôlei feminino, conquistando o tricampeonato olímpico em Barcelona 1992, Atlanta 1996 e Sydney 2000. Contudo, Mireya lamenta que o país poderia ter alcançado o pentacampeonato, não fosse o boicote aos Jogos de Los Angeles 1984 e Seul 1988.

“O país vive uma escassez muito grande, principalmente de combustível. Passamos muitas horas sem luz, sem água, sem gás. É muito doloroso o que o meu país está passando”, relatou Mireya sobre a atual situação de Cuba.

“Mas acredito que tenha um final. Sei que precisamos fazer grandes trocas, porém não queremos voltar a ser escravos”, finalizou.

As carreiras de Virna e Mireya

Virna construiu uma carreira brilhante no vôlei, sendo multicampeã com a Seleção Brasileira. Conquistou dois bronzes olímpicos (1996 e 2000), três pratas em Campeonatos Mundiais (1994, 1995 e 2003), e um bronze (1999).

A atacante também foi campeã pan-americana em 1999 e tetracampeã do Grand Prix (1994, 1996, 1998 e 2004). Sua atuação em clubes se estendeu de 1985 a 2009.

Mireya Luis ostenta três medalhas de ouro olímpicas, dois títulos mundiais (1994 e 1998) e quatro Copas do Mundo (1989, 1991, 1995 e 1999). Sua trajetória é recheada de outros títulos e reconhecimentos individuais, incluindo a entrada no Hall da Fama do Vôlei em 2004.

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Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

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NFL promove projeto de flag football em escolas de Guarulhos

A NFL e a Prefeitura de Guarulhos dão início, nesta sexta-feira (23), ao Programa NFL Flag nas escolas da cidade. A parceria leva o flag football a 50 escolas da rede municipal já na primeira temporada do projeto.

A primeira iniciativa acontece com a capacitação de 100 professores de educação física, responsáveis por implementar as aulas da modalidade nas unidades.

Cada escola participante do programa receberá equipamentos profissionais para a prática da modalidade. Assim, os professores poderão incluir o flag football nas aulas de educação física, nas quadras das próprias unidades.

Os alunos também passam a competir no calendário de torneios de NFL Flag no país. A partir da próxima temporada, os campeonatos regionais da modalidade vão reunir somente escolas e projetos sociais esportivos sem fins lucrativos que façam parte do Programa NFL Flag nas escolas.

“Trazer uma modalidade como o flag football para a Educação de Guarulhos, por meio de uma parceria com a NFL, uma das maiores referências esportivas do mundo, representa um avanço importante para nossa rede. Além de apresentar um novo esporte, estamos ampliando oportunidades de aprendizagem, incentivando o trabalho em equipe, a disciplina, o respeito e o desenvolvimento integral dos nossos estudantes.”, destaca o Secretário de Educação, Rafael Carvalho.

Lançado no país em 2023, o programa oficial de flag football da NFL já impacta mais de 10 mil jovens em projetos gratuitos com escolas públicas e, em neste ano, ampliou sua atuação para além de São Paulo e Rio de Janeiro, com parcerias em Petrópolis (RJ) e com o Governo do Paraná e a Prefeitura de Curitiba. Agora, Guarulhos passa a integrar a iniciativa.

“É fantástico acompanhar a evolução do NFL Flag em todo o Brasil. Estamos conquistando cada vez mais espaços, em ótimas parcerias com secretarias municipais e estaduais, para impactar a base esportiva brasileira, que são crianças e jovens.”, celebra o general manager da NFL no Brasil, Luis Martinez.

Em setembro, a liga anunciou ainda um investimento de quase 160 mil dólares (próximo de R$ 802 mil) em quatro organizações sociais do país, que vão alcançar mais de 3 mil participantes: Fundação Gol de Letra (Rio de Janeiro e São Paulo), Eprocad e UmRio.

Sem contato físico, o flag football é praticado por cerca de 20 milhões de pessoas em mais de 100 países, e fará sua estreia olímpica nos Jogos de Los Angeles 2028.

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Com Antonelli, Itália busca encerrar frustração que já dura 73 anos na F1

A Itália não tem um campeão mundial de Fórmula 1 há exatamente 73 anos. A última vez que um piloto italiano ergueu o troféu máximo do automobilismo foi em 1953, quando Alberto Ascari conquistou o bicampeonato correndo pela Ferrari.

Desde então, a nação que sedia a mítica equipe de Maranello e o circuito de Monza vive um longo período de frustrações na categoria.

Para o torcedor que se pergunta há quantos anos a Itália não tem um piloto campeão do mundo na Fórmula 1 desde Alberto Ascari, a matemática da temporada de 2026 confirma mais de sete décadas de espera ininterrupta.

O dono da marca e o último título italiano

O nome de Alberto Ascari é sagrado na história do automobilismo mundial. O piloto milanês dominou a Fórmula 1 em seus primórdios, vencendo o campeonato mundial de forma consecutiva nas temporadas de 1952 e 1953 a bordo da Ferrari 500. Sua precisão ao volante o transformou no primeiro bicampeão da história do esporte.

O título de 1953 foi selado com um desempenho avassalador, garantindo a taça com folga sobre seus adversários.

O fato mais impressionante é que, após o trágico acidente que tirou a vida de Ascari em Monza, no ano de 1955, nenhum outro italiano conseguiu repetir o feito de levantar o troféu.

Kimi Raikkonen celebrando a vitória em Interlagos, em 2007
O finlandês Kimi Raikkonen foi campeão pela Ferrari • Darren Heath/Getty Images

A escuderia italiana Ferrari continuou colecionando campeonatos de construtores e de pilotos ao longo das décadas seguintes, mas sempre com estrangeiros ao volante, como Niki Lauda, Michael Schumacher e Kimi Räikkönen.

O jejum italiano, portanto, contrasta diretamente com o sucesso absoluto da Ferrari como equipe.

O ranking dos italianos de maior sucesso

Embora o título mundial não venha desde a década de 1950, o automobilismo italiano revelou grandes vencedores de corridas que chegaram perto de quebrar o tabu. Abaixo, estão os pilotos italianos com maior número de vitórias na Fórmula 1:

  1. Alberto Ascari (13 vitórias): O último campeão mundial do país lidera a estatística histórica, tendo vencido 13 corridas em sua breve e intensa carreira na categoria, consolidando o recorde italiano inalcançado até hoje.
  2. Riccardo Patrese (6 vitórias): Com uma das carreiras mais longas da F1, Patrese competiu entre 1977 e 1993. Ele foi o vice-campeão mundial em 1992, correndo pela equipe Williams, na mesma temporada em que Nigel Mansell ficou com o título.
  3. Michele Alboreto (5 vitórias): Outro nome que esteve perto de encerrar o jejum. Alboreto venceu cinco grandes prêmios e foi o vice-campeão da temporada de 1985, correndo com a icônica Ferrari vermelha, mas acabou superado pelo francês Alain Prost.
  4. Giancarlo Fisichella (3 vitórias): Destaque nos anos 2000, Fisichella venceu três corridas e foi peça fundamental para os títulos de construtores da Renault em 2005 e 2006, ao lado de Fernando Alonso.

Elio de Angelis (2 vitórias): O habilidoso piloto romano completa o top 5 com duas vitórias marcantes pela equipe Lotus na década de 1980, antes de falecer precocemente em um acidente durante uma sessão de testes.

A nova geração e a chance de quebrar o tabu

O ano de 2026 trouxe uma mudança drástica nesse cenário com a consolidação de Andrea Kimi Antonelli na equipe Mercedes. Após pular etapas nas categorias de base e assumir a vaga deixada por Lewis Hamilton, o jovem nascido em Bolonha reacendeu a esperança de todo um país apaixonado por velocidade.

O automobilismo italiano não via um piloto local com equipamento capaz de disputar vitórias regularmente desde o início do século.

Com Antonelli entregando resultados expressivos na pista e assumindo o protagonismo no campeonato, a pressão por um título volta a ser o assunto principal nas arquibancadas de Monza e Imola.

O jejum de 73 anos desde a glória de Alberto Ascari representa a maior seca de uma potência tradicional na história do esporte a motor. Encerrar essa contagem não seria apenas uma conquista esportiva para a nova geração, mas a cura de uma ferida histórica para a nação que ajudou a fundar as bases da Fórmula 1.

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WSL: semifinal em Portugal reúne três brasileiros e pode encaminhar título

A antepenúltima etapa da temporada da World Surf League (WSL) está pegando fogo e já garantiu um brasileiro na final. Yago Dora, Italo Ferreira e Gabriel Medina disputarão uma vaga na decisão em Peniche, Portugal.

Medina foi o primeiro a entrar na água nas quartas de final e passou sufoco, mas eliminou o australiano Morgan Cibilic com virada no fim. E as comemorações não pararam por aí.

Logo na bateria seguinte, Italo Ferreira também se classificou, mas em situação mais tranquila. Ele não tomou conhecimento do anfitrião português Guilherme Ribeiro e avançou com quase o dobro de pontos.

Yago Dora parecia ter o adversário mais complicado, o experiente Ethan Ewing. Porém, o australiano teve uma bateria para esquecer, errou praticamente tudo que tentou e anotou apenas três pontos. Melhor para o brasileiro.

  • Morgan Cibilic 10.00 x 10.60 Gabriel Medina

  • Guilherme Ribeiro 6.84 x 12.83 Italo Ferreira

  • Ethan Ewing 3.00 x 15.84 Yago Dora

  • Seth Moniz 14.17 x 14.50 Griffin Colapinto

Situação da semifinal

Gabriel Medina e Italo Ferreira vão se enfrentar na primeira semifinal em Peniche. Yago Dora, por sua vez, encara Griffin Colapinto, outro grande nome dos Estados Unidos que vem dando trabalho no circuito mundial.

As baterias estão marcadas para a manhã desta quarta-feira (21). Quem vencer avança para a final e garante, pelo menos, 7.800 pontos em luta pelo título que promete ser eletrizante.

A luta pelo título

A Brazilian Storm está muito bem posicionada para conquistar mais um título da WSL. Quatro dos cinco primeiros surfistas do ranking do circuito mundial são brasileiros, com o italiano Leonardo Fioravanti sendo o único intruso.

Atual campeão, Yago Dora lidera o ranking com 48.865 pontos, seguido por Italo Ferreira, que acumula 46.015. O segundo colocado precisa de uma vitória em Peniche para garantir mais 10 mil pontos e encostar, ou ultrapassar, o líder.

Miguel Pupo (42.770), Fioravanti (42.515) e Gabriel Medina (41.495) completam o top-5, mas com diferença considerável para os dois primeiros colocados. Entre eles, só Medina segue vivo em Portugal.

Quem vencer em Peniche leva dez mil pontos para casa. Medina pode encostar nos líderes, enquanto triunfo de Yago Dora deixaria o título bem encaminhado. Italo Ferreira pode terminar a etapa como líder do ranking mundial.

Depois de Peniche, a WSL segue para as Filipinas, onde estreará os belos tubos da Ilha de Siargao, mais conhecida como Cloud 9, entre os dias 31 de outubro e 9 de novembro. A última e decisiva etapa, no entanto, será disputada no templo sagrado de Pipeline, no Havaí, em dezembro.

  1. Yago Dora — Brasil — 48.865 pontos

  2. Italo Ferreira — Brasil — 46.015 pontos

  3. Miguel Pupo — Brasil — 42.770 pontos

  4. Leonardo Fioravanti — Itália — 42.515 pontos
  5. Gabriel Medina — Brasil — 41.495 pontos

  6. Griffin Colapinto — Estados Unidos — 39.780 pontos

  7. Ethan Ewing — Austrália — 35.640 pontos

  8. Kanoa Igarashi — Japão — 34.410 pontos
  9. Kauli Vaast — França — 29.120 pontos
  10. Samuel Pupo — Brasil — 28.960 pontos

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