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Empresa de metalomecânica abre nova fábrica de 7 milhões em Vila do Conde

A empresa de metalomecânica de precisão Quantal, de Vila do Conde, inaugura, hoje, a sua terceira unidade industrial. num investimento de sete milhões de euros, que irá permitir aumentar a capacidade de produção em mais de 55% e duplicar a faturação até 2030.

Segundo o jornal Eco, a nova fábrica terá 6.000 m², completando o campus industrial integrado.

A nova área produtiva vai eliminar estrangulamentos e permite crescimento sem subcontratação, possibilitando à empresa, que foi comprada em 2024 pelo Horizon Equity Partners, posicionar-se para capturar novos contratos europeus de maior dimensão.

Segundo a Quantal, citada por aquele jornal económico, com a nova unidade, antecipa-se um forte crescimento do volume de negócios nos próximos anos. A visão estratégica prevê que a faturação passe dos atuais 25 milhões de euros para um valor entre 40 e 50 milhões até 2030.

A empresa contou ainda com um apoio de 12,25 milhões de euros do PRR para investir em equipamentos e na capacidade produtiva das três unidades industriais.

“Presente em mercados exigentes como a Alemanha, Suíça, França, Países Baixos, Áustria e Espanha, a Quantal aposta na atualização tecnológica contínua e em elevados padrões de qualidade para garantir a competitividade, prestando um serviço de excelência aos seus clientes”, realça o CEO Pedro Cardoso, em declarações ao Eco.

A Qauntal desenvolve soluções de engenharia e fabrico de componentes metálicos, para os setores automóvel e aplicações industriais de máquinas e equipamentos. Exporta mais de 95% da produção.

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Tribunal decide se vão a julgamento as 16 pessoas acusadas de tráfico de dezenas de armas no Minho

O Tribunal de Instrução do Porto procede em outubro à decisão instrutória de um inquérito que envolve 16 pessoas, 15 homens e uma mulher, que o Ministério Público (MP) do Porto acusou do crime de tráfico de armas praticado, entre 2020 e 2021 na zona de Braga e em concelhos limítrofes.

O juiz de instrução já procedeu ao debate instrutório, realizado após vários arguidos o terem solicitado, por não aceitarem a validade dos crimes de que estão acusados.

Conforme O MINHO noticiou, a atividade do grupo, com arguidos residentes em Braga, Amares, Póvoa de Lanhoso, Guimarães, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Santo Tirso foi investigada pela Polícia Judiciária (PJ) do Porto que detetou a venda de dezenas de armas a cidadãos, entre pistolas, revólveres, carabinas e espingardas (uma delas elétricas, outras de ar comprimido) e ainda detonadores, facas, soqueiras, aerossóis lacrimogéneos e coldres.

Na operação de desmantelamento da rede, que era liderada pelos arguidos Luís Lopes, de 51 anos e Domingos Marques, de 42, ambos de Braga, a PJ apreendeu mais de cem armas de várias tipologias e milhares de munições, quase todas elas sem registo ou com calibres de guerra.

Contactado por O MINHO, o advogado João Ferreira Araújo, defensor de Domingos Marques, disse, apenas, que espera que se faça justiça.

Venda de armas fora do circuito legal

A acusação diz que Luís Lopes, Domingos Marques, Carlos Carneiro, Daniel Machado, Carlos Osório, Armando Ribeiro, João Azevedo, Tiago Batista, Rui Azevedo, Ricardo Tavares, Rúben Machado, João Gomes, António Araújo e Miguel Cunha “faziam parte de um grupo de indivíduos que estabelecia contactos entre si para a concretização de negócios para aquisição e venda de armas fora do circuito legal”.

Acentua que Luís Lopes, também conhecido como “Simpson”, e Domingos Marques, conhecido como “Mingos”, “assumiam um papel preponderante e, desde fevereiro de 2020, dedicaram-se à compra e venda de armas de fogo e munições, fazendo-o fora do circuito comercial devidamente condicionado e controlado e com o propósito de obterem vantagens patrimoniais”.

O magistrado sublinha que Luís Lopes “é o mentor e líder deste grupo, sendo o arguido Domingos Marques o seu colaborador direto, cabendo ao primeiro a implementação dos negócios de compra e venda de armas de fogo e munições, e ao segundo a permanente e direta coadjuvação, sendo o propósito de ambos alcançarem vantagem patrimonial com esses negócios, valendo-se de contactos que estabeleciam com os demais arguidos com quem repartiam os lucros”.

Diz, também, que o Luís Lopes “acordou com a sua companheira, Paula Moreira, que esta procedia à recolha e entrega de armas de fogo e munições, sempre que fosse necessário, na sua ausência e de acordo com as suas instruções”.

Na casa do Luís Lopes foram apreendidos 17 mil euros, além de dezenas de armas e milhares de munições.

Assim, os dois principais arguidos acordaram, ainda, com o arguido Carlos Carneiro que este lhes angariava armas de fogo para venderem e com o Daniel Machado, também conhecido como “Né”, que este lhes arranjava compradores para as armas de fogo e as munições.

O inquérito indica o nome de 13 inspetores do Porto da PJ como testemunhas do caso.

Armas especiais ficam para a PJ

O MP promove que algumas armas, com caraterísticas especiais, sejam declaradas perdidas a favor do Estado, e afetas à PJ – Diretoria do Norte.

São elas: uma pistola “High Standard” modelo “Derringer”, de calibre 22 Winchester Magnum Rimfire; duas armas, do tipo “caneta pistola” de fabrico artesanal; uma arma, do tipo “bastão pistola” de fabrico artesanal; uma carabina, da marca “Anschutz”, de calibre 22 Long Rifle, com um moderador de som (de construção artesanal) nela instalado e uma mira telescópica da marca “Gamo”.

Para a PJ vai, também, uma bengala/espingarda, sem marca, de fabrico industrial e uma bengala/espingarda, de fabrico artesanal.

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Rendas de Bilros de Vila do Conde obtêm proteção geográfica na União Europeia

As Rendas de Bilros de Vila do Conde foram inscritas no Registo da União Europeia das Indicações Geográficas de produtos artesanais e industriais, passando a beneficiar de proteção jurídica nos 27 Estados-membros.

A Associação para Defesa do Artesanato e Património de Vila do Conde (ADAPVC), responsável pelo processo, revelou hoje ter recebido a comunicação oficial da decisão, datada de 08 de outubro, que estabelece 12 de janeiro de 2026 como o primeiro dia de proteção da denominação a nível europeu.

Em comunicado, a associação considera que se trata de um “marco histórico na valorização e defesa das Rendas de Bilros de Vila do Conde”, permitindo reforçar a proteção do nome, da autenticidade e da ligação desta produção artesanal ao território.

O reconhecimento, concedido ao abrigo do Regulamento (UE) 2023/2411, permite combater a utilização comercial indevida da denominação e o aproveitamento da reputação do produto, contribuindo para a valorização das rendas certificadas e para uma maior confiança dos consumidores.

A decisão representa a passagem para o âmbito europeu da Indicação Geográfica de que as Rendas de Bilros de Vila do Conde já beneficiavam a nível nacional, após a adaptação do respetivo estatuto ao novo enquadramento legislativo.

O reconhecimento europeu surge numa altura em que está igualmente em curso o processo de inscrição desta tradição no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial (INPCI).

A ADAPVC revelou ter remetido recentemente ao Património Cultural, IP, o dossiê de instrução da candidatura, que aguarda apreciação, com a expectativa de que a classificação possa concretizar-se em breve.

A documentação resulta de um trabalho de investigação e participação comunitária, cofinanciado pelo programa Norte 2030, que reuniu informação sobre a história das rendas, técnicas, instrumentos, materiais, padrões e formas de transmissão deste conhecimento.

O processo envolveu diretamente as rendilheiras e a comunidade local, procurando preservar os saberes associados a uma atividade artesanal com vários séculos de tradição em Vila do Conde.

A associação sublinha que os dois reconhecimentos são complementares, uma vez que a Indicação Geográfica Europeia protege a denominação e a origem territorial do produto, enquanto a inscrição no inventário nacional pretende salvaguardar os conhecimentos e práticas que asseguram a continuidade da tradição.

Para a ADAPVC, o registo europeu representa o culminar de mais uma etapa de um trabalho desenvolvido ao longo de décadas, abrindo “novas perspetivas para a sua valorização e afirmação além-fronteiras”.

A entidade destaca ainda o papel das sucessivas gerações de rendilheiras que preservaram e transmitiram este saber-fazer, mantendo-o como uma das manifestações da identidade cultural de Vila do Conde.

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Vídeo mostra aparatoso acidente na A28

Um vídeo partilhado nas redes sociais mostra um aparatoso acidente rodoviário, ocorrido na manhã desta quinta-feira, na A28, depois da ponte sobre o Rio Ave, em Vila do Conde.

As imagens partilhadas pela página OS Monhacas mostram um carro a embater nos rails de separação da autoestrada.

O acidente deu-se no sentido Vila do Conde-Porto.

Segundo o Jornal de Notícias, tratou-se de uma colisão entre dois automóveis, da qual resultou um ferido ligeiro, assistido no local.

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Incrível imagem da trovoada em Vila do Conde

A manhã desta terça-feira ficou marcada por forte trovoada na região do Norte, levando a que os distritos de Braga, Viana do Castelo e Porto estivessem sob aviso laranja.

A página Meteo Trás os Montes – Portugal partilho uma incrível imagem da trovoada em Vila do Conde, distrito do Porto, captando quatro raios em simultâneo.

Como O MINHO noticiou, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou sob aviso laranja os distritos de Braga, Viana do Castelo e Porto até ao meio-dia de hoje.

Até às 18:00 está ativo o aviso amarelo.

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Colisão entre ligeiro e pesado de mercadorias faz um morto e um ferido em Vila do Conde

📷 Direitos reservados

Uma pessoa morreu e outra ficou ferida na sequência de um acidente de viação ocorrido na manhã desta sexta-feira, 25 de setembro, na Avenida Atlântico, em Vila do Conde, segundo a Lusa.

O alerta para a colisão, que envolveu um veículo ligeiro e um pesado de mercadorias, foi dado às 06:15. A vítima mortal era o ocupante da viatura ligeira.

No local estiveram 26 operacionais dos bombeiros e da Guarda Nacional Republicana (GNR), apoiados por 10 viaturas. O trânsito na zona ficou condicionado devido aos trabalhos de limpeza do pavimento.

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Por: Dino Frazão
25-09-2026

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