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Governo arrecada R$ 5,3 bi com IR sobre lucros e dividendos em 2026

De janeiro a setembro, a Receita Federal arrecadou R$ 5,26 bilhões com a tributação do Imposto de Renda sobre o ganho com lucros e dividendos. O dado foi divulgado pelo Fisco nesta quinta-feira (22).

Do total arrecadado com o tributo em 2026, R$ 3,4 bilhões foram arrecadados por meio da tributação de de lucros e dividendos de residentes no Brasil. O valor restante, de aproximadamente R$ 1,9 bilhão, veio da tributação de residentes no exterior.

Somente em setembro, o governo arrecadou R$ 1,23 bilhão com Imposto de Renda sobre o ganho com lucros e dividendos.

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Desse total, R$ 455,9 milhões foram obtidos por meio da tributação de residentes do exterior e R$ 774,5 milhões a partir da tributação de residentes no Brasil.

Até o final do ano, o governo federal estima a entrada de R$ 10,5 bilhões nos cofres públicos com o novo imposto, criado para compensar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.

No início do ano, a pasta estimava arrecadar cerca de R$ 29 bilhões com a tributação do Imposto de Renda sobre o ganho com lucros e dividendos em 2026. Em julho, a projeção foi reduzida para R$ 17,2 bilhões. Os números foram revisados depois de haver uma frustração de receitas.

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Governo arrecada R$ 12,9 bi com imposto de exportação de petróleo em 2026

A arrecadação federal com exportação de petróleo alcançou R$ 12,869 bilhões no acumulado de janeiro a setembro. Para evitar desabastecimento da commodity no mercado interno por conta do conflito no Oriente Médio, o governo federal implementou um imposto de exportação de 12%.

Somente em setembro, a arrecadação federal com o imposto de exportação de petróleo alcançou R$ 2,9 bilhões. Os dados foram divulgados pela Receita Federal nesta quinta-feira (22).

A cobrança da alíquota de 12% sobre a exportação do petróleo tem dividido o governo e o setor produtivo de óleo e gás.

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De um lado, a União defende o imposto como modo de assegurar a continuidade de condições adequadas de refino no Brasil, e uma forma a proteger o mercado interno de possível desabastecimento de combustíveis diante do conflito no Oriente Médio.

Já o setor produtivo argumenta que a medida tem caráter apenas arrecadatória, uma vez que o Brasil não possui condições de refino próprio, precisando recorrer a outros países para refinar o material bruto.

O preço do petróleo tem apresentado volatidade no mercado internacional por causa do conflito no Irã. Para evitar o repasse para os combustíveis no Brasil, o governo tem anunciado subvenções e desonerações. As receitas extraordinárias obtidas com petróleo têm sido utilizadas para compensar os incentivos ao setor.

No total, a arrecadação de tributos do governo federal somou R$ 239,384 bilhões. É o maior resultado para o período da série histórica para o mês. No acumulado do ano, alcançou o valor de R$ 2,351 trilhões.

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Arrecadação federal cresce 5,62% em setembro e soma R$ 239,4 bilhões

Logo Agência Brasil

A arrecadação das receitas federais somou R$ 239,4 bilhões em setembro, informou nesta quinta-feira (22) a Receita Federal. O valor representa crescimento real de 5,62%, descontada a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), na comparação com setembro de 2025.

De janeiro a setembro, a arrecadação alcançou R$ 2,351 trilhões, com alta real de 6,97% em relação ao mesmo período do ano passado.

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As receitas administradas pela Receita Federal totalizaram R$ 231,4 bilhões em setembro, com crescimento real de 5,03%. Nos nove primeiros meses do ano, a arrecadação dessas receitas chegou a R$ 2,25 trilhões, alta real de 6,89%.

Segundo a Receita, o resultado foi impulsionado principalmente pelo aumento da arrecadação da contribuição previdenciária, do PIS/Cofins, do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital e do recolhimento de Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). O órgão também destacou a arrecadação do Imposto de Exportação sobre óleo bruto.

Previdência

A arrecadação previdenciária somou R$ 64,6 bilhões em setembro, com alta real de 6,18%. O resultado refletiu os aumentos reais observados de 1,72% da massa salarial em agosto de 2026 (na comparação com o mesmo mês do ano anterior), bem como de 7,42% na arrecadação do Simples Nacional previdenciário em setembro de 2026 em relação a setembro de 2025.

Deve-se ainda ao crescimento de 14,88% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária em relação a setembro de 2025.

“Houve, também, a reoneração escalonada da contribuição patronal dos municípios e da folha de pagamentos”, complementou a Receita.

Importações e rendimentos de capital

Os tributos incidentes sobre as importações arrecadaram R$ 13,3 bilhões no mês, com alta real de 21,07%, influenciados pelo crescimento das importações e pelo aumento das alíquotas efetivas de tributos e com o decréscimo de 4,15% na taxa média de câmbio.

O IRRF sobre rendimentos de capital somou R$ 12,06 bilhões em setembro, com alta real de 9,68%, impulsionado pelo aumento da arrecadação sobre aplicações de renda fixa e pela tributação de dividendos.

Acumulado do ano

No acumulado do ano, a arrecadação da Previdência alcançou R$ 575,9 bilhões, com alta real de 5,16%. Já o IRPJ e a CSLL arrecadaram R$ 444,2 bilhões, com alta de 5,76%.

O IRRF sobre rendimentos de capital arrecadou R$ 131,15 bilhões entre janeiro e setembro, com alta real de 17,57%. No mesmo período, o PIS/Pasep e a Cofins somaram R$ 466,55 bilhões – aumento real de 4,1%.

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Arrecadação federal bate novo recorde ao somar R$ 239,4 bi em setembro

A arrecadação de tributos do governo federal bateu mais um recorde. Em setembro, somou R$ 239,384 bilhões. É o maior resultado da série histórica para o mês.

O resultado de setembro representa um acréscimo real (IPCA) de 5,62% em relação ao mesmo mês de 2025. Os dados da Receita Federal foram divulgados nesta quinta-feira (22).

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No acumulado de janeiro a setembro de 2026, a arrecadação federal alcançou o valor de R$ 2,351 trilhões, representando um acréscimo pelo IPCA de 6,97%. O resultado também é o maior da série histórica para o período.

De acordo com o Fisco, o acréscimo observado no período pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária e pelos desempenhos das arrecadações do PIS/Cofins, do IRRF-Rendimentos do Capital, e do IRPJ e da CSLL. Destaca-se, ainda, a arrecadação de Imposto de Exportação sobre óleo bruto.

Em relação às receitas administradas pela Receita Federal, o valor arrecadado, em setembro de 2026, foi de R$ 231,4 bilhões, representando um aumento real de 5,03%. No acumulado do ano, a arrecadação federal com esse tipo de receita alcançou R$ 2,250 trilhões, acréscimo real (IPCA) de 6,89%.

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