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MAC/CCB celebra 3 anos com 3 dias de festa

De 23 a 25 de outubro é tempo de celebrar o 3.º aniversário do Museu de Arte Contemporânea do Centro Cultural de Belém (MAC/CCB), em Lisboa. A entrada é livre e o leque de propostas não podia ser mais eclético.

Ângela Ferreira, artista visual reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho na interseção das artes plásticas, arquitetura e história colonial, traz ao museu a exposição “Here I Stand”, que transborda até à praça do CCB com uma obra de grande dimensão, Zip Zap Circus School, que será ativada pela Escola de Circo do Chapitô, sexta-feira 23, a partir das 19h30.

Antes disso, às 18h00, a artista estará à conversa com a curadora e diretora artística do MAC/CCB, Nuria Enguita. Oportunidade para conhecer melhor o percurso e a obra de uma das mais importantes artistas portuguesas contemporâneas.

O serão de sexta-feira completa-se com o DJ set de Party Smith, e, no sábado, terá lugar o primeiro concerto do “Ciclo de Música Discreta”, que organiza oito artistas em duplas para criarem ambientes únicos inspirados nas obras e no espaço onde estão expostas. Nkisi, DJ, produtora e artista visual nascida no Congo e criada na Bélgica, junta-se a Gonçalo F. Cardoso, músico itinerante e artista sonoro, para darem corpo a um site-specific sonoro.

As conversas também estarão em destaque nestes três dias de festa. Sábado, 24 de outubro, às 15h00, a curadora Marta Mestre, o Colectivo FACA (Andreia Coutinho e Maribel Mendes Sobreira) e Ícaro Lira, vão dar pistas sobre o universo de trabalho e prática artística de Frida Orupabo, no contexto da exposição “Cloud Of Confusion”, a primeira individual da artista em Portugal, e que pode ser vista no MAC/CCB até dia 1 de novembro.

E visitas guiadas, claro. Serão várias (11:30, 12:00, 12:30, 14:30, 17:00 e 17:30) nos dias 24 e 25. Uma proposta da equipa de Educação e Mediação para os visitantes descobrirem, em 30 minutos, diversas coleções do museu. A par das atividades em família, com epicentro na Sala Lúdica. E da apresentação dos mais recentes catálogos dedicados às exposições “Terra Crua”, “Olhos Múltiplos”, “Cloud of Confusion” e “May I Help You? Posso Ajudar?” Artes e Artistas da década de 1970 em diante.

E ainda uma palestra de António Guerreiro, com apresentação da diretora artística do MAC/CCB, Nuria Enguita. O que pode a crítica iluminar sobre as dúvidas que nos assaltam? No encerramento do 3.º aniversário do MAC/CCB, às 17h00, o repto lançado a António Guerreiro é esclarecer o público sobre a dimensão crítica da arte face ao conformismo temático.

Veja aqui o programa completo do 2.º aniversário do MAC/CCB.

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Figurinos clássicos de Freddie Mercury ganham exposição em Londres

Uma seleção de figurinos de Freddie Mercury será exibida a partir desta semana no Museu V&A (Victoria and Albert), em Londres, em homenagem ao vocalista da banda Queen, no ano em que ele completaria 80 anos.

A exposição “Freddie Mercury: Splendid Things” convida os visitantes a percorrer diferentes espaços do museu para conhecer os figurinos usados pelo cantor em apresentações e videoclipes.

As peças, das décadas de 1970 e 1980, incluem um conjunto monocromático usado por Mercury em um dos primeiros shows do Queen, no Imperial College, em 1973; o traje com capa e coroa usado na turnê “Magic”, em 1986; e o figurino preto e vermelho que ele vestiu no videoclipe de “Made in Heaven”. Os visitantes poderão ver as roupas em diferentes galerias do museu.

Mary Austin, amiga e ex-noiva de Mercury, ajudou a desenvolver o percurso da exposição e emprestou sete dos oito figurinos em exibição.

Nascido em Stone Town, na ilha de Zanzibar, em 5 de setembro de 1946, Mercury fundou a banda britânica de rock Queen em 1970, ao lado do guitarrista Brian May e do baterista Roger Taylor. O baixista John Deacon entrou no grupo posteriormente. A banda é conhecida por sucessos como “Bohemian Rhapsody”, “We Are the Champions” e “Don’t Stop Me Now”.

Mercury morreu em 1991, aos 45 anos, em decorrência de uma pneumonia relacionada à Aids.

“É muito emocionante e inspirador ver figurinos como esses de perto, especialmente imagens tão familiares para nós”, disse Kate Bailey, curadora sênior de teatro e performance do V&A, à Reuters.

“Gostaria que os visitantes saíssem daqui com uma visão mais completa de Freddie como artista, de suas origens, de sua história e de sua coleção; de como ele percorreu o caminho de Zanzibar até os maiores palcos do mundo; e de como queremos nos lembrar dele e celebrá-lo aqui no V&A, como um tesouro nacional”, afirmou.

A exposição “Freddie Mercury: Splendid Things” será aberta oficialmente no sábado (24) e ficará em cartaz até janeiro.

30 anos sem Freddie Mercury: relembre a trajetória do cantor

 

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Casa-Museu João de Deus celebra 29.º aniversário com um programa dedicado à literatura, música e património

Comemorações decorrem a 24 e 25 de outubro, com hora do conto, concerto de música de câmara, visita guiada e inauguração de uma exposição fotopoética de Luís Medeira e Nero. A Casa-Museu João de Deus assinala o seu 29.º aniversário com um programa especial de atividades nos dias 24 e 25 de outubro, convidando o […]

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Encontramo-nos no Museu!… em Beja

Um programa para descobrir, experimentar e olhar de outra forma

A Câmara Municipal de Beja lançou no início deste mês de outubro, ao programa Encontramo-nos no Museu, uma iniciativa de mediação cultural dirigida a famílias e à comunidade em geral, que convida à descoberta do património, da arte pública, da arqueologia e das coleções museológicas da cidade.

A primeira sessão, Arte à Descoberta, decorreu no contexto da RuralBeja, proporcionando aos participantes uma experiência de exploração e descoberta das obras de arte presentes no recinto da feira.

O programa tem atividades a decorrer aos domingos de manhã, das 10:00 às 12:00 hrs, entre outubro e dezembro de 2026, e desenvolve-se através de três propostas:

Arta à Descoberta – Arte Pública de Beja

Trata-se de um jogo de descoberta que convida os participantes a percorrer a cidade e a estabelecer novas relações com as obras de arte pública. Através do acaso, da observação e de diferentes desafios, cada percurso transforma-se numa oportunidade para descobrir pormenores, reconhecer formas e compreender a relação entre a arte e o espaço urbano.

Diferentes Olhares – Museu Jorge Vieira

Uma proposta de aproximação à obra de Jorge Vieira através da observação, da conversa, da interpretação e da experimentação. Em cada sessão, uma obra selecionada constitui o ponto de partida para explorar diferentes possibilidades de leitura, estimular a criatividade e descobrir novas formas de olhar.

A Máquina do Tempo – Núcleo Museológico da Rua do Sembrano

Esta é uma experiência participativa de descoberta do património arqueológico. Convida os participantes a viajar simbolicamente ao passado através dos vestígios presentes no espaço. A observação, a curiosidade e a imaginação tornam-se instrumentos para questionar, estabelecer relações e compreender outras épocas.

Mais do que transmitir conhecimentos, o programa Encontramo-nos no Museu procura criar oportunidades de encontro, descoberta e partilha, valorizando a participação ativa e a construção de novas relações com o património cultural de Beja.

A próxima sessão, terá lugar a 18 de outubro – A Máquina do Tempo, no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano.

Informações podem ser obtidas como segue:

  • Período: outubro a dezembro de 2026
  • Horário: domingos, das 10h00 às 12h00
  • Duração: 2 horas por sessão
  • Participantes: máximo de 10 por sessão
  • Inscrição prévia obrigatória: turismo@cm-beja.pt

Note-se que a participação nas atividades é independente, permitindo aos interessados inscreverem-se nas sessões da sua preferência.

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Museu da UFRJ irá receber mais R$ 10 milhões para restauração

O Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) irá receber o investimento de R$ 10 milhões para dar continuidade aos trabalhos de recuperação após o incêndio sofrido em 2018. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini.

A instituição passou por um grande incêndio e, desde então, está em obras para restaurar parte do acervo que foi perdido e reconstruir as estruturas danificadas. Entre 2023 e 2026, o MEC investiu outros cerca de R$ 68 milhões no museu. 

"Não mediremos esforços para garantir que esse patrimônio nacional possa ser totalmente reconstruído", disse o ministro, ao visitar o museu.

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o museu guardava o maior acervo de história de ciência natural da América Latina e funcionava como uma importante instituição de pesquisa científica, trabalho este que segue ativo com acadêmicos produzindo e divulgando conhecimento. Graças ao trabalho das equipes que se dedicaram ao Núcleo de Resgate de Acervos, inúmeras coleções puderam ser recuperadas, parcial ou inteiramente.

O incêndio ocorreu em setembro de 2018, ano em que a instituição completava 200 anos de história, e atingiu o Paço de São Cristóvão, espaço que abrigava a maior parte do acervo do museu, destruindo cerca de 85% dos 20 milhões de itens preservados no local.

Foram perdidos documentos, livros, coleções fósseis, mobiliários do primeiro reinado e peças herdadas da família imperial. Além dos itens, o fogo arruinou salas de aula, laboratórios, computadores e a fachada histórica do museu.

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