Pesquisa PoderData/AYA, divulgada nesta quinta-feira (22), aponta que 47% dos eleitores rejeitam o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da disputa presidencial. Neste índice, o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 45%.
Quando questionados sobre o petista, 46% responderam que o candidato é o único em quem votariam, enquanto 5% disseram que poderiam votar nele e 2% disseram não saber. Já quanto ao postulante do PL, foram 47% os que disseram que somente votariam nele, enquanto 5% afirmaram poder votar e 3% responderam não saber.
Metodologia
A pesquisa PoderData/AYA entrevistou 4.000 eleitores, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,6 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07926/2026.
Pesquisa PoderData/AYA, divulgada nesta quinta-feira (22), mostra que o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% das intenções de voto para o segundo turno, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49%.
O cenário considera somente os votos válidos, ou seja, descartados brancos e nulos. O resultado configura um empate técnico na margem de erro, que é de 1,6 ponto percentual, para mais ou para menos.
Esta é a quinta rodada testada pelo instituto desde a definição do primeiro turno. Na pesquisa divulgada na última segunda-feira (19), Flávio tinha 52% ante 48% de Lula, portanto, o candidato do PL oscilou um ponto para baixo enquanto o petista um para cima, variações que ocorrem dentro da margem de erro.
Metodologia
A pesquisa PoderData/AYA entrevistou 4.000 eleitores, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,6 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07926/2026.
Pesquisa Futura/100% Cidades, divulgada nesta quarta-feira (21), aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51,1% das intenções de voto em uma simulação do segundo turno à Presidência, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pontua 48,9% nesta rodada.
O cenário considera somente os votos válidos, ou seja, descartados brancos e nulos. O resultado configura um empate técnico na margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Na rodada anterior do levantamento, divulgada na última segunda-feira (19), Flávio tinha 50,4%, ante 49,6% de Lula, variações que ocorrem dentro da margem.
Resultado do primeiro turno das Eleições 2026
Com 100% das urnas apuradas, Flávio teve 47,03%, com 56,1 milhões de votos. Lula chegou a 45,16%, com 53,8 milhões. O resultado mostra que os candidatos disputarão o segundo turno da eleição de 2026, marcado para o dia 25 de outubro.
Com pouco menos de dois pontos percentuais de diferença, a margem de votos observada entre Flávio Bolsonaro e Lula foi a menor desde a redemocratização.
Metodologia
A Futura/100% Cidades entrevistou 2.000 eleitores em todo o país, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06614/2026.
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) é rejeitado por 52% dos eleitores, enquanto 47% dizem não votar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de jeito nenhum.
Em comparação com o último levantamento, divulgado na semana passada, a rejeição a Lula caiu de 53% para 47%, oscilação fora da margem de erro de dois pontos percentuais. Já a de Flávio caiu dois pontos, de 54% para 52%, variação dentro da margem.
Metodologia
Foram ouvidas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.
O MPSP (Ministério Público de São Paulo) entrou, na última terça-feira (20), com uma Ação Civil Pública contra a deputada estadual eleita Eduarda Campopiano (PL), após uma publicação em que se referia à deputada federal Erika Hilton (PSOL) como “homem biológico”.
A ação, movida pela Promotoria de Justiça de Direitos Humanos da Capital, condena que a parlamentar do PL pague indenização de R$ 100 mil por danos morais coletivos e sociais, publique uma retratação pública e faça um curso sobre inclusão social e combate à discriminação. O documento ainda determina que a rede social X, onde Campopiano fez a declaração, seja oficiada a manter os registros da publicação para “fins de comprovação do ilícito”.
O Ministério Público sustenta que a imunidade da parlamentar, que exerce o cargo de vereadora em Praia Grande (SP), não pode ser utilizada para proteger ataques pessoais e discriminatórios sem relação com o exercício do mandato. O órgão também enquadra a conduta no contexto da violência política de gênero e afirma que a ofensa ultrapassou a esfera individual de Erika Hilton, atingindo coletivamente as mulheres trans.
O documento destaca que “o discurso que foi trazido pela ré caracteriza verdadeiro discurso de intolerância, ódio e menosprezo, que cria mais preconceitos e ressalta estereótipos”.
No início deste mês, a deputada estadual eleita Sofia Favero (PSOL) havia denunciado o ocorrido ao MPSP, que acatou a representação. A motivação da denúncia foi uma publicação nas redes sociais na qual Campopiano chamava a deputada federal de “homem biológico”. No post, a deputada eleita do PL pergunta diretamente à Erika “como é saber que um homem biológico nunca vai ocupar o espaço da mulher mais votada de São Paulo?”.
Oi @ErikakHilton Como é saber que um homem biológico nunca vai ocupar o espaço da mulher mais votada de São Paulo? Rs
O contexto da fala é o resultado das eleições do último domingo (4). Campopiano foi a deputada mais votada ao legislativo estadual recebendo 1.956.238 votos, enquanto Erika foi reeleita à Câmara dos Deputados com 1.596.472, ficando na segunda colocação atrás de Lucas Pavanato (PL) que teve 3.038.438.
A ação movida por Favero e acatada pelo MP sustenta que o episódio representou uma negação pública da identidade de gênero da deputada federal.
Procurada, a deputada Erika Hilton não quis se manifestar sobre o ocorrido. A CNN tenta contato com Eduarda Campopiano. O espaço segue aberto.