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Quaest: no DF, Flávio tem 50% das intenções de voto; Lula, 39%

O senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) tem 50% das intenções de voto no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, de acordo com pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21).

Entre eleitores do estado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 39%. Do total de entrevistados, 6% afirmam que votarão em branco, nulo ou em nenhum dos dois e 5% não sabem.

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No levantamento anterior, divulgado em 12 de outubro, Flávio também registrava 50%, enquanto Lula tinha 40%. Brancos, nulos ou em nenhum dos candidatos eram 6% e os que não sabiam, 4%.

Aprovação

O instituto também mediu a aprovação do trabalho de Lula no Distrito Federal.

Segundo o levantamento, 53% desaprovação a gestão, enquanto 41% a aprovam. Outros 6% não sabem.

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Metodologia

A pesquisa Quaest entrevistou 1.104 eleitores, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03163/2026.

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Richarlison rebate advogado amigo de Flávio Bolsonaro em disputa por ilha

O jogador Richarlison rebateu nesta quarta-feira (21) o advogado Willer Tomaz, amigo do senador Flávio Bolsonaro (PL), na disputa pela posse de uma ilha em Angra dos Reis (RJ). O atleta divulgou a jornalistas os contratos de compra e a homologação judicial.

À CNN Brasil, o agente de Richarlison, Oswaldo Botrel, afirmou que o jogador comprou a ilha dos primeiros posseiros e donos originais do terreno.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o atleta acusou Tomaz e o senador de terem pegado a ilha “na mão grande”.

“Flávio e o tal Willer Tomaz pegaram em 24h a posse da ilha na mão grande e sem gastar um tostão porque eu não quis vender”, disse o jogador.

O advogado respondeu também por vídeo nas redes sociais. Foi a primeira vez que ele tratou publicamente do assunto. “Você comprou a ilha de invasores. Eu tenho a escritura de compra e venda”, afirmou.

O grupo Derrubando Muros reúne sociólogos, empresários e juristas, entre eles Miguel Reale Jr. O grupo pediu ao Ministério Público que investigue Flávio Bolsonaro por advocacia administrativa e grilagem.

“O objeto é a grilagem, mas esse caso ocorreu no último ano de Jair Bolsonaro na Presidência. É preciso apurar se ele usou a posição de filho”, disse à CNN o sociólogo José César Martins, coordenador do grupo.

Procurada, a assessoria de Flávio Bolsonaro não quis se manifestar. A CNN segue aberta para manifestações.

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