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Centro(s) e Periferia(s): Vozes das Independências e o Lugar das Novas Nações

E se experimentar a cidade de Lisboa fosse menos condicionado por mapas coloniais e mais capaz de questionar territórios de poder, subalternidade e resistência? Por via da arte e de debates, agosto convida a deslocamentos entre Arroios, a Quinta do Mocho e a Cova da Moura. No livro O Espaço do Cidadão, Milton Santos sustenta que «o modelo cívico forma-se, entre outros, de dois componentes essenciais: a cultura e o território». Tal enunciado desloca a compreensão da cidadania para além da (…)

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Perché le scuole al caldo sono un problema da risolvere

I periodi di caldo si allungano e interessano mesi in cui le scuole sono aperte. Ciò ha conseguenze sugli apprendimenti e sul benessere degli studenti. Ci sono buone ragioni per investire subito in misure di raffrescamento degli edifici scolastici.

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Município avança com obra de requalificação do Posto Territorial da GNR de São Brás de Alportel

O Município de São Brás de Alportel deu início à execução da empreitada de requalificação do Posto Territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR), com a assinatura do Ato de Consignação da obra que teve lugar esta segunda-feira, dia 3 de agosto.

A intervenção permitirá melhorar as condições de acessibilidade, segurança e funcionalidade daquela infraestrutura, contribuindo para um serviço público de maior qualidade.

A cerimónia de assinatura do Ato de Consignação, realizada no dia 3 de julho, reuniu representantes do Município, entidades locais, empresa adjudicatária e GNR. O documento foi assinado pela Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Marlene Guerreiro, e por João Paulo Benedito, representante da empresa J.G. Benedito, adjudicatária da empreitada.

A sessão contou ainda com a presença do Vice-Presidente da Câmara, Pedro Ornelas e da Vereadora Mónica Inácio, do Presidente da Assembleia Municipal, Vítor Guerreiro, do Presidente da Junta de Freguesia de São Brás de Alportel, João Rosa, e do Presidente da Assembleia de Freguesia, Amável de Sousa. Em representação da GNR estiveram presentes o Coronel Marco Henriques, Comandante do Comando Regional;o Capitão Franco, Comandante do Destacamento e João Santos, comandante do Posto de São Brás de Alportel.

Este projeto contempla um conjunto abrangente de trabalhos de reabilitação destinados a modernizar o Posto Territorial da GNR, proporcionando instalações mais dignas, seguras e acessíveis para os profissionais e para os cidadãos que diariamente recorrem aos seus serviços.

Entre as intervenções previstas destacam-se a pintura integral do edifício, interior e exterior, reparações estruturais pontuais, a intervenção na cobertura da garagem, a substituição de portas e janelas por caixilharias mais eficientes e a criação de uma antecâmara envidraçada na entrada principal, contribuindo para um maior conforto na área de atendimento ao público.

A intervenção inclui ainda a criação de dois novos espaços funcionais no primeiro piso, a reabilitação dos balneários e instalações sanitárias, bem como importantes melhorias ao nível da acessibilidade, nomeadamente a execução de rampas, a instalação de um elevador para acesso ao piso superior e a criação de um lugar de estacionamento acessível.

Esta empreitada é concretizada no âmbito do Contrato de Cooperação Interadministrativo celebrado entre o Município de São Brás de Alportel e o Ministério da Administração Interna para a reabilitação do edifício do Posto Territorial da GNR. O contrato de empreitada foi adjudicado pelo valor de 273.994,97 euros, tendo os trabalhos um prazo de execução de 100 dias e conclusão prevista para o final de novembro de 2026.

Com este projeto, o Posto Territorial da GNR de São Brás de Alportel passará a dispor de instalações mais modernas, funcionais e acessíveis, proporcionando melhores condições para o desempenho da missão da GNR e para o atendimento à população. A empreitada representa, assim, a valorização de uma infraestrutura pública essencial ao concelho, reforçando a qualidade do serviço prestado à comunidade.

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Em Portimão, a sardinha vai voltar a ser descarregada à moda antiga (com vídeo)

Em Portimão, a sardinha vai voltar a ser descarregada à moda antiga durante a manhã do próximo dia 4 de agosto.

O movimento começará assim que o barco atracar.

Os pescadores vão deitar mãos à obra para colocar a pescaria em terra, usando apenas a força braçal e muitas canastras.

De imediato, as sardinhas serão colocadas em caixas e vendidas à oferta mais alta.

O passo seguinte caberá às mulheres, que as vão dividir por outras caixas para que sigam viagem.

Pelo meio, haverá ainda o desafio de gerir a azáfama: impedir que as crianças deambulem por ali para roubar peixe e explicar aos curiosos turistas o que está a acontecer.

Esta recriação histórica das descargas de sardinhas à moda antiga decorre a partir das 09h30 no Cais Gil Eanes.

O momento servirá de lançamento perfeito para o Festival da Sardinha, que é inaugurado ao fim da tarde desse mesmo dia.

Com este evento, a sardinha voltará a ser a grande imagem de marca da cidade de Portimão, prometendo arrancar com muita comida, bebida e animação musical.

O evento vai contar com concertos de Matias Damásio (dia 4), Némanus (5 de agosto); Átoa (dia 6), Cuca Roseta (dia 7), Fernando Daniel (dia 8) e Xutos & Pontapés (dia 9).

VÍDEO:

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Leia todas as notícias da região em: www.algarvemarafado.com

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Portugueses preparam férias com rigor financeiro, recorrem às poupanças e evitam endividamento

●      Mais de 99% dos portugueses recusam recorrer a crédito para financiar as férias ●      68,4% elaboram um orçamento dedicado exclusivamente aos meses de verão ●      52% pagam as férias com recurso a poupanças feitas ao longo do ano ●      77,1% controlam ativamente os gastos diários durante a estadia para evitar excessos Um novo estudo conduzido pela aplicação de […]
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PENAFIEL: CONDUTOR DE PESADO DETIDO POR FRAUDE EM CARTÃO DE TACÓGRAFO


O Comando Territorial do Porto, através do Destacamento de Trânsito de Penafiel, deteve ontem, dia 27 de julho, um homem de 46 anos por utilização fraudulenta de um cartão de condutor no concelho de Penafiel.

Durante uma ação de fiscalização rodoviária, os militares abordaram um veículo pesado de mercadorias e detetaram que o motorista estava a utilizar o cartão de uma terceira pessoa. Segundo o Comando Territorial do Porto, o objetivo seria registar de forma fraudulenta os tempos de condução e a atividade profissional, de forma a ocultar o verdadeiro responsável e a impedir a correta fiscalização das pausas e dos períodos de repouso legalmente estabelecidos.

O infrator foi detido e constituído arguido, tendo os factos sido remetidos para o Tribunal Judicial da Comarca de Penafiel.

Segundo as autoridades policiais, este tipo de prática pode camuflar o incumprimento dos descansos obrigatórios, potenciando a fadiga ao volante e colocando em risco a segurança rodoviária, além de representar uma concorrência desleal no setor dos transportes.

Por: Dino Frazão
Data: 28/07/2026

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FPT E ITALYURE: POTÊNCIA E DESIGN A SERVIÇO DA EXCELÊNCIA NÁUTICA

FPT, marca do Iveco Group dedicada ao projeto, produção e venda de sistemas de propulsão e soluções para aplicações on-road e off-road, marítimas e de geração de energia, está reforçando sua colaboração com a Italyure Yachts, um estaleiro jovem, dinâmico e de grande sucesso com sede em Torre Annunziata (Campânia, Itália), ao qual a marca fornece motores para seus iates por meio da AS Labruna, um dos principais distribuidores de motores marítimos de marca para o sul da Itália. De 2021 foram produzidas 26 embarcações da Italyure Yachts equipadas com motores FPT, o que corresponde a 52 motores.

  www.fptindustrial.com


No segmento de lazer, a FPT vem registrando um crescimento exponencial no interesse e no número de clientes, graças às características específicas de seus motores marítimos: confiabilidade, eficiência, densidade de torque e alta relação potência/peso.

A marca atua no mercado de propulsão marítima desde 1965, oferecendo uma linha completa de motores líderes em sua categoria, com cilindradas de 3 a 15,9 litros e potências, que variam de 85 a 1.000 hp, enquanto a linha específica para iates varia 230 a 1.000 hp. Todos os dias, na Itália, são lançados dois novos barcos equipados com motores marítimos da FPT. A presença de mais de 200 pontos de atendimento na região do Mediterrâneo é uma forte garantia de resposta rápida em caso de problemas, garantindo um suporte contínuo.


FPT E ITALYURE: POTÊNCIA E DESIGN A SERVIÇO DA EXCELÊNCIA NÁUTICA
Fundada em 2020, a Italyure Yachts consolidou-se no setor de fabricação e venda de iates walk-around de luxo. Sua unidade de produção moderna, localizada dentro do complexo naval “Condomínio Marina di Torre Annunziata”, ocupa uma área de 126.000 metros quadrados, dos quais 30.000 são cobertos e conta com uma doca técnica interna privada de 10.000 metros quadrados, equipada para operações de içamento e lançamento de embarcações de até 200 toneladas. Aqui, a Italyure Yachts gerencia internamente todas as fases da produção, desde o projeto até o acabamento final.


FPT E ITALYURE: POTÊNCIA E DESIGN A SERVIÇO DA EXCELÊNCIA NÁUTICA 
FPT E ITALYURE: POTÊNCIA E DESIGN A SERVIÇO DA EXCELÊNCIA NÁUTICA

Esses iates fabricados na Itália, fruto da combinação perfeita entre conhecimento artesanal, visão de engenharia, inovação técnica e design contemporâneo, tornaram- se a escolha preferida das empresas de charter, que levam turistas para admirar o Golfo de Nápoles e a Costa Amalfitana. Para essa missão específica, que envolve longas viagens e exige uma navegação tranquila e segura, mesmo nas condições mais adversas, além de até 1.500 horas de uso entre abril e outubro, a Italyure Yachts optou por dois motores FPT N60, que representam as soluções mais competitivas, duráveis, confiáveis e adequadas para iates de charter, além de serem as configurações ideais para esse tipo de embarcação. Assista ao vídeo para conhecer os momentos mais marcantes da navegação da Italyure, com tecnologia da FPT.

No dia 8 de junho, a FPT e a AS Labruna estiveram entre os convidados selecionados para o “Italyure Day”, um evento realizado em Praiano a Mare (Itália), que contou com a participação de empresas de charter, além de clientes e clientes em potencial da Italyure. Representantes da Italyure, da FPT e da AS Labruna fizeram discursos, destacando a importância da parceria nos setores de lazer e de fretamento.


FPT E ITALYURE: POTÊNCIA E DESIGN A SERVIÇO DA EXCELÊNCIA NÁUTICA 
FPT E ITALYURE: POTÊNCIA E DESIGN A SERVIÇO DA EXCELÊNCIA NÁUTICA 
FPT E ITALYURE: POTÊNCIA E DESIGN A SERVIÇO DA EXCELÊNCIA NÁUTICA
 
“Somos uma opção confiável e consolidada para aplicações recreativas”

, comentou Alessandro Mor, Gerente de Portfólio e Produtos da FPT Marine. “Nosso modelo de negócios se baseia em distribuidores dedicados e uma rede de vendas qualificada e eficiente, que oferece orientação em cada etapa e suporte abrangente em todas as fases, desde a compra e instalação, passando pela manutenção e atendimento pós-venda, até o fim da vida útil do produto. Essa abordagem torna a FPT uma parceira sólida e proativa para os principais estaleiros de iates de lazer e de fretamento, como a Italyure Yachts.”

“Nosso objetivo é criar embarcações que não sejam meramente meios de transporte, mas verdadeiras expressões de arte e engenharia”, acrescentou Raffaele Vitiello, CEO da Italyure Yachts. “E oferecer uma linha de iates walk-around excepcionais, que se distinguem por uma variedade de layouts interiores e soluções de propulsão, capazes de combinar alto desempenho inigualável. “É por isso que os motores marítimos da FPT são nossa escolha preferencial.”

“Para esse tipo de cliente, o relacionamento humano é fundamental”, afirmou Massimo Labruna, CEO da AS Labruna. “E temos orgulho de apoiar a Italyure Yachts e seus clientes na criação de iates capazes de manter o máximo desempenho ao longo do tempo, garantindo a máxima eficiência de navegação”

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A Penteadora implementa sistemas de reciclagem têxtil e produção de não-tecidos da Andritz

Novas linhas de reciclagem mecânica e produção de não-tecidos transformam resíduos têxteis em materiais industriais para aplicações técnicas de alto desempenho.

  www.andritz.com
A Penteadora implementa sistemas de reciclagem têxtil e produção de não-tecidos da Andritz

A Penteadora e a Andritz colaboraram para comissionar uma linha completa de reciclagem têxtil mecânica e produção de não-tecidos agulhados na unidade de Unhais da Serra, em Portugal. A instalação permite o processamento contínuo de resíduos têxteis para a fabricação de componentes estruturais voltados a setores técnicos.

Contexto da Cooperação e Desafios Industriais
A Penteadora, uma empresa integrada do Grupo Paulo de Oliveira especializada em têxteis de lã para aplicações técnicas, atua como operadora do sistema. A Andritz assumiu o papel de fornecedora da tecnologia, entregando a infraestrutura de maquinário necessária para processar a complexidade de misturas sintéticas e fibras técnicas. A cooperação foi estabelecida para atender à necessidade de gerenciamento de fluxos de resíduos têxteis próprios e externos, exigindo equipamentos com capacidade para garantir a estabilidade do processo de automação industrial e a qualidade do material reciclado.

Solução Técnica e Responsabilidades
A solução técnica implementada divide-se em duas infraestruturas principais. A linha de reciclagem têxtil mecânica engloba processos automatizados de corte, mistura, abertura de fibras e cardagem. O sistema incorpora uma tecnologia de separação mecânica avançada projetada para remover elementos rígidos, como botões e zíperes. Este mecanismo de triagem otimiza a eficiência operacional ao proteger a integridade dos equipamentos subsequentes contra danos causados por metais ou polímeros duros. Paralelamente, a linha de não-tecidos agulhados processa as fibras recuperadas por meio de entrelaçamento mecânico, formando mantas estruturadas que atendem a parâmetros rigorosos de resistência e densidade para uso industrial.

Implementação e Casos de Uso
Os sistemas foram instalados e operam em capacidade integral na unidade de Portugal, utilizando resíduos pré e pós-consumo como matéria-prima de entrada. Os materiais resultantes da linha de não-tecidos agulhados são direcionados para aplicações técnicas específicas, incluindo mantas para isolamento térmico, barreiras acústicas automotivas ou arquitetônicas e soluções de proteção contra impactos. O processamento direto desses resíduos na planta permite a manutenção de uma capacidade de produção certificada, cumprindo os padrões técnicos das normas ISO 9001 e GRS, além das especificações OEKO-TEX.

Resultados e Impacto Operacional
A integração das linhas reduz a dependência de matérias-primas virgens e aumenta a eficiência na utilização de recursos internos da fábrica. Sobre a lógica de implementação e o impacto dos sistemas, Miguel Fernandes, Administrador da A Penteadora, afirma: "Com as novas tecnologias de reciclagem e não-tecidos da Andritz, podemos transformar resíduos têxteis em materiais de alto valor para aplicações industriais. Este investimento fortalece nosso compromisso com a sustentabilidade e circularidade, ao mesmo tempo que cria novas oportunidades para produtos inovadores em não-tecidos e um uso mais eficiente dos recursos."

Editado por Natania Lyngdoh, editora do Induportals, com assistência de IA.

www.andritz.com

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FPT E GREEN POWER SYSTEMS AJUDAM A IMPULSIONAR A PRODUÇÃO DE LEITE EM PÓ NA ARGÉLIA

A FPT e seus distribuidores, Bimotor e Avoni Industrial, juntaram-se à Green Power Systems para fornecer energia a um dos maiores projetos agroindustriais do Norte da África, que deve revolucionar a produção de leite em pó na Argélia.

  www.fptindustrial.com


O projeto, no valor de US$ 3,5 bilhões e cofinanciado pelo Fundo Nacional de Investimento da Argélia e pela produtora de laticínios do Catar Baladna Q.P.S.C., envolve a construção de uma das maiores fazendas leiteiras integradas e unidades de produção de leite em pó do mundo, ocupando 117.000 hectares de terras agrícolas e projetada para abrigar 270.000 vacas leiteiras.

Localizada na província de Adrar, na Argélia, a unidade agroindustrial deve iniciar a produção no final de 2027. Quando estiver em pleno funcionamento, prevê-se que a unidade produza até 100.000 toneladas de leite em pó por ano, cobrindo cerca de 50% das necessidades da Argélia. Por estar localizada em uma região do Saara, onde as temperaturas costumam ultrapassar os 40°C por mais de 130 dias por ano, a área agrícola destinada à alimentação das vacas leiteiras é o ponto central de um gigantesco projeto de irrigação contínua, no qual os grupos geradores fornecidos pela Green Power Systems e equipados com motores FPT desempenham um papel crucial.


FPT E GREEN POWER SYSTEMS AJUDAM A IMPULSIONAR A PRODUÇÃO DE LEITE EM PÓ NA ARGÉLIA

Grupos geradores em operação na Argélia

No total, a Green Power Systems forneceu 50 grupos geradores GP330 S/I-A, equipados com os motores FPT CURSOR 13, com potência de até 330 kVA, que representam a solução ideal para o funcionamento contínuo de sistemas de irrigação em condições extremas, 24 horas por dia.

Os sistemas Green Power Systems, equipados com motores FPT, dão suporte a sistemas de irrigação por pivô central, um método de irrigação de culturas no qual o equipamento gira em torno de um pivô central e as culturas são irrigadas por aspersão, criando uma área irrigada circular centrada no pivô. Menos trabalhoso e mais eficiente no uso da água, esse método de irrigação é particularmente eficaz em grandes extensões de terras áridas e pode transformá-las rapidamente em áreas produtivas para a agricultura.


FPT E GREEN POWER SYSTEMS AJUDAM A IMPULSIONAR A PRODUÇÃO DE LEITE EM PÓ NA ARGÉLIA   
FPT E GREEN POWER SYSTEMS AJUDAM A IMPULSIONAR A PRODUÇÃO DE LEITE EM PÓ NA ARGÉLIA
 
Sistemas de irrigação por pivô central

“A participação da Green Power Systems neste projeto confirma ainda mais seu papel como parceira internacional confiável no fornecimento de soluções de geração de energia para aplicações agroindustriais e de infraestrutura em grande escala”

, afirma Flavio Faggiolini, Gerente da Área de Exportação da Green Power Systems. “Em projetos dessa magnitude, a continuidade do fornecimento de energia é essencial para garantir o bom funcionamento de toda a infraestrutura. A colaboração com a FPT contribuiu para a entrega de uma solução alinhada aos requisitos de confiabilidade do contexto operacional.”

“Fazer parte de um projeto de tão grande porte, destinado a melhorar a segurança alimentar da Argélia e a criar cerca de 5.000 empregos locais, é ao mesmo tempo uma grande honra e uma grande responsabilidade”, acrescenta Vittorio Bertalli, Diretor de Vendas da FPT para a região EMEA. “Mas estamos confiantes de que nossos motores CURSOR 13, juntamente com os produtos de alta tecnologia da Green Power Systems, mais uma vez atenderão às expectativas mais exigentes.”

POTÊNCIA CONFIÁVEL, SEMPRE E EM QUALQUER LUGAR

O CURSOR 13 foi projetado para oferecer desempenho robusto e eficiência otimizada de combustível para aplicações de geração de energia, abrangendo desde padrões de emissões não regulamentados até os padrões Stage V/Tier 4 Final. Projetado com um injetor unitário controlado eletronicamente, este motor garante fornecimento preciso de potência, resposta rápida à carga e otimização consistente de combustível em todas as condições operacionais.

A configuração G-Drive oferece uma solução pronta para integração
, enquanto as versões altamente regulamentadas incorporam um sistema ATS com a tecnologia patenteada Hi-eSCR2, permitindo uma redução avançada das emissões sem comprometer o desempenho. O motor oferece a capacidade de alternar entre as frequências de 50 Hz e 60 Hz, facilitando o gerenciamento de estoque para os clientes. Com um intervalo de manutenção de 600 horas, líder no setor, o CURSOR 13 maximiza o tempo de operação e minimiza as necessidades de manutenção.

C13 para a Green Power Systems - Especificações técnicas

Certificação: não regulamentado
Número de cilindros / válvulas: 6L / 4
Sistema de injeção: ECR
Tratamento de ar: TAA
Deslocamento [litros]: 12,9
Furo x curso [mm]: 135 x 150
Potência em modo de espera [kW] @ 1500 rpm: 330
Potência Principal [kW] @ 1500 rpm: 300
Potência em modo de espera [kW] @ 1800 rpm: 360
Potência Principal [kW] @ 1800 rpm: 327
Dimensões [C x L x A, mm]: 2281 x 1223 x 1454

As especificações completas estão disponíveis no site da FPT


FPT E GREEN POWER SYSTEMS AJUDAM A IMPULSIONAR A PRODUÇÃO DE LEITE EM PÓ NA ARGÉLIA

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As câmaras Flir X-Series suportam a análise não destrutiva dos manuscritos antigos de Herculano

Os investigadores estão a utilizar termografia pulsada e imagiologia térmica de alta velocidade para revelar inscrições ocultas e avaliar o estado de frágeis papiros carbonizados sem contacto físico.

  www.flir.com
As câmaras Flir X-Series suportam a análise não destrutiva dos manuscritos antigos de Herculano

A tecnologia de imagiologia térmica da Flir está a ajudar investigadores em Itália a revelar texto oculto nos papiros de Herculano, uma coleção única de manuscritos antigos carbonizados durante a erupção do Monte Vesúvio em 79 d.C. Utilizando termografia pulsada que tira partido da porta de entrada analógica lock-in rápida de 2,775 MHz disponibilizada pelas avançadas câmaras de imagiologia térmica Flir, os cientistas estão a recuperar escrita anteriormente invisível a olho nu, ao mesmo tempo que obtêm novos conhecimentos sobre a frágil estrutura interna dos documentos. Todas as imagens são provenientes de S. Ceccarelli et al., SciRep 15, 34466 (2025).

Este importante projeto é liderado por investigadores do Institute of Heritage Science, pertencente ao Conselho Nacional de Investigação de Itália (CNR), que estão a explorar formas não destrutivas de estudar e preservar o que continua a ser a única biblioteca sobrevivente do mundo greco-romano antigo.

Descobertos durante escavações realizadas no século XVIII na Villa dei Papiri, em Herculano, os pergaminhos sobreviveram à erupção vulcânica graças à carbonização provocada pelo calor intenso e ao seu enterramento sob material vulcânico. Embora este processo extraordinário tenha preservado os manuscritos, criou também desafios significativos para historiadores e conservadores que procuram lê-los e protegê-los.

Muitos dos papiros foram desenrolados mecanicamente há vários séculos e montados em suportes de conservação. Contudo, os fragmentos resultantes são extremamente frágeis, frequentemente compostos por múltiplas camadas e, em muitos casos, quase impossíveis de ler.

Os limites da imagiologia convencional
Um dos principais desafios enfrentados pelos investigadores é o facto de tanto o substrato de papiro carbonizado como a tinta serem pretos, tornando a diferenciação extremamente difícil através de métodos de imagiologia convencionais, uma vez que o contraste na gama visível se perde. Outras técnicas mais sofisticadas, como a imagiologia por raios X, podem funcionar, especialmente quando combinadas com inteligência artificial, mas são mais complexas e dispendiosas, exigindo o transporte dos papiros para laboratórios especializados onde estas tecnologias estão disponíveis.

Para responder a estes desafios, os conservadores recorreram à termografia pulsada, uma técnica que combina excitação luminosa controlada com imagiologia térmica de alta velocidade. O método consiste em iluminar o papiro com um breve impulso de luz e registar a resposta térmica resultante ao longo do tempo.

As inscrições superficiais tornam-se visíveis quase imediatamente nos primeiros fotogramas infravermelhos após a excitação, porque a tinta absorve a luz de forma diferente do material de papiro circundante. À medida que o calor se propaga pela amostra nos segundos seguintes, começam a surgir detalhes estruturais mais profundos e características subjacentes. Este comportamento térmico dependente do tempo oferece aos investigadores uma forma eficaz de distinguir a escrita do material de suporte.


As câmaras Flir X-Series suportam a análise não destrutiva dos manuscritos antigos de Herculano

Imagiologia térmica avançada

No centro do projeto está a utilização das câmaras de imagiologia térmica Flir X-Series. Combinando imagiologia infravermelha de alta velocidade e elevada sensibilidade com capacidades avançadas de análise térmica, estas câmaras são ideais para ambientes científicos e de investigação onde a precisão e a integridade dos dados são essenciais.

Ao operar no espectro infravermelho de onda média, as câmaras Flir X-Series permitiram aos investigadores captar eventos térmicos rápidos com uma sensibilidade excecional, tornando visíveis diferenças subtis de temperatura entre áreas com tinta e sem tinta dos papiros durante a análise por termografia pulsada. A série X inclui uma porta de entrada analógica lock-in rápida concebida para receber sinais de referência externos, permitindo análises térmicas de alta velocidade com uma taxa de amostragem de 2,775 MHz. Esta capacidade permite aos investigadores detetar sinais muito ténues ou diferenças mínimas de temperatura nos materiais.

Os investigadores utilizaram duas lâmpadas de flash para gerar uma excitação controlada, limitando simultaneamente o aumento de temperatura dos papiros a 2–3°C, muito abaixo de qualquer nível considerado prejudicial para este material antigo. Sistemas especiais de filtragem impediram igualmente a exposição à radiação ultravioleta e minimizaram reflexões infravermelhas indesejadas.

Segundo a equipa do projeto, a elevada sensibilidade, a resolução espacial e as avançadas capacidades de aquisição das câmaras Flir X-Series revelaram-se particularmente importantes para identificar contrastes térmicos finos e preservar a nitidez das imagens ao longo de todo o processo de aquisição.

A capacidade de transmitir e gravar continuamente dados térmicos sem perda de fotogramas também apoiou o pós-processamento detalhado e a análise através do software Flir Research Studio.

Importa salientar que o método permanece totalmente sem contacto e não destrutivo, um requisito crítico quando se trabalha com artefactos frágeis do património cultural que não podem ser manipulados fisicamente nem removidos dos seus suportes históricos.


As câmaras Flir X-Series suportam a análise não destrutiva dos manuscritos antigos de Herculano

Muito para além da recuperação de texto

Embora o principal objetivo do projeto seja revelar texto oculto, a termografia pulsada também fornece informações estruturais valiosas para os especialistas em conservação.

À medida que o calor se difunde através do papiro ao longo de períodos mais prolongados, os dados térmicos começam a revelar características como padrões de fibras, camadas sobrepostas e pontos de adesão entre o papiro e o respetivo suporte. Estes detalhes ajudam os conservadores a compreender melhor o estado físico dos manuscritos e a identificar áreas onde poderá estar a ocorrer deterioração ou destacamento.

A capacidade de investigar simultaneamente a escrita e a morfologia do substrato a partir do mesmo conjunto de dados térmicos oferece vantagens significativas para o planeamento de restauros e estratégias de preservação a longo prazo. A técnica é particularmente útil porque algumas regiões dos manuscritos contêm múltiplas camadas comprimidas criadas durante o processo histórico de desenrolamento. Nestas áreas, secções subjacentes permaneceram unidas em vez de se separarem completamente, criando uma estrutura complexa difícil de analisar através de métodos tradicionais de imagiologia.

Os investigadores observaram ainda que algumas tecnologias concorrentes podem envolver equipamentos mais volumosos, requisitos de posicionamento mais restritivos ou menor qualidade de imagem ao examinar materiais em camadas.

Potencial futuro

Um dos desafios ainda por resolver consiste em identificar texto localizado no verso dos papiros ou oculto em secções com múltiplas camadas, onde apenas uma quantidade limitada de luz de excitação consegue penetrar. Embora seja possível detetar informação térmica residual proveniente de camadas mais profundas, os sinais obtidos tornam-se progressivamente mais fracos e difusos à medida que o calor se propaga através do material.

Para ajudar a ultrapassar estas limitações, a equipa do CNR está agora a explorar a utilização de técnicas de processamento baseadas em inteligência artificial. A análise assistida por IA poderá melhorar ainda mais a diferenciação entre a tinta e o substrato de papiro, potencialmente aumentando a legibilidade e apoiando futuras interpretações dos textos.

Independentemente do que o futuro reserve, a equipa está confiante de que a termografia pulsada se tornará uma ferramenta complementar cada vez mais valiosa ao lado de outras técnicas avançadas de ciência do património. Este projeto demonstra o papel crescente da tecnologia de imagiologia térmica Flir na investigação científica e na preservação. Ao combinar aquisição térmica de alta velocidade com métodos avançados de análise, os investigadores conseguem agora estudar alguns dos artefactos históricos mais frágeis do mundo de formas que anteriormente eram impossíveis.

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Teledyne FLIR OEM lança a Boson SX8, a primeira câmara térmica LWIR SXGA de 8 µm em conformidade com a NDAA

A Boson SX8 de 1280 × 1024 e a Boson SX8-CZ 15–75 oferecem dimensões, peso e consumo energético otimizados, com imagiologia térmica de elevado desempenho.

  www.flir.com
Teledyne FLIR OEM lança a Boson SX8, a primeira câmara térmica LWIR SXGA de 8 µm em conformidade com a NDAA
A Teledyne FLIR OEM

, uma unidade de negócio da Teledyne Technologies Incorporated, anunciou o lançamento da Boson® SX8, o primeiro módulo de câmara térmica de infravermelhos de onda longa (LWIR) não arrefecido, isento de ITAR, em conformidade com a NDAA e produzido em volume, que combina um passo de pixel de 8 mícrones com resolução SXGA (1280 × 1024). O avançado pixel de 8 mícrones proporciona o melhor desempenho térmico da indústria e quatro vezes a resolução dos atuais módulos de câmaras térmicas VGA (640 × 512) não arrefecidas produzidas em grande volume, tudo isto num formato compacto de dimensões semelhantes.

Concebida para elevado desempenho e otimizada para aplicações de defesa e industriais com restrições de dimensão, peso e consumo energético (SWaP), a família Boson SX8 permite a integradores e operadores ver mais, ver mais longe e implementar imagiologia térmica de elevado desempenho à escala de produção.

Essencial para sistemas aéreos não tripulados (UAS), sistemas de combate a UAS, segurança perimetral, dispositivos portáteis, sistemas de guiamento, aumento visual e sistemas de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR), a família Boson SX8 oferece um desempenho anteriormente disponível apenas em sistemas de imagiologia térmica por infravermelhos de onda média (MWIR) arrefecidos, mais pesados, maiores e com maior consumo energético.

“Ao reduzir a área do pixel em 55% em comparação com o formato padrão de pixel LWIR de 12 mícrones, a Boson SX8 representa um momento transformador para a imagiologia térmica”, afirmou Paul Clayton, Presidente da Teledyne FLIR OEM. “Ao combinar esta avançada arquitetura de pixel de 8 mícrones com resolução térmica SXGA em produção à escala total, estamos a proporcionar aos clientes uma maior perceção situacional e um maior alcance efetivo, sem comprometer o SWaP nem a confiança na cadeia de abastecimento.”

Além de várias opções de lentes fixas, a nova Boson SX8-CZ 15–75 inclui uma objetiva com zoom contínuo (CZ) de 5x integrada de fábrica para ampliar ainda mais o alcance de desempenho. Esta opção combina o módulo de câmara com uma objetiva de zoom contínuo de 15–75 mm, concebida e calibrada como um sistema único. A integração proporciona um desempenho ótico otimizado com focagem contínua durante o zoom, compensação de gradientes térmicos, alinhamento de fábrica e uma garantia de fonte única, reduzindo o risco de integração e acelerando o tempo de colocação no mercado.

Inovação de engenharia disponibilizada à escala de produção
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Amanirenas: la regina di Kush che ottenne da Augusto una pace favorevole

Nel dicembre del 1910, la sabbia di Meroë restituì due occhi ancora aperti.

La missione archeologica guidata da John Garstang stava scavando un piccolo edificio sacro nell’attuale Sudan quando, sotto i gradini dell’ingresso, apparve una testa di bronzo. Era più grande del naturale, pesava circa diciassette chilogrammi e conservava un dettaglio rarissimo: pupille di vetro inserite in anelli metallici e iridi di calcite. Il volto aveva lineamenti regolari, capelli disposti con cura sulla fronte e un’espressione immobile, costruita per comunicare autorità.

Gli archeologi riconobbero Augusto.

La testa dell’imperatore, realizzata probabilmente in Egitto fra il 27 e il 25 a.C., apparteneva in origine a una statua più alta di un uomo. Il corpo era scomparso. La testa era stata trasportata per centinaia di chilometri verso sud e deposta sotto l’accesso di quello che il British Museum descrive come un santuario della Vittoria. La collocazione appare intenzionale: chi entrava nell’edificio passava sopra il volto del sovrano di Roma.

Per quasi duemila anni Augusto rimase sotto i piedi dei suoi nemici.

La storia di quel gesto conduce a una guerra combattuta lungo il Nilo alla fine del I secolo a.C., quando Roma aveva appena trasformato l’Egitto in una provincia. A sud si estendeva il regno di Kush, una potenza africana governata da una donna il cui nome non compare nei resoconti romani. Le iscrizioni locali la chiamano Amanirenas.

Il regno oltre la frontiera egiziana

Quando Ottaviano conquistò l’Egitto, Kush possedeva una storia millenaria. I suoi sovrani avevano dominato l’Egitto nell’VIII e nel VII secolo a.C., fondando la XXV dinastia. Il centro del potere si era poi spostato a Meroë, fra il Nilo e il fiume Atbara: una città di palazzi, templi, officine e necropoli dominate da piramidi dalle pareti ripide.

I siti archeologici dell’isola di Meroë testimoniano l’estensione delle relazioni costruite dal regno. L’architettura univa elementi kushiti, egizi, mediterranei e mediorientali; le officine lavoravano il ferro, mentre carovane e vie fluviali trasportavano oro, avorio, animali, ceramiche e prodotti di lusso. Kush partecipava ai commerci del mondo antico da una posizione autonoma, collegando l’Africa interna alla valle del Nilo e al Mediterraneo.

La regione più contesa era la Bassa Nubia, a sud della prima cateratta. Templi, comunità e funzionari egizi e kushiti occupavano uno spazio nel quale i confini cambiavano senza interrompere i rapporti religiosi ed economici. Meroë e i Tolomei avevano cercato a lungo di controllarlo; Roma voleva ora rendere stabile e redditizia la nuova provincia.

La documentazione kushita presenta una difficoltà particolare. Gli abitanti di Meroë utilizzavano una propria lingua e una propria scrittura. Gli studiosi conoscono il valore fonetico dei segni e riescono quindi a pronunciare molti testi; gran parte del loro significato rimane ancora incerta. Come mostra una recente sintesi sui rapporti fra Meroë e l’Egitto, la storia del regno deve essere ricostruita accostando archeologia, iscrizioni non pienamente comprese e testimonianze scritte dai suoi avversari.

La sovrana che Roma chiamò Candace

Amanirenas regnò negli ultimi decenni del I secolo a.C. Il suo nome appare in iscrizioni meroitiche insieme ai titoli qore e kandake. Il primo indicava la sovranità regale; il secondo designava una donna della famiglia dominante, spesso la madre del re, e in alcuni casi una sovrana capace di governare in prima persona.

Gli autori greci e romani trasformarono quel titolo nel nome proprio “Candace”. Cassio Dione parla di lei come della guida degli “Etiopi”, termine con il quale gli antichi indicavano le popolazioni poste a sud dell’Egitto. Strabone la descrive come una donna virile e cieca da un occhio. Sono poche parole, diventate il nucleo di quasi ogni racconto moderno su Amanirenas.

La veridicità dell’accecamento e la sua causa restano sconosciute. La ferita ricevuta in battaglia appartiene alla ricostruzione moderna. Anche l’aggettivo “virile” rivela lo sguardo di un autore per il quale il comando militare femminile rappresentava un’anomalia. Il racconto di Strabone conserva informazioni preziose, ma le dispone dentro una narrazione favorevole a Roma.

L’identificazione della Candace di Strabone con Amanirenas è molto probabile, ma non esplicita. Le iscrizioni associano la sovrana ad Akinidad, personaggio di rango elevato coinvolto negli eventi. È stato spesso presentato come suo figlio, benché il legame familiare rimanga incerto. Della guerra possediamo nomi e titoli isolati; le decisioni della corte di Meroë restano fuori dalla nostra portata.

Roma arriva alla prima cateratta

Nel 30 a.C., un anno dopo la vittoria di Azio, Ottaviano prese possesso dell’Egitto. La morte di Marco Antonio e Cleopatra chiuse la storia del regno tolemaico e consegnò a Roma una delle regioni più ricche del Mediterraneo. Augusto affidò il governo della provincia a prefetti scelti direttamente da lui, evitando che un senatore potesse impadronirsi delle risorse e del grano egiziano.

La frontiera meridionale richiedeva uomini e fortezze. Nel 25 a.C. il prefetto Elio Gallo portò gran parte delle truppe in Arabia meridionale; la spedizione fallì e lasciò temporaneamente meno protetta la valle del Nilo.

Intanto, in Bassa Nubia cresceva l’opposizione alle richieste fiscali romane. L’esercito kushita avanzò verso nord, forse per sostenere le comunità in rivolta e ristabilire l’influenza di Meroë. Nell’autunno del 25 a.C. attaccò Syene, l’attuale Assuan, Elefantina e File: fece prigionieri, saccheggiò gli insediamenti e abbatté statue del nuovo signore dell’Egitto.

Fra quelle immagini potrebbe essersi trovato il colosso di bronzo al quale apparteneva la testa scoperta nel 1910.

Il volto portato a sud

Augusto comprese presto il valore politico del proprio ritratto. Monete e statue diffusero nell’impero un volto eternamente giovane, riconoscibile per le ciocche ordinate sulla fronte e per un’espressione controllata. Quelle immagini trasformavano un uomo lontano in una presenza quotidiana. Comparivano nelle piazze, nei templi e negli edifici pubblici, rendendo visibile l’autorità romana.

Recidere una testa imperiale significava quindi colpire qualcosa di più di una statua. I Kushiti portarono a sud prigionieri e immagini di Augusto. Molte sarebbero state restituite durante le successive trattative; il bronzo di Meroë rimase nel regno e assunse una funzione nuova.

La sabbia protesse i lineamenti e gli occhi intarsiati, mentre il peso dei passi continuava a gravare sopra la soglia. Il ritratto concepito per affermare il potere di Roma divenne un trofeo. La propaganda imperiale venne utilizzata contro il suo stesso artefice: Augusto continuava a essere riconoscibile, ma la sua posizione comunicava la sconfitta simbolica dell’invasore.

L’identità di chi decise di seppellire la testa resta sconosciuta. Il gesto appartiene comunque alla guerra combattuta durante il regno di Amanirenas e alla rappresentazione kushita di quel conflitto. Nelle decorazioni del santuario comparivano inoltre prigionieri davanti a un sovrano di Meroë; la scena del re vittorioso sui nemici apparteneva a una tradizione figurativa più antica e alla propaganda regale più che alla cronaca certa di una battaglia.

Petronio risale il Nilo

Roma reagì con il nuovo prefetto d’Egitto, Gaio Petronio. Strabone gli attribuisce meno di diecimila fanti e ottocento cavalieri contro trentamila Kushiti: numeri costruiti per esaltare l’efficienza romana e da leggere con cautela. Il dato essenziale è che l’esercito di Meroë fu respinto.

Petronio conquistò Pselchis, presso l’attuale el-Dakka, e avanzò verso Premnis, identificata con Qasr Ibrim. Prigionieri e bottino furono inviati a nord; secondo Strabone, mille catturati raggiunsero Augusto e altri furono venduti come schiavi.

Secondo Strabone e la versione più concisa di Cassio Dione, Petronio avanzò fino a Napata, antico centro regale e religioso vicino alla quarta cateratta, e la distrusse. La notizia celebrava una penetrazione romana impressionante. Alcuni studi recenti ne dubitano: la distanza di oltre settecento chilometri da Qasr Ibrim, il caldo e le difficoltà di rifornimento rendono incerta una marcia tanto rapida. La devastazione di Napata potrebbe essere stata amplificata o collocata nel racconto per dare alla spedizione una conclusione esemplare.

Petronio tornò verso l’Egitto e fortificò Qasr Ibrim con quattrocento uomini e provviste per due anni. Dall’alto di una rupe, la posizione controllava i movimenti sul Nilo. Amanirenas non considerò conclusa la guerra: le forze kushite tentarono di riprendere la fortezza e costrinsero il prefetto a tornare in sua difesa.

Gli scontri principali erano terminati a vantaggio di Roma; Kush restava fuori dal suo dominio.

Gli ambasciatori sull’isola di Samos

Il conflitto terminò lontano dal campo di battaglia. Amanirenas inviò ambasciatori a trattare. Strabone racconta che, quando Petronio ordinò loro di rivolgersi a Cesare, i delegati risposero di non sapere chi fosse né dove trovarlo. Il prefetto fornì una scorta e li fece accompagnare fino all’isola di Samos, dove Augusto si trovava durante il viaggio verso la Siria.

L’aneddoto permette allo scrittore romano di rappresentare i Kushiti come estranei all’ordine imperiale. La sostanza dell’accordo racconta una realtà diversa. Nell’inverno del 21-20 a.C. gli ambasciatori ottennero condizioni molto favorevoli: Roma abbandonò le posizioni più avanzate, limitò la propria zona d’influenza alla parte settentrionale della Bassa Nubia e cancellò gli obblighi economici imposti a Kush.

Strabone scrive che Augusto concesse tutto ciò che gli ambasciatori chiedevano e rinunciò perfino ai tributi. Il linguaggio presenta la pace come un atto di generosità imperiale. Dal punto di vista di Meroë, il risultato aveva un significato concreto: il regno rimaneva indipendente, era esente da tributi e conservava il controllo del proprio territorio centrale.

Anche Roma ottenne ciò di cui aveva bisogno. La frontiera egiziana divenne più stabile e una lunga campagna verso sud non assorbì altre truppe. Nei secoli successivi il confine conobbe tensioni e incursioni, ma fu anche attraversato da mercanti, pellegrini, sacerdoti e funzionari. Templi e culti della Bassa Nubia continuarono a collegare le due sponde politiche.

Le legioni avevano prevalso sul campo. Amanirenas trasformò la resistenza in un successo diplomatico.

La voce incisa a Hamadab

Quattro anni dopo il ritrovamento della testa di Augusto, la missione di Garstang scavò un piccolo tempio a Hamadab, pochi chilometri a sud di Meroë. Ai lati dell’ingresso si trovavano due grandi stele. Una rimase sul posto; l’altra venne trasferita al British Museum.

La stele di Hamadab misura più di due metri e presenta oltre quaranta righe in scrittura meroitica. Nella parte superiore Amanirenas e Akinidad compaiono davanti a divinità, mentre una fascia mostra prigionieri legati. I nomi dei due governanti sono leggibili. Nel testo compare anche la parola Areme, che molti studiosi interpretano come il nome di Roma.

Potrebbe trattarsi della versione kushita della guerra combattuta fra il 25 e il 21-20 a.C. L’ipotesi è affascinante e rimane discussa. La comprensione della lingua meroitica è ancora insufficiente per ottenere una traduzione continua. Possediamo dunque un lungo testo forse dedicato al conflitto, la cui voce ci raggiunge soltanto per frammenti.

Per oltre duemila anni la storia di Amanirenas è dipesa soprattutto da autori legati al mondo romano. Strabone descrisse la sovrana attraverso il genere e il corpo; Cassio Dione ridusse la guerra a una sequenza di vittorie di Petronio. Le iscrizioni restituiscono nomi, titoli e immagini, senza offrirci ancora il racconto che la corte di Meroë voleva tramandare.

La vittoria sotto i piedi

Definire Amanirenas la regina che sconfisse Roma sarebbe semplice e impreciso. Le truppe kushite ottennero un successo iniziale, poi furono battute e persero diverse posizioni. La rappresaglia di Petronio penetrò profondamente nel territorio del regno, anche se l’arrivo a Napata resta discusso. Il costo umano della guerra ricadde sui prigionieri, sugli abitanti ridotti in schiavitù e sulle comunità attraversate dagli eserciti.

Il risultato finale andò oltre le vittorie di Petronio. Kush conservò il proprio governo, evitò il tributo e ottenne una frontiera negoziata. Amanirenas emerge meno come l’eroina solitaria costruita dalla leggenda e più come una sovrana capace di sostenere la guerra, assorbire una sconfitta e riconoscere il momento della diplomazia.

La testa bronzea fu portata a Londra nel 1911. Oggi gli occhi di vetro e calcite continuano a fissare i visitatori del British Museum. La loro eccezionale conservazione dipende dal luogo nel quale il ritratto venne sepolto e dal significato che i Kushiti attribuirono alla sua presenza.

Il volto creato per rendere Augusto presente ai confini dell’impero è arrivato fino a noi perché, oltre quel confine, qualcuno decise di deporlo sotto i propri passi.

L'articolo Amanirenas: la regina di Kush che ottenne da Augusto una pace favorevole su Vanilla Magazine scritto da Matteo Forlani

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