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Albufeira | Apresentações Literárias marcam Outubro na Biblioteca Municipal Lídia Jorge

A Biblioteca Municipal Lídia Jorge recebe já amanhã, dia 10 de outubro, às 15h00, a apresentação de “A Ordem da Luz e o Início de Tudo”, de Emanuel Fernandes. A sessão abre uma programação que inclui ainda “No Palco da Vida”, de Paula Fernandes, no dia 17, e “With the Absolute Heart of the Poem […]

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João Mota apresenta livro na Biblioteca de Loulé

No próximo sábado, 10 de outubro, o ator e escritor João Mota vai estar na Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen, em Loulé, para a apresentação do seu primeiro livro. Mas antes, irá promover uma oficina de escrita criativa.

Das 14h00 às 17h00, o mote vai ser “ESCREVER-ME – Escrever o que sinto, para sentir de uma forma mais livre e plena”, numa sessão para jovens dos 13 aos 20 anos.

A escrita criativa é uma ferramenta de expressão pessoal e autoconhecimento, especialmente durante a adolescência, uma fase marcada por intensas transformações. Nesta oficina, os adolescentes serão convidados a explorar e expressar as suas emoções através da escrita.

A atividade inclui exercícios de aquecimento que estimulam a criatividade e a liberdade de expressão, seguidos de propostas específicas que incentivam os participantes a refletirem sobre as suas experiências e sentimentos.

Os adolescentes terão a oportunidade de expressar-se através de textos que variam desde poemas até narrativas curtas, permitindo que explorem o seu mundo interno, num ambiente seguro e de aceitação incondicional positiva.

A oficina pretende promover a escrita como ferramenta de suporte para a catarse emocional, melhoria da autoestima e do bem-estar emocional, ajudando os jovens a entender e aceitar os seus sentimentos e emoções de uma forma mais plena e livre.

Para participar nesta atividade, é necessária inscrição prévia para  biblioteca@cm-loule.pt As vagas são limitadas e a participação gratuita. Confere-se diploma de participação.

Pelas 18h30, será apresentado “Tudo o que nunca te disse, meu Amor”. «Queria-te com esse teu cheiro, com defeitos, com aquela vulnerabilidade que só existe quando duas pessoas se aproximam o suficiente para se magoarem. Queria-te num mundo onde ainda se sente vergonha, e ciúme, e desejo, e medo. Queria-te onde se ouve o som da respiração e onde o silêncio tem peso. Um lugar sem Wi-Fi, sem ghosting, sem o botão de desligar a conversa.»

A vertigem da paixão, a dor da perda, a reconciliação e o medo do fim prendem-nos numa história envolvente que nos leva a mergulhar no mundo emocional de um homem intenso que não deixa ninguém indiferente.

Em “Tudo o que nunca te disse, meu Amor”, a Contraponto revela o talento de João Mota, uma nova voz na literatura romântica, capaz de tocar pessoas de todas as idades e de fazê-las acreditar que o amor pode mesmo salvar os dias.

No final haverá banca de livros e sessão de autógrafos

João Mota é natural de Albufeira. É licenciado em Psicologia e Gestão de Empresas e encontra-se a terminar o mestrado em Psicologia Clínica e de Aconselhamento. Trabalha como ator desde 2014, em teatro, cinema e televisão. Concluiu diferentes formações na área da expressão dramática em Portugal e no Brasil.

Escreve poesia desde os 12 anos. Desde então, a escrita tem sido uma ferramenta que o acompanha e ajuda a organizar o pensamento e as emoções, ou simplesmente a apreciar um momento contemplativo.

Após reconhecer, à escrita, características catárticas, procurou a validação científica do impacto positivo que a escrita tinha em si próprio. Nesse sentido, ao longo do seu percurso académico, foi dando estrutura teórica e científica às suas ideias, o que lhe permitiu criar projetos que associam a escrita ao bem-estar emocional. A experiência artística permitiu-lhe um contacto diferenciado com o mundo das emoções, que, aliado a uma paixão pela escrita e à formação académica na área da Psicologia, levaram-no a desenvolver, nos últimos dois anos, atividades junto do público adolescente.

Em 2023, fundou o Clube de Poesia na Universidade Autónoma de Lisboa, dando início a um percurso de encontros de escrita criativa e expressão artística por todo o país.

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Encuentran en República Checa el más antiguo santuario y observatorio astronómico prehistórico del centro de Europa, mil años anterior a Stonehenge

Un equipo de arqueólogos, liderado por la Universidad de Bohemia Occidental (UWB), ha sacado a la luz en las proximidades de la localidad de Chleby, en la actual República Checa, una estructura monumental que data de hace más de 6.500 años y que se configura como uno de los centros rituales más antiguos de Europa […]

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Um plano de igualdade e respeito mútuo

O dia da Mãe aproxima-se. Todas as Mães são, efetivamente, Mulheres.
Quando abordamos temas como a violência contra as mulheres e violência
doméstica, falamos daquilo que, não nos fazendo melhores que os homens,
nos torna diferentes, especiais, esta força que a natureza permitiu, entre
tantas outras coisas tão belas, gerar vida.
Mas, porque ainda subsistem violências direcionadas à mulher,
precisamente porque é mulher, entendida tantas vezes como mais fraca,
habitante em patamar inferior ao homem, e que, pasmemos pois, a este
deve ser submissa, e reduzir-se à sua insignificância histórica, foram
criados instrumentos legais, neste caso, internacionais, que visam, entre um
mundo que aqui não cabe, por razões óbvias, implementar a regra dos “três
P”, ou seja, Prevenir, Proteger, e Acusar (prossecution na língua inglesa).
Centrada nos direitos das vítimas, e na cooperação entre as instituições e
organizações, e nas autoridades competentes, é na sua génese que
encontramos a proteção imediata das vítimas, prevendo a possibilidade das
conhecidas decisões de emergência, aquelas que pretendem evitar o
“chegamos tarde demais, está morta”.
Falamos da Convenção do Conselho da Europa para a Prevenção e o
Combate à violência contra as mulheres e a violência doméstica
(Convenção de Instambul), que, acertadamente aponta o reconhecimento da
igualdade entre mulheres e homens como fundamento para o estudo e
tratamento deste tipo de violência, que trata como uma verdadeira violação
de direitos humanos, quando mulheres são discriminadas, produzindo-se
sofrimento físico, sexual, psicológico, económico, e até privação da
liberdade.
Chega mesmo a apontar a erradicação de preconceitos, costumes, tradições,
e de todas as práticas assentes na ideia de inferioridade das mulheres ou nos
papeis estereotipadas destas e dos homens.
Esta Convenção acaba por mostrar uma vertente educativa, sugerindo
alterações profundas na nossa cultura, costumes, tradições ou religião,
sempre que estes sirvam para justificar a prática de atos de violência contra
mulheres.

Nela é desenhado um plano de igualdade e respeito mútuo, com vista ao
término da violência de género.
Chama à atenção ao Estado Português para a necessidade urgente da
formação de profissionais que recebem as vítimas num primeiro momento,
sendo necessária uma centralização de informação, para que a vítima possa
confiar no agente de autoridade, se sinta protegida, acompanhada e
orientada, sobretudo quando a vítima é uma criança.
As autoridades policiais gerem todo este flagelo, recebendo as vítimas,
realizando relatórios que avaliam o risco em que estas se encontram,
encaminhando-as para os serviços sociais competentes, quando há vagas.
Esta Convenção foi assinada por Portugal em 2011, e em 2024 surgiu a
Diretiva 2024/1385 do Parlamento Europeu, que alerta Portugal para o
cumprimento destas recomendações respeitantes à violência contra as
mulheres.
Também o relatório do GREVIO (Grupo de Peritos no Combate à
Violência contra as Mulheres e a Violência Doméstica) de 2025 tem vindo
a alertar o Estado Português para a falta de cumprimento de grande parte
destas “recomendações” do Conselho da Europa.
No passado dia 29 e 30 teve lugar o III Congresso internacional sobre
violência doméstica e Convenção de Istambul, no qual especialistas das
mais diversas áreas do saber debateram este tema.
Façamos todos a nossa parte, fiquemos vigilantes neste cumprimento, não
sejamos alienantes sociais.

The post Um plano de igualdade e respeito mútuo appeared first on Jornal O DIABO.

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Delays and soaring costs cloud transport megaprojects in EU’s drive for greater cross-border connectivity

The European Union’s vision to create a seamless, sustainable and high-quality multimodal transport network across Europe by 2050 was recently thwarted – by an EU watchdog who warned that delays of major projects are putting key 2030 and 2040 milestones at risk.

From the Lyon-Turin rail link to the Canal Seine-Nord waterway, an EU goal to complete a group of cross-border links by 2030 “will not be met”, according to a January report by the European Court of Auditors (ECA).

“Three decades after most of them were designed, we are still a long way from cutting the ribbon on these projects, and a long way from achieving the intended improvements in passenger and freight flows across Europe,” said the ECA member Annemie Turtelboom.

The ECA audited eight projects forming the backbone of EU plans to boost road, rail, water, and air transport across the 27-nation bloc in a bid to spur trade and economic growth.

TEN-T going downhill

The Trans-European Transport Network (TEN-T) is the backbone of Europe’s transport network and includes numerous large-scale transnational projects that are essential to improving connectivity across Europe.

In 2013, EU member states agreed to complete the TEN-T core network by 2030, but the Court of Auditors, updating its view from five years ago, considered that “the outlook in 2025 is worse than it was in 2020, and is very far from what was initially envisaged”.

In 2020, EU auditors reported that the eight megaprojects examined had experienced an overall 47 percent increase in actual costs (adjusted for inflation) compared with the original estimates.

Touching 13 countries including Belgium, Denmark, Germany, Estonia, France and Italy – the projects have received 15.3 billion Euro in EU funding and accumulated on average a 17-year delay, the auditors found. 

According to the ECA report, the delays were down to a series of challenges, such as unexpected technical issues as well as the Covid-19 pandemic and Russia’s war on Ukraine. 

Total estimated cost and allocated EU co-funding for the eight transport megaprojects. Source: ECA based on information from the Commission, national authorities, and project promoters.

Mounting costs add pressure

According to the new report, costs have ballooned further than expected.

Not considering inflation, the overall price tag for the projects analysed was up 82 percent on the original estimates, the report said. 

The most recent calculations for the projects are now almost twice the original levels, with the sharp rise attributed to two rail links – the Rail Baltica linking Tallinn and Warsaw via Riga and Kaunas, where costs have risen by 291 percent, and the link between Lyon in southern France and Turin in northern Italy, where the rise has been of 127 percent.

Estonia, Latvia and Lithuania – which broke free from the Soviet Union when it crumbled in 1990-1991 and went on to join both the EU and NATO in 2004 – all have Soviet-era wide gauge railways.

With a total population of just six million people, the Baltic trio inked a deal in 2017 to build a high-speed rail link, aimed at creating fresh opportunities for the region in terms of trade and logistics.

In addition to rising costs, the construction of the Lyon-Turn railway has, over the years, also faced opposition from environmental groups critical of the Lyon-Turin tunnel project. Supporters said it will greatly ease freight road traffic but opponents – who staged, for example, a protest close to the village of Saint Remy-de-Maurienne in southeastern France in 2017 – said the ecological damage risks being devastating and that springs had already started to dry up due to the works.

The Brenner Base Tunnel connecting Innsbruck (Austria) and northern Italy – which aims primarily to shift freight from road to rail – will now cost 40 percent more than originally estimated and is currently estimated to open in 2032 at the earliest. The original opening date was 2016, and the ECA had already moved its estimation to 2028 in its report five years ago.

Costs for the Fehmarn Belt road/rail link between Denmark and Germany will be 52 percent higher, with opening planned for 2029, 11 years later than originally planned, with the possibility of further delay until 2031.

The Seine-Nord Europe Canal, a high-capacity waterway intended to facilitate the transport of goods between the Benelux countries and the Paris region also suffered from massive overruns, up 225 percent.

“The Basque Y railway line, which was supposed to be operational by 2010 according to its initial timeline and by 2023 according to the revised plan from 2020, is now expected to be ready by 2030 at the very earliest,” the report said, although the auditors consider 2035 to be more realistic.

According to data from the European Commission, Spain was one of the countries investing the most in high-speed rail, with an average of around 1.5 billion Euro per year between 2018 and 2022. However, the aftermath of three fatal train crashes earlier this month exposed the inadequate maintenance of existing railway networks.

Despite the critical issues that have emerged across the eight megaprojects, according to the  report, the European Commission has never used the legal instruments at its disposal to obtain clarification on the delays from the capitals.

Moving forward, the auditors expressed the hope that national transport plans will in future be coordinated with priorities at European level. Member states are now obliged to do so, but this will show up only in new megaprojects.

Two projects beat the odds

On a more positive note, in the case of two projects, the A1 motorway in Romania and the E59 railway line in Poland, the latest cost estimates are actually lower than the original ones.

According to the ECA report, costs for the E59 line were down 18 percent and auditors did not provide an estimated year of opening.

Poland’s TEN-T network already covers the seaports of Gdańsk, Gdynia, Szczecin and Świnoujście, as well as airports including Warsaw, Kraków, Gdańsk and Katowice, which serve as key multimodal nodes. The E59 railway is part of the Baltic Sea – Adriatic Sea corridor.

According to the ECA report, costs for the A1 motorway in Romania are 11 percent lower than initially estimated.

The A1 motorway in Romania is a key component of the Rhine-Danube Corridor and, within Romania, provides a direct connection between the capital city Bucharest and the Hungarian border at the Nădlac crossing point.

Prospects for the completion of the A1 motorway have thus improved, and the project could be commissioned ahead of the 2030 deadline.

Editorial note: The location of the Brenner Base Tunnel has been updated for clarification.

This article is an ENR Key Story. The content is based on information published by ENR participating agencies.

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