Rachel: casas em colapso e recorde de chuva em Vegas

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Um homem morreu neste sábado (10/10) após entrar no recinto destinado aos tigres no Yorkshire Wildlife Park, parque de animais localizado no norte da Inglaterra. A polícia de South Yorkshire informou que equipes de emergência receberam um chamado e foram ao local para atender à ocorrência, mas a vítima não resistiu. As circunstâncias que levaram o homem a entrar na área dos animais não foram detalhadas pelas autoridades.
A administração do Yorkshire Wildlife Park retirou os visitantes do espaço após o incidente. Apesar da gravidade da ocorrência, o tigre envolvido não sofreu ferimentos, conforme as informações divulgadas pelas autoridades. A polícia de South Yorkshire acompanha o caso para esclarecer os acontecimentos que antecederam a morte do homem.
A família da vítima recebeu a comunicação oficial sobre a morte e conta com apoio das autoridades. Diante da repercussão do episódio, a polícia também pediu que a população evite compartilhar imagens do ataque, em respeito aos familiares e à vítima. Até o momento, não foram apresentados outros detalhes sobre a identidade do homem nem sobre a dinâmica do ocorrido.
O Yorkshire Wildlife Park anunciou a suspensão das atividades neste sábado (10/10) e domingo (11/10), após a morte registrada no recinto dos tigres. O fechamento temporário ocorre enquanto o caso mobiliza as autoridades locais. Ainda não foram divulgadas informações adicionais sobre as circunstâncias do incidente ou sobre a previsão de retomada das visitas.
Foto e Vídeo: Redes Sociais
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O Estado de São Paulo já teve mais resgates de trabalhadores sujeitos a trabalho análogo à escravidão no campo nos seis primeiros meses do ano do que em todo o ano de 2025. É o que revelam dados do relatório de Conflitos no Campo, com dados parciais de 2026, divulgado nesta quarta-feira (2), pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). O número nacional total de resgatados de condições degradantes de trabalho, por outro lado, diminuiu.
Ao todo, 148 trabalhadores foram resgatados no primeiro semestre deste ano em São Paulo. A marca já é superior aos 142 de 2025. A maior parte desses profissionais trabalhava no plantio e corte de cana-de-açúcar.
Para a coordenadora do CPT, Cecília Gomes, o aumento de casos pode ser visto pela característica do tipo de trabalho nos campos, incluindo lavoureiros e operários de construções. Entretanto, Gomes também avalia que o aumento da tecnologia pode influenciar nessa conta.
“Aquela história de que levar a tecnologia para o campo vai diminuir a mão de obra e o trabalho escravo, essa hipótese cai por terra. Porque, quando a gente olha, quanto mais tecnológico é o ambiente, maior a probabilidade ou a possibilidade de ter trabalho escravo. Essa é uma característica que tanto está no Sul, no Sudeste, no Centro-Oeste, está em todas as regiões brasileiras”, afirma a coordenadora.
No país, 355 trabalhadores foram resgatados em 30 casos registrados entre janeiro e junho. Em 2025, essa marca foi de 842 pessoas. Mesmo com as subnotificações das denúncias, Gomes afirma que o trabalho da CPT em conjunto com o Ministério do Trabalho mostra que existe uma necessidade de um olhar mais atento nas áreas mais tecnológicas.
A CPT também identificou que os casos mais graves de violência são praticados, em sua maioria, por fazendeiros (305 casos) e empresários (102 casos), que respondem por dois terços dos assassinatos e 61,4% dos episódios de violência contra ocupação e posse no primeiro semestre de 2026.
Para Gomes, a crescente violência no campo é possibilitada pela impunidade dos agentes causadores. “Pouco desses casos são apurados e os poucos que são apurados são pouco punidos”, explica a coordenadora da CPT.
Violência mais praticada no campo em 2026, a contaminação por minérios atingiu 195 ocorrências. Para a CPT, o cenário é possível devido à priorização do “lucro em detrimento à vida” e da falta de fiscalizações mais rígidas de mineradoras.
Também houve 169 casos de contaminação por agrotóxicos, o que passa longe de ser por acaso, já que a organização vem identificando o uso intencional dessas substâncias como um tipo prático de arma química. “Não é só a contaminação das águas, esse agrotóxico é colocado para atingir os povos, para atingir as comunidades, como uma forma de expulsão”, denuncia Gomes.
Em 2025, o Brasil bateu recorde de agrotóxicos liberados. Foram 750 registros concedidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
