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Timor expulsa quem trabalha com visto de turista

Serviços de Migração detiveram, desde setembro, 19 pessoas no âmbito de operações de inspeção a vários serviços comerciais da capital timorense. As pessoas detidas possuíam visto de turista.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

"Quando alguém utiliza um visto de turista para exercer outra atividade, tomamos medidas para o repatriar", afirma o ministro do Interior, Francisco Guterres
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Setor de serviços cai 0,1% de julho para agosto, mostra IBGE

Logo Agência Brasil

O volume do setor de serviços apresentou variação negativa de 0,1% em agosto deste ano, na comparação com o mês anterior. Em julho, a atividade ficou estável, e, em junho, cresceu 0,1%.

Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) foram divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Os serviços, no entanto, cresceram 0,6% na comparação com agosto do ano passado, 1,7% no acumulado dos oito primeiros meses do ano e 2,2% no acumulado de 12 meses.

Com o resultado, o setor está 19,9% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 0,3% abaixo do maior patamar da série histórica (outubro de 2025).

Em relação à receita nominal, o setor apresentou taxas de crescimento de 0,2% na comparação com julho deste ano, de 6,1% na comparação com agosto do ano passado, de 7,4% no acumulado do ano e de 7,5% no acumulado de 12 meses.

Na passagem de julho para agosto deste ano, o volume cresceu apenas no segmento de serviços prestados às famílias (2,1%). Os serviços de informação e comunicação não apresentaram variação de julho para agosto.

Os outros três segmentos dos serviços caíram de julho para agosto: outros serviços (-1%); transportes (-0,2%); e profissionais, administrativos e complementares (-0,2%).

Turismo

O índice de atividades turísticas – agregado calculado de forma separada dos cinco segmentos do setor de serviços – teve alta de 2,5% de julho para agosto, o segundo resultado positivo seguido, período em que acumulou ganhos de 5,5%.

Com o resultado, o segmento de turismo está 12,4% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 1,1% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.

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ATL: 26 milhões para dinamizar procura turística em Lisboa

Proposta da câmara foi aprovada em reunião plenária da AML com os votos favoráveis do PSD, IL e CDS-PP, votos contra de Chega, PAN, BE, PEV, PCP e Livre e abstenção do PS.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

A ATL apresentou uma candidatura para o financiamento, pelo Fundo de Desenvolvimento Turístico de Lisboa, de um programa de Dinamização da Procura turística da cidade 2026-2029
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Turismo de Portugal financia três refúgios climáticos

Arroios, Valdujo e Praia da Mira recebem os primeiros apoios para criar zonas verdes e de descanso gratuitas nos períodos de maior calor do verão.

"Os refúgios climáticos são uma resposta concreta aos desafios que as alterações climáticas colocam aos territórios e à forma como vivemos" afirma presidente do Turismo de Portugal
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Vídeo: Trabalhadores se arriscam para retirar grades de passarela nas Cataratas do Iguaçu

A força da água nas Cataratas do Iguaçu levou à adoção de novas medidas de segurança no lado brasileiro do atrativo. Com a vazão das quedas chegando a 10 milhões de litros por segundo e previsão de aumento, equipes começaram nesta terça-feira (13) a retirar as grades de proteção da passarela que dá acesso à área próxima às quedas.

A estrutura está fechada desde as 8h de domingo (11), quando o aumento do volume do Rio Iguaçu levou à interdição preventiva. A medida busca evitar riscos a turistas e trabalhadores enquanto as condições do rio permanecem fora dos padrões de segurança para o acesso à passarela.

Mesmo com a restrição, o Parque Nacional do Iguaçu continua recebendo visitantes. A Trilha das Cataratas e os mirantes seguem abertos, permitindo a observação das quedas. Já os percursos do Poço Preto e das Bananeiras permanecem temporariamente fechados.

Equipes da concessionária Urbia+Cataratas e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) acompanham as condições do rio. A liberação da passarela dependerá da redução da vazão e da avaliação das condições de segurança.

Até que isso ocorra, os visitantes podem acessar os trechos autorizados do parque, respeitando as orientações das equipes responsáveis.

Vídeo: @jornalcinforme

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Scoprire l’identità di un territorio attraverso la segnaletica stradale

Questo è un articolo del nuovo numero de Linkiesta Etc dedicato al tema dei limiti, disponibile in edicole selezionate a Milano e Roma, e negli aeroporti e nelle stazioni di tutta Italia. E ordinabile qui.

L’Ufficio Cartelli del Touring Club Italiano in uno scatto degli Anni 30. Disegnatori, grafici, calligrafi, incisori, verniciatori, operai metallurgici, tecnici, amministrativi: dalle loro mani uscirono centinaia di migliaia di cartelli che orientarono i viaggiatori sulle strade italiane fino agli Anni 70. Courtesy of Touring Club

Era il 1865 quando, per la prima volta, nel Regno Unito, fu introdotto un limite di velocità. Riguardava le road locomotive, locomotive che qualche ingegnere aveva pensato bene di togliere dai binari per metterle su strada. Il limite prevedeva un massimo di 3,2 km/h nei centri abitati, esteso a 6,4 km fuori città, e un essere umano munito di bandierina rossa che precedesse l’ingombrante veicolo. Nulla di cui stupirsi, se pensiamo che allora le strade si percorrevano a piedi o, molto raramente, a cavallo. Ne troviamo traccia, tra i tanti, nel romanzo di Grazia Deledda Canne al vento, dove nella Sardegna d’inizio ‘900, il protagonista Efisio impiega 2 giorni per raggiungere dal borgo natio il capoluogo Nuoro, oggi raggiungibile in auto in 35 minuti. 

Mentre una lettera che oggi impiega su gomma 2 giorni da Madrid per arrivare a Bruxelles, per Fernand Braudel nel XVI secolo ne impiegava 20, velocità che sarebbe rimasta pressoché inalterata per tre secoli, fino a quando arrivò un mezzo di locomozione avveniristico che cambiò non soltanto le velocità di percorrenza, ma la stessa funzione delle strade, ampliando la nostra percezione del mondo: la bicicletta, le cui “molecole d’acciaio” artisti come Filippo Tommaso Marinetti, Luciano Folgore, Umberto Boccioni celebrarono come simboli del dinamismo moderno. Se alle due ruote dobbiamo l’inizio della locomozione meccanizzata, non di meno le dobbiamo l’ampliamento dei nostri orizzonti, l’immaginario nazionale e internazionale, conquistato attraverso un’innovazione umile ma dagli esiti immensi, così consueta da sembrare lì da sempre: il segnale stradale, secondo le sue declinazioni oggi standard, di divieto, direzione, pericolo, rispettivamente, tondo, freccia, triangolo.

“Cartelli preziosi per gli egittologi” sulla rivista mensile del Touring Club Italiano. La vignetta umoristica s’accompagna al serissimo intento di convergere verso standard internazionali accessibili a tutto il mondo. Courtesy of Touring Club

Ma il protagonista di questa storia, in Italia, ha un nome: Touring Club Italiano, o meglio, Touring Club Ciclistico Italiano, il predecessore, fondato l’8 novembre 1894 a Milano da 57 velocipedisti guidati da Luigi Vittorio Bertarelli e Federico Johnson. A raccontarci la storia è Maria Chiara Minciaroni, ricercatrice e project officer di quella che oggi è diventata la Fondazione Touring Club Italiano, esperta di valorizzazione territoriale e referente per i progetti di segnaletica: «Il Touring nasce dal basso, oggi diremmo da una community di ciclisti, escursionisti, viaggiatori, fotografi, perché la bicicletta a quel tempo era il mezzo di trasporto del futuro, il primo prodigio tecnologico ad affermarsi nella mobilità moderna». 

Si trattava di un mezzo elitario, ma per i nostri visionari portava sulla canna il futuro: «La bicicletta costava tantissimo. I soci del Touring erano quindi benestanti che potevano permettersi di viaggiare, reinterpretando in chiave borghese il modello aristocratico del Gran Tour». Nacque così la prima delle grandi imprese del Club: la realizzazione e diffusione della segnaletica italiana. Parallelamente, sarebbero fiorite la cartografia e la guidistica, vero e proprio repertorio dell’arte e dell’architettura nazionale, ancora oggi testimoniato dalle celebri “Guide rosse”.

I progetti legati alla segnaletica, inizialmente finanziati dai soci, man mano che procedeva la standardizzazione di grafica e testi, venivano realizzati dai disegnatori tecnici: in questa pagina, una prova semilavorata di un cartello d’interruzione stradale. Courtesy of Touring Club

Ma come erano le strade prima che il Touring iniziasse la sua impresa? L’Italia appena unificata era un mosaico di territori mal collegati, con dialetti, sistemi di misura e toponomastiche differenti: «Chi percorreva le strade era disorientato», rievoca Minciaroni parlando dei primi anni del secolo scorso. «Non si trattava soltanto d’indicare una direzione, ma di costruire un linguaggio comune della mobilità. Così, in un Paese attraversato da ampie differenze regionali, la segnaletica fu uno dei primi strumenti di unificazione culturale ancor prima che infrastrutturale. “Far conoscere l’Italia agli italiani”, diceva Bertarelli, questo era l’obiettivo». Il che significava anche costruirne e diffonderne l’immaginario, documentandolo fotograficamente. «Era frequente per quei ciclisti montare sulla bicicletta una macchina fotografica, altro prodigio moderno al debutto, per recare traccia del paesaggio italiano, della sua varietà e bellezza, allora tutt’altro che noto a un popolo abituato a muoversi su scala locale». 

Il processo non fu facile. I cartelli erano costosi da realizzare e da posare, tanto che per anni furono frutto di mecenatismo, recando il nome del donatore in calce. Intendevano farsi capire dagli stranieri. Ma ancora non esistevano standard né nazionali né internazionali. Inoltre, non sempre ottenevano buona accoglienza. Le popolazioni locali non ne avevano bisogno: conoscevano già il loro territorio e non di rado percepivano il forestiero come uno scocciatore e i segnali stradali ausili che impedivano loro di guadagnare qualcosa indicandogli la strada. Così li danneggiavano. In alcune Regioni a forte identità locale, poi, erano considerati espressione dello Stato centrale italiano. Ne avrebbe fatto le spese la toponomastica, affiancata abusivamente o cancellata dalle vecchie denominazioni locali dei luoghi.

Cartello stradale con la pubblicità: perché no? Quella di Esso, per esempio. Courtesy of Touring Club

Passaggi cruciali, però, furono quelli della Prima e soprattutto Seconda guerra mondiale, che vide l’Italia occupata da truppe italiane e straniere in lotta: «La segnaletica fu spesso divelta, per avvantaggiare chi conosceva il territorio, gli italiani, rispetto agli altri». Ma l’opera del Touring sopravvisse, anzi, ne uscì rafforzata. Nel 1897 erano stati posati i primi 100 “pali indicatori”. Nel 1915, tra nuovi e sostituiti, ne sarebbero stati posati oltre 23 000. Intanto, tra Parigi e Rouen, nel 1894, si era tenuta la prima gara automobilistica, con motori sia a scoppio sia a vapore: primo classificato, Jules-Albert de Dion, sfrecciando a 18,5 km/h di media. Ma già l’anno seguente nella Parigi–Bordeaux–Parigi, la benzina avrebbe trionfato a 24 km/h. «Un’altra era della velocità già germinava: nel 1924 viene costruita tra Milano e Varese la prima autostrada del mondo, detta dei Laghi». 

Il Touring l’aveva fiutata già un quarto di secolo prima, lasciandosi alle spalle quel nobile aggettivo – “ciclistico” – dal quale il sogno veloce della modernità era partito. E dando nuovo impulso all’impresa segnaletica. Al suo fianco non più sognatori, ma i nuovi capitani d’industria dell’auto: Fiat e Pirelli. Cosìcché, nonostante il passaggio della Seconda guerra mondiale, nel 1953 i cartelli sarebbero diventati 426 000. Dopo 80 anni di collaborazione, nel 1973 la segnaletica è rientrata definitivamente nella esclusiva competenza dello Stato. Ma il Touring non è uscito di scena. Minciaroni: «La segnaletica oggi non è più soltanto al servizio della sicurezza e dell’orientamento, ma un progetto di marketing territoriale: noi parliamo di comunicazione d’ambiente, fornendo consulenza agli enti locali che ce la chiedono».

Nel 1919 sulla rivista mensile del Touring ci s’interroga su “i cartelli indicatori… nei libri dei popoli”: qui, la “cunetta” in rumeno. Courtesy of Touring Club

Perché un cartello che orienta o racconta, come mostra la segnaletica “turistica” in cui spesso c’imbattiamo, esprime l’identità di un territorio: «Parla attraverso i materiali che impiega, la grafica, il modo di esplicitare le informazioni». Dopo decenni di centralità automobilistica, le biciclette ora tornano a dettare l’agenda della velocità, insieme a e-bike e monopattini. Le e-bike a pedalata assistita sono equiparate a biciclette se il motore non supera 250 W e l’assistenza s’arresta a 25 km/h. Oltre, sono assimilate ai ciclomotori, con obblighi aggiuntivi. I monopattini elettrici, invece, possono circolare fino a 20 km/h, ma devono limitarsi nelle aree pedonali a 6 km/h, salvo vincoli comunali aggiuntivi. La locomotiva “scionfante” del 1865, insomma, oggi si contenderebbe la strada con gli irrequieti e-scooter. Forse, allora, un omino con bandierina rossa a precederli sarebbe ancora una utile precauzione a tutela del solo locomotore attorno a cui non è ancora stato pensato un sistema di segnaletica: il pedone, quel bipede implume cui tutto si deve.

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Lisboa vence World Cruise Awards pela terceira vez

A capital portuguesa venceu os World Cruise Awards 2026, realizados na Jamaica, repetindo os títulos de 2021 e 2024. Terminal de Cruzeiros nomeado pelo 6.º ano consecutivo.

© André Kosters/LUSA

Os World Cruise Awards foram criados em 2021 e pretendem distinguir a excelência e a inovação na indústria internacional de cruzeiros
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Ciclo de workshops prepara empresas algarvias de turismo de natureza e náutico para a internacionalização

O projeto Internacionalizar + Algarve 3.0 promove, a partir de 27 de outubro, um ciclo de três workshops online dedicado à competitividade e à internacionalização das empresas de turismo de natureza e náutico. A primeira sessão, subordinada ao tema da sustentabilidade como vantagem competitiva, decorre entre as 14h30 e as 16h00 e conta com a participação de Miguel Sanches, diretor executivo da Biosphere Portugal.

Intitulada “Turismo de Natureza e Náutico: sustentabilidade como vantagem competitiva sem fronteiras”, a sessão pretende demonstrar de que forma a adoção de práticas sustentáveis pode valorizar a oferta turística e reforçar o posicionamento das empresas em mercados internacionais cada vez mais exigentes.

A participação é gratuita, mediante inscrição obrigatória através do formulário disponível em https://forms.gle/w4TjJqFuAPRa8LJv5.

As “Nature & Nautic Sessions” terão uma duração aproximada de uma hora e meia e um formato prático, combinando conhecimento especializado, exemplos concretos e ferramentas aplicáveis à realidade das empresas.

O ciclo prossegue em novembro, com mais dois encontros que contarão com novos especialistas e entidades convidadas. A iniciativa pretende capacitar as empresas dos segmentos de turismo de natureza e náutico, proporcionando-lhes contacto com especialistas e conhecimentos que contribuam para o desenvolvimento da sua atividade.

A organização está a cargo do NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve, da Região de Turismo do Algarve (RTA) e da Associação Turismo do Algarve (ATA), no âmbito do projeto Internacionalizar + Algarve 3.0.

Desenvolvido em copromoção pelo NERA, AlgarOrange, Associação Turismo do Algarve, Comissão Vitivinícola do Algarve, Região de Turismo do Algarve e Universidade do Algarve, o projeto é cofinanciado pela União Europeia através do Programa Regional Algarve 2030.

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NERA | Internacionalizar + Algarve 3.0 lança ciclo dedicado ao Turismo de Natureza e Náutico

As Nature & Nautic Sessions integram três workshops online dedicados aos desafios e oportunidades das empresas do Turismo de Natureza e Náutico, com enfoque na competitividade e internacionalização da oferta turística regional. O ciclo de sessões arranca no próximo dia 27 de outubro, entre as 14h30 e as 16h00, com a sessão “Turismo de Natureza […]

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Domingas realizou o sonho de viver uma aventura no Atlântico

Deixou um emprego estável no setor de investimentos para viajar sem itinerário e data de regresso. Em troca, foi acompanhada por golfinhos no mar e acolhida pelos amigos que fez na estrada. 

© DR

"O capitão Norberto Serpa é como família para mim".
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11h. CM Vila Franca de Xira quer demolir habitações ilegais

A autarquia liderada pelo socialista Fernando Paulo Ferreira garante que estão em curso procedimentos legais. Ainda, a A1 está cortada no sentido norte-sul, na zona de Aveiras de Cima.

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Turismo do Algarve aposta no vinho algarvio e no enoturismo para atrair visitantes todo o ano

A região recebeu 14 agentes de viagens espanhóis. A promoção inclui uma nova brochura, um vídeo e um fórum ibérico em Lagoa, em novembro.

O conteúdo Turismo do Algarve aposta no vinho algarvio e no enoturismo para atrair visitantes todo o ano aparece primeiro em Barlavento.

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Avança a criação da taxa turística no município

VTM

A confirmação foi dada por Helena Lapa, presidente da Câmara de Sabrosa, que explicou que os dois municípios decidiram avançar de forma articulada. “Não fazia sentido um sair com uma taxa ou com uma iniciativa e o outro não. Portanto, articulámos sempre tudo isto desde o início”, explica a autarca.

Segundo Helena Lapa, o município já aprovou a abertura do procedimento para a elaboração do regulamento que irá enquadrar a futura taxa turística. “Neste momento, já temos aprovada a abertura do procedimento para o regulamento que vai integrar a taxa turística”.

Considera, ainda, que a criação da taxa se justifica pela importância que o turismo assume no território, defendendo que as receitas devem beneficiar diretamente os locais onde a atividade turística tem maior expressão.

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